ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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quinta-feira, 2 de julho de 2020

ENCONTRO ESTADUAL DA FRENTE INSTITUCIONAL FOI UM SUCESSO! CONFIRA A MATÉRIA COMPLETA!

ENCONTRO ESTADUAL DA FRENTE INSTITUCIONAL

Ontem (01) o Comitê-Diretório do PCdoB/RN coordenador o Encontro Estadual da FRENTE INSTITUCIONAL, cujo tema foi: "VIDA, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO AO RN", com a participação de dezenas de líderes comunistas e convidados.

O encontro foi coordenado pelo camarada, ALBÉRICO e DIVANILTON PEREIRA, ambos do PCdoB Estadual  O encontro contou com a presença do Vice Governador, NATENOR ROBERTO-PCdoB-RN, entre outros líderes no momento representando seus respectivos municípios.

O encontro também contou com a presença do presidente da CTB/RN, Juscelino, como representantes de vários diretórios/comitês do PCdoB/RN.

Para Divanilton e Albérico o evento foi considerado muito bom e outros virão, pois desta forma o partido se fortalece e fica constantemente em sintonia com suas lideranças municipais espalhadas pela estado.

O vice governador, ANTENOR ROBERTO parabenizou o evento e contribuiu com sua explanação coerente em relação a sistemática de governar o RN, juntamente com a companheira, Fátima Bezerra, bem como elogiando o desempenho da coordenação em fortalecer cada vez mais o partido no Estado, visando as eleições de 2020/2022.

Eduardo Vasconcelos, vice presidente do PCdoB de Nova Cruz também participou e em sua intervenção saudou os presentes e passou os informes do diretório, garantindo que o PCdoB de Nova Cruz terá vários candidatos a vereadores/as e buscará entre outros partidos que sintonizam na linha do PCdoB para lançar uma frente suprapartidária, visando as eleições na majoritária.

Divanilton, juntamente com Albérico encerram o evento agradecendo as/aos camaradas pela participação de todos, acrescentando que outros debates virão.

Camila Lanes: “Curitiba democrática é a cidade que cuida das pessoas”

Camila Lanes, pré-candidata à prefeitura de Curitiba
Foto: reprodução
Uma cidade que “escuta e atende a população”. É assim que Camila Lanes, pré-candidata à prefeitura de Curitiba, vê uma cidade mais democrática. Ela foi a entrevistada da última quinta-feira (25) no programa Vozes da Cidade.
“Uma cidade democrática é humanizada, é para todos. Não criminaliza o carnaval e a cultura, não abandona a população na rua, atende as mães e as jovens mães, dispõe de tecnologias e cuida da comunidade LGBT. Essa cidade não ajuda a aumentar os casos de violência e mortes da juventude preta e periférica, é uma cidade que pensa em todos e não numa parte”, explicou a pré-candidata, liderança do movimento de juventudes e estudantil.
Camila Lanes comentou também sobre os estereótipos em torno da cidade para ressaltar que não é um espaço perfeito, livre de desigualdades. Denunciou que o problema está na direção do olhar, que acaba excluindo muitos.
“Aqui querem cuidar da sala da casa. Onde a visita passa não tem bituca, não tem garrafa, nada que reduza a imagem de pretensa perfeição. Nós estamos propondo falar da casa toda. Precisamos pensar política para todo mundo, paras as diferentes vidas e vivências que temos aqui”, destacou.
Com apenas 24 anos Camila já constrói importante trajetória de lutas: começou aos 16, no Grêmio Estudantil, quando se aproximou da União da Juventude Socialista (UJS) e do PCdoB. A militância foi crescendo junto ao movimento dos estudantes secundaristas: foi presidenta da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, tendo participado de momentos importantes na história recente da luta dos estudantes, com o movimento de ocupações de escola contra o ataque à educação. Hoje Camila segue estudante, agora de Letras, Português e Espanhol, é presidenta estadual da UJS no Paraná e vice-presidenta do PCdoB em Curitiba.
Coronavírus
“Nossa cidade tem visto no dia-a-dia os impactos da pandemia, não só do número de casos, da tristeza que nos trás acompanhar os óbitos e UTIs lotadas”, explicou Camila, completando que o outro lado das dificuldades tem relação com a economia e a falsa de assistência às famílias e empresas que mais precisam.
“Acompanhamos também ações que não partem da prefeitura ou do governo, mas dos movimentos sociais que tem atuado para proteger as pessoas mais vulneráveis”, destacou.
“Há uma falsa impressão de que Curitiba é uma cidade perfeita, bonita de cartão postal, que de fato existe. Mas também tem 312 áreas de favela, uma preocupante disparidade de renda, e queremos debater isso durante a quarentena e depois dela. Eu fico preocupada com o pós-pandemia”, afirmou.
Segundo ela, inclusive por orientação partidária, sua rotina tem sido manter-se em casa para contribuir na contenção da doença. As reuniões virtuais são numerosas, bem como as transmissões ao vivo pela internet.
Apesar das dificuldades impostas pelas condições atuais, a liderança do PCdoB em Curitiba destacou que há um bom números de pré-candidatos e pré-candidatas à vereador e que o partido segue construindo uma chapa diversa e competitiva na capital do Paraná.
“O Movimento 65 ajudou na construção da chapa por ser um meio de apresentar o partido e chamar as pessoas para projetos eleitorais, mas também para construção partidária”, ressaltou.
Camila também comentou a preocupação com o ensino público e as disparidades de acesso da chamada educação à distância e tratou da relevância de mais jovens acessarem espaços de poder para transformar a realidade.
Assista na íntegra:
Vozes da Cidade
Vozes da Cidade é o programa do PCdoB para as redes sociais que busca debater a realidade dos municípios e a cidade democrática que pretendemos construir. É transmitido ao vivo pelas redes sociais do partido. Acompanhe seguindo no Facebook e marcando o sininho em nosso canal no Youtube.
Assista e conheça outros pré-candidatos e lideranças do partido:
Anízio Melo, pré-candidato do PCdoB à prefeitura de Fortaleza: “Queremos Fortaleza moderna e olhando para quem precisa”
Mário Fonseca, pré-candidato do PCdoB à prefeitura de Campo Grande: “Temos criatividade para desenvolver Campo Grande”
Namy Chequer, pré-candidato do PCdoB à prefeitura de Vitória: “Precisa valorizar organização comunitária em Vitória”
Janaína Deitos, pré-candidata do PCdoB à prefeitura de Florianópolis: “Florianópolis terá novas prioridades pós-pandemia”
Wadson Ribeiro, pré-candidato do PCdoB à prefeitura de Belo Horizonte: “Desafio de Belo Horizonte é cuidar das pessoas”
Deputada estadual da Bahia Olívia Santana, pré-candidata do PCdoB à prefeitura de Salvador: Precisamos de política transformadora contra o racismo
Do Portal PCdoB

domingo, 28 de junho de 2020

ENCONTRO ESTADUAL DA FRENTE INSTITUCIONAL - "VIDA, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO AO RN" - DIA 01/07!

ENCONTRO ESTADUAL DA FRENTE INSTITUCIONAL

O Comitê/diretório Estadual do PCdoB do Rio Grande do Norte promove próximo dia 01 de julho do ano em curso, ás 17 horas,ENCONTRO ESTADUAL DA FRENTE INSTITUCIONAL, cujo tema será "VIDA, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO AO RIO GRANDE DO NORTE!

" A participação do partido na gestão atual, para além de contribuir pelo seu êxito, deve, de uma forma planejada, fazer com que os seus resultados reforcem também os objetivos eleitorais e organizacionais do Partido". Linha estruturante do projeto eleitoral estadual partidário.

Acessar: meet.google.com/nmq-dsir-com

Fonte: PCdoB/RN 

ARTICULAÇÃO Ato histórico impulsiona frente ampla contra Bolsonaro


Foto: divulgação
3º Ato em Defesa da Democracia, da Vida e Proteção Social reuniu mais de 120 personalidades representativas da sociedade brasileira.

Por: André Cintra*
Ao longo da história do Brasil, desde a Proclamação da República, a cadeira presidencial esteve ocupada por políticos bastante plurais em suas ideologias e prioridades de governo. Entretanto, gestão após gestão, em meio às diferenças, as tratativas referentes à política externa brasileira tiveram as marcas da seriedade e do equilíbrio, buscando um caminho condizente com a Constituição Federal. Esta, em seu artigo 4º, de forma muito clara, elenca os princípios que devem reger as relações internacionais neste país. O que se vê no atual governo, infelizmente, é a escolha de um caminho de preocupante e inédita ruptura.
Por Flávio Dino*
O reconhecido posicionamento de independência do Brasil em sua política externa deu lugar a uma espécie de sombreamento nunca antes visto, pelo qual seguem-se diretrizes unilaterais de um país, no caso os Estados Unidos, em alinhamento quase que automático. E, o pior, com evidências reiteradas de tratar-se de uma relação platônica, de mão única, com escassos resultados e graves contradições.
O resultado desse desequilíbrio está às claras. O Brasil perdeu em larga medida o “poder brando” no mundo, isto é, a capacidade de influenciar outras nações e, principalmente, de estabelecer relações de confiança. Perdemos a dimensão do profissionalismo que sempre marcou a diplomacia brasileira em franco desrespeito à memória institucional do Itamaraty.
Isto é tão grave quanto a construção de uma imagem externa com indicadores vergonhosos, a exemplo da incapacidade de gestão, priorização de duvidosos interesses familiares e secundarização de agendas fundamentais ao desenvolvimento da Nação, como educação, saúde, direitos humanos e meio ambiente.
Somado a isto, vemos a desvalorização do multilateralismo, pois o Brasil tende hoje a se alinhar a um belicismo contra as instâncias supranacionais, supostamente priorizando acordos bilaterais. Consequentemente, temos dificuldades de relacionamento no âmbito do Mercosul, impasses com a União Europeia e esvaziamento do bloco dos Brics.
Se considerarmos a realidade econômica do Brasil, em que a agricultura e outros segmentos precisam de parceiros comerciais externos, fica evidente que é preciso repensar a política diplomática do país, por proteção às nossas empresas e empregos.No lugar de batalhas puramente fraseológicas e delírios ideológicos, são imprescindíveis independência e muita responsabilidade com o interesse nacional. Sem subordinações e com espírito verdadeiramente patriótico, será possível recuperar o respeito do mundo pelo Brasil.
As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal PCdoB
*Governador do Maranhão (PCdoB). Advogado e professor da Universidade Federal do Maranhão. Foi juiz federal, deputado federal e presidente da Embratur. Membro da direção nacional do PCdoB.

Flávio Dino: O Brasil e o mundo

Foto: divulgação
Ao longo da história do Brasil, desde a Proclamação da República, a cadeira presidencial esteve ocupada por políticos bastante plurais em suas ideologias e prioridades de governo. Entretanto, gestão após gestão, em meio às diferenças, as tratativas referentes à política externa brasileira tiveram as marcas da seriedade e do equilíbrio, buscando um caminho condizente com a Constituição Federal. Esta, em seu artigo 4º, de forma muito clara, elenca os princípios que devem reger as relações internacionais neste país. O que se vê no atual governo, infelizmente, é a escolha de um caminho de preocupante e inédita ruptura.
Por Flávio Dino*
O reconhecido posicionamento de independência do Brasil em sua política externa deu lugar a uma espécie de sombreamento nunca antes visto, pelo qual seguem-se diretrizes unilaterais de um país, no caso os Estados Unidos, em alinhamento quase que automático. E, o pior, com evidências reiteradas de tratar-se de uma relação platônica, de mão única, com escassos resultados e graves contradições.
O resultado desse desequilíbrio está às claras. O Brasil perdeu em larga medida o “poder brando” no mundo, isto é, a capacidade de influenciar outras nações e, principalmente, de estabelecer relações de confiança. Perdemos a dimensão do profissionalismo que sempre marcou a diplomacia brasileira em franco desrespeito à memória institucional do Itamaraty.
Isto é tão grave quanto a construção de uma imagem externa com indicadores vergonhosos, a exemplo da incapacidade de gestão, priorização de duvidosos interesses familiares e secundarização de agendas fundamentais ao desenvolvimento da Nação, como educação, saúde, direitos humanos e meio ambiente.
Somado a isto, vemos a desvalorização do multilateralismo, pois o Brasil tende hoje a se alinhar a um belicismo contra as instâncias supranacionais, supostamente priorizando acordos bilaterais. Consequentemente, temos dificuldades de relacionamento no âmbito do Mercosul, impasses com a União Europeia e esvaziamento do bloco dos Brics.
Se considerarmos a realidade econômica do Brasil, em que a agricultura e outros segmentos precisam de parceiros comerciais externos, fica evidente que é preciso repensar a política diplomática do país, por proteção às nossas empresas e empregos.No lugar de batalhas puramente fraseológicas e delírios ideológicos, são imprescindíveis independência e muita responsabilidade com o interesse nacional. Sem subordinações e com espírito verdadeiramente patriótico, será possível recuperar o respeito do mundo pelo Brasil.
As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal PCdoB
*Governador do Maranhão (PCdoB). Advogado e professor da Universidade Federal do Maranhão. Foi juiz federal, deputado federal e presidente da Embratur. Membro da direção nacional do PCdoB.
Fonte: pcdob.org.br

Orgulho de ser LGBT, orgulho de ser do PCdoB

 
O Partido Comunista do Brasil compreende a luta LGBT+ como um movimento de resistência essencial para o processo de transformação da sociedade. O orgulho de ser LGBT+ é maior do que o ódio de classes.
Por Victor Pinto*
Dia 28 de Junho é o dia internacional do Orgulho LGBT+. Essa data emblemática é um lembrete da memória e da luta histórica de mulheres, homens e pessoas não binárias, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, intersex e muitas outras identidades do mundo inteiro.
Essa data específica marca a rebelião ocorrida em Stonewall Inn, um bar de Nova York, frequentado por LGBT+ marginalizados e que sofriam constantes abusos pela polícia local. No dia 28 de junho de 1969 uma invasão da polícia nesse bar culminou em uma noite de confronto que durou por semanas e, apesar de não ser o início do movimento LGBT+, entrou para a história como um marco na luta por direitos civis e libertação.
Ao longo dos anos, o movimento LGBT+ tem crescido no mundo e agregado cada vez mais pessoas de diversas identidades, expressões de gênero e afetividades, tornando-se um dos maiores movimentos por direitos humanos, igualdade e liberdade de amar. Contudo, apesar dos avanços, o Brasil ainda carrega a triste realidade de ser um dos países mais violentos para a população LGBT+, e como todo movimento revolucionário, as questões de gênero e sexualidade enfrentam resistência do conservadorismo.
A ascensão do Bolsonarismo, galgado no discurso da “moral e dos bons costumes” e da “família tradicional” evidencia o predomínio da ideologia burguesa, que coloca o homem hétero cisgênero como modelo universal e abomina a diversidade da classe trabalhadora. Nesse cenário atual, onde o discurso conservador está alinhado ao neoliberalismo, torna-se ainda mais urgente, que o socialismo também seja um movimento emancipatório que rompa com o modelo de homem universal e que reconheça a classe trabalhadora em toda sua diversidade e pluralidade.
É por isso que nós, da União Nacional LGBT, combatemos todos os tipos de opressão de forma interseccional e entendemos que o movimento LGBT+ deve, sobretudo, estar alinhado com os movimentos feministas e antirracistas no enfrentamento da superexploração capitalista. O Partido Comunista do Brasil compreende a luta LGBT+ como um movimento de resistência essencial para o processo de transformação da sociedade. O orgulho de ser LGBT+ é maior do que o ódio de classes.
As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal PCdoB
*Presidente Estadual da UNALGBT de Minas Gerais.
Fonte: https://pcdob.org.br

sábado, 27 de junho de 2020

Trabalhadores não podem arcar com ônus da crise

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir estados e municípios de cortar salários de servidores merece ser saudada como medida de grande importância, especialmente nesse momento de crise grave. Ela decorre da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) juntamente com o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB).
É uma decisão que se insere na lógica de racionalidade da administração do setor público, um ato de negação à política rentista do projeto ultraliberal e neocolonial do governo Bolsonaro, comandado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. As vozes que se levantaram contra essa decisão são exatamente as dos que estão ao lado dessa política.
Guedes tem dito, reiteradamente, que o arrocho ao funcionalismo público, com a chamada “reforma administrativa”, é uma das principais vertentes do “ajuste fiscal”, a política transferir o máximo de recursos orçamentários para o cassino rentista, o pagamento de juros da dívida pública que sustenta a farra financeira.
Fonte: Portal VERMELHO