ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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terça-feira, 14 de setembro de 2021

“Voto pelo impeachment de Bolsonaro”, afirma presidente da CPI

(Roque de Sá/Agência Senado)

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que Bolsonaro não fez nenhum “recuo” com sua carta, após estimular atos golpistas no 7 de setembro e atacar o Supremo Tribunal Federal (STF).

“O presidente nunca fez autocrítica em relação à imunização de rebanho, em relação à China. Foi fazer agora, depois de cinco meses que estamos falando. A natureza do presidente Bolsonaro é aquele escorpião que pega carona, atravessa o rio e depois pica aquele que deu a carona”, disse Aziz em entrevista ao UOL News, nesta segunda-feira (13).

O senador declarou que votaria no impeachment de Bolsonaro caso ele fosse pautado na casa.

“Votaria sim (pelo impeachment), não só pelo que ele falou dos ministros do Supremo, mas principalmente na atuação dele na omissão da pandemia. Não chegamos agora a 600 mil mortes à toa”, afirmou Omar.

No dia 19 de julho, em entrevista no mesmo UOL News, perguntado sobre o assunto, Aziz afirmou que não defendia o impeachment de ninguém.

Contudo, os atos golpistas de Bolsonaro fizeram muita gente mudar de ideia.

Na última terça-feira (7), Bolsonaro participou de atos golpistas em Brasília e em São Paulo. Na capital paulista, xingou de “canalha” o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e disse que não iria mais cumprir decisões assinadas por ele.

As falas de Bolsonaro foram bastante criticadas, até que na quinta-feira (16), ele encenou um “recuo” ao divulgar uma carta, escrita por Michel Temer, em que diz que não teve intenção de atacar as instituições.

Em março de 2019, Temer foi preso em São Paulo por corrupção. O Ministério Público Federal acusou Temer de receber propina de R$ 1 milhão. Depois a prisão do ex-presidente foi relaxada.

Sobre as manifestações do último domingo (12), Aziz afirmou que houve uma grande representatividade por parte de quem foi, apesar de um público menor. O senador criticou aqueles que se recusaram a participar do ato pensando nas eleições a presidente da República em 2022.

“De um lado houve pessoas querendo o impeachment do presidente e, do outro, já pensando em candidaturas à presidente da República, e isso não é bom”, disse o senador.

Os atos de domingo foram organizados por organizações como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Vem Pra Rua. Durante os atos em São Paulo, vários políticos, líderes sindicais e estudantis discursaram, como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), o ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta (DEM), a senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder da bancada Feminina no Senado, o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), o fundador do Novo, João Amoedo, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), senador José Aníbal (PSDB-SP), a presidente da UNE, Bruna Brelaz, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), ex-candidato a prefeito de São Paulo, a deputada Tabata Amaral, e a deputada estadual Isa Pena (PSOL).

Omar Aziz defendeu que as investigações iniciadas pela CPI continuem nas outras instâncias de poder e instituições controladoras pelo país.

“(O relatório) vai desnudar as omissões e o não comprometimento em relação à doença, a forma como foi tratada a doença. Sempre dizia, nós não queremos vingança, queremos justiça, e o relatório vai vir fazendo justiça às quase 600 mil mortes que tivemos. Não tem outra forma. Será muito contundente em relação a esses atores principais, que eram responsáveis por ter feito o enfrentamento da pandemia”, disse o presidente da CPI.

Ele enfatizou que, além da PGR, o relatório também será enviado aos presidentes da Câmara, do Senado, do TCU (Tribunal de Contas da União), do STF (Supremo Tribunal Federal), do STJ (Superior Tribunal de Justiça), além das defensorias públicas estaduais. Aziz também citou instituições internacionais e até o Tribunal Penal Internacional, que fica em Genebra, na Suíça,

“Não podemos achar que vamos entregar um relatório e ele vai ficar adormecido. Iremos entregar, sim, o relatório a tribunais internacionais. Ontem, se ventilou um senador ser destacado para entregar em Genebra”, assinalou.

O presidente da CPI assinalou que entre as possíveis autoridades que serão apontadas como investigadas no relatório final está “metade do primeiro e segundo escalão do Ministério da Saúde”. “Pessoas que tiveram uma participação direta na forma irresponsável como foi conduzida a pandemia”.

“A CPI é a primeira parte, a segunda parte é aprofundar as investigações, porque tem muitos locais que a gente não tem como chegar além do que a CPI vai mostrar; e a terceira parte, tenha certeza absoluta que esses óbitos que tiveram no Brasil será feita justiça contra aquelas pessoas que cometeram equívocos e erros”, assinalou Aziz.

Fonte: https://pcdob.org.br


CPI indica que Bolsonaro foi apresentado a Tolentino por Ricardo Barros

Bolsonaro, Marcos Tolentino e Ricardo Barros (Foto: Reprodução do Twitter)

Marcos Tolentino é apontado como dono “oculto” da FIB Bank, empresa que não é banco, mas deu aval para Precisa Medicamentos vender a vacina Covaxin ao Ministério da Saúde, uma operação fraudulenta envolvendo um contrato de R$ 1,6 bilhão

Dono de um emaranhado de empresas envolvidas em falcatruas, o empresário e advogado Marcos Tolentino permaneceu em silêncio, nesta terça-feira (14), ao ser questionado sobre sua relação com Bolsonaro. Ele é apontado como dono “oculto” da FIB Bank, empresa que não é banco, mas deu aval para Precisa Medicamentos vender a vacina Covaxin ao Ministério da Saúde, uma operação fraudulenta envolvendo um contrato de R$ 1,6 bilhão.

De acordo com levantamento feito pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL), mesmo sem capacidade financeira, a FIB deu garantias de R$ 80,7 milhões para o contrato atendendo o amigo e líder de governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), quem o próprio presidente responsabilizou pelas negociações ao receber a denúncia do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e o seu irmão, Luís Fernando Miranda, servidor da pasta da Saúde.

O relator perguntou ao depoente se foi o líder do governo na Câmara quem o apresentou ao presidente, mas ele usou o direito concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para permanecer em silêncio em indagações que possam lhe incriminar.Mais cedo, o empresário afirmou que conhece o presidente desde quando ele era deputado federal, mas sem laços de amizade. Confirmou que já esteve com os filhos Flávio (senador) e Eduardo (deputado) em eventos sociais, mas negou conhecer Jair Renan, o filho mais novo.

Proprietário da Rede Brasil de Televisão, Tolentino confirmou que acompanhou, presencialmente, parte do depoimento do deputado Barros à CPI. Ele afirmou que fez isso após convite do próprio parlamentar. Também disse que recebeu o convite durante encontro com Barros. Para Omar Aziz (PSD-AM), presidente do colegiado, isso é indício de uma relação de amizade entre os dois. 

https://vermelho.org.br

sábado, 11 de setembro de 2021

EDUARDO VASCONCELOS É ELEITO PRESIDENTE DO PCDOB DE NOVA CRUZ - RN - VEJA MATÉRIA!

 

Hoje (11) pela manhã na Escola Estadual GETÚLIO VARGAS - NOVA CRUZ-RN, foi realizado a Conferência Municipal do PCDOB de Nova Cruz - RN e após debates de temas importantes como a Conjuntura Nacional, Estadual e Municipal os filiados presentes aprovaram os nomes de Eduardo Henrique Félix de Vasconcelos e Damião Gomes da Silva para serem Delegados a Conferência Estadual do PCdoB - RN, que ocorrerá este ano em Natal; Após debates com temas importantes, como a Conjuntura Nacional, Eleição dos 2 (dois) delegados que irão para a Conferência Estadual do PCdoB em Natal este ano; Prestamento de Conta e a eleição da nova diretoria gestão 2021-2023 do Diretório do PCdoB de Nova Cruz, onde o radialista, ativista e atual presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN, foi eleito por unanimidade.

Por fim, Eduardo Vasconcelos, agradeceu a confiança de todos e prometeu ampliar as filiações do partido, bem a sede do PCDOB, Campanha de Filiação, Cultura, debates de temas importantes, entre outras atividades a exemplo da cultura, onde desperta a consciência de um povo. Concluiu, Eduardo Vasconcelos.

Composição do novo DIRETÓRIO: EDUARDO Henrique Félix de Vasconcelos - Presidente. Damião Gomes da Silva - Vice Presidente, Secretário de Finanças - Roberto Marconi Guedes de Oliveira e José Gomes da Silva - Secretário de Organização.

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Atos antidemocráticos pró-Bolsonaro ficam aquém do esperado, flopou

 

(Fotos: Reprodução)

por Iram Alfaia

Flopou. Esse tem sido um dos verbos mais usados nas redes sociais para avaliar os atos pró-Bolsonaro neste 7 de setembro. Ou seja, a expectativa de reunir “mar de gente” nas manifestações não foi atingida. Neles, os bolsonaritas voltaram a defender voto impresso e destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em discurso para seus apoiadores, Bolsonaro ameaçou o STF. “Ou o chefe desse poder enquadra o seu ou esse poder pode sofrer aquilo que nós não queremos”, afirmou, referindo-se ao ministro Alexandre de Moraes.

Na capital, por exemplo, mesmos com gastos milionários, os bolsonaristas não conseguiram reunir milhões na Esplanada dos Ministérios. De acordo com estimativas, o ato não reuniu 100 mil pessoas. Além disso, boa parte dos manifestantes era de outros estados.

“Flopou! Estimativa de público em atos contra STF em Brasília não passou de 5% do previsto”, avaliou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), vice-líder da minoria na Câmara dos Deputados. O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou que o 7 de setembro está sendo um tiro no pé dos bolsonaristas. Ele enumerou na rede sociais os assuntos mais comentados: “Fora Bolsonaro”, “Flopou”, “Impeachment Bolsonaro Urgente”, “Fora Corno” e “Queiroz”. “Jogou a vida nisso para passar vergonha. Fracassado!”, completou.

Na avaliação do líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), a manifestação frustrou as expectativas. “Flopou. Considerando todo esforço e estrutura mobilizados para as manifestações, os atos até aqui mostraram que Bolsonaro continua se enfraquecendo e se isolando politicamente. São espasmos de um governo que agoniza”, avaliou.

“Flopou na rua e flopou nas redes. Nem os robôs do Carluxo salvam. #ForaBolsonaro”, publicou no Twitter o líder da minoria Marcelo Freixo (PSB-RJ). Para ele, o ato foi um vexame. “Os bolsonaristas deram camiseta, ônibus e mais R$ 100 para quem participasse e mesmo assim o ato flopou! Que vergonha, Jair Bolsonaro”, postou.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) diz que o golpismo flopou nas ruas e nas redes. “O fiasco ocorre mesmo com robôs a mil, uso indevido da máquina para convocações e esquema criminoso de financiamento de fake news. Lira, não dá para ser covarde! É impeachment sem dó!”, defendeu.

Para o senador Rogério Carvalho (PT-SE), o evento também flopou. “Pipocam nas redes, imagens de pessoas recebendo dinheiro de bolsonaristas para irem a atos antidemocráticos.A origem da grana é desconhecida. Quem está pagando essa conta? Nem pagando o evento lotou”, disse.

“Não teve golpe. Teve flop. Grande dia Valeu! #ForaBolsonaro #flopou”, comemorou o senador Humberto Costa (PT-PE).

REFORMA ADMINISTRATIVA - Esforço é para derrotar a PEC 32, diz Alice Portugal - Por: Christiane Peres

Imagem: Richard Silva/PCdoB na Câmara

Em coletiva, deputados da Oposição defendem que reforma administrativa é desmonte do Estado

Deputada aponta avanços no relatório da Reforma Administrativa, mas afirma que alterações são insuficientes para apoiar proposta e defende que mobilização de servidores será essencial para derrota do texto.

O relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 foi apresentado nesta quarta-feira (1º) à comissão especial que analisa o tema na Câmara. Apesar de alguns avanços no texto em relação ao proposto pelo Executivo, deputados da Oposição ainda defendem a derrubada da proposta, que irá à votação no colegiado entre os dias 14 e 16 de setembro.

Em entrevista coletiva, os parlamentares analisaram as mudanças e defenderam ampla mobilização de servidores e da população para barrar o avanço da PEC. Membro do colegiado e uma das coordenadoras da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) destacou que mesmo com as mudanças feitas pelo relator, deputado Arthur Maia (DEM-BA), o “espírito da PEC foi mantido” e “não tem conserto”.

“Arthur Maia retirou enormes grosserias do projeto de Paulo Guedes e Bolsonaro, como o estágio probatório como parte do concurso, o fim da estabilidade e a revogação do regime jurídico único, mas a PEC tem mantido seu espírito. A verdade é que ela não reforma nada do Estado brasileiro. É um texto sem conserto. A PEC 32 não serve ao Estado brasileiro. Precisamos de toda mobilização contra a PEC para que possamos obter essa vitória”, afirmou Alice.

Estabilidade

Um dos exemplos dado pela parlamentar foi a estabilidade no serviço público. Para ela, o texto de Maia relativiza o assunto. O substitutivo apresentado mantém a estabilidade de servidores atuais, mas é relativizada para futuros servidores. “Na medida em que há interpolação com análise de desempenho com vistas à demissão do jovem funcionário após cinco avaliações consecutivas, você está relativizando a estabilidade. E ela é da natureza da função do Estado, pois é o que garante impedir excessos de fora para dentro sobre o serviço e sobre o servidor. Existe uma arma apontada para a estabilidade do servidor, como se esse fosse o problema”, explicou Alice.

Segundo o relator da matéria, as regras de avaliação introduzidas serão utilizadas apenas para “incentivar a melhoria na prestação de serviços”. No entanto, rebateu Alice, mecanismos de avaliação já existem e não precisariam ser introduzidos novos.

Abertura para o setor privado

Outro ponto questionado pela parlamentar foi a abertura das funções públicas para o setor privado. Maia acrescentou em seu parecer, o artigo 37-A no texto da Constituição Federal, em que “prevê a edição de normas gerais destinadas a disciplinar parcerias entre a administração pública e entes públicos ou privados que com ela se relacionem”. Para Alice Portugal é preciso derrubar o referido artigo.

“Não há dúvida de que o elemento nuclear que interessa o empresariado brasileiro está mantido na PEC: o artigo 37-A, que contrata consultorias, parcerias público privadas, organizações sociais. É a privatização do serviço público. Queremos que esse artigo caia”, explicou Alice, que também criticou a manutenção da contratação de funcionários temporários. “Com 10 anos de contrato temporário, como se terá incentivo à realização do concurso público?”, questionou a parlamentar.

“O artigo 37-A é a privatização do serviço público brasileiro. Saúde, educação, segurança pública, tudo isso pode ser levado pra iniciativa privada. Não podemos aceitar”, completou o deputado Rogério Correia (PT-MG), durante a coletiva.

Os deputados da Oposição ainda afirmaram que há outras incongruências no relatório, como a ausência do impacto da PEC nas contas públicas. Uma das justificativas do Executivo para a Reforma Administrativa é o elevado gasto, no entanto, o texto não diz quanto será “economizado”.

“Guedes não informou quanto ele quer "economizar" dos cofres públicos nos ombros dos funcionários e no corte dos serviços públicos para os que mais precisam. Ele precisa dizer. Mas este é mais um motivo que nos mostra que essa PEC é inadequada. Em período de pandemia, reduzir o Estado é fazer coro com aqueles que retardaram a vacina e que não defendem a vida. Por isso, não à PEC 32”, destacou o deputado Gervásio Maia (PSB-PB).

Também participaram da coletiva parlamentares do PSol, PDT e representantes de sindicatos e centrais sindicais, que repudiaram a proposta e reforçaram a necessidade da derrota do texto na comissão e no Plenário.

Fonte: http://www.pcdobnacamara.org.br

O 7 de Setembro é do povo, da soberania e do desenvolvimento

Manifestação Fora Bolsonaro em Brasília, por Ricardo Stuckert

No dia da pátria, o vendilhão de almas conclama sua claque para garantir a insolvência da Nação, o genocídio planejado, a destruição dos valores civilizacionais conquistados a duras penas pela gente que trabalha e constrói as riquezas e pouco usufrui.

Vivemos o ápice da incongruência nacional, o sequestro dos símbolos da pátria, o marco formal da independência, abusados por aqueles que, além de venderem o Brasil, o traem compulsivamente, odeiam o povo brasileiro e são herdeiros da Casa Grande.

O Sete de Setembro, o 15 de novembro, o 13 de maio, a Semana de Arte Moderna e a Revolução de 30, efemérides significativas da evolução política, econômica e cultural do país, pouco são lembradas como resultado de lutas e amadurecimentos, mas como conquistas das classes dominantes ou simples ajustes aos interesses externos. Os artífices dos movimentos emancipatórios sempre foram relegados à assistência imbecilizada ou coadjuvantes subalternos sem interesses e desfibrados.

O pensamento crítico até hoje sofre essa influência degenerativa. Olha-se a história negando sua essência. Esse país é o Brasil por causa de seu povo, basta olhar para todas as construções civilizacionais que inspiram o mundo. Se dependesse dos senhores de engenho e seus descendentes seríamos uma grande fazenda escravocrata.

No dia da pátria, o vendilhão de almas conclama sua claque para garantir a insolvência da Nação, o genocídio planejado, a destruição dos valores civilizacionais conquistados a duras penas pela gente que trabalha e constrói as riquezas e pouco usufrui. É o escracho instituído e a podridão estabelecida.

Essa encenação usurpadora e dantesca promovida pela escória não vingará. O Brasil atropelou a todos os ditadores, somou na derrota do nazifascismo, está entre as nações que mais desenvolveram, forjou um povo diverso e único. Sua presença no mundo revela potencial, sem ufanismos, geopolítico, de desenvolvimento econômico, social e humano, cultural.

Não passará quem constrói valhacouto com mentiras, se ilude com gritos fanáticos; covarde, pusilânime e cínico, cujo projeto é a terra arrasada, a morte, para disputar os restos com as hienas e ratos.

 chefete de milícias cisma em vagar insepulto, disposto a contaminar tudo por onde passa. Disposto a tudo para defender os negócios e a renda da família. Não tem compromisso a não ser consigo mesmo e sua prole. Se apoia, hoje, na cooptação deslavada, no medo, na chantagem, em iguais a si, que ainda são muitos; em teatro sofrível.

Não se sustenta, nem com as armas, o inconfiável, o desprovido de condições para cargo. Não se sustenta quem o povo já não quer e foi abandonado pelas classes dominantes.

Portanto, já é tempo de uma grande frente política e democrática livrar o País desse entulho infeccioso antes que torne-se rei posto pelos donos do poder.

Todos os patriotas devem ocupar as ruas nesse 7 de Setembro para espantar de vez os fakes e o Genocida do Planalto.

Rio Maria, 6 de setembro de 2021

Érico Leal é Licenciado em Geografia

Fonte: https://vermelho.org.br

PCDOB DE NOVA CRUZ-RN REALIZA SUA CONVENÇÃO PRÓXIMO DIA 11 NA E. E. GETÚLIO VARGAS - NOVA CRUZ - RN -DAS 8H. ÁS 11 H !!! - CONFIRA EDITAL ABAIXO!

 Por EDUARDO VASCONCELOS

"EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA CONFERENCIA MUNICIPAL DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL - PCdoB de NOVA CRUZ/RN"

O Comitê Municipal de Nova Cruz/RN do Partido Comunista do Brasil, convoca por este edital público, todos os filiados a participarem do processo da Conferência Municipal de Nova Cruz a ser realizada dia 11 de setembro de 20121 das 08:00 às 11 horas, na Escola Estadual GETÚLIO VARGAS – Nova Cruz/RN, – SÃO SEBASTIÃO – Nova Cruz/RN, com a seguinte ordem do dia:

Informes. Prestação de conta ano 2019-2021, Aprovação dos Delegados para a Conferência Estadual do PCDOB - RN. Eleição e Posse da Diretoria – Gestão 2021-2023.

Nova Cruz - RN, 27 de agosto de 2021

EDUARDO HENRIQUE FÉLIX DE VASCONCELOS

Vice Presidente do Diretório Municipal do PCdoB 

NOVA CRUZ - RN

Obs. Publicado no Diário Oficial do Estado - DOE, em 27 de agosto de 2021.