ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65
CAMPANHA MOVIMENTO 65

domingo, 30 de agosto de 2020

MOVIMENTO 65 Mais Mulheres na Política - PCDOB/RN

Venha para o Movimento 65 – Em todas as cidades, a legenda 65 está de  portas abertas para você.

PRESIDENTA DO PCDOB NACIONAL, LUCIANA SANTOS

Clic: https://movimento65.org.br

Conferências municipais do PCdoB realizadas entre 18 a 20 - PCdoB

Divanilton Pereira - Presidente Estadual o PCdoB/RN

 Olga Aguiar 65678 PC do B (Vereadora) Natal - Guia Eleições 2016

Por OLGA AGUIAR - PCDOB/RN

MOVIMENTO 65

Mais Mulheres na Política:

A luta emancipacionista das mulheres é uma exigência civilizatória e nas condições políticas, econômicas e sociais do desgovernado
Brasil é uma agenda inadiável.

Nessa direção, a política é o meio decisivo para se descortinar uma nova realidade. Contudo, a velocidade e a intensidade dessas conquistas advém da participação direta das mulheres.

Este ano teremos eleições municipais. Abre-se mais uma frente para as mulheres intervirem e disputarem os seus espaços. Eleger Prefeita e/ou Vereadora é uma diretriz que o Partido se empenha com afinco.

Em torno dessa luta constituímos o Núcleo de Apoio às Candidatas do PCdoB.

A partir desta semana este Núcleo iniciará uma série de diálogos virtuais com as Camaradas - pré-candidatas ou não - sobre o acompanhamento das campanhas das Mulheres em seus respectivos Municípios.

Para isso, contamos com o apoio de todas as direções dos Comitês Municipais.

Firmes na luta!

Divanilton Pereira
Presidente do Comitê Estadual

Olga Aguiar
Secretária Estadual das Mulheres

sábado, 29 de agosto de 2020

Grito dos Excluídos clama “contra tudo que Bolsonaro representa”

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Lema da 26ª edição será “Basta de miséria, preconceito e repressão! Queremos trabalho, terra, teto e participação!”

A 26ª edição do Grito dos Excluídos defende a preservação da vida em primeiro lugar e se opõe a tudo que o governo de Jair Bolsonaro representa.

“Tem gente que não coloca a vida em primeiro lugar. É triste quando se coloca em primeiro lugar o lucro, a ganância. Além disso, hoje também tem muita gente colocando em primeiro lugar o preconceito, a violência, a tirania. É preciso servir, valorizar e defender a vida. Nesse tempo de pandemia, de morte, a vida precisa retornar ao seu lugar. O grito é esperança”, afirmou Dom Mário Antônio da Silva, bispo de Roraima, vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Neste ano, o lema do Grito dos Excluídos será “Basta de miséria, preconceito e repressão! Queremos trabalho, terra, teto e participação!”. Os organizadores apontam que o lema se impôs ao observar a crise social e sanitária imposta pela pandemia mundial de covid-19 e os graves retrocessos sociais impostos pelo governo Bolsonaro.

“Quem são os que gritam hoje? Não são apenas vozes. Têm rostos. De encarcerados, povo em situação rua, comunidades tradicionais, povos indígenas, periferias, trabalhadores em serviços precarizados, ciganos, migrantes, circenses. Gritamos porque tem vozes sendo abafadas, oprimidas”, disse Dom Mário.

Um dos temas principais será a valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais. Rosilene Wansetto, coordenadora do Grito dos Excluídos e da Romaria dos Trabalhadores, manifestou solidariedade às famílias das 117 mil pessoas mortas pela covid-19 e criticou a falta de um plano de ação. Além do desdém do governo Bolsonaro sobre a perda dessas vidas. 

“Essas vidas poderiam ter sido poupadas se tivéssemos um governo de verdade. Nós temos um desgoverno. Lá em fevereiro a gente já via que estávamos vivendo um governo sendo conduzido por um fascista, um genocida, que não valoriza a vida. Ainda não tínhamos em vista a pandemia, que se construiu nos meses seguintes”, lembra Rosilene. “O governo aplicou menos de 50% do orçamento para combater a pandemia. É preciso lembrar que o SUS é a política pública que tem salvado vidas nessa pandemia. E valorizar a importância da saúde pública”, afirmou.

Teto dos gastos

O Grito dos Excluídos também faz referência à urgente necessidade de revogação da Emenda Constitucional (EC) 95, o chamado Teto de Gastos. Segundo a coordenadora da Romaria dos Trabalhadores, a alardeada crise econômica não pode mais servir de justificativa para tirar direitos da população e reduzir serviços públicos.

“A gente vê o quanto isso está impactando na ausência de políticas públicas, em todas as áreas. Revogar essa emenda constitucional é urgente. Essa crise não é nossa, não é do povo brasileiro”, afirmou.

O Grito dos Excluídos é celebrado anualmente no dia 7 de setembro, quando são realizadas manifestações em vários locais do país. Mas, por conta da pandemia, parte dos atos será realizada virtualmente e também com carreatas. Além disso, neste ano, a coordenação estabeleceu que todo dia 7 de cada mês, antes e depois de setembro, será um “Dia D do Grito”, por entender que a exclusão é uma constante durante todo o ano, resultado de um sistema econômico injusto.

Publicado originalmente na RBA

Fonte: vermelho.com.br

PCdoB: derrotar Bolsonaro nas eleições e retirar o Brasil da crise

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Os comunistas apresentaram uma Plataforma de Emergência para salvar vidas, gerar empregos, retomar crescimento e se preparam para obter bons resultados nas eleições municipais deste ano.

A Comissão Política Nacional (CPN) do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) reuniu-se nesta sexta-feira (28) e aprovou uma resolução que destaca o duplo fracasso do governo Bolsonaro – a tragédia decorrente da sua inação diante da pandemia e a crise econômica que atinge proporções desastrosas. Segundo o documento, essa situação configura um quadro de tragédia nacional.

O PCdoB afirma que a nação estarrecida enxerga “um presidente da República que se move unicamente pela ambição de se reeleger em 2022, visando a concretizar seu projeto de poder autoritário”. O presidente, segundo os comunistas, “também se utiliza da força gravitacional de seu governo para alargar sua base de apoio no Congresso Nacional, com parcelas do Centrão que outrora amaldiçoava, chamando-o de velha política”.

Outro ponto da resolução aborda a plataforma emergencial necessária para enfrentar as crises sanitária e econômica, que deve indicar meios, instrumentos e fontes de financiamento para que o país controle e vença a pandemia, e assegure o funcionamento da economia. “O PCdoB, apoiado em estudos de sua bancada na Câmara dos Deputados e também de sua Fundação Maurício Grabois, tem apresentado contribuições a essa plataforma”, constata.

Fonte: vermelhor.org.br

PLENÁRIA COM OS COMITÊS MUNICIPAIS DO PCDOB-RN É HOJE (29), ÁS 14H. FIQUEM LIGADOS!


 Bom Dia, Camaradas,

_Confirme seu município no Encontro dos Comitês Municipais do PCdoB-RN.

_*PAUTA*

_*Convenções Eleitorais*

_PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO

_Sábado, 29/08/20

14:00 – Instalação da Mesa Coordenadora

_14:15_     - Abertura por Divanilton Pereira

_14:30_    - Convenções Eleitorais por Gutemberg Dias e Whan Costa

_15:15_   - Fernando Freitas (Natal) e Rafaele Moura (Alto do Rodrigues) falam pelas pré-candidaturas majoritárias

_15:25_ – Inscrições dos Comitês Municipais e participação especial do Vice-governador Antenor Roberto

_16:30_ – Esclarecimentos jurídicos e contábeis por Whan Costa, Carlos Antônio e Patrícia Moreira

_17:00_ - Lançamento do Núcleo Jurídico-Contábil de Apoio às Convenções Eleitorais

_17:15_ - Encerramento                  Evento exclusivo para os filiados do Partido


DIVANILTON PEREIRA

Presidente do PCdoB-RN

terça-feira, 25 de agosto de 2020

ATENÇÃO CAMARADAS! PCDOB/RN CONVOCA FILIADOS/AS PARA PARTICIPAREM DA PLENÁRIA COM OS COMITÊS MUNICIPAIS - CONFIRAM!

 


O PCdoB - RN, através do seu presidente, Divanilton Pereira, CONVOCA todos/as os pré candidatos/as ás eleições 2020 (Comitês Municipais) para participarem no próximo dia 29 (sábado), ás 14 horas da Plenária Virtual com Comitês Municipais, cuja pauta importantíssima será CONVENÇÕES ELEITORAIS!

Importante momento para que todos/as os pré candidatos/as a vereadores/as e a prefeitos/as possam ficar mais a atentos e bem informados sobre as convenções municipais.

Desde já, todos/as estão CONVOCADOS para este IMPORTANTE MOMENTO! Se Ligue, Jacaré Parado Vira Bolsa de Madame!

MOVIMENTOS - Como Bolsonaro põe em risco a saúde e a segurança no trabalho

por Álvaro EgeaCanindé PegadoCarmem ForoJoão Carlos JurunaJosé Reginaldo InácioWagner Gomes.

Para tratar da questão da saúde e segurança no trabalho, enfocamos a evolução dessa matéria nos últimos 40 anos, mais especificamente entre as grandes conquistas de 1979 e a recente onda de retrocessos, iniciada pela reacionária reforma trabalhista em 2017.

A escolha do ano de 1979 está relacionada às greves iniciadas em São Bernardo do Campo em 1978. Isso porque uma das grandes vitórias daquele movimento foi a conquista da negociação direta. E, através das convenções coletivas, que abriram a possibilidade de diálogo e negociação, os sindicatos passaram a reivindicar, além de valorização salarial, melhoria das condições e do ambiente de trabalho.

A questão da saúde e segurança e a organização de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas) cresceram muito neste contexto. Tanto que o ano de 1979 foi considerado o marco inicial da luta contemporânea pela saúde e segurança do trabalhador.

Isso levou os sindicatos a contratarem médicos do trabalho e técnicos de segurança para assessorar os trabalhadores, além de preparar quadros para esta função, fazendo com que os próprios trabalhadores passassem a fiscalizar as condições de trabalho e as eleições para as Cipas.

Quando os sindicatos puderam negociar essas questões, inúmeras denúncias de problemas de saúde nas empresas surgiram, deixando claro que os índices de acidentes de trabalho eram alarmantes e que o reduzido número de fiscais do Ministério do Trabalho era preocupante.

Naquele ano de 1979, consagrando o reforço da pauta sanitária dentro dos sindicatos, foram realizadas as duas primeiras Semanas de Saúde do Trabalhador (Semsat).

A primeira, concebida por médicos ligados ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), ocorreu entre os dias 14 e 19 de maio, em São Paulo, com a participação de 1.800 trabalhadores, 49 sindicatos e seis federações de trabalhadores e trabalhadoras. O principal tema de discussão foi a silicose e as doenças pulmonares causadas por poeira. Foi naquela semana que surgiu a ideia de o movimento sindical criar um departamento para estudar as questões relacionadas à saúde e segurança dos trabalhadores, como um “Dieese da Saúde”, ideia que foi concretizada em agosto de 1980, com a fundação do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (Diesat).

Esse processo, desde as greves de 1978, a assinatura de convenções coletivas, as Cipas representadas pelos sindicatos e todo o movimento em torno da saúde e segurança no trabalho, começou a melhorar o ambiente de trabalho.

A Constituição de 1988 equiparou os trabalhadores rurais aos trabalhadores urbanos, criou o seguro desemprego, reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais, ampliou a licença maternidade e a licença paternidade, instituiu o abono de férias e direitos trabalhistas a empregados domésticos, entre outras coisas.

No que tange à matéria aqui tratada, a Constituição, além de declarar que a saúde é direito de todos, dispõe sobre a saúde de segurança no Trabalho no art. 7º, inciso 22, que estabelece como direito essencial a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança e o inciso 28, do mesmo artigo, que prevê seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Desde meados da segunda década do século 21, entretanto, os avanços civilizatórios conquistados pelos brasileiros sofrem graves ameaças. Vivemos uma fase de flagrantes retrocessos, inaugurada com a reforma trabalhista de 2017, no governo de Michel Temer.

Essa reforma reacionária propôs a extinção de direitos fundamentais, como a proteção às mulheres grávidas ou lactantes em ambientes insalubres, uma aberração que, felizmente, não se consolidou, pois foi derrubada por uma ação direta de inconstitucionalidade da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, em maio de 2019.

A flexibilização da jornada de 8 horas diárias, com a possibilidade do cumprimento de 12 horas de trabalho seguidas, mesmo em ambientes insalubres, e a redução do intervalo mínimo de descanso para 30 minutos são outras grandes perdas contempladas naquele atentado aos direitos dos trabalhadores. Submetidos a uma grande pressão e sobrecarga em suas funções, os trabalhadores e as trabalhadoras estão mais suscetíveis a processos de adoecimentos, acidentes, afastamentos, e mortes relacionadas ao trabalho.

Além dessas questões específicas que atingem os trabalhadores e as trabalhadoras no seu dia a dia, a reforma impôs um prejuízo generalizado, não apenas relacionado à saúde e integridade física e mental, mas também na questão econômica e na garantia do cumprimento de todos os direitos previstos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e recomendados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho). Trata-se do ataque deliberado aos sindicatos por meio daquilo que na prática constituiu a suspensão do financiamento sindical. Com isso, várias atividades sindicais foram diminuídas drasticamente ou até encerradas pelas entidades, como a fiscalização, os espaços de orientação e formação dos trabalhadores e os ambulatórios médicos e de assistência à saúde.

No governo Bolsonaro, a partir de 2019, a classe trabalhadora continuou sendo atacada e tendo seus direitos sabotados. A saúde e segurança do trabalhador foi prejudicada logo nos primeiros dias do governo com a extinção do Ministério do Trabalho e Emprego que era responsável pela fiscalização do cumprimento dos direitos trabalhistas. Esse Ministério foi incorporado ao Ministério da Economia, simbolizando que o trabalho agora estaria subordinado ao comando da economia.

E não parou aí. Em meados de 2019 o governo iniciou uma ação no sentido de revisar todas as Normas Regulamentadoras (NRs), que orientam os procedimentos de segurança e saúde obrigatórios a serem implementados pela empresa nos locais de trabalho.

A representação dos trabalhadores na Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) tem buscado resistir às propostas de flexibilização das normas de segurança e proteção ao trabalho construídas ao longo de décadas.

Essas normas remontam, novamente, ao ano de 1978, quando foram aprovadas pela Portaria N.°3.214, em 8 de junho. São elaboradas e revisadas em grupos temáticos e depois nas comissões temáticas tripartites e têm como 1 dos principais objetivos, a padronização dos procedimentos de segurança e saúde do trabalho.

Originalmente eram 36 NRs. Já foram revisadas, por exemplo, as normas NR1, que fala sobre saúde e segurança, NR 2, que regulamentava a fiscalização dos estabelecimentos por um fiscal do trabalho antes de sua abertura para funcionamento (que foi revogada), e NR12, que trata da segurança no trabalho com máquinas e equipamentos.

A alegação apresentada para tais alterações é o estímulo à economia. Os argumentos escondem, todavia, que todo o peso da produção de valor recai nos ombros do trabalhador que, por sua vez, como a realidade brasileira deixa claro, não compartilha dos ganhos que permeiam esse processo.

Por fim, neste inusitado contexto de pandemia da covid-19, escancarou-se a importância do Estado, e não do mercado, como regulador da sociedade, contradizendo o discurso liberal que baseou as políticas reducionistas dos últimos anos. O cenário da reforma trabalhista não poderia ser pior para o trabalhador durante a pandemia. Não poderia ser pior porque enfraqueceu (e praticamente proibiu) a ação dos sindicatos quando os trabalhadores mais precisam dele.

Mas, mesmo com todas as dificuldades que enfrentamos, nós dos sindicatos desempenhamos um grande papel durante a chamada “coronacrise”, fortalecendo a relação entre as entidades sindicais e as suas bases. A presença sindical é constantemente acionada pelos trabalhadores para negociar acordos de redução de jornada e salário, além de protocolos para evitar os malefícios da pandemia. Isso mostra como os sindicatos são fundamentais em uma sociedade movida pelo trabalho.

Essa história da luta pela saúde e segurança do trabalhador, desde 1979 até a atual situação de retrocessos e retirada de direitos, nos deixa um alerta. Um alerta que foi muito bem descrito pelo ex-senador italiano e jornalista José Luiz Del Roio para a revista do Centro de Memória Sindical sobre os 100 anos da greve de 1917. Diz ele: “o que os trabalhadores conquistaram, eles nunca podem considerar conquistas definitivas. E se o Estado for oligárquico, escravocrata, eles estarão sempre disponíveis a fazer voltar para trás as conquistas operárias. Sempre! A história está marcada por isso, sobretudo num país como o Brasil, com uma elite escravocrata de origem e de mentalidade”.

Publicado originalmente no Poder360

Fonte: vermelhor.org.br


Fachin acata pedido de Lula e manda CNMP julgar “PowerPoint” de Dallagnol

 

A contestação dos advogados de Lula junto ao STF foi feita na semana passada, após o CNMP adiar pela 41ª vez a ação do ex-presidente - a mais antiga no conselho. Caso irá a julgamento nesta terça.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu um pedido da defesa do ex-presidente Lula e determinou que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) julgue nesta terça-feira (25) a representação contra o procurador Deltan Dallagnol por apresentação em PowerPoint feita em 2016, quando a Lava Jato denunciou o petista no processo do tríplex.

A contestação dos advogados de Lula junto ao STF foi feita na semana passada, após o CNMP adiar pela 41ª vez a ação do ex-presidente – a mais antiga no conselho.

Com o adiamento da última semana, o órgão tem mais duas sessões para julgar o caso, que prescreve em setembro. No começo de julho, por conta dos atrasos, a representação prescreveu para o caso de punições leves.

Por determinação do Supremo, a partir das 9h desta terça o julgamento de Deltan pode ser chamado. Nos julgamentos no CNMP, o relator do caso lê o relatório e seu voto e, depois, é feita a sustentação oral do advogado que entrou com a ação. Neste processo, Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, fará a sustentação que tem duração de 10 minutos.

O coordenador da Lava Jato de Curitiba chegou a reconhecer que poderia ter feito de outra maneira o PowerPoint produzido contra o ex-presidente. “Olhando com o privilégio de visão retrospectiva, acredito que a gente poderia, sim, ter apresentado esse PowerPoint de modo diferente, poderia ter feito a apresentação dessa denúncia de forma diferente, de modo a evitar críticas”, disse.

Fonte: Revista Fórum