ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Rogério Lustosa - 25 ANOS DA SUA MORTE!

24/10/2017
"Linda homenagem feita pelo PCdoB/RN ao saudoso camarada na Abertura da 16ª  Conferência Estadual, realizada nos dias 20 e 21 na Assembléia Legislativa do RN ao saudoso camarada, ROGÉRIO LUSTOSA!"
EDUARDO VASCONCELOS - Secretário de Organização do PCdoB - Nova Cruz/RN.

22/10/2017

Pedro de Oliveira:  As Lições de Rogério Lustosa

Em importante iniciativa editorial, a jornalista Olívia Rangel organizou e publicou em 2002 pela Editora Anita Garibaldi um pequeno—grande livro sob o título “ROGÉRIO LUSTOSA, Lições da Luta Operária”, que já está a merecer uma nova edição diante da dificuldade de se encontrar um exemplar até para consulta.
21/10/2017 

Reminiscências do marxista brasileiro Rogério Lustosa

A última vez que conversei com o Rogério Lustosa foi algumas semanas antes de sua despedida da vida. Foi aí pelo final de setembro, começo de outubro, de 1992.


Por José Carlos Ruy*

21/10/2017 

Rogério Lustosa: Partidos e democracia para o século 21

Para marcar o transcurso dos 25 anos do falecimento de Rogério Lustosa, ocorrido em 21 de outubro de 1992, o Portal Vermelho republica seu último artigo publicado na edição 27 da revista Princípios. Lustosa aborda a importância dos partidos políticos para a democracia e a tentativa dos setores conservadores de restringirem a representação política dos diversos segmentos da sociedade. O tema é extremamente atual nestes tempos em que o Estado Democrático de Direito foi gravemente golpeado.
21/10/2017 

Olívia Rangel: Rogério Lustosa, uma vida dedicada ao Partido

Rogério Lustosa, ex-dirigente do PCdoB, foi um daqueles que, como dizia Brecht, eram imprescindíveis à revolução. Só saiu do trem na última parada, quando foi colhido pela morte. (*)
21/10/2017 

Bernardo Joffily: Rogério Lustosa e a nova Princípios

Este é o primeiro número (*) desta revista a sair sem a colaboração de Rogério Lustosa. Ele morreu do coração, de uma hora para outra do dia 21 de outubro passado, aos 49 anos de idade e quase trinta de militância comunista.

21/10/2017 

Carlos Pompe: Rogério, revolucionário exemplar

"Rogério Lustosa era uma pessoa agradável, brincalhona, mas rígido no que dizia respeito às tarefas e orientações do Partido"


Por Carlos Pompe*

21/10/2017 

Renato Rabelo: 25 anos da morte de Rogério Lustosa


Tive a oportunidade de conviver com Rogério Lustosa em largo período de atividade política, durante e após o fim da ditadura militar, implantada em 1964. Rogério Lustosa participou integralmente com a maioria da Ação Popular, da qual fez parte, quando se integrou ao PCdoB em 1962. E passou a compor o núcleo dirigente nacional desse Partido.
Fonte: Portal Vermelho

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Procuradoria da República aperta cerco contra cúpula do PMDB

Temer e Padilha (ao fundo)
Temer e Padilha (ao fundo)


de Padilha e Moreira Franco, a análise da PGR também encontrou arquivos originais com programações de pagamentos para os ex-deputados do PMDB Eduardo Cunha, Henrique Alves e o ex-ministro Geddel Vieira. Estes três últimos estão presos. 

Na próxima quarta-feira (25), o plenário da Câmara dos deputados avalia se autoriza que o Supremo Tribunal Federal (STF) processe o presidente e os ministros acima citados.

Temer, Moreira Franco e Padilha foram denunciados por formação de quadrilha e obstrução de justiça após serem apontados como operadores de recursos feitos pela empreiteira ao PMDB. 

De acordo com a PGR, autora da denúncia, o objetivo da cúpula seria a arrecadação de R$ 587 milhões de reais de pagamento de propina. 

O conteúdo divulgado pelo jornal paulista se baseia em relatórios escritos entre 27 de julho e 8 de setembro por perito criminal da Secretaria de Pesquisa e Análise, órgão técnico da PGR. 

“Os nomes dos dois peemedebistas ( Padilha e Geddel) estavam em uma planilha no sistema da Odebrecht que os associa aos codinomes "Fodão" e "Babel", respectivamente”, completa trecho da matéria que ressalta logo abaixo que “Segundo os relatórios, eles estavam identificados por codinomes que, para serem vinculados às pessoas, dependem dos depoimentos”. 

A Folha reitera logo depois: “A existência deles, porém, não comprova a efetiva entrega do dinheiro aos políticos”.

A reportagem da Folha afirma que a Procuradoria descartou fraudes na criação dos arquivos. Trecho da matéria ainda afirma: “Para investigadores, a importância dos arquivos reside no fato de mostrar que foram criados e modificados na época dos repasses delatados, e não forjados recentemente”.

Os deputados começam a quarta-feira analisando o parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) que é contrário à autorização. Para ser autorizada a investigação contra Temer e ministros é necessário que pelo menos 342 deputados digam não ao relatório da CCJ elaborado pelo deputado tucano Bonifácio Andrada (pSDB-MG).



Do Portal Vermelho com informações da Folha de S.Paulo

Oposição aposta em pressão popular para aprovar investigação de Temer


“Sabíamos que na CCJ era um jogo de cartas marcadas, com muitas trocas de cartas, inclusive. Isso significa que o desgaste, a repercussão da opinião pública e a pressão nos deputados têm levado a essa diminuição da capacidade de resistência de Temer. Somado a isso, comenta-se também da diminuição da sua capacidade de responder às exigências desta base de apoio que foi construída sobre o fisiologismo. Mas para virarmos o jogo no Plenário, a pressão popular precisa ser intensa. Este é o verdadeiro fator de desequilíbrio destas forças retrógradas que tomaram conta do país sem o respaldo do voto popular”, alerta a líder comunista, Alice Portugal (BA).

Para que a Câmara autorize o prosseguimento da denúncia contra Temer, pelo menos 342 deputados terão que ser favoráveis à ideia. Na primeira denúncia, Temer garantiu sua “salvação” a base de liberação de emendas, edição de medidas provisórias beneficiando ruralistas, negociação de cargos. Desta vez, a munição foi a mesma, mas com menor intensidade e com rachas entre aliados.

Para o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), a correlação de forças vem mudando gradativamente. “A situação vem lentamente mudando de forma desfavorável ao governo, que tem encontrado dificuldade de manter coesão na sua base. Já começa a se constituir um novo movimento dentro da base do governo colocando em risco a sobrevivência do Temer. A própria desavença com Maia é um indicativo. Não sabemos se teremos votos suficientes, mas tudo indica que esta denúncia será diferente”, avalia o parlamentar. 

Painel da Transparência

Na última semana, um painel com as possibilidades de votação da denúncia foi lançado na Câmara. A ideia era expor a posição dos 513 parlamentares. Até agora, no entanto, a adesão foi pequena, com menos de 200 parlamentares expondo sua opinião, sendo que desses, a maioria quer a investigação de Temer.


A participação cresceu um pouco após a votação na CCJ, que foi classificada pelo líder do PSol, Glauber Braga (RJ), de “nojenta”. No entanto, de acordo com o parlamentar, a ideia é que a pressão popular faça, inclusive, com que os deputados mostrem de que lado estão. 

“A gente quer que os deputados digam claramente se estão querendo blindar o Temer, se estão em cima do muro ou se querem investigar o Temer. Na CCJ, a turma do Planalto conseguiu blindá-lo mais uma vez, mas no Plenário pode ser diferente. Mas para a gente virar esse jogo, só com muita pressão popular”, disse.


O painel fica disponível todos os dias em um dos corredores centrais da Câmara para que os deputados colem sua foto na indicação de voto desejada. Apenas 47 parlamentares tiveram coragem até o momento de declarar voto favorável à salvação do peemedebista.

 Do PCdoB na Câmara

domingo, 22 de outubro de 2017

PCDOB/RN REELEGE ANTENOR ROBERTO PRESIDENTE!

16ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DO  PCdoB - RN - 20 E 21/10/2017

 ORADORES E NOVOS FILADOS DE PESO!
 EDUARDO VASCONCELOS-PCdoB-Nova Cruz e Plenária em discussão
 EDUARDO VASCONCELOS E ANTENOR, REELEITO PRESIDENTE ESTADUAL E DEDÉ E PEDRO HENRIQUE - DIRIGENTES SINDICAIS E DO PCDOB-RN
 HOMENAGEM
 EDUARDO VASCONCELOS-PCdoB-NOVA CRUZ e LIDERANÇA COMUNISTA
 ALBÉRICO-SEC. DE ORGANIZAÇÃO DO PCDOB/RN E PEDRO HENRIQUE
 VÁRIAS LIDERANÇAS INTERIORANAS DISCURSARAM NA TRIBUNA

Vice Governador, Fábio Dantas (1), Votação final e Albérico, secretário de organização do PCdoB/RN

Durante a sexta-feira (20) e sábado (21) o Comitê Estadual do PCdoB/RN esteve reunido no Plenário da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, realizando sua 16ª Conferência Estadual.

Na abertura e nos debates os conferencistas contou com a presença do vice governador, FÁBIO DANTAS, além de Júnior Souto, representando a Senadora Fátima Bezerra e o PT Regional, como várias lideranças sindicais e educacionais.

Após a aprovação do Regimento Interno  e  do Balanço das atividades do Comitê Estadual do Partido Comunista Brasil - PCdoB/RN, foi feito uma linda HOMENAGEM  a ROGÉRIO LUSTOSA, falecido a 25 anos, ex dirigente da UNE (União Nacional dos Estudantes - estudante de engenharia e fundador dos jornais Tribuna Operária  Classe Operária.

Após as discussões e debates em torno da atual conjuntura nacional foi iniciado a votação para elegerem a nova composição do Comitê Estadual para o Biênio 2018/2020 e os delegados para a 14ª Conferência Nacional do PCdoB, prevista para novembro.

O advogado ANTENOR ROBERTO foi reconduzido a presidência por UNANIMIDADE.

Nova Cruz participou através do seu secretário de organização, EDUARDO VASCONCELOS.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

PCdoB DE NOVA CRUZ-RN PARTICIPA HOJE (20) DA ABERTURA DA 16ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DO PCDOB/RN



O PCdoB de Nova Cruz, Rio Grande do Norte participa hoje (20) da Abertura da Conferência Estadual do PCdoB/RN. A abertura ocorrerá ás 19h no Plenário da Assembléia Legislativa/RN.

O PCdoB de Nova Cruz se fará presente com 2 (dois) delegados: DAMIÃO GOMES DA SILVA - Presidente e EDUARDO VASCONCELOS - Secretário de Organização. A conferência irá até amanhã (21), quando elegerá sua nova direção para o biênio de 2017/2019.

Advogados trabalhistas: "Momento é de resistir, sem temor, sem temer"

Roberto Parahyba (ao microfone) é o presidente da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas, a Abrat
Roberto Parahyba (ao microfone) é o presidente da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas, a Abrat

“A Abrat, como entidade nacional, põe-se como trincheira e conclama os advogados trabalhistas à resistência dessas medidas e políticas adotadas e a construir um novo patamar de estágio civilizatório da nossa sociedade, com um governo e um Congresso Nacional representativos dos interesses nacionais, uma imprensa democrática e independente, uma política econômica sustentável que desenvolva a indústria nacional, a geração de empregos, a democratização da distribuição de renda e, principalmente, assegure os princípios e garantias democráticos albergados em nossa Constituição”, defendem os mais de 1.300 advogados trabalhistas de todo o país que assinam a chamada Carta de Salvador.

Em entrevista ao Portal Vermelho, o presidente da associação, Roberto Parahyba de Arruda Pinto, ressaltou que os advogados trabalhistas consideram que a aprovação da reforma (lei 13.467/2017), que começa a vigorar em 11 de novembro, um retrocesso de pelos menos 100 anos.

“A relação do trabalho é desigual em sua essência. Um dos requisitos para caracterizar a relação de trabalho é justamente a subordinação, ou seja, uma das partes tem o poder de disciplinar e decidir sobre a outra. A lei [legislação trabalhista] buscava compensar essa inferioridade econômica e social com uma proteção jurídica. Uma ideia justa para equalizar as relações. No entanto, essa legislação [reforma] está promovendo um retrocesso ao século XIX, frisou Roberto. 

 

Discurso da reforma

Apesar da Justiça Trabalhista ser uma das mais céleres, Roberto lembra que um dos argumentos usados para justificar a realização da reforma era diminuir o número de ações trabalhistas. “De fato foram erigidos vários obstáculos, dentre as várias mazelas da reforma trabalhista, que dificultam o acesso à Justiça do Trabalho, inclusive até a responsabilidade sobre os honorários advocatícios e periciais, ainda que o trabalhador seja beneficiário da assistência judiciária gratuita”, disse. 

Para contestar essa medida, Roberto Parahyba cita dados do IBGE que indicam que 72% dos trabalhadores brasileiros ganham até dois salários mínimos. “A imensa maioria está sendo prejudicada e a ideia é de dissuadir os trabalhadores a reaver os valores que têm direito perante a Justiça do Trabalho”, salientou. “Esse era o objetivo e está muito claro, pois aqueles que defendem estão colocando de forma muito clara e despudorada”, acrescenta.

Outro ponto que Roberto rebate é o discurso de litigância de má-fé, ou seja, ações em que supostamente os trabalhadores buscam obter vantagens manipulando os fatos. Ele destaca que, diferentemente do que afirma os defensores dessa tese, a litigância de má-fé não é uma exclusividade da Justiça do Trabalho.

“A litigância de má-fé existe e a própria lei estabelece um remédio processual para punir tal conduta. Isso não justificaria se obstar o acesso à justiça. Se verificar um dado objetivo, vamos constatar que quase metade das ações trabalhistas, dizem respeito a verbas rescisórias, que são direitos taxativamente previstos em lei. São verbas incontroversas. Só isso já desmonta esse discurso”, argumenta.

Temer não tem legitimidade

No documento, os advogados destacam que a reforma trabalhista foi aprovada no âmbito de um quadro político, econômico e social marcado por profundas vulnerabilidades e por um governo “desprovido de qualquer apoio popular, de legitimidade questionada e abalada por uma sucessão de escândalos e denúncias de corrupção e outros crimes”.

A carta afirma que o “grande capital” tem cooptado parte do parlamento, transformando-o “como sua instância deliberativa e não dos interesses nacionais e da população que haveria de ali estar representada”.

O texto também critica a política de ajuste fiscal do governo de Michel Temer, que congelou os investimentos por 20 anos - afetando principalmente as áreas sociais como saúde, educação, segurança, habitação, transporte, entre outras -, e a privatização de empresas estatais, os leilões de jazidas do pré-sal, a outorga graciosa da base militar de Alcântara aos Estados Unidos da América. De acordo com o documento, tais medidas “não vão propiciar a retomada do desenvolvimento do País, nem a inclusão dos mais de 14 milhões de desempregados no mercado de trabalho”.

Momento é de resistir e avançar

“Esse conjunto de medidas e políticas fará com que se aprofundem a desnacionalização da economia, a concentração de renda e o retrocesso social”, enfatiza.

"Exortamos, assim, os advogados e advogadas a que não se constranjam diante dos intentos de nos calar. Não receiem os efeitos da lei ilegítima, nem restrinjam o seu papel de promotores e protagonistas das pretensões da classe trabalhadora e da sociedade brasileira. O momento é de resistir e avançar", completa o documento.

"A luta por uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária pressupõe, necessariamente, uma advocacia trabalhista cidadã, livre de peias, sem temor, sem temer", finaliza.


Do Portal Vermelho

Chefe da fiscalização do ministério: Portaria "aniquila" lista suja

Ofício assinado pelo secretário de Inspeção do Trabalho, João Paulo Ferreira Machado, e encaminhado ao ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira, nesta quinta-feira (18), classifica como “manifestamente ilegais” os dispositivos da portaria de Michel Temer que trata sobre a fiscalização do trabalho escravo e pede a revogação da norma.
De acordo com matéria publicada pelo G1, a nota técnica recomenda que a pasta avalie a revogação imediata da portaria nº 1.129/2017 e diz que a medida trata a restrição da liberdade de ir e vir, um direito fundamental, como algo mais ‘sutil’ do que nos séculos 19 e 20. “Pode ser feito não só mediante coação, também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno”, diz a nota.
O documento questiona a decisão de restringir a decisão da divulgação e cadastro de empresas na “lista suja” do trabalho escravo ao ministro. De acordo com os técnicos, trata-se de uma afronta aos princípios da publicidade e transparência dos atos administrativos que irá “aniquilar” todo o trabalho feito até março de 2017, última vez em que o cadastro de empresas foi atualizado.

Do Portal Vermelho, com informações do G1