ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Rafaela Silva: Negra, mulher, periférica e o primeiro ouro do Brasil no Rio 2016

Rafaela Silva é carioca e nasceu na Cidade de Deus, favela conhecida do Rio de Janeiro e que fica a aproximadamente oito quilômetros da arena onde atingiu o ponto máximo da sua carreira. Após ser desclassificada em Londres 2012, Rafaela Silva sofreu com ataques racistas na internet
Por Redação
A judoca brasileira Rafaela Silva, 24 anos, conquistou o primeiro ouro para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016 na categoria leve (até 57 kg). A atleta derrotou a mongol Sumiya Dorjsuren, número um do mundo, nesta segunda-feira (8).
Rafaela Silva é carioca e nasceu na Cidade de Deus, favela conhecida do Rio de Janeiro e que fica a aproximadamente oito quilômetros da arena onde atingiu o ponto máximo da sua carreira.
Nas Olimpíadas de Londres em 2012, Rafaela sofreu com uma eliminação dramática. Após ser desclassificada por uma catada de perna ilegal sobre a húngara Hedvig Karakas, a judoca brasileira sofreu com ataques racistas no seu Twitter e foi chamada de “macaca” por seguidores. As ofensas abalaram Rafaela que chegou a cogitar abandonar o esporte.
Zenilda Silva, mãe da Rafaela, comentou mais cedo sobre as ofensas racistas que sua filha sofreu e sobre a emoção de disputar as Olimpíadas em casa. “Em Londres chamaram minha filha de macaca e agora estamos aqui”, disse.
Ao sair do tatame, Rafaela estava completamente emocionada e comentou a vitória para uma repórter do Sportv: “Falaram que eu não servia para judô, que eu era uma vergonha para minha família”.
Rafaela também já ganhou a medalha de ouro no Mundial de 2012, prata no Mundial de 2011 e bronze no Worls Masters de 2012.
Foto de Capa: Roberto Castro/ Brasil2016
Fonte: Revista Fórum 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Diap: PCdoB é apontado como importante articulador no Congresso

Bancada comunista no Congresso 
O protagonismo da Bancada Comunista é desta que da última edição do “Cabeças” do Congresso Nacional. O estudo do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) aponta que, em 2016, 7 dos 11 parlamentares do PCdoB no Congresso (63% do total) são referência nas articulações políticas e debates promovidos pelo Legislativo.

Os deputados Alice Portugal (BA), Daniel Almeida (BA), Jandira Feghali (RJ), Jô Moraes (MG), Luciana Santos (PE) e Orlando Silva (SP) e a senadora Vanessa Grazziotin (AM) constam na lista do Diap. Definida como articuladora, a presidenta nacional do PCdoB, Luciana Santos, afirma que houve o reconhecimento do comportamento e da coerência da forma como o partido concebe a política. “O PCdoB busca tratar as questões políticas com amplitude, lealdade e de forma coerente com seu programa nacional”, avalia. 

Dentre os temas da pesquisa, o desempenho dos congressistas é avaliado, também, em termos da eficiência na leitura da realidade e facilidade para conceber ideias. O aprimoramento do diálogo com a sociedade e entre seus pares. Figurando pela sétima vez consecutiva entre os 100 parlamentares mais influentes, a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) diz que o mandato é uma “construção coletiva”.

Este resultado positivo, de acordo com Alice, é resultado da “luta em defesa da democracia no Brasil, da educação, da juventude, das mulheres, do serviço público. Este é um mandato do PCdoB e das ruas”, declara.

E a presença das mulheres nas discussões do Congresso foi pela segunda vez percentualmente maior quando comparado com o número de mulheres eleitas para o Legislativo Federal. Embora tenham baixa representatividade, apenas 9,28% do Congresso Nacional (64, sendo 52 deputadas e 12 senadoras), elas permanecem em ascensão na elite do Parlamento (Câmara dos Deputados e Senado Federal). 

Neste ano, elas correspondem a 13% dos 100 nomes do estudo, sete senadoras e seis deputadas, no Parlamento brasileiro. A senadora comunista Vanessa Grazziotin (AM) se sobressai como debatedora e a deputada Jô Moraes, do PCdoB de Minas Gerais, aparece em ascensão.

Segundo o Diap, “ascensão” significa dizer que o parlamentar busca abrir canais de interlocução, criando seus próprios espaços e se credenciando para o exercício de lideranças formais ou informais no âmbito do Parlamento.

Para Jô Moraes, a maior participação feminina nos espaços de poder decorre da militância social das mulheres. “A marca deste tempo é a da ousadia das mulheres na luta democrática e de resistência ao machismo. E o PCdoB vem priorizando o papel protagonista delas na ação política em toda a sua trajetória”, acrescenta a deputada.

A capacidade de articulação dos comunistas, com 63% de seus deputados entre os que comandam o processo decisório no Congresso, é, segundo o líder da Bancada na Câmara, Daniel Almeida (BA), uma credencial para “responder aos desafios num momento de crise de representatividade. Ter esse reconhecimento de uma instituição como o Diap é extremamente honroso”, afirma o parlamentar apontado como negociador. 

Além dos citados, a pesquisa “Cabeças” do Congresso Nacional inclui, também, a deputada Jandira Feghali (RJ) e o deputado Orlando Silva (SP) como debatedores de excelência. Constam no estudo apenas os parlamentares que estavam no efetivo exercício do mandato no período de avaliação, e corresponde ao período de fevereiro a julho de 2016. 

Veja a íntegra do estudo aqui
Fonte: PCdoB Nacional

Batalha de Maria da Penha inspira mulheres na luta contra a violência

Uma história triste e trágica, que nos causa asco e repúdio, mas que talvez não esteja tão distante de nós. Poderia ter acontecido com qualquer mulher. A sobrevivente Maria da Penha, como ficou conhecida nacional e internacionalmente, se tornou um dos maiores expoentes da luta pela erradicação da violência doméstica e familiar contra a mulher.

Após anos de lutas e debates, em 07 de agosto de 2006, a Lei Federal nº 11.340 – Lei Maria da Penha – foi publicada. A Lei, em seus termos, tem por objetivo criar “mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, garantindo a “toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião (...) as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.”

A Lei ainda define como hipóteses de violência doméstica e familiar contra a mulher “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”, por agressor que tenha relação de afeto à familiar com a vítima.

Ou seja, a Lei Maria da Penha veio garantir amparo à mulher vítima de violência física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial. Se tornando o principal instrumento legal de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil.

Sem dúvida, nos últimos 10 anos, houve uma grande difusão da Lei Maria da Penha e seu papel de proteção à mulher, segundo pesquisa do Instituto Patrícia Galvão, de 2013, em conjunto com o Data Popular: 98% da população brasileira já havia ouvido falar na Lei. O que até então, há 10 anos, era considerando parte da esfera privada dos lares brasileiros, agora é encarado e punido como crime. 

Neste domingo (7), em seu 10º aniversário, comemoramos um dos maiores marcos da luta feminina no Brasil. A Lei Maria da Penha abriu caminho para o fortalecimento e ascensão do empoderamento feminino, possibilitando que vivamos, o que alguns chamam de, Primavera Feminista.

Maria da Penha deu seu nome à lei, mas não podemos esquecer das outras Marias, Claras, Elzas, Ritas, Genís, mães, avós, tias, filhas, amigas, vizinhas ou até mesmo você. Quantas mais mulheres precisam continuar a sofrer na pele as violências constantes e reiteradas? É necessário o debate exaustivo do problema da violência contra a mulher, até que nenhuma outra mulher seja violentada.

Apesar do notório avanço, a violência contra a mulher continua presente, assombrando milhares de mulheres. Portanto, é dever do Estado garantir amparo legal às vítimas, juntamente com apoio psicológico e social. Entretanto, ainda hoje, grande parte dos crimes de violência não são denunciados. 

Mas o que te cala, mulher? Por quê renuncias ao teu direito?

A coação moral e física, situação que todas nós estamos expostas, intensificada pelo fantasma da culpabilização da vítima, patrocinada e sustentada por uma sociedade patriarcal, talvez sejam fatores relevantes. Temos ainda o medo, a vergonha, o receio de julgamento pela sociedade e inúmeros outros fatores. Não restam dúvidas, que o processo é longo e depende, e muito, de políticas afirmativas por parte do Estado em conjunto com setores da sociedade. É um trabalho intenso.

Não basta a lei por ela mesma, se não há um aparato estatal e legal para lhe garantir sustentação. Pesquisa do Instituto Avon em conjunto com o Data Popular, de novembro de 2014, identificou que homens que presenciaram atos violentos contra a mãe praticam mais violência contra as mulheres, se comparado aos que não presenciaram, 67% contra 47% respectivamente. 

Os dados dessa pesquisa deixam evidente o impacto da violência doméstica no futuro das gerações mais novas, servindo de base para outras formas de violência, perpetuando os traços de uma sociedade primitiva.

Dados da Secretaria de Políticas para Mulher, referente ao balanço dos primeiros 10 meses de 2015 no atendimento do Ligue 180, mostram que dos 63.090 relatos de violência ocorridos no período, 49,82% foram de violência física e 30,40% de violência psicológica. Números estarrecedores mostram que 38,72% dos casos de violência são diários e 33,86% são semanais. 

A luta diária para a emancipação e autonomia da mulher, que busca também a sonhada igualdade e dignidade, está longe de acabar. É uma luta pelos direitos humanos. É preciso garantir apoio e condições para que a vítima denuncie, que se sinta forte o suficiente para livrar-se daquele relacionamento, que tenha a certeza que aquele é o melhor para seus filhos e para ela mesma. Que se sinta apoiada, protegida e jamais julgada.

Assim nos sentiremos seguras e empoderadas para livrar-nos de nossos medos e culpa. Para sermos mulheres, donas de nós mesmas. 

Vamos continuar o debate incansável, o apoio incondicional às vítimas, até que não exista uma alma sendo violentada. A cicatriz ou o trauma, em qualquer uma de nós, é uma cicatriz e trauma em todas nós. 

Denuncie – Ligue 180!
 

 *Yassmin Issa Neves é advogada
C/ Portal Vermelho

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ameaças da reforma previdenciário do governo Temer - Por Antônio Augusto de Queiroz *

Antônio Augusto de Queiroz *

O ministro Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista ao Jornal O Globo (30/07/2016) antecipou as bases da reforma da previdência que foi submetida ao presidente interino, Michel Temer, e que será encaminhada para votação no Congresso após a conclusão do processo de impeachment. Se confirmada nos termos anunciado pelo ministro, a proposta de reforma será mais dura que as realizadas por FHC e Lula.



A proposta tratará: a) do aumento da idade mínima e do tempo de contribuição, b) da equiparação de idade e tempo de contribuição entre homens e mulheres, c) de transição somente para quem tem mais de 50 anos, d) de eliminação da diferença de critério para aposentadoria de trabalhador urbano e rural e servidor público e trabalhador da iniciativa privada, e) de mudanças nas aposentadorias especiais e, f) da instituição de novo redutor nas pensões, além de outras mudanças em nível infraconstitucional.

A idade mínima para efeito de aposentadoria, que se inicia com 65 anos e pode chegar a 70 para homens e mulheres, será instituída para o setor privado e aumentada para o servidor público. Isto significa que as regras de transição das Emendas Constitucionais anteriores não serão aplicadas a partir da promulgação da nova Emenda Constitucional, exceto para quem já tenha direito adquirido, ou seja, já tenha preenchido todos os requisitos para aposentadoria.

A equiparação do tempo de contribuição entre homens e mulheres, do campo e da cidade, inclusive para os professores, terá uma regra de transição especial, porém sem estendê-la à exigência de idade mínima. Ou seja, a mulher perderá de imediato pelo menos um dos dois quesitos que atualmente a diferencia do homem para efeito de aposentadoria: menos idade e menos tempo de contribuição.

O tempo já trabalhado, que foi respeitado e teve regra de transição nas reformas de Lula e FHC, na proposta Temer não será considerado, exceto para o atual segurado que já tenha mais de 50 anos de idade. Para estes, e somente para estes, haverá uma regra de transição, com a adoção de um pedágio entre 40% e 50% sobre o tempo que faltar para preencher as regras de aposentadoria na data da promulgação da Emenda Constitucional do governo Temer. Os demais servidores, mesmo que tenham 49 anos de idade e mais de 29 de contribuição não terão direito a transição, submetendo-se às novas regras.

A proposta elimina a diferença de critério para efeito de aposentadoria entre servidores e trabalhadores do setor privado, entre trabalhadores urbanos e rurais, com a unificação dos requisitos, ainda que o regimes previdenciários continuem separados, como o do INSS e dos servidores públicos.

As aposentadorias especiais, além da exigência de idade mínima, terão os requisitos de tempo de contribuição e de permanência na atividade aumentados em proporção superior ao aumento dos requisitos para os demais segurados.

Por fim, as pensões, que atualmente são integrais até o valor de R$ 5.189,82 (teto do INSS) e, no caso dos servidores públicos, sofrem um redutor de 30% sobre a parcela que excede ao teto do INSS, ficarão limitadas a 60% do benefício, acrescidas de 10% por cada dependente. As novas regras valerão para todos os segurados (regimes próprio e geral) que, na data da promulgação da nova emenda, não estejam aposentados ou que não tenham direito adquirido, ou seja, não tenham preenchido todos os requisitos para requer aposentadoria com base nas regras anteriores.

É verdade que se trata da intenção do governo que para se transformar em Emenda à Constituição terá que ser aprovada por três quintos das duas Casas do Congresso (Câmara, com 308 votos e no Senado, com 49 votos) em dois turnos de votação em cada Casa, mas os trabalhadores e servidores devem se mobilizar desde já, denunciando o caráter perverso dessa reforma, sob pena de retrocesso nas conquistas previdenciárias.

Em relação ao servidor público, entretanto, há dois testes antes da reforma da previdência – caso do PLP 257, que trata da dívida dos estados e da modificação da Lei de Responsabilidade Fiscal para retirar direito do servidor, e o caso da PEC 241, que congela o gasto público em termos reais, inclusive a despesa com pessoal – que se o governo sair vitorioso será fortalecido na tentativa de aprovar a reforma da previdência com supressão de direitos.

A luta, portanto, deve se iniciar imediatamente, com grandes mobilizações para rejeitar ou retirar do PLP e da PEC os aspectos que prejudicam os servidores, sob pena de se abrir uma avenida para a aprovação da reforma da previdência. 

Fonte: Portal Vermelho


* Jornalista

Lei Maria da Penha: PCdoB lança campanha Quebre o silêncio!


  

Vídeo: Liderança do PCdoB na Câmara

Eleições 2016: documentos necessários ao registro de candidatura

A Res. TSE nº 23.455/2015, em seu art. 27, traz a relação de todos os documentos que um candidato deve apresentar à Justiça Eleitoral junto com seu pedido de registro de candidato.
Alguns desses documentos podem ser obtidos diretamente nos sítios dos tribunais na internet, outros tem que ser providenciados pelo interessado em repartições específicas. As certidões e as propostas de governo devem ser digitalizados para inserção no CANDex e uma via impressa deve ser encaminhada ao Juiz Eleitoral respectivo e a fotografia deve ser anexada em formato digital no CANDex.
Segue abaixo essa relação, com o esclarecimento necessário sobre cada um deles:
a) declaração atual de bens, preenchida no Sistema CANDex e assinada pelo candidato;
b) certidões criminais fornecidas:
- pela Justiça Federal de 1º e 2º graus da circunscrição na qual o candidato tenha o seu domicílio eleitoral;
- pela Justiça Estadual de 1º e 2º graus da circunscrição na qual o candidato tenha o seu domicílio eleitoral;
- pelos Tribunais competentes, quando os candidatos gozarem de foro especial.

Quando qualquer uma das certidões criminais forem positivas, o RRC também deverá ser instruído com as respectivas certidões de objeto e pé atualizadas de cada um dos processos indicados. Na hipótese das certidões serem positivas em decorrência de homonímia e não se referirem ao candidato, este poderá apresentar declaração de homonímia a fim de afastar as ocorrências verificadas.
c) fotografia recente do candidato, inclusive dos candidatos a vice-prefeito, obrigatoriamente em formato digital e anexada ao CANDex, preferencialmente em preto e branco, com as seguintes características:
- dimensões: 161 x 225 pixels (L x A), sem moldura;
- profundidade de cor: 8bpp em escala de cinza;
- cor de fundo: uniforme, preferencialmente branca;
- características: frontal (busto), trajes adequados para fotografia oficial e sem adornos, especialmente aqueles que tenham conotação de propaganda eleitoral ou que induzam ou dificultem o reconhecimento pelo eleitor.

Se a fotografia de que trata o inciso III do caput não estiver nos moldes exigidos, o Juiz Eleitoral determinará a apresentação de outra, e, caso não seja suprida a falha, o registro deverá ser indeferido.
d) comprovante de escolaridade;
A ausência do comprovante de escolaridade a que se refere o inciso IV do caput poderá ser suprida por declaração de próprio punho, podendo a exigência de alfabetização do candidato ser comprovada por outros meios, desde que individual e reservadamente.
e) prova de desincompatibilização, quando for o caso;
A prova de desincompatibilização deve ser encaminhada quando o interessado em concorrer tiver exercido cargo ou função pública nos meses que antecedem o pleito, ou, ainda, quando enquadrar-se em alguma das hipóteses previstas na Lei de Inelegibilidades que implique em afastamento.
f) propostas defendidas pelos candidatos a prefeito; e
g) cópia de documento oficial de identificação.
Os documentos emitidos pela Justiça Eleitoral, certidão de quitação eleitoral, certidões criminais eleitorais e prova de filiação, não precisam ser encaminhadas, já que essas condições serão auferidas a partir dos registros da Justiça Eleitoral, sem a necessidade de impressão e juntada aos autos.
Fonte: http://www.novoeleitoral.com/

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

NOVA CRUZ/RN: CONVENCIONAIS HOMOLOGAM CANDIDATURA DE CID ARRUDA/PSB E JOÃO PAULO/PR - PMDB - PEN E PT DO B TAMBÉM HOMOLOGARAM SUAS CANDIDATURAS



 Medici Cunha e Betinho/PCdoB

 Jovens, inteligentes e guerreiras/os


 Jersela e seu amado ao lado do amigo Carlos
 Galera do 40 abraço!
 Dr. Wandson com sua amada, Viviane e amiga

 Linda galera do Kings Dance
 Galera linda ao comanda de Nizia e Julia
 Juventude masculina foi o que não faltou na convenção

 Juntos seremos mais fortes: Dinho e Robson entre amigos
 Aldo, Tati e Dani

 Jovens presentes com lindos sorrisos 
 Casal simpáticos e amigos deste bloguista
 Vereador Antonio Gomes ao lado de amigos

 Rodrigo, Dr. Cyrus e Gabriela Arruda
 Drª Valéria Arruda entre amigos/as
 Juventude valente
 Guerreiras eternas sob os olhares da juventude
 Dinha e família
 Núbia
 Zé Lima e esposa
 Velha guarda!
 Eugênio e sua filha Andressa Santos 
 Jovens e idosos com só propósito 
 Ginásio completamente lotado de filiados, convidados e convencionais
 Senadora FÁTIMA BEZERRA discursando ao de CID e JOÃO PAULO

 Janaina 
 Dalvania Cardoso e esposo
Grande Pipi - Alto de Santa Luzia

O Ginásio Poliesportivo da Escola Municipal Deputado Marcio Marinho no Bairro do Planalto, foi palco na tarde e noite do último domingo, 31 de Julho, de uma mega Convenção já realizada pelo PSB que homologou a candidatura do atual prefeito Cid Arruda na cidade de Nova Cruz. A convenção também contou as presenças de vários presidentes de partidos e filiados, como o PR, PCdoB, PT, PPS, PSD, entre outros.

 A Senadora Fátima Bezerra/PT, marcou presença pela manhã ao lado dos candidatos Cid Arruda/PSB e João Paulo/PR. Em seu rápido discurso (iria também participar da convenção em Canguaretama), confirmou que gratidão se paga com gratidão e o prefeito Cid Arruda pode contar com o apoio dela para continuar com Nova Cruz trilhando no rumo certo e virá subir no palanque para confirmar sua posição, garantiu a senadora.

O Deputado Estadual, Tomba Farias/PSB, também prestigiou a convenção ao lado do ex-deputado Claudio Porpino. onde deixou a sua mensagem de apoio dos candidatos Cid Arruda e João Paulo.
Outro Deputado Estadual que marcou presença foi o Jacó Jacome/PSD, onde destacou que o prefeito Cid Arruda e João Paulo pode contar com o seu apoio.

O ex-deputado Leonardo Arruda, irmão do prefeito Cid Arruda, também esteve na convenção e deixou a sua mensagem de apoio dos candidatos Cid Arruda e João Paulo.

O suplente de senador do PR, Max Andrade que por duas vezes foi vice-prefeito com Cid Arruda e Secretário de Saúde, é irmão do candidato a vice-prefeito João Paulo Andrade, destacou que irá caminhar em toda a Nova Cruz, realizando visitas para conseguir junto com os seus amigos mais adesões para continuar com Nova Cruz no Rumo Certo.

Já no finalzinho da convenção o Deputado Estadual Dinson Lisboa/PSD, também compareceu a convenção e declarou apoio aos candidatos, CID e JOÃO PAULO,  dizendo-se que estar pronto para ajudar a chapa homologada com Cid Arruda e João Paulo para continuar com Nova Cruz no Rumo Certo.

Companheiro de chapa Cid Arruda, como candidato a Vice-Prefeito, João Paulo/PR, destacou em suas palavras que a união das duas famílias Andrade e Arruda vão repetir a vitória das campanhas passadas e disse estar pronto para juntos realizarem uma grande administração para o povo de Nova Cruz.

Fechando com chave de ouro, o prefeito Cid Arruda ao lado do seu vice-prefeito João Paulo, emocionado pela realização da grande convenção em junção de 12 partidos em prol da chapa lançada para Continuar com Nova Cruz no Rumo Certo, destacou o reconhecimento do povo para com a sua administração e das lideranças que vieram se somar em torno do seu nome e o de João Paulo, Continuar com Nova Cruz avançando cada vez mais. Os presentes aplaudiram – o.

PROPORCIONAL

Os Partidos PCdoB, PT e PPS irão seguir unidos na proporcional. O PCdoB realizou sua Convenção no último dia 24/07 e PT e PPS, realizaram suas convenções ontem (31/07) e na Majoritária marcharão com o Prefeito CID ARRUDA/PSB e Vice-Prefeito, JOÃO PAULO/PR.

Três Blocos de Oposição novacruzense lançaram suas candidaturas à Prefeito e vice e a de vereadores nas convenções ocorridas na noite deste sábado, 30 de Julho.
TARGINO PEREIRA/PMDB
 RONALDO AUGUSTO - PEN
Hudson de Tourinho - PT do B

Targino Pereira pelo PMDB, Hudson de Tourinho pelo PT do B e Ronaldo Augusto pelo PEN.

Confira os registros feitos pelos próprios convencionais (nas redes sociais):(PT do B)

Fonte: Claudio Lima