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quarta-feira, 13 de julho de 2022
PRESIDENTE DO CPC-RN, " CENTRO POTIGUAR DE CULTURA " EDUARDO VASCONCELOS ESTARÁ NESTA SEXTA-FEIRA (14) EM NATAL ENTREGANDO OFÍCIOS AOS ÓRGÃOS PÚBLICOS
Terceira via sinaliza voto em Lula num segundo turno contra Bolsonaro - por André Cintra
Apesar de fazerem críticas aos governos do PT, pré-candidatos André Janones e Simone Tebet já indicaram que votarão no ex-presidente.
Se houver um segundo turno na eleição 2022 entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), os demais concorrentes à Presidência da República tendem a apoiar Lula. É o caso do deputado federal André Janones (Avante-MG) e da senadora Simone Tebet (MDB-MS). Apesar de fazerem críticas aos governos do PT, os dois pré-candidatos já sinalizaram o voto no ex-presidente.
“Nada será dito publicamente antes do primeiro turno da eleição. Mas, se a pré-candidatura de Simone Tebet não decolar, o voto da senadora do MDB em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro será no petista”, informou, em junho, Guilherme Amado, colunista do Metrópoles.
Segundo o jornalista, “interlocutores da emedebista dizem não haver dúvidas sobre qual seria a posição de Tebet diante do enfrentamento entre os dois candidatos favoritos. Como é de praxe na política, no entanto, declarações de apoio só serão feitas após as negociações que antecedem o segundo turno”.
No caso de Janones, a opção é aberta. Nesta segunda-feira (11), em entrevista ao podcast O Assunto (G1), ele voltou a declarar que votará em Lula num eventual segundo turno devido à sua rejeição a Bolsonaro.
“Eu vou estar ao lado da democracia. Eu vou estar ao lado da defesa das nossas instituições”, declarou. “Eu vou estar ao lado da possibilidade de que eu discorde de alguém e de que alguém discorde de mim, sem que isso implique um risco à minha vida. Logo, eu estarei do lado oposto ao do atual presidente Bolsonaro.”
Fonte: Portal VERMELHO
POLÍTICA: Lula pede a apoiadores que não aceitem provocação - por Mariana Mainenti
Em ato da Frente Vamos
Juntos pelo Brasil, em Brasília, Lula afirma que Bolsonaro está tentando fazer
das eleições uma guerra.
Pesquisa do Instituto Exatus divulgada nesta
terça-feira (12) pelo jornal Agora RN aponta a governadora e pré-candidata à
reeleição Fátima Bezerra (PT) como líder da disputa pelo governo do Estado e,
se as eleições fossem hoje, venceria no 1º turno.
Confira
os números:
Governo do RN – Estimulada
Fátima Bezerra (PT): 36,15%
Styvenson Valentim (Podemos): 13,9%
Fábio Dantas (Solidariedade): 6,65%
Clorisa Linhares (PMB): 2,3%
Danniel Morais (PSOL): 2%
Rosália Fernandes (PSTU): 1,7%
Ninguém/branco/nulo: 21,15%
Não sabe/não respondeu: 16,15%
Em relação à última pesquisa Exatus/Agora RN publicada em maio,
Fátima caiu 2,65 pontos percentuais (fora da margem de erro). Mas a mudança
mais significativa ocorreu no 2º lugar: Styvenson cresceu 2,1 pontos
percentuais e ultrapassou Fábio Dantas, que perdeu 6,35 pontos (praticamente a
metade das intenções de voto que tinha).
Governo
do RN – Espontânea
Fátima Bezerra (PT): 30,8%
Styvenson Valentim (Podemos): 8,45%
Fábio Dantas (Solidariedade): 5,55%
Outro: 5,4%
Clorisa Linhares (PMB): 2,1%
Danniel Morais (PSOL): 1,55%
Rosália Fernandes (PSTU): 1,35%
Ninguém/branco/nulo: 26,95%
Não sabe/não respondeu: 17,85%
Governo
do RN – Rejeição
Apesar de liderar com folga a corrida para o governo do Estado,
a pré-candidata à reeleição Fátima Bezerra também está em primeiro lugar no
quesito rejeição, com 22,9% dos entrevistados tendo respondido que não votariam
de jeito nenhum na gestora petista.
Veja os
números:
Fátima Bezerra (PT): 22,9%
Styvenson Valentim (Podemos): 13,15%
Fábio Dantas (Solidariedade): 10,25%
Rosália Fernandes (PSTU): 4,8%
Danniel Morais (PSOL): 2,45%
Clorisa Linhares (PMB): 2,25%
Não sabe/não respondeu: 30%
Ninguém/branco/nulo: 21,15%
Dados
A pesquisa Exatus/Agora RN entrevistou 2 mil pessoas em 60
municípios do Rio Grande do Norte entre os dias 5 e 7 de julho. A margem de
erro é 2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi
registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob números BR-02428/2022 e
RN-08156/2022.
Fonte: Portal VERMELHO
Exatus/AgoraRN: Fátima tem 10 pontos sobre a soma dos adversários e venceria no 1º turno
Pesquisa do Instituto Exatus divulgada nesta
terça-feira (12) pelo jornal Agora RN aponta a governadora e pré-candidata à
reeleição Fátima Bezerra (PT) como líder da disputa pelo governo do Estado e,
se as eleições fossem hoje, venceria no 1º turno.
Confira
os números:
Governo do RN – Estimulada
Fátima Bezerra (PT): 36,15%
Styvenson Valentim (Podemos): 13,9%
Fábio Dantas (Solidariedade): 6,65%
Clorisa Linhares (PMB): 2,3%
Danniel Morais (PSOL): 2%
Rosália Fernandes (PSTU): 1,7%
Ninguém/branco/nulo: 21,15%
Não sabe/não respondeu: 16,15%
Em relação à última pesquisa Exatus/Agora RN publicada em maio,
Fátima caiu 2,65 pontos percentuais (fora da margem de erro). Mas a mudança
mais significativa ocorreu no 2º lugar: Styvenson cresceu 2,1 pontos
percentuais e ultrapassou Fábio Dantas, que perdeu 6,35 pontos (praticamente a
metade das intenções de voto que tinha).
Governo
do RN – Espontânea
Fátima Bezerra (PT): 30,8%
Styvenson Valentim (Podemos): 8,45%
Fábio Dantas (Solidariedade): 5,55%
Outro: 5,4%
Clorisa Linhares (PMB): 2,1%
Danniel Morais (PSOL): 1,55%
Rosália Fernandes (PSTU): 1,35%
Ninguém/branco/nulo: 26,95%
Não sabe/não respondeu: 17,85%
Governo
do RN – Rejeição
Apesar de liderar com folga a corrida para o governo do Estado,
a pré-candidata à reeleição Fátima Bezerra também está em primeiro lugar no
quesito rejeição, com 22,9% dos entrevistados tendo respondido que não votariam
de jeito nenhum na gestora petista.
Veja os
números:
Fátima Bezerra (PT): 22,9%
Styvenson Valentim (Podemos): 13,15%
Fábio Dantas (Solidariedade): 10,25%
Rosália Fernandes (PSTU): 4,8%
Danniel Morais (PSOL): 2,45%
Clorisa Linhares (PMB): 2,25%
Não sabe/não respondeu: 30%
Ninguém/branco/nulo: 21,15%
Dados
A pesquisa Exatus/Agora RN entrevistou 2 mil pessoas em 60
municípios do Rio Grande do Norte entre os dias 5 e 7 de julho. A margem de
erro é 2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi
registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob números BR-02428/2022 e
RN-08156/2022.
Fonte: POTIGUAR NOTÍCIAS
segunda-feira, 11 de julho de 2022
PRESIDENTE DO PCDOB - NOVA CRUZ - RN - EDUARDO VASCONCELOS PARTICIPOU HOJE (11) DE REUNIÃO COM MEMBROS DA EXCUTIVA ESTADUAL
Hoje (11) participei de uma importante reunião política nas dependências do SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS, AGRICULTORES E AGRICULTORAS FAMILIARES DE NOVA CRUZ/RN, com dirigentes do PCDOB - RN e a pré-candidata a deputada estadual, JÚLIA ARRUDA, que estava acompanhada de seu pai, LEONARDO ARRUDA CÂMARA e demais lideranças sindicais e partidárias, entre elas destaco o camarada, ALBÉRICO, MOACIR SOARES, ALBA, o companheiro sindicalista, DAMIÃO GOMES, , Zé do Tempero (amigo de todas as horas), entre outros.
Assunto evidentemente foi salutar, tendo como presença essencial, JULIA ARRUDA, vereadora em Natal, filha de LEONARDO ARRUDA CÂMARA, irmão do ex prefeito, CID ARRUDA.
O sindicalista, DAMIÃO GOMES DA SILVA, foi o primeiro a falar e de imediato confidenciou a todos os presentes que irá sim, acompanhar a pré candidata na sua mais nova empreitada!
Foram várias horas de debates com a pré-candidata , JÚLIA ARRUDA que por sinal saiu muito bem nos debates e evidentemente que tem propostas diferenciadas para apresentar nas próximas eleições deste ano.
É preciso que as eleições tenhas candidatos novos, com ideias novas e deu pra notar que JULIA ARRUDA tem este PERFIL!
Outras reuniões virão!
O presidente do PCdoB de NOVA CRUZ-RN, ficou de elaborar um documento colocando as necessidades de NOVA CRUZ, entre outros itens que serão colocados em documento que brevemente será entregue a pré-candidata!
Daniele, membro do sindicato deu seu depoimento e prometeu analisar as propostas e na próxima reunião fará uma fala a respeito da candidatura de JULIA ARRUDA.
No final da reunião, EDUARDO VASCONCELOS prometeu a elaborar um documento na área de CULTURA em favor do Centro Potiguar de Cultura - CPC-RN , que será entregue a pré-candidata , JULIA ARRUDA!
Todos gostaram das pautas da pré-candidata, JÚLIO ARRUDA!
Outras reuniões virão!
quarta-feira, 2 de março de 2022
Pedro Gorki assume liderança da Oposição na Câmara de Natal - "VALE A PENA LER DE NOVO!" - Eduardo Vasconcelos - PCdoB NOVA CRUZRN
O vereador do PCdoB de Natal (RN), Pedro
Gorki, aos 21 anos, é o novo líder da bancada de oposição na Câmara Municipal
da capital.
(Crédito:
Francisco de Assis)
O vereador do PCdoB de Natal (RN), Pedro Gorki é o novo líder da
bancada de oposição ao prefeito Álvaro Dias (PSDB) na Câmara Municipal da
capital. Ele fez o anúncio na quinta-feira (17/02), através das redes
sociais. Além dele, a bancada é composta pelos vereadores Brisa Bracchi (PT),
Divaneide Basílio (PT), Robério Paulino (Psol) e Ana Paula (PL).
“Com muita felicidade e disposição de luta, venho anunciar que
conduziremos, ao lado dos meus companheiros de bancada e dos movimentos
sociais, os rumos da oposição na Câmara Municipal de Natal.”, disse o
parlamentar em suas redes sociais.
Segundo o jovem vereador, o seu objetivo nesta função é lutar
pelos direitos e pela dignidade do povo natalense. “A partir da cobrança e
fiscalização da Gestão Álvaro Dias e da articulação de políticas públicas e
ações legislativas, defenderemos os direitos e a dignidade do povo natalense,
buscando, em diálogo com o conjunto dos vereadores, soluções para os problemas
da nossa cidade”, afirmou.
Perfil Vereador mais jovem da história de Natal, assumiu o
mandato aos 20 anos de idade. Tomou posse em julho de 2021 na vaga de Julia
Arruda (PCdoB), atual Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres. Pedro
nasceu no bairro das Rocas e atualmente mora na Cidade da Esperança. Estudante
de pedagogia na UFRN, começou sua militância no Movimento Estudantil em 2013,
aos 12 anos, em meio às mobilizações contra o aumento da tarifa de ônibus em
Natal e em defesa do passe livre para os estudantes.
Foi eleito o presidente mais jovem da história da União
Metropolitana de Estudantes Secundaristas de Natal e da União Brasileira de
Estudantes Secundaristas – UBES, a maior entidade estudantil da América Latina,
quando conduziu, em 2019, uma série de protestos que confrontaram a política
educacional do Governo Bolsonaro e derrotaram os cortes no orçamento das
Universidades e Institutos Federais.
A liderança da oposição era coordenada pela vereadora Brisa
Bracchi (PT), que passa ao vereador Pedro a missão de conduzir a luta
legislativa da bancada e de cobrar ações do poder executivo municipal.
“Agradeço a confiança dos colegas de bancada e, em especial, à
companheira e amiga Brisa Bracchi (PT), que nos liderou de maneira brilhante
nesse último período. Sigamos lado a lado, para construir uma Natal do tamanho
dos nossos sonhos!”, salientou o vereador.
__
Com informações da Agência Saiba Mais
(BL)
INTERNACIONAL - Conflito Rússia-Ucrânia: um segundo olhar, por Atilio Boron
À medida que a ocupação russa da Ucrânia se espalha – e eu digo “ocupação” para usar o termo aplicado a invasões que têm a benção dos poderes estabelecidos: ocupação do Iraque, da Líbia, da Síria, dos territórios palestinos, etc. a natureza e o significado desta operação se multiplicam. De início, é preciso descartar completamente as supostas “verdades” e “evidências” fornecidas pela imprensa ocidental de suas bandeiras nos Estados Unidos e na Europa, pois o que esses meios espalham é propaganda descarada. Claro que, de um ponto de vista estritamente militar, é verdade que a Rússia “invadiu” a Ucrânia. Mas como “a guerra é a continuação da política por outros meios”, lembrou von Clausewitz, esse desdobramento militar deve ser qualificado e interpretado a partir das premissas políticas que lhe dão sentido. É o que tentaremos fazer a seguir.
E essas premissas são muito claras: a Rússia adotou essa medida excepcional, e isso em abstrato merece uma condenação, como resposta a trinta anos de ataques iniciados após o colapso da União Soviética. Algum tempo atrás, Vladimir Putin, com sua habitual força, disse aos líderes ocidentais: “Vocês não se contentaram em derrotar a Rússia na Guerra Fria. Vocês a humilharam.” A luta política (e militar) não é um exercício abstrato ou uma disputa de gestos ou frases retóricas. É por isso que o que em um plano confortável de entendimento as coisas se apresentam com absoluta clareza e sem fissuras na ruidosa luta na lama e no sangue da história, a “invasão” de outrora aparece com um significado completamente diferente: como a reação defensiva no face ao assédio interminável e injustificado.
Uma vez que a URSS se desintegrou, a Rússia dissolveu o Pacto de Varsóvia, estabeleceu um regime político ao estilo das democracias europeias, restaurou um capitalismo profundamente oligárquico com métodos mafiosos, abriu sua economia ao capital estrangeiro e até brincou com a ideia de ingressar na OTAN. No entanto, apesar de todo esse esforço de adaptação ao consenso político-ideológico ocidental, a Rússia continuou sendo considerada um ator aberrante no sistema internacional, assim como nos tempos soviéticos, como um inimigo do qual se deve proteger e, ao mesmo tempo, impedi-la de se proteger porque se a segurança internacional é algo inegociável para os Estados Unidos e seus aliados europeus, tal privilégio não é reconhecido para a Rússia.
A operação militar lançada contra a Ucrânia é a consequência lógica de uma situação política injusta, ou o ponto final face ao que Boaventura de Sousa Santos diagnosticou como “a absoluta inépcia dos dirigentes ocidentais” em perceber que não há e não haverá europeus em segurança se não for garantido também para a Rússia. Inépcia de uma liderança europeia que também merece outras descrições: míope, corrupta, ignorante e submissa à ignomínia diante do hegemonismo estadunidense, que não hesitará em travar novas guerras na Europa ou em seu pátio do Oriente Médio quantas vezes atende aos seus interesses.
Esse fracasso no nível de liderança os levou primeiro a desprezar ou subestimar a Rússia (expressando uma russofobia difusa que não passa despercebida por muitos russos) e depois a demonizar Putin, processo em que Joe Biden atingiu excessos inimagináveis no campo da diplomacia. De fato, em plena campanha eleitoral e para demonstrar sua atitude dialógica, caracterizou-o como o chefe de uma “cleptocracia autoritária”. Em uma nota publicada logo após o golpe de 2014, Henry Kissinger, um criminoso de guerra, mas, ao contrário de Biden, profundamente conhecedor das realidades internacionais, escreveu que “Putin é um estrategista sério, alinhado com as premissas da história russa”. apesar de que no Ocidente tem sido sistematicamente subestimado. E termina seu raciocínio dizendo que “para o Ocidente, a demonização de Vladimir Putin não é uma política; é um álibi para cobrir a ausência de uma apólice.” Nesse mesmo artigo, altamente recomendado para a esquerda pós-moderna cada vez mais confusa, tanto na América Latina quanto na Europa, o ex-secretário de Estado de Nixon oferece uma reflexão necessária para compreender a natureza excepcional da crise ucraniana.
É que para os russos “a Ucrânia nunca pode ser um país estrangeiro. A história da Rússia começa no que é conhecido como Kievan-Rus”. E é por isso que até mesmo dissidentes amargos do establishment soviético como Alexander Solzhenitsyn e Josep Brodsky “continuavam apontando que a Ucrânia era parte integrante da história russa e, portanto, da Rússia”. Nenhum dos líderes do Ocidente parece ter a menor ideia desse legado histórico, que é decisivo para entender que Putin traçou a “linha vermelha” da OTAN justamente na Ucrânia.
Essas referências, que parecem estimular uma atitude escapista ou de negação diante do horror do momento atual, são essenciais para compreender o conflito e, eventualmente, resolvê-lo. Por isso é conveniente ler o que um internacionalista americano, John Mearsheimer, escreveu em 2014, quando Washington montou em conjunto com gangues nazistas o golpe que derrubou o governo legítimo de Viktor Yanukovych. Nesse artigo, o professor da Universidade de Chicago disse que a crise ucraniana e a recuperação da Crimeia levada a cabo por Putin é “culpa do Ocidente”, de seu manejo desajeitado das relações com Moscou.
Ele também acrescentou que qualquer presidente dos Estados Unidos teria reagido com violência se uma potência como a Rússia tivesse precipitado um golpe em um país fronteiriço, digamos o México, deposto um governo amigo de Washington e instalado em seu lugar um regime profundamente antiamericano. ( Por que a crise da Ucrânia é culpa do Ocidente”, in Foreign Affairs, Vol. 93, No. 5, setembro-outubro de 2014 ).
Resumindo: as aparências nem sempre revelam a essência das coisas, e o que à primeira vista parece ser uma coisa – uma invasão – vista de outra perspectiva e levando em conta os dados do contexto, pode ser algo completamente diferente.
As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal Vermelho
Fonte: Pagina12

