ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Senadoras comemoram decisão do TSE que determina mais espaço para as mulheres


A bancada feminina no Congresso comemora a recente decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em determinar a cota mínima de 30% do Fundo Partidário para candidaturas de mulheres e o mesmo índice nas campanhas no horário eleitoral gratuito. Essa decisão já vale para a eleição deste ano (leia mais aqui).
O TSE responde a uma consulta encaminhada por senadoras e deputadas federais ao tribunal, encabeçada pela Procuradoria da Mulher no Senado, coordenada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA).
“O TSE trouxe luz a uma questão muito importante, a falta de estrutura dos partidos para as candidatas. Muito se diz da baixa representação política das mulheres, mas raramente debatemos a priorização que alguns partidos dão aos candidatos”, afirma a senadora amazonense Vanessa Grazziotin.
A senadora baiana, Lídice da Mata segue o mesmo raciocínio. “A recente decisão do TSE sobre cotas dos fundos eleitorais para candidaturas femininas é extremamente positiva e irá impactar positivamente as futuras eleições, estimulando maior participação de mulheres”, diz.
“Por sua dupla e até tripla jornada de trabalho, em casa e nas suas profissões, a mulher não encontra apoio e incentivo para participar da política. Além disso, a questão financeira impacta negativamente a participação nos processos eleitorais, tanto de mulheres como de outros segmentos da sociedade – como jovens e negros – uma vez que as campanhas estão cada vez mais caras”, complementa Lídice.
Já Vanessa acredita que “demos um passo importante e fundamental, para superarmos a vexatória posição de sermos um dos países com mais baixa participação feminina no mundo”.
Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, defende que os partidos não se restrinjam à cota mínima de 30% para mulheres. “Precisamos ampliar essa cota e assim tirarmos o Brasil da 158ª posição no ranking da participação feminina entre os parlamentos do mundo”, reforça.
Para ela, essa medida do TSE “trará frutos nas eleições futuras e com mais mulheres na política, podemos amplificar as vozes contra o machismo e a violência contra as mulheres, construindo um mundo mais humano, onde prevaleça o respeito”.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB. Foto: Alessandro Dantas

Henrique Teixeira: Vender o pré-sal é alienar o nosso futuro

 
Latuff 2015/Fisenge


As trabalhadoras e trabalhadores do setor elétrico repudiam com veemência a continuidade da política neoliberal implementada na Petrobras pelo ex-presidente Pedro Parente, que se viu obrigado a pedir exoneração do cargo devido ao caos criado no Brasil com aumentos abusivos, quase que diários, nos combustíveis.

Por Henrique Teixeira


É importante ressaltar que a continuidade dessa política atende exclusivamente aos interesses de acionistas minoritários, que são investidores internacionais preocupados apenas com o próprio lucro. No entanto, a Petrobras, uma das maiores empresas de energia do mundo, é a maior riqueza do povo brasileiro e como tal deveria estar a serviço da população, com preços justos nos combustíveis e no gás de cozinha.

O novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, além de defender essa política de preços internacionais para a venda de combustíveis no Brasil, como se os brasileiros recebessem salários em dólar ou em euro, ainda manteve leilão do pré-sal para esta quinta-feira (7). Essa medida extremamente nociva ao País representa a continuidade de uma política que levará o País a uma tragédia anunciada.

Vender o pré-sal significa entregar de bandeja, para um pequeno grupo de empresários, o passaporte do Brasil para o futuro. O pré-sal é a nossa maior riqueza, que deveria estar a serviço de políticas públicas na saúde e educação, como foi definido anteriormente, mas alterado por Michel Temer e seus aliados, após assumir a Presidência da República no golpe político-midiático-judicial.

O Brasil não pode andar para trás, ainda mais diante de uma das maiores crises econômicas do mundo. Quem sofre com isso somos nós, trabalhadoras e trabalhadores, que percebemos mês a mês a nossa remuneração definhar sistematicamente.

Não a essa política de empobrecimento da população, não a privatização da Petrobras!


Sindicato dos Urbanitários do DF

Pré-sal – não querem nosso bem, mas nossos bens

 

No sermão que pregou em Salvador, em 1640, na posse do Marques de Montalvão como vice-rei do Brasil (Sermão da Visitação de Nossa Senhora), padre Antônio Vieira usou palavras fortes, que continuam atuais mesmo tendo passado mais de três séculos e meio. 

Por José Carlos Ruy


Vieira atacou os governantes enviados pelo rei de Portugal que “não vem cá buscar nosso bem, vêm cá buscar nossos bens”. E os comparou às nuvens que se formam sobre a Bahia mas vão chover em lugares distantes: “Pois, nuvem ingrata, nuvem injusta, se na Bahia tomaste essa água, se na Bahia te encheste, porque não choves também na Bahia?”

É como se o jesuita baiano tivesse adivinhado a ação do imperialismo e de governos servis a ele; é como se tivesse pensado (e de fato pensou e, em 1665, escreveu uma história do futuro) no que aconteceria tanto tempo depois.

As palavras de Vieira continuam extremamente atuais, e próprias para descrever o servilismo e o entreguismo do governo golpista de Michel Temer, cujo caráter antinacional pode ser visto novamente na 4ª Rodada de Partilha da Produção do Pré-Sal, realizada no Rio de Janeiro nesta quinta feira (7).

O leilão foi um verdadeiro festival de entreguismo e favorecimento às empresas estrangeiras do petróleo, principalmente estadunidenses.

Foram leiloados três campos gigantes do pré-sal (um quarto campo, Itaimbezinho, não recebeu nenhuma oferta).

Quem recebeu a entrega do governo ilegítimo, intermediada pela Agência Nacional do Petroleo (ANP) foram, em proporções diferentes, as petroleiras estrangeiras Statoil (estatal norueguesa), ExxonMobil e Chevron (estadunidenses), Petrogal (portuguesa), BP (inglesa), Shell (anglo-holandesa). A Petrobrás exerceu seu direito legal e terá participação de 30% em dois dos campos leiloados; em outro, liderou o consórcio vencedor.

A mídia conservadora e o governo ilegítimo comemoraram o resultado do leilão, levantando uma discussão favorável ao valor arrecadado pelo governo (cerca de R$ 3,2 bilhões). 

É uma discussão capciosa por várias razões. Uma delas se refere à questão dos valores envolvidos.

Depois da tomada do poder pelos golpistas e da mudança da lei que regulamenta o pré-sal (pelo PLS nº 131/2015, proposto pelo tucano José Serra, que alterou de maneira prejudicial à Petrobras e aos interesses nacionais a lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, conhecida como lei de partilha do pré-sal), com essa mudança prejudicial ao Brasil os novos inquilinos do poder em Brasília esmeraram-se em atender aos interesses da grande finança brasileira e estrangeira. E das petroleiras multinacionais, cobiçosas do pré-sal brasileiro.

Depois da descoberta do pré-sal, ainda nos governos democráticos e populares de Lula e Dilma, calculou-se que a gigantesca reserva teria 12 bilhões de barris de petróleo, cuja exploração seria o passaporte do Brasil para um futuro desenvolvido e de bem estar social, com base na aplicação dos recursos por ela proporcionados em benefício dos brasileiros. A riqueza inaudita de R$ 1,2 trilhões poderia significar este progresso libertador do país e dos brasileiros. Na situação criada após a aprovação da prejudicial lei do petróleo de Temer e da súcia que o rodeia, este volume de dinheiro caiu, calcula-se, para a metade, para R$ 650 bilhões. A outra parte, cerca de R$500 bilhões, é entregue às multinacionais do petróleo. O governo entreguista criou condições tão favoráveis para as petroleiras que o custo do barril de petróleo custará para elas apenas vinte e três centavos de real, acusa a Federação Única dos Petroleiros (FUP), com base em cálculos do Dieese. Não é nem o preço de um cafezinho!

Mas esta não é a questão principal, por relevante que seja.

A questão principal é o ultraje à soberania nacional, a entrega da riqueza brasileira que enfraquece a economia do país, entrava o crescimento, o emprego, o bem estar dos brasileiros.

O pré-sal, se gerido com o objetivo de fortalecer o crescimento da economia, poderia significar um enorme financiamento do desenvolvimento nacional autônomo, através de recursos próprios extraídos das entranhas da terra brasileira – neste caso, do fundo do oceano. Uma riqueza que é brasileira, sendo um crime de lesa pátria o retorno à situação colonial descrita por  prVieira, em que estrangeiros vêm aqui buscar não nosso bem, mas nossos bens.


 *José Carlos Ruy é jornalista e escritor.

domingo, 3 de junho de 2018

A quem pertence a Petrobras?

 
Tânia Rêgo/Agência Brasil
A greve dos caminhoneiros transportou para o mundo real o debate sobre o papel da Petrobras, da compreensão estratégica do petróleo enquanto patrimônio do povo brasileiro e quem deve ser o real destinatário dos serviços gerados pelas empresas estatais.

Por Cézar Britto


Deste debate, entre placas de “pare e siga” para umas e outras análises, perguntas são ligadas, freadas ou estacionadas em locais não pavimentados por respostas sólidas. Mas todos, com raríssimos derrapes excludentes, assumindo a condição de motorista, passageiro, mecânico ou transeunte assumiram o direito de opinar sobre a nova crise gerada pelo governo plantonista. E eu sigo pela mesma estrada opinativa.

Da imensa carroceria de perguntas que acarreto para o debate, descarrego, de logo, as seguintes: A quem pertence a Petrobras e o petróleo extraído do solo brasileiro? É correto submeter os interesses do povo brasileiro ao apetite insaciável do “Mercado”? Quem lucra com os absurdos preços dos combustíveis praticados no Brasil pelo governo plantonista, ardorosamente defendidos por seu porta-voz Pedro Parente? Qual o sentido de lucro em uma atividade estatal? Qual a relação da crise com a política de desmonte, privatização e entrega do patrimônio nacional aos interesses do capital estrangeiro?

A questão da propriedade brasileira sobre o petróleo parecia ter sido resolvida quando a Petrobras foi criada pela Lei 2004, sancionada por Getúlio Vargas em 03 de outubro de 1953. Vencia-se, ali, a velha batalha do O petróleo é nosso!, iniciada quando descoberta as reservas da Bahia, no bairro soteropolitano de Lobato, ainda em 1938. A Campanha do Petróleo, unindo forças da direita e esquerda, apoiada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo, PCdoB, PTB, União Nacional dos Estudantes, militares, trabalhadores, intelectuais e nacionalistas chegara ao fim, inscrevendo que a propriedade do petróleo era um monopólio do povo brasileiro e da sua estatal Petrobras. Em palavras da época: vencida estava a proposta que pretendia entregar o petróleo aos investidores estadunidenses.

Vencida, mas não derrotada. A ganância internacional sobre o petróleo, patrocinadora de guerras, genocídios e ditaduras, não descansaria enquanto não se apossasse da Petrobras e quebrasse o monopólio conquistado em 1953. Não encontrando aliados nos autores das leis outorgadas de 1967 e 1969, tampouco nos constituintes de 1988, os entreguistas persistiram por décadas. Até que encontraram um forte aliado no então presidente Fernando Henrique Cardoso, que, aceitando a missão estrangeira, mandou esquecer a história que escrevera e, na mesma canetada, rasgou a história do seu pai Leônidas Cardoso e a de seu tio Felicíssimo Cardoso, dois dos generais nacionalistas da Campanha do Petróleo.

Da Era FHC a Emenda Constitucional 9/1995, a Lei do Petróleo n° 9.478/97 e a criação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), todas com o firme propósito de se quebrar o monopólio da Petrobras sobre o petróleo, abrindo-o para a exploração internacional. Daquele tempo, ainda, a tentativa de aniquilar a resistência nacionalista dos petroleiros, utilizando-se do Poder Judiciário, em método depois condenado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), assim resumido pelo então ministro das Minas e Energia, Raimundo Brito, em reportagem da revista Veja, edição 1.394, página 23: “O segredo dessa estratégia é semear o medo da demissão em todo mundo. Numa refinaria todos se conhecem. Se um funcionário exemplar é demitido, quem está em dúvida quanto à determinação do governo vai pensar duas vezes antes de aderir”. Estratégia também exercida, no ano 2000, na frustrada tentativa de mudar o nome da Petrobras para Petrobrax, na vã esperança de que, com um nome estrangeiro, não fosse ela mais defendida pelos brasileiros.

Não é obra do destino o então presidente da Petrobras ter integrado, em ministerial posição de destaque, a equipe econômica de Fernando Henrique Cardoso. Não é coincidência a repetição da política de desmonte da Petrobras, a venda de seus ativos e entrega do pré-sal ao capital internacional. Não se pode atribui ao acaso o ”acordo” de US$ 2,95 bilhões para encerrar ação coletiva em benefício de “investidores estrangeiros”, que corria em Nova York. Não tem outra causa a atual política de diminuir a produção nacional e aumentar a dependência brasileira através de estranhas importações estadunidenses. Não é outra a motivação de se aumentar os lucros dos “investidores internacionais” com a precificação volátil dos combustíveis, ainda que tal prática traga como consequência a destruição da economia nacional.

O petróleo deve ser compreendido como uma riqueza do país, para que se possa, com os recursos dele oriundos, retirar os nossos atrasos, os atrasos educacionais, de infraestrutura e os que provocam em muitas Nações alta concentração de renda. Em consequência, o lucro da Petrobras deveria ter como fundamento a lucratividade social do Brasil, e não o aumento das riquezas pessoais que se disfarçam em nomes sem rostos, apelidados de “mercado” e “investidores”.

A Petrobras e o petróleo devem pertencer ao povo brasileiro, como advertira o escritor Monteiro Lobato, na famosa Carta a Getúlio, em que afirmava ser um escândalo o Brasil não perfurar e não deixar que perfure. A Petrobras completará 65 anos no dia 03 de outubro de 2018, exatamente no dia em que o Brasil escolherá os seus novos governantes entre candidatos nacionalistas e entreguistas. Como se vê, a estrada ainda é longa e árdua!

Pesquisa indica vitória de Flávio Dino em 1º turno com 57% dos votos

 

Mais uma pesquisa aponta a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em primeiro turno. Desta vez, levantamento do instituto Exata, contratado pelo Jornal Pequeno, mostra que se as eleições fossem hoje o governador do Maranhão seria reeleito com 57% dos votos válidos.


 Fonte: Jornal PequenoO percentual de intenções de votos em Flávio Dino é quase o dobro da pré-candidata do MDB, Roseana Sarney, que aparece com 30%, na segunda colocação.

A seguir aparecem o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) com 6%; Maura Jorge (PSL) e Roberto Rocha (PSDB) com 3% cada um e o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) com 1% das intenções de votos.

A Exata/JP testou outro cenário em que o governador Flávio Dino cresce dois pontos percentuais e chega a 59% das intenções de votos. Roseana Sarney fica com 31%, enquanto Maura Jorge e Roberto Rocha permanecem empatados com 4% das intenções de votos. Ricardo Murad e Odívio Neto teriam 1% da cada um.

Aprovação

Segundo a pesquisa Exata/JP, o governo Flávio Dino mantém-se com uma das maiores aprovações do país. A gestão é aprovada por 62% da população, enquanto 34% não aprovam e 4% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018 e foi realizada entre os dias 25 e 30 de maio. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Portal Vermelho

quinta-feira, 31 de maio de 2018

SINDICALISTA PASSIFIQUENSE PARTICIPA DO 7º ENCONTRO SINDICAL NACIONAL DO PCDOB NO RIO DE JANEIRO!

 Foto: JOSÉ CLAUDIO - Passafiquense (Passa e Fica/RN), atuando no Movimento Sindical e Partidário (PCdoB-RJ), no Rio de Janeiro/RJ, participando do 7º Encontro Sindical Nacional do PCDOB, no Rio de Janeiro

Plenário de debates do 7º Encontro Sindical Nacional do PCdoB
Nivaldo Santana, secretário sindical nacional do PCdoB
NIVALDO SANTANA - Secretário Nacional do PCdoB
7º Encontro Sindical Nacional do PCdoB, que iniciou-se hoje (31/05) e irá até amanhã (01/06) em São Paulo, reuni aproximadamente 200 participantes, incluindo lideranças e secretários sindicais do partido. O encontro debate a conjuntura pós-golpe e tarefas dos comunistas no movimento sindical e estruturação do Partido entre os trabalhadores, informou ao Portal Vermelho Nivaldo Santana, secretário sindical nacional do PCdoB.

O dirigente fez a intervenção inicial do encontro abordando o contexto sindical. No mesmo dia, o presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato Rabelo proferiu palestra sobre a situação política do país. Amanhã sexta-feira (1), a partir das 9h, a dirigente Raimunda Gomes explanará sobre a estruturação do Partido entre os trabalhadores e em seguida haverá a intervenção de Ricardo Alemão Abreu sobre Política de Organização do PCdoB. 

Ainda na sexta, Adilson Araújo, presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) fala sobre “Sustentação do projeto estratégico da central” e Gilda Almeida intervêm sobre o fortalecimento do Centro de Estudos Sindicais. Às 16h, a pré-candidata do PCdoB à presidência da RepúblicaManuela D´Ávila participa do ato político do encontro.

Alternativa ao Brasil pós-golpe

“A luta do movimento sindical classista é para que a gente consiga reverter o golpe que tomou de assalto o país. Enfrentar a falência da política econômica e social e esse conjunto de medidas como a reforma trabalhista reacionária, a reforma sindical, a terceirização irrestrita. É importante revogar essas medidas e adotar um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”, declarou Nivaldo.

Segundo o dirigente, o encontro está sendo servido para atualizar a tática do partido para enfrentar a conjuntura e preparar os trabalhadores para as eleições de outubro. “As eleições de outubro podem reunir condições para uma viragem política do nosso país se nós conseguirmos formar um programa unitário, uma convergência programática, uma convergência política do campo de centro esquerda das forças democráticas, populares e patrióticas. Nós podemos reunir força suficiente para inaugurar uma era diferente dessa do brasil pós-golpe”, enfatizou Nivaldo.

De acordo com ele, é fundamental fortalecer a organização do PCdoB nos locais de trabalho e a unidade sindical com segmentos do movimento popular e social. “Para que os trabalhadores tenham protagonismo para enfrentar as mazelas do governo golpista é preciso que tenham clareza política. Ter um programa definido e precisa jogar um papel bastante forte na conjuntura. Lutamos por um movimento sindical politizado, organizado e sabendo dar sua cota para tirar o Brasil do atoleiro” Finalizou.

" O passifiquense, JOSÉ CLAUDIO, atual tesoureiro do SECRJ (Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro e membro do PCdoB -RJ, participa do encontro, dando assim sua parcela de contribuição aos debates ocorridos hoje e evidentemente amanhã, quando se encerra o encontro, também participará do ato político.

Zé Claudio popularmente conhecido nos confidenciou que o mesmo tem projetos para retornar a sua cidade natal, que a cidade de Passa e Fica, localizada na Região do Agreste Potiguar, com vários projetos em mente!  Vamos aguardar, lembrando que a sua presença na nossa região fortalecerá não só o movimento sindical, mas sem dúvida algunha também fortalecerá a política local e por que não dizer a regional e estadual! Só nos resta aguardar! "
Fonte: vermelho.org.br



Adaptado pelo pcdobnovacruzrn.blogspot.com

Nacão Hip Hop Brasil realiza Encontro Nacional em Belo Horizonte

 

Começa nesta quinta-feira (31) o 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil em Belo Horizonte. O evento acontece de dois em dois anos com o objetivo de debater as experiências dos integrantes do movimento neste país tão diverso.


O 5º Encontro vai até o sábado (2) e acontece em Belo Horizonte. A Nação Hip Hop Brasil visa “uma grande integração cultural, discutir experiências e vivencias que venham a fortalecer o movimento hip-hop e a rede Nação”, afirma texto de apresentação do evento.

Durante os três dias do encontro, Belo Horizonte se torna a capital nacional do hip-hop do país. Estão programadas oficinas culturais, debates, palestras, pocket shows, exposição literária e muito mais. A perspectiva é de reunir lideranças e representantes dos 14 Estados da federação onde existem núcleos de atuação do Hip Hop organizado.

Segundo os organizadores "O Encontro da Nação Hip Hop Brasil é um espaço de acolhimento, discussão e reflexão dos andamentos e demandas da nossa rede regional e nacional. Todas as ações acontecem em sinergia com a práxis da cultura Hip Hop e do movimento cultural de maior expressão das periferias brasileiras, quiçá globais, na perspectiva da estética política, cultural e social". 



Os encontros nacionais acontecem em biênios, e reúne membros da Nação Hip Hop Brasil, maior organização de Hip Hop brasileiro, vindos dos mais diversos estados de atuação, para juntos planejarem ações locais e nacionais para o próximo biênio. Além de reforçar os laços de amizade, cooperação e trocas de experiências, bem como definir de forma participativa e democrática a condução da entidade no próximo período. 

O Encontro serve ainda para que a rede busque sinergia e unidade de ação em suas bandeiras de atuação artística e social. O encontro terá os seguintes eixos temáticos: Genocídio da Juventude Negra e Periférica; Sustentabilidade e Meio Ambiente; Comunicação e Novas Mídias; Geração de Renda e Empreendedorismo; Cultura e Entretenimento; Desenvolvimento Social e Cidadania e o 1˚ Seminário da Cultura de Periferia. Os eixos definidos guardam sintonia com os 17 pontos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas. 






Confira a programação do encontro:

Dia 31 de Maio | 18h00 às 21h00 | 1º Dia de Atividade

Abertura Oficial com Credenciamento dos Participantes, no Ato do Credenciamento os participantes irão receber a programação e roteiro de todo o encontro para se organizar quanto a sua participação e logística de infraestrutura.

18:00h Boa Vinda das Delegações

Chamada oficial dos Estados Presentes no Encontro

19:30h às 21:30h Ato Institucional

Mesa com Celebridades Nacionais e Estaduais!

# Leitura do Manifesto “O grito da periferia” e eixos de atuação do 2018/2020 em MG;


Dia 01/Junho | 09:00h às 21:00h | 2º Dia de Atividade

09:00h às 12:00h Debates Temáticos

“O Hip Hop e o Espaço de Poder | Hip Hop Ação Política e Institucional”

“O Hip Hop Salva? | Hip Hop pela Transformação Social”

14:00h às 16:30h Roteiro de Oficinas/Workshop

# Ocupa/Rua + # Comunicação e Mídia + # Organização de evento

17:00h às 19:00h Intervenções Livres
Mini Ramp, Basquete de Rua, Batalha Show de B.Boys e MC’s, Pocket Shows, Live Paint.

Aperfeiçoamento Artístico / reciclagem profissional
Danças Urbanas + Rimas Protesto + Arte e Design urbanos + Produção de Beats/ Studios

18:00h às 21:00h “Palco Uma Só Nação” 

Dia 02/Junho | 09h às 17h | 3º Dia de Atividade

09:00h às 12:00h Debates Temáticos

“1˚ Seminário da Cultura de Periferia”

“Hip Hop, gênero e resistência negra”

“Que Hip Hop queremos?” caminhos e ações, 2018/2020.

14:00h às 16:30h Roteiro de Oficinas/Workshop

# Geração de Renda e empreendedorismo + # Formas de enfrentamento ao genocídio + Hip Hop, Gênero e Resistência Negra

17:00h às 18:00h Intervenções Livres
Mini Ramp, Basquete de Rua, Batalha Show de B.Boys e MC’s, Pocket Shows, Live Paint.

18:00 # Plenária de encerramento e composição da nova direção nacional

18:00h às 21:00h “Palco Uma Só Nação” 


Obs.: Espaços de Convivência | Durante Todo o Encontro na área externa geral do Espaço será utilizada para integração social e cultural dos participantes com atividades de Recreação e Lazer para o público infantil, com atividades de artes circenses, livros, brinquedos e música. No Espaço de Entrada Durante o Evento será realizada uma exposição de Livros e Materiais Literários que abordam a temática Hip Hop e a Literatura Marginal.


Do Portal Vermelho com informação da Nação Hip Hop e da CTB