ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

domingo, 3 de junho de 2018

A quem pertence a Petrobras?

 
Tânia Rêgo/Agência Brasil
A greve dos caminhoneiros transportou para o mundo real o debate sobre o papel da Petrobras, da compreensão estratégica do petróleo enquanto patrimônio do povo brasileiro e quem deve ser o real destinatário dos serviços gerados pelas empresas estatais.

Por Cézar Britto


Deste debate, entre placas de “pare e siga” para umas e outras análises, perguntas são ligadas, freadas ou estacionadas em locais não pavimentados por respostas sólidas. Mas todos, com raríssimos derrapes excludentes, assumindo a condição de motorista, passageiro, mecânico ou transeunte assumiram o direito de opinar sobre a nova crise gerada pelo governo plantonista. E eu sigo pela mesma estrada opinativa.

Da imensa carroceria de perguntas que acarreto para o debate, descarrego, de logo, as seguintes: A quem pertence a Petrobras e o petróleo extraído do solo brasileiro? É correto submeter os interesses do povo brasileiro ao apetite insaciável do “Mercado”? Quem lucra com os absurdos preços dos combustíveis praticados no Brasil pelo governo plantonista, ardorosamente defendidos por seu porta-voz Pedro Parente? Qual o sentido de lucro em uma atividade estatal? Qual a relação da crise com a política de desmonte, privatização e entrega do patrimônio nacional aos interesses do capital estrangeiro?

A questão da propriedade brasileira sobre o petróleo parecia ter sido resolvida quando a Petrobras foi criada pela Lei 2004, sancionada por Getúlio Vargas em 03 de outubro de 1953. Vencia-se, ali, a velha batalha do O petróleo é nosso!, iniciada quando descoberta as reservas da Bahia, no bairro soteropolitano de Lobato, ainda em 1938. A Campanha do Petróleo, unindo forças da direita e esquerda, apoiada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo, PCdoB, PTB, União Nacional dos Estudantes, militares, trabalhadores, intelectuais e nacionalistas chegara ao fim, inscrevendo que a propriedade do petróleo era um monopólio do povo brasileiro e da sua estatal Petrobras. Em palavras da época: vencida estava a proposta que pretendia entregar o petróleo aos investidores estadunidenses.

Vencida, mas não derrotada. A ganância internacional sobre o petróleo, patrocinadora de guerras, genocídios e ditaduras, não descansaria enquanto não se apossasse da Petrobras e quebrasse o monopólio conquistado em 1953. Não encontrando aliados nos autores das leis outorgadas de 1967 e 1969, tampouco nos constituintes de 1988, os entreguistas persistiram por décadas. Até que encontraram um forte aliado no então presidente Fernando Henrique Cardoso, que, aceitando a missão estrangeira, mandou esquecer a história que escrevera e, na mesma canetada, rasgou a história do seu pai Leônidas Cardoso e a de seu tio Felicíssimo Cardoso, dois dos generais nacionalistas da Campanha do Petróleo.

Da Era FHC a Emenda Constitucional 9/1995, a Lei do Petróleo n° 9.478/97 e a criação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), todas com o firme propósito de se quebrar o monopólio da Petrobras sobre o petróleo, abrindo-o para a exploração internacional. Daquele tempo, ainda, a tentativa de aniquilar a resistência nacionalista dos petroleiros, utilizando-se do Poder Judiciário, em método depois condenado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), assim resumido pelo então ministro das Minas e Energia, Raimundo Brito, em reportagem da revista Veja, edição 1.394, página 23: “O segredo dessa estratégia é semear o medo da demissão em todo mundo. Numa refinaria todos se conhecem. Se um funcionário exemplar é demitido, quem está em dúvida quanto à determinação do governo vai pensar duas vezes antes de aderir”. Estratégia também exercida, no ano 2000, na frustrada tentativa de mudar o nome da Petrobras para Petrobrax, na vã esperança de que, com um nome estrangeiro, não fosse ela mais defendida pelos brasileiros.

Não é obra do destino o então presidente da Petrobras ter integrado, em ministerial posição de destaque, a equipe econômica de Fernando Henrique Cardoso. Não é coincidência a repetição da política de desmonte da Petrobras, a venda de seus ativos e entrega do pré-sal ao capital internacional. Não se pode atribui ao acaso o ”acordo” de US$ 2,95 bilhões para encerrar ação coletiva em benefício de “investidores estrangeiros”, que corria em Nova York. Não tem outra causa a atual política de diminuir a produção nacional e aumentar a dependência brasileira através de estranhas importações estadunidenses. Não é outra a motivação de se aumentar os lucros dos “investidores internacionais” com a precificação volátil dos combustíveis, ainda que tal prática traga como consequência a destruição da economia nacional.

O petróleo deve ser compreendido como uma riqueza do país, para que se possa, com os recursos dele oriundos, retirar os nossos atrasos, os atrasos educacionais, de infraestrutura e os que provocam em muitas Nações alta concentração de renda. Em consequência, o lucro da Petrobras deveria ter como fundamento a lucratividade social do Brasil, e não o aumento das riquezas pessoais que se disfarçam em nomes sem rostos, apelidados de “mercado” e “investidores”.

A Petrobras e o petróleo devem pertencer ao povo brasileiro, como advertira o escritor Monteiro Lobato, na famosa Carta a Getúlio, em que afirmava ser um escândalo o Brasil não perfurar e não deixar que perfure. A Petrobras completará 65 anos no dia 03 de outubro de 2018, exatamente no dia em que o Brasil escolherá os seus novos governantes entre candidatos nacionalistas e entreguistas. Como se vê, a estrada ainda é longa e árdua!

Pesquisa indica vitória de Flávio Dino em 1º turno com 57% dos votos

 

Mais uma pesquisa aponta a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em primeiro turno. Desta vez, levantamento do instituto Exata, contratado pelo Jornal Pequeno, mostra que se as eleições fossem hoje o governador do Maranhão seria reeleito com 57% dos votos válidos.


 Fonte: Jornal PequenoO percentual de intenções de votos em Flávio Dino é quase o dobro da pré-candidata do MDB, Roseana Sarney, que aparece com 30%, na segunda colocação.

A seguir aparecem o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) com 6%; Maura Jorge (PSL) e Roberto Rocha (PSDB) com 3% cada um e o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) com 1% das intenções de votos.

A Exata/JP testou outro cenário em que o governador Flávio Dino cresce dois pontos percentuais e chega a 59% das intenções de votos. Roseana Sarney fica com 31%, enquanto Maura Jorge e Roberto Rocha permanecem empatados com 4% das intenções de votos. Ricardo Murad e Odívio Neto teriam 1% da cada um.

Aprovação

Segundo a pesquisa Exata/JP, o governo Flávio Dino mantém-se com uma das maiores aprovações do país. A gestão é aprovada por 62% da população, enquanto 34% não aprovam e 4% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018 e foi realizada entre os dias 25 e 30 de maio. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Portal Vermelho

quinta-feira, 31 de maio de 2018

SINDICALISTA PASSIFIQUENSE PARTICIPA DO 7º ENCONTRO SINDICAL NACIONAL DO PCDOB NO RIO DE JANEIRO!

 Foto: JOSÉ CLAUDIO - Passafiquense (Passa e Fica/RN), atuando no Movimento Sindical e Partidário (PCdoB-RJ), no Rio de Janeiro/RJ, participando do 7º Encontro Sindical Nacional do PCDOB, no Rio de Janeiro

Plenário de debates do 7º Encontro Sindical Nacional do PCdoB
Nivaldo Santana, secretário sindical nacional do PCdoB
NIVALDO SANTANA - Secretário Nacional do PCdoB
7º Encontro Sindical Nacional do PCdoB, que iniciou-se hoje (31/05) e irá até amanhã (01/06) em São Paulo, reuni aproximadamente 200 participantes, incluindo lideranças e secretários sindicais do partido. O encontro debate a conjuntura pós-golpe e tarefas dos comunistas no movimento sindical e estruturação do Partido entre os trabalhadores, informou ao Portal Vermelho Nivaldo Santana, secretário sindical nacional do PCdoB.

O dirigente fez a intervenção inicial do encontro abordando o contexto sindical. No mesmo dia, o presidente da Fundação Maurício Grabois, Renato Rabelo proferiu palestra sobre a situação política do país. Amanhã sexta-feira (1), a partir das 9h, a dirigente Raimunda Gomes explanará sobre a estruturação do Partido entre os trabalhadores e em seguida haverá a intervenção de Ricardo Alemão Abreu sobre Política de Organização do PCdoB. 

Ainda na sexta, Adilson Araújo, presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) fala sobre “Sustentação do projeto estratégico da central” e Gilda Almeida intervêm sobre o fortalecimento do Centro de Estudos Sindicais. Às 16h, a pré-candidata do PCdoB à presidência da RepúblicaManuela D´Ávila participa do ato político do encontro.

Alternativa ao Brasil pós-golpe

“A luta do movimento sindical classista é para que a gente consiga reverter o golpe que tomou de assalto o país. Enfrentar a falência da política econômica e social e esse conjunto de medidas como a reforma trabalhista reacionária, a reforma sindical, a terceirização irrestrita. É importante revogar essas medidas e adotar um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”, declarou Nivaldo.

Segundo o dirigente, o encontro está sendo servido para atualizar a tática do partido para enfrentar a conjuntura e preparar os trabalhadores para as eleições de outubro. “As eleições de outubro podem reunir condições para uma viragem política do nosso país se nós conseguirmos formar um programa unitário, uma convergência programática, uma convergência política do campo de centro esquerda das forças democráticas, populares e patrióticas. Nós podemos reunir força suficiente para inaugurar uma era diferente dessa do brasil pós-golpe”, enfatizou Nivaldo.

De acordo com ele, é fundamental fortalecer a organização do PCdoB nos locais de trabalho e a unidade sindical com segmentos do movimento popular e social. “Para que os trabalhadores tenham protagonismo para enfrentar as mazelas do governo golpista é preciso que tenham clareza política. Ter um programa definido e precisa jogar um papel bastante forte na conjuntura. Lutamos por um movimento sindical politizado, organizado e sabendo dar sua cota para tirar o Brasil do atoleiro” Finalizou.

" O passifiquense, JOSÉ CLAUDIO, atual tesoureiro do SECRJ (Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro e membro do PCdoB -RJ, participa do encontro, dando assim sua parcela de contribuição aos debates ocorridos hoje e evidentemente amanhã, quando se encerra o encontro, também participará do ato político.

Zé Claudio popularmente conhecido nos confidenciou que o mesmo tem projetos para retornar a sua cidade natal, que a cidade de Passa e Fica, localizada na Região do Agreste Potiguar, com vários projetos em mente!  Vamos aguardar, lembrando que a sua presença na nossa região fortalecerá não só o movimento sindical, mas sem dúvida algunha também fortalecerá a política local e por que não dizer a regional e estadual! Só nos resta aguardar! "
Fonte: vermelho.org.br



Adaptado pelo pcdobnovacruzrn.blogspot.com

Nacão Hip Hop Brasil realiza Encontro Nacional em Belo Horizonte

 

Começa nesta quinta-feira (31) o 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil em Belo Horizonte. O evento acontece de dois em dois anos com o objetivo de debater as experiências dos integrantes do movimento neste país tão diverso.


O 5º Encontro vai até o sábado (2) e acontece em Belo Horizonte. A Nação Hip Hop Brasil visa “uma grande integração cultural, discutir experiências e vivencias que venham a fortalecer o movimento hip-hop e a rede Nação”, afirma texto de apresentação do evento.

Durante os três dias do encontro, Belo Horizonte se torna a capital nacional do hip-hop do país. Estão programadas oficinas culturais, debates, palestras, pocket shows, exposição literária e muito mais. A perspectiva é de reunir lideranças e representantes dos 14 Estados da federação onde existem núcleos de atuação do Hip Hop organizado.

Segundo os organizadores "O Encontro da Nação Hip Hop Brasil é um espaço de acolhimento, discussão e reflexão dos andamentos e demandas da nossa rede regional e nacional. Todas as ações acontecem em sinergia com a práxis da cultura Hip Hop e do movimento cultural de maior expressão das periferias brasileiras, quiçá globais, na perspectiva da estética política, cultural e social". 



Os encontros nacionais acontecem em biênios, e reúne membros da Nação Hip Hop Brasil, maior organização de Hip Hop brasileiro, vindos dos mais diversos estados de atuação, para juntos planejarem ações locais e nacionais para o próximo biênio. Além de reforçar os laços de amizade, cooperação e trocas de experiências, bem como definir de forma participativa e democrática a condução da entidade no próximo período. 

O Encontro serve ainda para que a rede busque sinergia e unidade de ação em suas bandeiras de atuação artística e social. O encontro terá os seguintes eixos temáticos: Genocídio da Juventude Negra e Periférica; Sustentabilidade e Meio Ambiente; Comunicação e Novas Mídias; Geração de Renda e Empreendedorismo; Cultura e Entretenimento; Desenvolvimento Social e Cidadania e o 1˚ Seminário da Cultura de Periferia. Os eixos definidos guardam sintonia com os 17 pontos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas. 






Confira a programação do encontro:

Dia 31 de Maio | 18h00 às 21h00 | 1º Dia de Atividade

Abertura Oficial com Credenciamento dos Participantes, no Ato do Credenciamento os participantes irão receber a programação e roteiro de todo o encontro para se organizar quanto a sua participação e logística de infraestrutura.

18:00h Boa Vinda das Delegações

Chamada oficial dos Estados Presentes no Encontro

19:30h às 21:30h Ato Institucional

Mesa com Celebridades Nacionais e Estaduais!

# Leitura do Manifesto “O grito da periferia” e eixos de atuação do 2018/2020 em MG;


Dia 01/Junho | 09:00h às 21:00h | 2º Dia de Atividade

09:00h às 12:00h Debates Temáticos

“O Hip Hop e o Espaço de Poder | Hip Hop Ação Política e Institucional”

“O Hip Hop Salva? | Hip Hop pela Transformação Social”

14:00h às 16:30h Roteiro de Oficinas/Workshop

# Ocupa/Rua + # Comunicação e Mídia + # Organização de evento

17:00h às 19:00h Intervenções Livres
Mini Ramp, Basquete de Rua, Batalha Show de B.Boys e MC’s, Pocket Shows, Live Paint.

Aperfeiçoamento Artístico / reciclagem profissional
Danças Urbanas + Rimas Protesto + Arte e Design urbanos + Produção de Beats/ Studios

18:00h às 21:00h “Palco Uma Só Nação” 

Dia 02/Junho | 09h às 17h | 3º Dia de Atividade

09:00h às 12:00h Debates Temáticos

“1˚ Seminário da Cultura de Periferia”

“Hip Hop, gênero e resistência negra”

“Que Hip Hop queremos?” caminhos e ações, 2018/2020.

14:00h às 16:30h Roteiro de Oficinas/Workshop

# Geração de Renda e empreendedorismo + # Formas de enfrentamento ao genocídio + Hip Hop, Gênero e Resistência Negra

17:00h às 18:00h Intervenções Livres
Mini Ramp, Basquete de Rua, Batalha Show de B.Boys e MC’s, Pocket Shows, Live Paint.

18:00 # Plenária de encerramento e composição da nova direção nacional

18:00h às 21:00h “Palco Uma Só Nação” 


Obs.: Espaços de Convivência | Durante Todo o Encontro na área externa geral do Espaço será utilizada para integração social e cultural dos participantes com atividades de Recreação e Lazer para o público infantil, com atividades de artes circenses, livros, brinquedos e música. No Espaço de Entrada Durante o Evento será realizada uma exposição de Livros e Materiais Literários que abordam a temática Hip Hop e a Literatura Marginal.


Do Portal Vermelho com informação da Nação Hip Hop e da CTB

domingo, 27 de maio de 2018

Unidade contra o fascismo, em defesa da Democracia – Por Ergon Cugler

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A construção da unidade em torno da democracia para combater o discurso de ódio que se alastra na sociedade através de falsos salvadores da pátria
O assassinato da vereadora Marielle Franco foi fator determinante para despertar olhares em torno do momento trágico que chegamos perante a fragilidade da democracia. Na semana seguinte, foram 5 jovens ligados à UJS e membros da Nação Hip Hop executados em condomínio de “Minha casa, minha vida” em Maricá, RJ. Mais recente, o grave tiroteio à caravana de Lula que passava pelo Paraná.
O ponto é que agora estão em ameaça não apenas avanços sociais ou a garantia de direitos básicos e condições para a retomada do desenvolvimento econômico de nosso país, mas a própria democracia como a conhecemos. Pois não são fatores isolados, muito menos meras coincidências, mas reflexo de discurso perigoso que cresce no seio da sociedade.
Aliás, o estado de exceção tornou-se evidente. Onde antes se configurava em pautas-bomba no congresso e percorreu caminho de forte ataque aos movimentos sociais, sendo através de repressões em manifestações ou mesmo alterações na legislação, hoje caminha para a aniquilação física daqueles que se organizam na disputa do projeto de país.
O ódio que se alastra pela sociedade através de discursos fascistas tem se materializado em chacina através, incluso, de grupos paramilitares que se organizam em contramão da democracia, cuja qual nos foi tão cara construir. Este há de ser combatido diariamente, mas requer centralidade na ação, pois com fascismo não se brinca, jamais.
Preocupa o esfacelamento das instituições, que por consequência, ao mesmo tempo, fortalece tais grupos ditos independentes no imaginário de uma sociedade cada vez mais cansada da política. Eis que, nos cabe compreensão, pois aos que diariamente atacam o caminho da política, apenas fortalecem tais grupos e seu crescimento enquanto salvadores da pátria.
Apesar das diferenças de projeto de país, mais do que nunca nos é necessário garantir uma frente democrática antifascista, que cumpra tal papel de denúncia e fortaleça a garantia das eleições de 2018, a qual, tendo em vista cenário caótico, segue cada vez mais ameaçada.
É necessária postura energética, pois há vidas em jogo. Irresponsabilidade eleitoreira, como a de Alckmin sobre o tiroteio afirmando que “o PT colhe o que planta”, deve ser exposta como tal, pois apenas legitima ações radicais de bandidos que ferem nossa democracia.
Por fim, a frente ampla se culmina em unidade democrática e esta deve ser construída pelo conjunto daqueles que se colocarem à disposição de combater o fascismo, pois o isolamento proporcionado por pequenas vaidades e diferenças pontuais é a cartada final daqueles que buscam consolidar o golpe que se enraíza no país e no prato vazio do povo brasileiro.
Fonte: UJS

Manuela d'Ávila: "Estão destruindo o país com uma velocidade avassaladora"

 
Foto: Vitor Vogel

"Temos de criar pontes entre o nosso campo político. Precisamos ter calma para dialogar", disse a pré-candidata à Presidência Manuela d´Ávila (PCdoB), em evento promovido na tarde da última sexta-feira (25) pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo.


Para ela, é o momento de discutir unidade em torno de um programa que preveja fortalecimento do Estado. "Esses caras estão destruindo o país com uma velocidade avassaladora. É preciso barrar com velocidade os planos da turma de lá. A vitória eleitoral é o caminho que temos hoje", afirmou.

A deputada estadual gaúcha reafirmou o direito de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – a quem chamou de "preso político" – concorrer este ano. Mas, acrescentou, respondendo a uma pergunta da plateia, que é direito do PCdoB apresentar sua própria candidatura. "A história vai mostrando onde a gente está."

Um pouco antes, o presidente da CTB, Adilson Araújo, havia falado sobre esse tema. "Vamos lutar para que o presidente Lula tenho o direito de ser candidato. O centro da disputa política exige um projeto. Nós acreditamos que a Manuela pode defender esse projeto. Temos posição clara. Vamos fazer todo o esforço para unir a esquerda", disse o sindicalista. Um programa que se contraponha ao atual – para Adilson, "a ruptura democrática (representada pelo impeachment de Dilma Rousseff) deu curso a uma nova agenda, ultraliberal".

O atual governo não tem compromisso com o país e nem com a população, comanda um projeto anti-nacional, disse Manuela, citando inicialmente a Petrobras e defendendo a "recomposição" da capacidade de investimento do Estado, inclusive como impulsionador do investimento privado. "Qual a razão de termos uma empresa como a Petrobras se ela não está altamente conectada com um projeto de desenvolvimento?", questionou. "Nesse debate também entra a questão dos bancos públicos."

Quem fala em redução do papel do Estado, acrescentou Manuela, defende na verdade um "Estado pequeno para o povo, mas generoso com os ricos". A pré-candidata se manifestou pela revogação da Emenda Constitucional 95, de teto dos gastos públicos, e da Lei 13.467, de "reforma" trabalhista. "Se não garantirmos direitos aos trabalhadores, de que serve o crescimento do país?"

A deputada citou ainda a política de valorização do salário mínimo, cuja validade termina em 2019. "Eu também acredito que a gente deva discutir a redução da jornada de trabalho. Isso tem impacto na geração de emprego."

Caminhoneiros

Sobre a Petrobras, ela afirmou que a empresa enfrentou problemas, mas enfatizou a política desenvolvida pela estatal nos anos anteriores ao do atual governo. "Não caio no papo de dizer que a Petrobras foi um desastre no último período. Houve desvios, mas a Petrobras fez parte de um bom período que a gente viveu", afirmou Manuela, que ironizou o atual presidente da empresa, Pedro Parente: era o "ministro do apagão" no governo Fernando Henrique e agora se torna um dos responsáveis pela crise de desabastecimento no país, em consequência da greve dos caminhoneiros. Em breve, emendou, ele "vai pedir música no Fantástico", referência ao programa da TV Globo que dá essa opção aos jogadores que fazem três gols em uma partida.

Em relação à crise atual, Manuela considera mais um sinal de "falta de legitimidade" do governo. "Qual a capacidade de interlocução que eles têm?", questionou. Para ela, convocar o Exército contra os caminhoneiros "é botar lenha na fogueira, agravar a crise".


Fonte: Rede Brasil Atual

sexta-feira, 25 de maio de 2018

ENCONTRO DE POLÍTICAS CULTURAIS DO CPC/RN ATINGIRAM SEUS OBJETIVOS, CONFIRAM!

No encerramento todos os participantes receberam CERTIFICAÇÃO do evento
 Foto 1: Pte da Câmara de Nova Cruz, José Evaldo Barbosa na Abertura do EPC do CPC/RN e foto 2: Eduardo Vasconcelos - Pte do CPC/RN, falando da importância do engajamento de todos na luta pela cultura e na defesa dos nosso irmãos índios e negros.
 Prof JOÃO MARIA CAMPOS na abertura do evento e na sala de mídia palestrando para os participantes
 Entrega de brindes após sorteios entre os participantes - diretor do CPC, Washington a participante sorteada
Foto e 1 e 2: Professor Francinaldo Soares e Allan recebendo das mãos dos palestrantes, Verônica e Ivanildo Silva mais um brinde do CPC/RN.
Participantes sorteadas recebendo das mãos do Eduardo Vasconcelos e da palestrante, Verônica Silva mais brindes sorteados
 Os palestrantes/professores: IVANILDO SILVA, VERÔNICA SILVA e JOÃO MARIA CAMPOS, deram literalmente uma aula de conhecimento sobre os nossos irmãos negros e índios.
 Dos trinta convidados, apareceram 25, que participaram ativamente dos debates
 Professores Ivanildo e Verônica Silva
Professora e palestrante, VERÔNICA SILVA

Na abertura do encontro foi cantado por todos os presentes o "HINO "Pra não dizer que falei das FLORES!"

O Encontro de Políticas Públicas Culturais do CPC/RN, realizado hoje (25) no IFRN de Nova Cruz/RN, atingiram suas expectativas, pois dos 30 (trinta) convidados compareceram 25 (vinte e cinco), mas o nível do debate altamente elevado culminou com o sucesso.  Lembrando que vários municípios que iam participar, justificaram a não vinda antecipadamente por causa da greve dos caminhoneiros, que causou a falta de combustível em vários postos, inclusive em alguns interiores do Estado.

Tirando isso o sucesso do encontro foi total. Os temas abordados pelos palestrantes foram além das Políticas Culturais, abordaram as origens e importância dos nossos irmãos negros e índios, além da conjuntura atual. 

A mesa oficial foi composta por Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC/RN; José Evaldo Barbosa, presidente da Câmara de Vereadores de Nova Cruz. Allan Dantas, representando o diretor geral do Campus do IFRN de Nova Cruz e João Maria Campos, dirigente do SINTE/RN.O cerimonial ficou a cargo do radialista e professor, Claudio Pereira de Lima.

No final ouve sorteios entre os participantes, agenda para os meses de julho, agosto e novembro do ano em curso, entrega dos certificados e aprovação de eventos para os meses de julho a dezembro do ano em curso. Sendo o próximo evento será na cidade de Baía Formosa (litoral sul) e Natal. Datas a serem definidas em reunião da direção do CPC/RN.

Entidades participantes: CPC/RN, SINTE - Nova Cruz, STRAF-Nova Cruz, Conselho Tutelar de Nova Cruz, Universitários/as da UFRN e UNOPAR.

Apoio: SINTEST/RN, SINTE/RN, SINAI/RN, STRAF-NOVA CRUZ, Rádios Agreste FM e, ADURN, APURN, SINDHOLEIROS/RN, CTB/RN, SENALBA/RN, ADUERN, SINTE - REGIONAL DE NOVA CRUZ, SINTRAMACOMM, IFRN Campus de Nova Cruz,IFRN da Salgado Filho-Natal, UEE/RN, DCEs da UFRN e UERN, PMNC, Secretarias Municipais de Nova Cruz: Educação, Saúde, Administração, Assistência Social, SEBRAE - Nova Cruz, Gráfica Princesa do Agreste,entre outros/as.

Fotos/créditos de Iris, Claudio Lima, Daniele e Eduardo Vasconcelos.