ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Temer pedala usando FGTS para garantir votos para Previdência



E manobrar é o verbo mais conjugado desse governo quando o assunto é votação. Depois de engavetar duas denúncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, usando mais de R$ 2 bilhões em emendas parlamentares, o governo agora partiu para a pedalada fiscal. 

Diferentemente do governo Dilma Roussef, que utilizou empréstimos junto a banco público para pagar programas sociais, Temer sancionou lei que permite à Caixa tomar emprestados R$ 15 bilhões do FGTS – dinheiro do trabalhador – para ampliar a concessão de crédito do banco.

Vale lembrar que o Ministério Público Federal (MPF) concluiu que os empréstimos feitos pelo governo Dilma não configuram crimes e decidiu pelo arquivamento da investigação aberta para apurar possível infração penal.

Agora com Temer, os créditos disponibilizados pela Caixa têm sido usados pelo Planalto como moeda de troca junto a governos estaduais e municipais para coagir parlamentares indecisos ou contrários à reforma da Previdência por conta da impopularidade da proposta.

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (PMDB-MS), confessou que estava condicionando a aprovação de financiamento da Caixa solicitado por governadores e prefeitos a votos das bancadas em favor da reforma.

Além de criminosa, a manobra revela que a economia está em situação dramática. Com um rombo fiscal estabelecido como meta de R$ 159 bilhões de deficit, o governo não tem como garantir o recursos aos estados, já que se fizesse o rombo fiscal seria ainda maior do que o previsto. Então resolveu abocanhar os recursos do FGTS, que é a única segurança do trabalhador em tempo de desemprego em alta.

Apesar da medida ter sido aprovada pelo Congresso (em tempo recorde de sete dias), a manobra tem todas as características de pedalada fiscal. O Tribunal de Contas da União (TCU) ainda vai analisar a manobra.

Regra de ouro

Mas o governo tenta se garantir ao propor uma emenda que altera a chamada “regra de ouro” da responsabilidade fiscal. Trata-se do princípio estabelecido no inciso III do artigo 167 da Constituição, que determina que o governo não pode tomar dinheiro emprestado para pagar suas despesas do dia a dia, apenas para honrar dívidas e fazer investimentos.

De acordo com a Constituição, o total emprestado pelo governo na rubrica “endividamento” deve ser inferior à soma da rubrica “despesas de capital”. Mas a equipe econômica e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, estão empenhados em mexer nessa regra para autorizar o governo a emitir dívida para pagar despesas correntes, empurrando a conta para os futuros governos.

Significa dizer que, além de impor o ajuste fiscal com o congelamento de investimentos por 20 anos – afetando principalmente saúde e educação –, o governo quer repassar o rombo nas contas para frente. Um completo desastre que compromete a economia e o desenvolvimento social do país.

A proposta é um verdadeiro escândalo. Se o impeachment foi aprovado com base na tese de pedalada fiscal, o que diriam se a presidenta eleita tivesse proposto tal medida? Qual seria o tamanho do pato inflável da Fiesp?

Em entrevista ao Valor Econômico, o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, disse que é preciso mudar a Constituição para eliminar a regra porque o “texto da Constituição é incompleto”.

“O problema é que você não pode fazer o orçamento prevendo o descumprimento. Ela só prevê o caso de se houver problema durante a execução”, disse. 

Segundo ele, diante da impossibilidade de cumprimento do dispositivo em 2019, o governo quer criar uma regra “transitória, condicionada a restrições orçamentárias”, como corte de despesas obrigatórias, nos moldes do teto de gastos. “Precisamos preparar a legislação para que o próximo governo, ao assumir, não tenha um colapso derivado da regra de ouro”, disse.

A verdade é que o governo não tem de onde tirar dinheiro para cumprir a lei de responsabilidade e quer mudá-la para impedir o impeachment. A proposta, feita pelo deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ), já tramita na Câmara e prevê a suspensão da regra de ouro durante a vigência do teto para gastos públicos, até 2026.

Todo esse esforço para aprovar a reforma não deve resultar em votos, já que a proposta de mudar a regra de ouro só aumentou o descrédito do governo quanto à sua política econômica.


Do Portal Vermelho, com informações de agências

PROGRAMA A VOZ DO TRABALHADOR - STRAF-NOVA CRUZ - FM CURIMATAÚ - NOVA CRUZ/RN

Foto NEGÃO
Radialista, Eduardo Vasconcelos (esquerda) ao de Edmilson Gomes (Negão)
Na cabine da FM Curimataú - 103.5 - Nova Cruz/RN - Programa "A Voz do Trabalhador

Primeiro Programa do ano A Vos do Trabalhador, promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Agricultores/as Familiares de Nova Cruz/RN, foi mais uma vez líder de audiência.

O Programa que vai ao AR todos os sábados as 11 horas pelas ondas da FM CURIMATAÚ - 103.5 - Nova Cruz/RN, coordenador pelo radialista, EDUARDO VASCONCELOS e Edmilson Gomes da Silva (Negão), atual presidente do STRAF.  No programa de sábado (8) foram abordados vários temas, entre eles a importante reunião que irá ocorrer na próxima QUINTA-FEIRA (11) pela manhã na sede do sindicato com presidentes de associações comunitárias, EMATER, BNB, PREVIDÊNCIA SOCIAL, Prefeitura de Nova Cruz/RN, Conselho Municipal do Desenvolvimento Sustentável - CMDS de Nova Cruz, FETARN e demais entidades ligadas ao homem do campo, onde elaborarão uma AGENDA de atividades nas comunidades rurais e urbana, como também levantar as demandas de cada comunidade para que juntos com o sindicato procurar realizar ou mesmo concretizar as demandas, como CISTERNAS, SEMENTES, entre outras.

Será um momento também importante para os agricultores tirarem suas dúvidas com relação a aposentadoria, empréstimos e programas dos governos federal, estadual e municipal.

Outro aspecto que será discutidos sem dúvida nenhuma serão as Reformas Trabalhista e a da Previdência Social.

Portanto o STRAF,a través de seu presidente, "Negão" CONVIDA mais uma vez a todos e a todas que que são lideranças no CAMPO, na CIDADE e instituições ligadas a agricultoras a se fazerem presentes a reunião. PRÓXIMA QUINTA-FEIRA (11), ás 9 horas na sede do sindicato (STRAF), Rua 13 de maio, 94 - Centro - NOVA CRUZ/RN.

Você agricultor/a fique sintonizados no Programa A VOZ DO ESTUDANTE, todos os SÁBADOS, ás 11h, Na Rádio CURIMATAÚ FM - 103,5 - Sua arma de defesa e de informação!

domingo, 7 de janeiro de 2018

"Um ato impensado ou segunda intenções?" - Chefe de Gabinete do presidente do TRF-4 milita por prisão de Lula

 



Thompson Flores, como se sabe, é o desembargador que endossou, sem ler, a peça de acusação produzida por Sergio Moro juiz de piso.

Daniela assumiu a vaga deixada por Denize Magliorim Rossi, como atesta a foto do Ato nº 316, de 20 de junho de 2017, do Diário da Justiça Federal da 4ª Região, que sacramenta a posse. Assina o presidente do TRF-4. Antes disso, ela era Diretora ligada a Protocolo.

Mas a servidora do TRF-4 tem uma ação a ser questionada: ela assina e pede ajuda para uma petição pela prisão de Luiz Inácio Lula da Silva, num manifesto que em 3 de janeiro, tinha 234 pessoas (contando com ela) subscritas. Ela pede ajuda para que o TRF-4, onde ela trabalha como chefe de gabinete do presidente Thompson Flores, julgue pela prisão.

A servidora pede outras coisas em seu Facebook, como um ano novo em que o amor pelo próximo seja uma constante no viver e na jornada, mas não se furta a endossar uma prisão que ainda está em julgamento, como a do ex-presidente.

Ah, ela pede também o impeachment de Gilmar Mendes. 



 Fonte: GGN
Com Portal Vermelho

Movimentos sociais se concentram em Porto Alegre em defesa de Lula

Divulgação
As atividades em defesa da candidatura de Lula começam no dia 23 de janeiro
As atividades em defesa da candidatura de Lula começam no dia 23 de janeiro


A concentração na data se deve pela avaliação de que o julgamento no TRF-4 começará às oito horas da manhã e deve ser concluído logo após o almoço. Por isso, a orientação da Frente Brasil Popular é que as caravanas devem chegar no dia 23 e permanecer até o posterior.

O ano começou com agitação e combatividade em torno da campanha em Defesa do Direito de Lula ser candidato. Já foram realizadas dezenas de reuniões, coletivas de imprensa, atos e atividades que têm como objetivo ampliar a mobilização que marcará o dia do julgamento.

Cadê as Provas?

Nesta segunda-feira (8), será lançada a campanha Cadê as Provas para demonstrar que não há nenhuma prova contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lançamento de Comitês em Defesa do Direito de Lula ser Candidato

No dia 13 de janeiro, em todo o país, acontecerão atividades e lançamentos dos comitês em defesa da candidatura de Lula. O objetivo principal é ampliar a organização e discutir um calendário de atividades sobre o tema.

Veja a programação completa:
13/01

Dia Nacional de Mobilização em defesa da Democracia e do Direito de Lula ser candidato
18h - Encontro Regional de Mobilização em Palmeira das Missões

20/01

Início do Acampamento dos Movimento Sociais

22/01

Encontro de Juristas em Defesa do Lula
Conferência Internacional dos Partidos de Esquerda

23/01

Conferência Internacional dos Partidos de Esquerda
Manhã - Encontro de Mulheres com Dilma Rousseff e Eleonora Menicucci

Local: Teatro Dante Barone - Assembleia Legislativa do RS

Tarde - Encontro do Fórum Social Mundial

Local: Teatro Dante Barone - Assembleia Legislativa do RS

18h - Marcha em defesa da democracia e do direito de Lula ser candidato

Noite - Início da vigília



Fonte: Frente Brasil Popular

sábado, 6 de janeiro de 2018

Flávio Dino: Coronelismo maranhense sempre governou para poucos

Reprodução
  


Durante essas décadas no poder, o coronelismo maranhense jamais criou as condições para a nossa educação se desenvolver. E agora reclamam de pobreza. Basta ver que me entregaram IDEB de 2,8 e em queda. Um escândalo.

Sempre governaram para poucos. Para os que têm sobrenome Sarney/Murad/Lobão. Sempre vetaram e perseguiram quem pensava diferente. Nunca usaram o poder federal em favor dos 99% da população que tanto precisam de políticas públicas.

A maior política de combate à pobreza está na educação. Temos ações desde a educação infantil à pós-graduação. Já fizemos obras de manutenção, reforma ou construção em 700 Escolas. E atualmente temos um IDEB em crescimento. Basta comparar.

Os ataques do império midiático do coronelismo se voltam até contra empresas associadas ao próprio grupo, no caso o site G1. Tudo porque o site reconheceu que estamos cumprindo fielmente nosso programa de governo, com índice de 92%, o maior do País.

A nossa resposta para tanta injustiça e perseguição é a de sempre: muito trabalho para concluir essa etapa e a apresentação de um novo programa de governo para impulsionar ainda mais o Maranhão. 


Fonte: Facebook do autor

Conselho orienta procurador da Lava Jato a não opiniar sobre políticos

 
 


 Após reclamação disciplinar instaurada com base em pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público, o órgão recomendou ao procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima que deixe de emitir opiniões, por meio de redes sociais e na esfera privada, a respeito de políticos e partidos investigados pela Lava Jato.

Pelo texto da reclamação movida por Lula, o ex-presidente imputa ao procurador da Lava Jato “quebra de decoro e violação à honra e à imagem do ex-presidente, mediante utilização de página pessoal em rede social (facebook) nos dias 28.06.2017 e 30.06.2017”.

Apesar de considerar que o promotor não tenha manifestado preferência ou repúdio em especial a determinado político ou partido, e nem tivesse quebrado o decoro, o auxiliar da Corregedoria do CNMP, promotor Lucas Danilo Vaz Costa Júnior, afirmou que a recomendação é “oportuna” e “necessária”, uma vez que Santos Lima atua como procurador da Lava Jato.

O intuito do Conselho do MP com a orientação é preservar “a integridade, a solidez, a isenção e a credibilidade como valores” dos integrantes do Ministério Público.

“Vislumbra-se oportuno e necessário recomendar ao reclamado, especialmente considerando sua condição e visibilidade como integrante da força-tarefa da Operação LavaJato, que se abstenha de emitir juízos de valor, por meio de redes sociais e na esfera privada, em relação a políticos, partidos políticos e pessoas investigadas e/ou acusadas pela referida força-tarefa, fundamentalmente em ordem a preservar a integridade, a solidez, a isenção e a credibilidade como valores reitores no correto exercício das funções ministeriais”, diz o texto.

Durante o mês de junho de 2017, duas postagens de Santos ensejaram a reclamação de Lula ao Conselho do MP. No primeiro dos textos, em 28 de junho, o procurador afirma que havia inúmeras organizações criminosas na Lava Jato e atribui a Lula o comando da organização “de dentro do governo do PT”, sem explicitar qualquer tipo de prova. Já na segunda, o Santos acusa o ex-presidente de utilizar a tática de “acusar o acusador”. 


 Fonte: PT

Temer quer mudar Constituição para evitar denúncia de crime fiscal

Reprodução da Internet
  


Na última quinta (4), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que é "inevitável" flexibilizar a "regra de ouro" das contas públicas, porque não será possível cumpri-la em 2019. 

A regra está prevista na Constituição e seu objetivo é evitar que o Estado se endivide para pagar despesas correntes, como pessoal e manutenção, garantindo mais verbas para os gastos de natureza financeira. 

Seu descumprimento implica crime de responsabilidade do presidente da República e pode resultar em um processo de impeachment, por exemplo. E está aí o interesse do governo em suspendê-la. 

Uma PEC, de autoria do deputado Pedro Paulo, deve permitir que a punição seja suspensa temporariamente. Durante o período, seriam acionados automaticamente mecanismos de " correção de rota", como proibição de criar novas despesas, contratar pessoal ou aumentar salários de servidores. 

De acordo com a Folha de S.Paulo, o texto ainda está sendo avaliado, mas uma das propostas é suspender a sanção até 2026, mesmo prazo de vigência do teto de gastos, aprovado sob o argumento da responsabilidade fiscal, que agora parece ter sido casuisticamente secundarizado pelo governo. 

Segundo Maia, os dados orçamentários mostram "com clareza" que os recursos de investimentos "caíram muito" e os gastos de custeio e pessoal "explodiram". "Por isso a necessidade das reformas", diz agora o presidente da Câmara. Diante da possibilidade de que Temer não cumpra a regra de ouro, ao invés de aplicar a lei, o parlamentar e seus companheiros querem simplesmente anular seus efeitos. 

Questionado se a regra tem mesmo de ser mudada, mesmo com a eventual aprovação da reforma da Previdência, ele disse que sim. "Não precisa mudar a regra, mas suspender por algum tempo algumas restrições", afirmou. 

"A Câmara está trabalhando em uma solução feita em conjunto com (os ministérios da) Fazenda e Planejamento", disse uma fonte da equipe econômica em condição de anonimato.

Os cálculos do Tesouro mostram que, para se adequar à regra de ouro neste ano, seriam necessários ter um extra de R$184 bilhões no orçamento. O governo espera contar com R$148,6 bilhões de devoluções que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fará ao longo do ano. Mesmo assim, restariam R$ 35,4 milhões, que teriam de ser economizados de outra maneira. 

No próximo ano, contudo, não estão previstos repasses extras e a regra teria de ser quebrada, uma perspectiva nada animadora para o presidente que será eleito neste ano.

E pior: integrantes do BNDES, contudo, vêm apontando dificuldades para uma operação desta magnitude por temor de que ela comprometa a capacidade do banco de realizar empréstimos e incentivar a economia. 

Em 2017, o BNDES antecipou o pagamento de R$ 50 bilhões ao Tesouro. Em 2016, foram outros R$ 100 bilhões. O esvaziamento do banco significa retirar de uma ecopnomia já combalida mais um instrumento de estímulo à atividade. 

Apontado como pré-candidato do mercado financeiro ao Planalto, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou a jornalistas nesta sexta-feira (5) que seria contra a suspensão "pura e simples" da regra.

"Não gosto dessa proposta. Não aprovo. Precisamos criar mecanismos que sejam autorreguláveis, isso é, se houver uma quebra da regra de ouro, que isso seja ajustado com normas constitucionais, cortando despesa, subsídios, congelando custos, de modo que a regra seja seguida. Queremos que a regra seja seguida e não suspensa", declarou Meirelles.

Ignorando as dificuldades fiscais do governo, ele afirmou que Temer cumprirá a meta fiscal neste ano e também a regra de ouro. "Existe uma preocupação para os próximos anos, principalmente pela evolução das despesas obrigatórias, da previdência. Então, existe toda uma discussão em como fazer isso", acrescentou.


Do Portal Vermelho, com agências