ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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sábado, 30 de dezembro de 2017

HOJE (30) O CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN COMPLETA 8 ANOS DE LUTAS - CONQUISTAS E VITORIAS! PARABÉNS!!!

No dia 30 de dezembro de 2009 no SESC LER de Ponta Negra - Natal/RN em Assembleia Geral nascia o CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN!  Uma entidade cultural que veio para ficar!

Tendo como principal finalidades e objetivos LUTAR pelo resgate da CULTURA POTIGUAR e identificar novos talentos.  Já vários eventos realizados,  com debates, seminários, e encontros  realizados em Natal, Nova Cruz, Parelhas, Currais Novos, Mossoró, etc. 

Fortalecendo assim suas diretrizes.  Sabemos que tem muita  coisa a se fazer, mas o CPC/RN não medirá esforços para alcançar esses objetivos.

Graças a vários parceiros em sua maioria sindicatos, SINAI, SINTE, SINDHOTELEIROS, ADURN, ADUERN, SINDSAÚDE, SINTRACONM, SINTEST, APURN, BANCÁRIOS, FETARN, STRAF, SENALBA, COMERCIÁRIOS, SINDAGUA, CTB, CUT, CONLUTAS, INTERSINDICAL, FORÇA SINDICAL, entre outros sindicatos de outros estados e instituições públicas fizeram com que esses eventos fossem realizados. Mas a luta estar apenas começando, tem muito caminho a ser seguido.

Queremos agradecer aos nossos diretores/as que sempre estiveram juntos nas atividades do CPC/RN e que em 2018 seja repleto de mais e mais realizações.

PARABÉNS, CPC/RN!

PRESIDENTE DO CPC/RN PARTICIPARÁ DE PROGRAMA DE RÁDIO NAS EMISSORAS AGRESTE FM E CURIMATAÚ HOJE!

Hoje (30), Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN participará ao vivo no Programa a Voz do Trabalhador nas ondas da Rádio Curimataú, as 11 horas e em seguida participará por telefone no Programa Nação Nova Cruz nas ondas da Agreste FM!

Em ambas, Eduardo falará sobre as atividades do CPC/RN, pois hoje a entidade completa 8 anos de existência! Eduardo destacará os eventos ocorridos nos últimos anos, além dos projetos que será desencadeados em 2018.

Para Eduardo Vasconcelos o ano de 2018 será um de muita cautela, haja vista as mudanças que estão para vir, principalmente com as perdas de direitos garantidos dos trabalhadores e hoje o desgoverno Temer tentar usurpar esses direitos, além de uma agenda para 2018 e a eleição do CPC/RN. Fiquem atentos! CPC/RN, NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ!

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

O que realmente disse o nosso Patrono, Paulo Freire


JOANNE MOTA 
Em dezembro de 2017, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) recusou a sugestão de iniciativa popular (SUG 47/2017) de retirar de Paulo Freire o título de Patrono da Educação Brasileira (Lei 12.612). Segundo sua autora, Stefanny Papaiano, "Paulo Freire é considerado filósofo de esquerda e seu método de educação se baseia na luta de classes, o sócio construtivismo é a materialização do marxismo cultural, os resultados são catastróficos e tal método já demonstrou em todas as avaliações internacionais que é um fracasso retumbante". Para ela, "não é possivel manter como patrono da nossa educação o responsável pelo método que levou a educação brasileira para o buraco". Recebeu mais de 20 mil apoiadores.
Em contrapartida, a Contee e diversos intelectuais, pesquisadores, educadores, entidades do campo educacional e movimentos sociais divulgaram manifesto em defesa do legado do educador.
A relatora da matéria, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), rejeitou a proposta e denunciou que ela "integra um movimento que, sob o pretexto de combater a doutrinação ideológica dos estudantes, busca abolir o pensamento crítico, a problematização da realidade e a alteridade. Não se trata de edificar uma escola sem partido, mas sim de edificar uma escola com partido único, ultraconservador no plano dos direitos humanos. Não se trata de evitar a doutrinação ideológica, mas de censurar o livre debate que permite o desmascaramento das ideologias oficiais ou hegemônicas, geradoras de opressões de variadas espécies". 
Vida dedicada à educação
Paulo Freire nasceu em Recife, em 1921, e dedicou sua vida à educação. Entre 1947 e 1954, trabalhou no Serviço Social da Indústria (SESI), com alfabetização de adultos. Alinhou-se aos que defendiam políticas desenvolvimentistas para o País. Coordenou o Programa Nacional de Alfabetização, no início dos anos 60. Por solicitação do Governo do Rio Grande do Norte, organizou a experiência de educação popular no município de Angicos, que objetivava alfabetizar trabalhadores em apenas 40 horas.
Com o golpe civil-militar de 1964, foi exilado, primeiro para a Bolívia e, logo em seguida, para o Chile, onde viveu até 1969. No Chile, participou de ações junto a trabalhadores rurais e publicou algumas de suas obras mais significativas, inclusive Pedagogia do Oprimido (1968), traduzida em mais de 20 idiomas. Na Europa, nos anos 70, trabalhou no Conselho Mundial das Igrejas, colaborou com movimentos sindicais e feministas, foi consultor de políticas educacionais em países da África libertados da condição colonial.
Em 1979 retornou ao Brasil e lecionou na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Participou de programas de pós-graduação e constituiu grupos de pesquisa que ampliaram e rearticularam o seu trabalho. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT). Entre 1989 e 1991, foi secretário Municipal de Educação de São Paulo, na gestão de Luíza Erundina (então, PT). Faleceu na capital paulista, em 1997.  Entre inúmeras honrarias, foi laureado com 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades espalhadas por todo o mundo, sendo Professor Emérito de cinco universidades. Foi agraciado com diversos títulos da comunidade internacional, como o prêmio da UNESCO de Educação para a Paz, em 1986.
Em recente pesquisa sobre trabalhos científicos, realizada pela London School of Economics, Paulo Freire foi considerado um dos pensadores mundialmente mais lidos e mais referenciados, sendo que Pedagogia do Oprimido está entre os três livros mais citados nas ciências sociais e entre os 100 livros mais pedidos e consultados por universidades de língua inglesa.
O que Paulo Freire realmente disse
Seguem algumas citações de escritos seus, em torno da educação, acompanhadas do nome da obra de onde foram extraídas para o interessado poder ir à fonte e verificar sua contextualização:
Devemos dizer aos alunos como pensamos e por quê. Meu papel não é ficar em silêncio. Tenho que convencer aos meus alunos de meu sonho, mas não conquistá-los para mais silêncio. Tenho que convencer aos meus alunos do meu sonho, mas não conquistá-los para meus planos pessoais. (Medo e ousadia, 1987)
O que não é possível na prática democrática, é que o professor ou a professora (...) imponha aos alunos sua ‘leitura de mundo’, em cujo marco situa o ensino do conteúdo. Combater o autoritarismo de direita ou de esquerda não me leva, contudo, à impossível neutralidade, que não é outra coisa senão a maneira manhosa com que se procura esconder a opção. (Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido, 1992) 
(...) o educando se torna realmente educando quando e na medida em que conhece ou vai conhecendo os conteúdos, os objetos cognoscíveis, e não na medida em que o educador vai depositando nele a descrição dos objetos e dos conteúdos. (Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido, 1992)
A alfabetização é um ato de conhecimento, de criação e não de memorização mecânica.
Os (as) alfabetizandos (as) são sujeitos de e no processo de alfabetização. A alfabetização deve partir do universo vocabular, pois os temas se retiram dele.
Compreender a cultura como criação humana, pois os homens e mulheres podem transformar através de suas ações.
O diálogo é o caminho que norteia a práxis alfabetizadora. 
Leitura e escrita não se dividem dicotomicamente, ao contrário, se complementam, e se são combinadas, o processo de aprendizagem fará aliança com a riqueza da oralidade dos (as) alfabetizandos (as). (abordando o Movimento de Cultura Popular -MCP-, em Cartas a Cristina, 1994)
É preciso deixar claro que a transgressão da eticidade jamais pode ser vista como virtude, mas como ruptura com a decência. O que quero dizer é o seguinte: que alguém se torne machista, racista, classista, sei lá o quê, mas se assuma como transgressor da natureza humana. Não me venha com justificativas genéticas, sociológicas ou históricas ou filosóficas para explicar a superioridade da branquitude sobre a negritude, dos homens sobre as mulheres, dos patrões sobre os empregados. Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever, por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar. (Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, 1996).
É no inacabamento do ser que se sabe como tal que se baseia a educação como processo permanente. Mulheres e homens se convertem em educáveis à medida que se reconheçam como inacabados. Não foi a educação que fez educáveis aos homens e mulheres, mas sim a consciência de seu inacabamento que gerou sua educabilidade. (Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, 1996).
Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver plenamente nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos. (Pedagogia da Indignação - Cartas pedagógicas e outros escritos, 2000).
(...) a formação técnico-científica de que urgentemente precisamos é muito mais do que puro treinamento ou adestramento para o uso de procedimentos tecnológicos. No fundo, a educação de adultos hoje como a educação em geral não podem prescindir do exercício de pensar criticamente a própria técnica. O convívio com as técnicas a que não falte a vigilância ética implica uma reflexão radical, jamais cavilosa, sobre o ser humano, sobre sua presença no mundo e com o mundo. Filosofar, assim, se impõe não como puro encanto mas como espanto diante do mundo, diante das coisas, da História que precisa ser compreendida ao ser vivida no jogo em que, ao fazê-la, somos por ela feitos e refeitos. (Pedagogia da Indignação - Cartas pedagógicas e outros escritos, 2000)
Sem limites é impossível que a libertação se converta em liberdade e também é impossível para a autoridade realizar sua obrigação, que é precisamente estruturar limites (...) necessitamos de limites, e ao viver a necessidade de limites, também vivemos o respeito à liberdade e à necessidade de exercer autoridade. (O Caminho Se Faz Caminhando - Conversas Sobre Educação e Mudança Social, escrito com Myles Horton, 2003).
Por Carlos Pompe - jornalista da Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino) 

Governadores repelem chantagem "criminosa" de Marun por Previdência

 


"Os governadores do Nordeste vêm manifestar profunda estranheza com declarações atribuídas ao Sr. Carlos Marun, ministro de articulação política. Segundo ele, a prática de atos jurídicos por parte da União seria condicionada a posições políticas dos governadores. Protestamos publicamente contra essa declaração e contra essa possibilidade e não hesitaremos em promover a responsabilidade política e jurídica dos agentes públicos envolvidos, caso a ameaça se confirme", diz um trecho do documento em que os governadores prometem acionar política e judicialmente os agentes públicos envolvidos, caso a "ameaça" de Marun se confirme.

Na semana passada, matéria publicada em um jornal de Sergipe dava conta de que em uma reunião com o governador Jackson Barreto, também do MDB, Marun teria condicionado o financiamento de R$ 560 milhões, junto à Caixa Econômica Federal, pleiteado pelo Estado, aos votos de parte da bancada na Câmara a favor da reforma da Previdência.

A chantagem condicionava a liberação do financiamento somente após a votação da reforma, marcada para depois do Carnaval. 
Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o governador confirmou a informação. Jackson Barreto disse que saiu chocado da reunião.

“Marun me falou que há vários contratos com a Caixa, mas o governo só vai liberar após a votação da reforma. Achei uma coisa fora de propósito. Me deixou frustrado”, afirmou o governador.

Nesta terça (26), Marun admitiu a chantagem e disse que os governadores interessados em receber recursos federais ou financiamentos junto a bancos públicos terão de ajudar o governo Temer a aprovar a reforma na Previdência.

Na carta, assinada por governadores de nove Estados do Nordeste, os governadores pedem que Temer "reoriente" seus ministros para evitar práticas "criminosas".

"Vivemos em uma Federação, cláusula pétrea da Constituição, não se admitindo atos arbitrários para extrair alinhamentos políticos, algo possível somente na vigência de ditaduras cruéis. Esperamos que o presidente Michel Temer reoriente os seus auxiliares, a fim de coibir práticas inconstitucionais e criminosas", diz a carta.

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), falou sobre o assunto nesta quarta-feira (27) e disse que se fosse Temer, "demitiria esse ministro hoje mesmo";

Em entrevista à rádio Tribuna Band News FM, Camilo disse: "Isso é uma vergonha. Resumindo: 'só libero teus empréstimos se orientar seus deputados a votarem a favor da previdência'. Já mandei recado, dizendo que não conte com governador Camilo". 


Do Portal Vermelho, com informações de agências

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Manuela: Neutralidade da internet foi um avanço e deve ser mantida

 
Segundo ela, a ação é um retrocesso e o Brasil deve resistir a tal medida. Ela também lembrou da importância do marco civil da internet.

Confira o vídeo:



Do Portal Vermelho

A luta pela universidade necessária

APUB Sindicato
 
 Diante do ataque atual, devemos escolher qual universidade queremos defender.


Como toda instituição, a universidade pública comporta vícios e virtudes. Pode ser local de mera repetição de saberes, reprodução de diferenças de classe e competição por posições ou recursos; porém, mais ainda, é lugar de criatividade, superação de desigualdades e rica colaboração científica e expressão artística.

Assim, diante do ataque atual, devemos escolher qual universidade queremos defender, qual pode ter uma função emancipadora e ser o lugar de produção de conhecimentos e formação cidadã. O desafio é enorme, pois mesmo defensores da ampliação de direitos nem sempre têm um projeto autêntico de universidade ou conhecem sua natureza específica. Não podemos apenas querer mais do mesmo; para servir a interesses mais elevados da ciência, da formação acadêmica e de nosso povo, a universidade tem que ser pensada para além de sua condição atual.

O discurso de ataque à universidade insiste que ela não é um bom negócio e que o Estado deve desobrigar-se do compromisso com seu financiamento, concentrando-se na educação básica. Ora, bom ou mau, a universidade simplesmente não pode ser um negócio. Ela tem uma dinâmica pela qual o aporte de recursos, caso destinados às suas atividades fins e bem controlados por instâncias autônomas, não se torna desperdício e, sem paradoxo, é também investimento na educação básica, que jamais poderá ter qualidade sem a pesquisa e o ensino de nível superior.

A muitos também parece absurdo conciliar excelência acadêmica e compromisso social. Mas esse é exatamente o cerne de um projeto de universidade necessária. Cabe-nos assim mostrar, com políticas e propostas, que uma inclusão efetiva eleva o nível de qualidade geral do sistema universitário e faz com que, enriquecido de povo, ele cresça no ensino, na pesquisa e na extensão, em novos talentos e conhecimentos.

Também é fundamental que os defensores da ampliação de direitos acreditem na importância da excelência acadêmica. Reacionários pensam ser o mérito um direito de classe, de raça ou de gênero, reduzindo a universidade a lugar de preservação de privilégios.

Para nós, ao contrário, o verdadeiro mérito prepondera, mas, não como um dado absoluto, e sempre anterior à universidade. A qualidade deve ser construída a cada dia, ao criarmos as melhores condições para a pesquisa científica e o ensino superior, mas também condições múltiplas para uma inclusão efetiva, aprofundando ações afirmativas, combatendo resquícios de discriminação institucionalizada e superando, enfim, as desigualdades pelo brilho mais forte e intenso de nossa gente. 



*Reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
*No Brasil de Fato

Flávio Dino mantém dianteira enquanto clã Sarney vê cenário adverso

  


De acordo com a Folha, o PT deverá apoiar Dino nas próximas eleições. “A decisão é do diretório, mas a tendência é apoiar Dino”, afirmou na matéria Rui Falcão, ex-presidente do PT. De acordo com a Folha, Roseana teria que reverter o apoio que Dino já tem, segundo o jornal, de 180 prefeitos de um total de 217 municípios do Maranhão.

Na sexta-feira (22), a TV Difusora divulgou mais uma pesquisa eleitoral com Flávio Dino liderando a corrida ao governo do Estado. O atual governador aparece com 60,13% dos votos enquanto Roseana Sarney soma 30,21%. “Agradeço o reconhecimento ao nosso trabalho sério, com esta ampla liderança em votos válidos”, afirmou Flávio Dino nas redes sociais. 

Saneamento básico e segurança pública

O Maranhão foi manchete nacional na Folha na quinta-feira (21) aparecendo como um dos estados que mais melhorou a condição das praias no período de 2016 e 2017. De um total de 21 praias (16 em São Luis) avaliadas, todas apresentaram 100% de aproveitamento em atingir boas condições no período de um ano. 

O forte investimento em saneamento básico e limpeza das praias e lagoas tem sido a marca da gestão de Flávio Dino. A segurança pública também tem olhar prioritário na gestão do atual governador. “A população ainda se lembra dos horrores de Pedrinhas”, afirmou durante balanço dos três anos de gestão.

Flávio Dino foi considerado o governador brasileiro mais atuante no twitter. “Estar na liderança desse ranking do Twitter significa transparência administrativa em tempo integral, por intermédio das redes sociais, caminho rápido e direto para a relação com a população”, afirmou.

Por outro lado, Dino tenta através das redes sociais driblar o monopólio da Comunicação que está concentrada nas mãos da família Sarney.



Do Portal Vermelho com informações da Folha de S.Paulo