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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Por que futebol ainda é esporte 'só para homem' no Brasil?

 
 

Isabella sempre quis jogar futebol na escola, mas só a vontade nunca foi suficiente. Precisava passar pelo crivo dos meninos antes de entrar na quadra: ela pedia para jogar, eles faziam uma rodinha para debater se deixariam ou não. Muitas vezes, Isa tinha que se contentar em ficar só assistindo.

Já Ana Luiza insistia até que os meninos cedessem - se vinham com o papo de que "ali não entrava menina", ela não arredava o pé da quadra. Só que entrar no jogo não significava estar no jogo, e Ana amargou um tempo sem conseguir tocar na bola, pois eles não a passavam para ela. Até que a menina provou sua habilidade e virou presença constante no futebol do bairro - e também nome constante nas fofocas dali ("Menina-macho, aquela ali vai ser sapatão com certeza.")

A história de Juliana foi um pouco diferente. Os meninos conheciam sua habilidade e, todo dia, tocavam a campainha de sua casa para chamá-la para o futebol. Mas a mãe não gostava muito da ideia e, para impedir a menina de jogar, passou a delegar para ela as tarefas da casa. "Você só vai descer depois que lavar a louça", dizia.

Com a ajuda do irmão mais velho - que também queria jogar com ela -, Juliana acabava o serviço rapidinho e logo ia para a rua. No dia seguinte, a mãe insistia. "Agora vai ter que lavar a louça e varrer o chão" - e a parceria com o irmão se repetia. "Hoje é a cozinha toda." Até que a mãe desistiu. E Juliana se tornou Ju Cabral, a capitã da primeira medalha de prata do Brasil no futebol feminino na Olimpíada de Atenas (2004).

No caso de uma menina de Dois Riachos (AL), teve tudo isso e um pouco mais. Quando chegou para disputar o campeonato da região com os meninos, acabou barrada: não deixaram inscrever uma menina. Hoje, ela é Marta, cinco vezes eleita a melhor jogadora de futebol do mundo.

Toda menina que já jogou - ou tentou jogar - bola já vivenciou uma das situações acima. No Brasil, que é conhecido por ser "o país do futebol", as mulheres chegaram até mesmo a serem proibidas por lei de participarem do jogo. Por quase 40 anos - de 1941 a 1979 -, se elas fossem vistas jogando futebol, poderiam ser levadas para a delegacia.

"Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o CND baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país", determinava o Decreto-Lei 3.199 do Conselho Nacional de Desportos (CND) que proibiu mulheres de praticarem o futebol, entre outras modalidades.
Histórico

A justificativa para a proibição teve até embasamento científico, segundo Silvana Goellner, pesquisadora de gênero e educação física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. "Teve um parecer médico na época que colocava as mulheres no espaço da fragilidade e sobretudo da maternidade - a missão de toda a mulher na época era ser a mãe do futuro da pátria", explica à BBC Brasil.

"Afirma-se que a 2ª delegacia auxiliar está decidida a acabar de vez com o futebol feminino... Para isso, serão fechados todos os clubes dessa especialidade. Está aí uma notícia magnífica. O futebol feminino, como esporte, é desaconselhável e, como passatempo, perigoso e nocivo", dizia a nota do jornal Diário de Notícias Esportivo, do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1941.

A proibição não significou o fim da prática do futebol por mulheres no Brasil, mas a tornou invisível na história.

"A despeito da proibição, as mulheres continuaram fazendo. Só que não podiam ser registradas suas conquistas, elas não poderiam aparecer oficialmente nos registros das federações. Isso deu uma invisibilidade na história das mulheres no esporte. Elas estavam, mas não aparecem. Só que o silêncio não significa ausência", afirma Goellner, que foi responsável por garimpar a história do futebol feminino no Brasil para inseri-la em 2015 no Museu do Futebol, que fica no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

"Nós achamos algumas coisas em notícias do futebol feminino (sendo citado) como espetáculo de circo, algumas coisas de delegacia de polícia, casos em que a polícia chegou para encerrar um jogo de futebol. Mas, principalmente, a gente só conseguiu mapear informações por causa das jogadoras", conta.

"Os clubes não têm registros, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não tem registro. A presença da mulher no futebol é anulada, como se ela não existisse. E aí anula também o desejo de quem quer se inserir no futebol. Se as meninas não têm em quem se inspirar, fica difícil."

Por tudo isso, não se sabe exatamente quando o futebol feminino começou a existir no Brasil.

O registro mais recorrente sobre a primeira partida noticiada na imprensa é de 1921, entre as equipes de Tremembé e do Cantareiras (bairros de São Paulo).

Mas a modalidade só foi regulamentada oficialmente em 1983 - quatro anos depois de ter caído o decreto-lei que proibia a prática.

"Esse decreto só vai cair no fim dos anos 1970, por força das mulheres", conta Goellner.

O que mudou?

A proibição do futebol feminino caiu, mas não acabou com a resistência à modalidade.

Na escola Edem, do Rio de Janeiro, a quadra era chamada "dos meninos", já que eram só eles que reinavam ali. Quando as meninas pediam para jogar junto, eles diziam: "isso não é para menina. Vocês deveriam ser líderes de torcida". Até que um dia, há dois anos, elas se revoltaram e invadiram o local aos gritos de "Poder Feminino". Esse foi o início daquele que seria o time de futebol das garotas.

Mas uma vez juntos dentro de quadra, era nítida a diferença de habilidade entre os meninos e as meninas que hoje estão na sexta série. Em uma tentativa de "altinha" entre os melhores amigos Arthur e Catarina, ele se exibia fazendo embaixadinhas, enquanto ela não conseguia levantar a bola do chão.

"Eles treinam toda hora, não dá para comparar", diz a menina. Arthur concorda: "Eu jogo desde os 3 anos, treino quatro vezes por semana". Catarina começou a jogar aos 9, e não treina em nenhum lugar fora da escola.

Esse, aliás, é outro problema levantado pelas meninas do colégio: não há turmas de futebol só para meninas. "É muito chato jogar com os meninos, eles não passam a bola pra gente", afirma Isadora.

A escolinha do time francês Paris Saint-Germain na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, é uma das poucas que conseguiu abrir uma turma só com meninas. São 15 as que fazem parte do time - o número de meninos matriculados chega a 300.

"Ainda são poucas, mas a procura tem aumentado. Conseguimos abrir uma turma só de meninas agora. Mas todas as que nos procuram já têm nível intermediário, são meninas que já jogam. Nunca recebemos nenhuma menina iniciante, para aprender mesmo", explica Rodrigo Pian, um dos técnicos da escolinha do PSG.

"As meninas são mais fáceis de treinar, elas ouvem, são mais focadas. Mas elas não são educadas para ter esse sonho - de ser jogadora de futebol", pontua.

Professora da Faculdade de Educação Física e Esporte da USP, Katia Rubio explica que esse é um dos fatores que ainda afastam as garotas do esporte: enquanto os meninos são presenteados com uma bola logo cedo, elas ganham apenas bonecas.

"Os meninos, quando nascem, na porta da maternidade já está a bola de futebol ou a chuteira.

Diferentemente da menina, que tem que provar o direito dela da prática do futebol. Os meninos já ganharam esse direito desde o momento que nasceram", pontua.

'O que mudou de lá para cá foi a maior participação das mulheres. A despeito de todas as precariedades, elas não desistiram do futebol'

Segundo o Diagnóstico Nacional do Esporte, divulgado após estudo do Ministério do Esporte em 2013, 41,6% dos meninos começa a praticar esportes entre os 6 e 10 anos - enquanto só 29% das meninas inicia a prática nessa idade.

Além disso, elas têm dificuldade de ocupar espaços públicos. Segundo a pesquisa Meninas Fortes, realizada pela agência 65/10 em parceria com a marca Nescau, 50% das meninas de 8 a 11 anos associam a rua a perigo.

Para a pesquisadora Silvana Goellner, o fato é que a proibição caiu na lei, mas segue existindo na prática. "Os espaços públicos são ocupados por meninos. Hoje há uma proibição simbólica, ela ainda existe. É uma violência simbólica."

"O que mudou de lá para cá foi a maior participação das mulheres - aumentou a resiliência delas. A despeito de todas essas precariedades, elas não desistiram do futebol."

E se antes o argumento para proibir o futebol foi baseado na "fragilidade do seu corpo", hoje a base desse discurso se mantém como argumento para mantê-las longe da bola.

"A diferença é que hoje o argumento é usado como fim estético. O contato do esporte, do futebol, não é bom para a menina porque vai fazê-la perder sua 'feminilidade'", explica Goellner.

Esse, aliás, é um dos comentários que Gabriela, do time Poder Feminino da escola Edem, mais ouve quando diz que gosta de jogar futebol: "Vai ficar parecendo um menino", conta.

Mas a menina de 12 anos não se intimida: "Ser feminina é ser o que você é, não o que as pessoas pensam".

Visibilidade

O sonho de Juliana Cabral de se tornar jogadora de futebol não veio do nada. Ela se lembra exatamente do dia em que soube que era isso que queria fazer da vida. "Quando eu vi aquelas meninas na Olimpíada de Atlanta (1996), meu sonho era ser como elas. Não tinha nada que me fizesse voltar atrás", conta a ex-atleta, que tinha 15 anos na época e viu na TV a estreia do futebol feminino em Jogos Olímpicos.

Por isso, Juliana acredita que para mudar a ideia de que "futebol é só para homem", é preciso dar mais visibilidade ao futebol praticado por mulheres. "O meu sonho se concretizou na minha cabeça quando eu consegui ter exemplos femininos - aquela Olimpíada foi um marco. Eu tinha certeza que queria ser aquelas meninas."

"A visibilidade apareceu agora por causa da Olimpíada, mas é isso e só. Aqui no Rio Grande do Sul tem 16 equipes competindo o estadual (feminino), e não sai uma notícia. O Internacional fez uma peneira para categorias de base e 700 meninas apareceram para fazer o teste. Então há uma demanda reprimida aí. E a invisibilidade da mulher no futebol permanece", afirma Goellner.

Outro ponto necessário para mudar o cenário, segundo a professora Katia Rubio, é a união das mulheres para alterar a estrutura de poder do futebol.

Hoje, a CBF não tem nenhuma mulher atuando na gestão do futebol feminino. No ano passado, Emily Lima se tornou a primeira a comandar uma seleção brasileira principal, mas foi demitida dez meses depois - a entidade agumentou "falta de resultados" para a decisão.

"No âmbito do poder, não tem qualquer participação feminina, o que reduz ainda mais as possibilidades das mulheres se aproximarem da prática. Enquanto a estrutura de poder estiver na mãos de homens, eles dominam", afirma Rubio.

"Ninguém quer a mulher no esporte, então os discursos vão sendo construídos e renovados para validar o argumento de que ela não deve estar ali. Mas quando tiver uma geração empoderada pelo conhecimento, não tem argumento que resista."


 Fonte: BBC Brasil

Vanessa: Temer não tem escrúpulos e faz tudo para ficar na Presidência



Na opinião da senadora, a ministra foi “bastante sintética” ao declarar que a portaria de Temer desobedece as normas no país. 

Confira o vídeo.

 


 Do Portal Vermelho

Rogério Lustosa - 25 ANOS DA SUA MORTE!

24/10/2017
"Linda homenagem feita pelo PCdoB/RN ao saudoso camarada na Abertura da 16ª  Conferência Estadual, realizada nos dias 20 e 21 na Assembléia Legislativa do RN ao saudoso camarada, ROGÉRIO LUSTOSA!"
EDUARDO VASCONCELOS - Secretário de Organização do PCdoB - Nova Cruz/RN.

22/10/2017

Pedro de Oliveira:  As Lições de Rogério Lustosa

Em importante iniciativa editorial, a jornalista Olívia Rangel organizou e publicou em 2002 pela Editora Anita Garibaldi um pequeno—grande livro sob o título “ROGÉRIO LUSTOSA, Lições da Luta Operária”, que já está a merecer uma nova edição diante da dificuldade de se encontrar um exemplar até para consulta.
21/10/2017 

Reminiscências do marxista brasileiro Rogério Lustosa

A última vez que conversei com o Rogério Lustosa foi algumas semanas antes de sua despedida da vida. Foi aí pelo final de setembro, começo de outubro, de 1992.


Por José Carlos Ruy*

21/10/2017 

Rogério Lustosa: Partidos e democracia para o século 21

Para marcar o transcurso dos 25 anos do falecimento de Rogério Lustosa, ocorrido em 21 de outubro de 1992, o Portal Vermelho republica seu último artigo publicado na edição 27 da revista Princípios. Lustosa aborda a importância dos partidos políticos para a democracia e a tentativa dos setores conservadores de restringirem a representação política dos diversos segmentos da sociedade. O tema é extremamente atual nestes tempos em que o Estado Democrático de Direito foi gravemente golpeado.
21/10/2017 

Olívia Rangel: Rogério Lustosa, uma vida dedicada ao Partido

Rogério Lustosa, ex-dirigente do PCdoB, foi um daqueles que, como dizia Brecht, eram imprescindíveis à revolução. Só saiu do trem na última parada, quando foi colhido pela morte. (*)
21/10/2017 

Bernardo Joffily: Rogério Lustosa e a nova Princípios

Este é o primeiro número (*) desta revista a sair sem a colaboração de Rogério Lustosa. Ele morreu do coração, de uma hora para outra do dia 21 de outubro passado, aos 49 anos de idade e quase trinta de militância comunista.

21/10/2017 

Carlos Pompe: Rogério, revolucionário exemplar

"Rogério Lustosa era uma pessoa agradável, brincalhona, mas rígido no que dizia respeito às tarefas e orientações do Partido"


Por Carlos Pompe*

21/10/2017 

Renato Rabelo: 25 anos da morte de Rogério Lustosa


Tive a oportunidade de conviver com Rogério Lustosa em largo período de atividade política, durante e após o fim da ditadura militar, implantada em 1964. Rogério Lustosa participou integralmente com a maioria da Ação Popular, da qual fez parte, quando se integrou ao PCdoB em 1962. E passou a compor o núcleo dirigente nacional desse Partido.
Fonte: Portal Vermelho

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Procuradoria da República aperta cerco contra cúpula do PMDB

Temer e Padilha (ao fundo)
Temer e Padilha (ao fundo)


de Padilha e Moreira Franco, a análise da PGR também encontrou arquivos originais com programações de pagamentos para os ex-deputados do PMDB Eduardo Cunha, Henrique Alves e o ex-ministro Geddel Vieira. Estes três últimos estão presos. 

Na próxima quarta-feira (25), o plenário da Câmara dos deputados avalia se autoriza que o Supremo Tribunal Federal (STF) processe o presidente e os ministros acima citados.

Temer, Moreira Franco e Padilha foram denunciados por formação de quadrilha e obstrução de justiça após serem apontados como operadores de recursos feitos pela empreiteira ao PMDB. 

De acordo com a PGR, autora da denúncia, o objetivo da cúpula seria a arrecadação de R$ 587 milhões de reais de pagamento de propina. 

O conteúdo divulgado pelo jornal paulista se baseia em relatórios escritos entre 27 de julho e 8 de setembro por perito criminal da Secretaria de Pesquisa e Análise, órgão técnico da PGR. 

“Os nomes dos dois peemedebistas ( Padilha e Geddel) estavam em uma planilha no sistema da Odebrecht que os associa aos codinomes "Fodão" e "Babel", respectivamente”, completa trecho da matéria que ressalta logo abaixo que “Segundo os relatórios, eles estavam identificados por codinomes que, para serem vinculados às pessoas, dependem dos depoimentos”. 

A Folha reitera logo depois: “A existência deles, porém, não comprova a efetiva entrega do dinheiro aos políticos”.

A reportagem da Folha afirma que a Procuradoria descartou fraudes na criação dos arquivos. Trecho da matéria ainda afirma: “Para investigadores, a importância dos arquivos reside no fato de mostrar que foram criados e modificados na época dos repasses delatados, e não forjados recentemente”.

Os deputados começam a quarta-feira analisando o parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) que é contrário à autorização. Para ser autorizada a investigação contra Temer e ministros é necessário que pelo menos 342 deputados digam não ao relatório da CCJ elaborado pelo deputado tucano Bonifácio Andrada (pSDB-MG).



Do Portal Vermelho com informações da Folha de S.Paulo

Oposição aposta em pressão popular para aprovar investigação de Temer


“Sabíamos que na CCJ era um jogo de cartas marcadas, com muitas trocas de cartas, inclusive. Isso significa que o desgaste, a repercussão da opinião pública e a pressão nos deputados têm levado a essa diminuição da capacidade de resistência de Temer. Somado a isso, comenta-se também da diminuição da sua capacidade de responder às exigências desta base de apoio que foi construída sobre o fisiologismo. Mas para virarmos o jogo no Plenário, a pressão popular precisa ser intensa. Este é o verdadeiro fator de desequilíbrio destas forças retrógradas que tomaram conta do país sem o respaldo do voto popular”, alerta a líder comunista, Alice Portugal (BA).

Para que a Câmara autorize o prosseguimento da denúncia contra Temer, pelo menos 342 deputados terão que ser favoráveis à ideia. Na primeira denúncia, Temer garantiu sua “salvação” a base de liberação de emendas, edição de medidas provisórias beneficiando ruralistas, negociação de cargos. Desta vez, a munição foi a mesma, mas com menor intensidade e com rachas entre aliados.

Para o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), a correlação de forças vem mudando gradativamente. “A situação vem lentamente mudando de forma desfavorável ao governo, que tem encontrado dificuldade de manter coesão na sua base. Já começa a se constituir um novo movimento dentro da base do governo colocando em risco a sobrevivência do Temer. A própria desavença com Maia é um indicativo. Não sabemos se teremos votos suficientes, mas tudo indica que esta denúncia será diferente”, avalia o parlamentar. 

Painel da Transparência

Na última semana, um painel com as possibilidades de votação da denúncia foi lançado na Câmara. A ideia era expor a posição dos 513 parlamentares. Até agora, no entanto, a adesão foi pequena, com menos de 200 parlamentares expondo sua opinião, sendo que desses, a maioria quer a investigação de Temer.


A participação cresceu um pouco após a votação na CCJ, que foi classificada pelo líder do PSol, Glauber Braga (RJ), de “nojenta”. No entanto, de acordo com o parlamentar, a ideia é que a pressão popular faça, inclusive, com que os deputados mostrem de que lado estão. 

“A gente quer que os deputados digam claramente se estão querendo blindar o Temer, se estão em cima do muro ou se querem investigar o Temer. Na CCJ, a turma do Planalto conseguiu blindá-lo mais uma vez, mas no Plenário pode ser diferente. Mas para a gente virar esse jogo, só com muita pressão popular”, disse.


O painel fica disponível todos os dias em um dos corredores centrais da Câmara para que os deputados colem sua foto na indicação de voto desejada. Apenas 47 parlamentares tiveram coragem até o momento de declarar voto favorável à salvação do peemedebista.

 Do PCdoB na Câmara

domingo, 22 de outubro de 2017

PCDOB/RN REELEGE ANTENOR ROBERTO PRESIDENTE!

16ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DO  PCdoB - RN - 20 E 21/10/2017

 ORADORES E NOVOS FILADOS DE PESO!
 EDUARDO VASCONCELOS-PCdoB-Nova Cruz e Plenária em discussão
 EDUARDO VASCONCELOS E ANTENOR, REELEITO PRESIDENTE ESTADUAL E DEDÉ E PEDRO HENRIQUE - DIRIGENTES SINDICAIS E DO PCDOB-RN
 HOMENAGEM
 EDUARDO VASCONCELOS-PCdoB-NOVA CRUZ e LIDERANÇA COMUNISTA
 ALBÉRICO-SEC. DE ORGANIZAÇÃO DO PCDOB/RN E PEDRO HENRIQUE
 VÁRIAS LIDERANÇAS INTERIORANAS DISCURSARAM NA TRIBUNA

Vice Governador, Fábio Dantas (1), Votação final e Albérico, secretário de organização do PCdoB/RN

Durante a sexta-feira (20) e sábado (21) o Comitê Estadual do PCdoB/RN esteve reunido no Plenário da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, realizando sua 16ª Conferência Estadual.

Na abertura e nos debates os conferencistas contou com a presença do vice governador, FÁBIO DANTAS, além de Júnior Souto, representando a Senadora Fátima Bezerra e o PT Regional, como várias lideranças sindicais e educacionais.

Após a aprovação do Regimento Interno  e  do Balanço das atividades do Comitê Estadual do Partido Comunista Brasil - PCdoB/RN, foi feito uma linda HOMENAGEM  a ROGÉRIO LUSTOSA, falecido a 25 anos, ex dirigente da UNE (União Nacional dos Estudantes - estudante de engenharia e fundador dos jornais Tribuna Operária  Classe Operária.

Após as discussões e debates em torno da atual conjuntura nacional foi iniciado a votação para elegerem a nova composição do Comitê Estadual para o Biênio 2018/2020 e os delegados para a 14ª Conferência Nacional do PCdoB, prevista para novembro.

O advogado ANTENOR ROBERTO foi reconduzido a presidência por UNANIMIDADE.

Nova Cruz participou através do seu secretário de organização, EDUARDO VASCONCELOS.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

PCdoB DE NOVA CRUZ-RN PARTICIPA HOJE (20) DA ABERTURA DA 16ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DO PCDOB/RN



O PCdoB de Nova Cruz, Rio Grande do Norte participa hoje (20) da Abertura da Conferência Estadual do PCdoB/RN. A abertura ocorrerá ás 19h no Plenário da Assembléia Legislativa/RN.

O PCdoB de Nova Cruz se fará presente com 2 (dois) delegados: DAMIÃO GOMES DA SILVA - Presidente e EDUARDO VASCONCELOS - Secretário de Organização. A conferência irá até amanhã (21), quando elegerá sua nova direção para o biênio de 2017/2019.