ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

domingo, 27 de agosto de 2017

2º turno no Amazonas: Braga reafirma em debate compromisso pelo Estado

Eduardo Braga chega é entrevistado antes do último debate. Adversário Amazonino não compareceu.


"Quero falar para você que está pensando em votar nulo branco ou abstenção, pense bem se você votar nulo, não vai dar chance de a gente mudar, quero assumir um compromisso. A mudança tem jeito, a esperança tem jeito”, declarou Eduardo Braga.

A senadora Vanessa Grazziotin, que declarou apoio a Braga, postou no twitter que o candidato teve postura “íntegra e esclarecedora” durante a entrevista. “Parabéns ao senador Eduardo Braga que, honrou seu compromisso com a população, compareceu ao debate e respondeu todas as perguntas”. 

Vanessa lembrou que Amazonino não compareceu a nenhum debate neste segundo turno. “Se Amazonino não tem comprometimento com a população no período eleitoral, imagine se for eleito”, alertou a parlamentar amazonense.

Saúde, segurança e educação são algumas das áreas destacadas por Braga em seu compromisso de campanha. Entre as medidas estão a criação do Mutirão Cidadão, fortalecimento do policiamento ostensivo e a retomada de obras dos núcleos da Universidade Estadual do Amazonas.

Na opinião da senadora Vanessa, Amazonino representa o grupo político que foi cassado pela justiça eleitoral e que “arrasou” a economia, saúde, segurança e educação do estado.




Do Portal Vermelho com informações do G1 Amazonas e redes sociais

CTB elege direção: Renovar militância e ampliar luta dos trabalhadores

Direção da CTB eleita no 4º congresso
Portal CTB - Direção da CTB eleita no 4º congresso


A chapa continua sendo presidida pelo atual presidente nacional Adilson Araújo, que inicia sua segunda gestão à frente da entidade. A nova direção renovou alguns quadros e criou algumas novas secretarias, como a secretaria de Política Educacional, de Assuntos Socioeconômicos, secretaria do Assalariado Rural.

No total, são 122 integrantes, sendo que 39 dirigentes são mulheres.
Entre as principais mudanças no quadro de dirigentes, Marilene Betros irá comandar a nova secretaria de Política Educacional.

Celina Arêas assume a secretaria da Mulher Trabalhadora, Ivânia Pereira passa à vice-presidência, o cetebista Ronaldo Leite fica à frente da secretaria de Formação e Cultura, Sérgio de Miranda assume a secretaria de Finanças, e Nivaldo Santana assume a secretaria de Relações Internacionais.

A secretaria da Previdência passa ao dirigente Tadeu Paranatinga, a secretaria de Assuntos Jurídicos ao portuário Mario Teixeira, a de Políticas Sociais à dirigentes da Fetag Vânia X e a secretaria da Juventude será comandada pela bancária gaúcha Luiza Bezerra. 

Após a eleição e ratificação da nova chapa, Adilson fez o discurso de encerramento do congresso. "A central é um somatório de diferenças, cores e energias muito positivas", diz Adilson. 

Agradeceu aos parceiros na jornada de construção da CTB e à equipe que ajudou na realização deste congresso, e depois fez uma análise da conjuntura do país e dos planos da central.

"O povo precisa ser conscientizado. Não podemos transformar nossos sindicatos em escritórios. É muito gratificante pra mim dar condução a esse proejto, vamos ter de fortalecer mais e mais o nosso elo. E nossa unidade e laços de solidariedade. Compor a direção supõe fortalecer cada vez mais a nossa intervenção na sociedade", disse o presidente. 

Confira como ficou a composição da direção e secretarias da CTB:

EXECUTIVA

Presidência Adilson Araújo Sind Bancários BA
Vice-presidência Ivânia Sind Bancários SE
Vice-presidência Vilson FETAEMG MG
Vice-presidência José Adilson Sind Estiva ES
Vice-presidência Joilson Cardoso CEPE RJ
Vice-presidência Divanilton SINDIPETRO RN
Vice-presidência Claudemir Nonato de Santana APLB BA
Secretaria-geral Wagner Gomes Sind Metroviários SP
Sec-geral Adj. Kàtia Gaivoto SEP-RJ MG
Secretaria Finanças Sergio de Miranda FETAG RS
Sec. Finanças Adj. Pedro Mesquita Sind Marceneiros SP
Sec. Relações Inter. Nivaldo Santana SINTAEMA SP
Sec. Relações Inter. Adj Carlos Miller SINDMAR RJ
Sec. Juventude Luiza Bezerra Sind Bancários RS
Secret Juventude Adj Marilena FETAG MG
Sec. Saúde Trab. Elgiane Fátima Lago STR RS
Sec. Comunicação Raimunda SINTEAM AM
Sec. Meio Ambiente Rosemari FETAG/CONTAG MA
Sec. Meio Amb. Adj. Mario Porto Urbanitários RJ
Sec. Política Educacional Marilene APLB BA
Secretaria Formação Ronaldo Leite SINTECT/Correios RJ
Sec. Políticas Sociais Vânia FETAG BA
Sec. De Assuntos Soc Economico Humberto Urbanitários RJ
Sec. Mulher Celina SINPRO MG
Secret Mulher Adj Aires FETAG SE
Secretaria Previdência Tadeu Paranatinga Servidores Municipais de Campinas SP
Sec. Assuntos Juridicos Mario Teixeira Portuário DF
Sec. Igualdade Racial Monica SITM RJ
Sec. Relações Institucionais Vicente Selistre Sind Sapateiros RS
Sec. Agric/Agrária Adriano FETAG SC
Sec. Serviço Público João Paulo Serviço Público Federal DF
Sec. Serv. Públ. Adj Marcos FESEP RJ
Secret Assalariado Rural Valdinir FETAG MS
Sec. Relações do Trabalho Paulo Vinicius Sind Bancários DF




Fonte: Portal CTB

sábado, 26 de agosto de 2017

Lula: "os que bateram panela contra Dilma, batem a cabeça com Temer"

 
Foto: Ricardo Stuckert


Lula lembrou o desenvolvimento que a região de Ipojuca sofreu ao longo dos anos, chegando a se tornar o segundo PIB do estado de Pernambuco. "Pessoas que antes cortavam cana, passaram a ser mecânicos, soldadores, trabalhavam em Suape. Veja o que eles vão fazer. Vão diminuir o salário mínimo em R$10. Vão autorizar mineradoras a comprar terras na Amazônia", discursou.  "A luta não é simples. Certamente algumas pessoas que bateram panela pra derrubar a Dilma agora estão batendo a cabeça. Estão batendo a cabeça porque esse governo está destruindo o país", disse Lula. 


O ex-presidente voltou a criticar o governo de Michel Temer pelo pacote de privatizações de 57 empresas e ativos públicos, para tentar fechar o maior rombo fiscal da história. "Eles são tão incompetentes que em vez de governar, eles estão vendendo o que não é deles, vendendo o país. O que eles estão vendendo é patrimônio nosso, construído ao longo de séculos pelo povo brasileiro. Eles prometeram que iam tirar a Dilma, que ela era a desgraça desse país, agora esse governo fez desgraça e meia", disse Lula. 



A presidente legítima Dilma Rousseff destacou em seu discurso a gravidade dos atos praticados pelo governo de Michel Temer. "É gravíssimo o que os golpistas estão fazendo, acabando com o conteúdo local. Esse governo não tem menor compromisso com povo brasileiro", disse Dilma. “O petróleo no Brasil, que é uma riqueza do nosso País, está sendo comprometido. Eles querem acabar com o conteúdo local na indústria do petróleo”.



Dilma relembrou que foi em Ipojuca que se iniciou a extração de petróleo em águas profundas. “Aqui em Ipojuca fizemos uma revolução. Extraímos petróleo de águas profundas. E mais do que isso, refinamos o petróleo e garantimos que esse petróleo que viraria gasolina e óleo diesel viesse de mãos brasileiras, nordestinas, pernambucanas”, afirmou.

Em seminário, Flávio Dino e Haddad defendem regulação da mídia


O evento é promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, e continua neste sábado (26), Coordenada pelos jornalistas Renata Mielli (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) e Paulo Henrique Amorim, a primeira rodada de debates foi de peso: o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT); o ex-prefeito de Belém e deputado federal Edmilson Rodrigues (Psol) e o atual prefeito de Macapá, Clécio Luís (Rede).

Segundo Flávio Dino, a única utilidade que é possível apontar da atual crise política e institucional, e que sempre foi velado em nossa sociedade na narrativa oficial dos meios de comunicação, foi a luta de classes.

“Esta crise serviu para atualizar a compreensão do pensamento progressista e da sociedade, de um modo geral de que, de fato, temos interesses conflitantes, que se organizam, manifestam e lutam de várias formas em várias arenas e por vários instrumentos”, enfatizou o governador.

Ele salientou que os governos progressistas sofrem as consequências práticas e cotidianas da articulação que há dos blocos de interesses.

 

Manchetômetro

O governador apresentou como exemplo desse embate de interesses um levantamento de mídia, o chamado manchetômetro, com um cálculo que comprova a manipulação midiática usada como um instrumento de oposição ao governo.

De acordo com os dados, o jornal ligado à família Sarney – proprietária dos principais veículos de comunicação no estado -, veiculou em 2014, último ano de governo de Roseane Sarney, 66% de manchetes positivas em referência à gestão; 5% negativa; e 29% neutra.

No ano seguinte, em 2015 - primeiro ano de governo de Flávio -, apenas 8% das manchetes positiva, se contrapondo aos 66% do período anterior. Já as negativas, saltaram de 5% para 53%. As manchetes neutras também subiram: 39%.

Em 2017, ano pré-eleitoral, o número de manchete positiva caiu para 3%. “Estou igual ao Temer”, brincou Flávio Dino, em referência à popularidade do ilegítimo.

“É uma violência simbólica que a gente sofre com esses oligopólios governando frações do estado”, frisou.

Democracia

Para o ex-prefeito Fernando Haddad, o país precisa passar por um verdadeiro processo de redemocratização. “A democracia não é um processo natural é uma conquista civilizatória”, disse ele, destacando que hoje vivemos um processo de desconstituinte e estado de exceção.

“Eles [golpistas] não têm um projeto de país. É o projeto de desfazer. É uma desconstrução que estão fazendo e a cada dia é uma notícia nova e ruim”, afirmou o ex-prefeito, citando o ataque aos direitos trabalhistas.

“Devemos ampliar a diversidade dos meios de comunicação ou corremos o risco de grande retrocesso”, declarou Haddad, que defendeu a urgência da regulação da mídia.

Ele também falou sobre o papel das redes sociais na construção do discurso de ódio e de desconstituição.

“Há forte interferência do dinheiro nas redes sociais. O modelo de negócio é baseado numa publicidade em que promove o encontro entre os seus iguais. O interesse da internet não é de promover a interação humana. Criam bolhas em que os estereótipos e preconceitos são reforçados”, afirma.

O prefeito de Macapá, Clécio Luís, resgatou o contexto histórico da formação do Amapá e a forte influência oligarca forjada na exploração de minério da região. 

“A maior mina de manganês do mundo, de 1943 a 1990, era do Amapá. A partir daí, formou-se uma sociedade que se domesticou, pois o Estado [detentor dessa riqueza] dava emprego, casa”,

Ele salientou que a comunicação na administração pública deve priorizar a realidade, sem deixar de promover a responsabilização do cidadão para que este sinta-se parte do governo e ajude a definir os rumos da administração.

Edmilson Rodrigues, deputado federal pelo Psol e ex-prefeito de Belém, disse que os meios de comunicação ligados a parte da elite brasileira buscam disseminar o pessimismo.

“Não pensem que não é intencional. Mas não é possível acreditar que Humanidade tenha como futuro a barbárie. A barbárie é hoje. O amanhã é outro”, afirmou.

“Temos que ter um projeto contra-hegemônico. Nós temos muito em comum, mas ainda temos muito a agir em comum”, defendeu. “É importante construir meios alternativos. E as redes sociais são fundamentais. Não podemos ficar fora dela”, completou. 


Do Portal Vermelho

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Ao Vivo: Acompanhe agora abertura oficial do 4º Congresso da CTB

Abertura oficial: Leitura do regimento do 4º Congresso da CTB
Abertura oficial: Leitura do regimento do 4º Congresso da CTB


  



Do Portal Vermelho

Presidente da Federação Sindical Mundial denuncia globalização e saúda encontro classista

“Vamos fazer um chamado à CTB: que este espaço que vocês começaram aqui seja uma tendência para articularmos estratégias unitárias de luta”, declarou o presidente da Federação Sindical Mundial (FSM), Michael Makwayiba, durante seu discurso no Seminário Internacional “A crise econômica global e o mundo do trabalho”, que ocorreu nesta quinta-feira (24), em Salvador.
“Globalização, direitos e democracia” foi o tema debatido na segunda mesa do encontro que reúne representantes de 26 países de todo o mundo. A mesa foi coordenada pelo secretário adjunto de Relações Internacionais da CTB, José Adilson Pereira, e pela dirigente da Fetag, Vânia Marques.
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O líder sul-africano avaliou que com a globalização a soberania dos países e povos é atacada. “Políticas liberais têm sido impostas para suprimir os interesses do imperialismo”, sublinhou ele que exemplificou que apesar de a África ser um continente rico em minerais como ouro e diamante, a maioria da população vive abaixo da linha de pobreza.

Já o cientista social e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Ronaldo Carmona, denunciou o golpe no país e contextualizou a atual conjuntura política com o protagonismo que o Brasil e os governos progressistas e de esquerda exerciam na região.
“A conformação do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e a criação do Banco e do Fundo de Investimentos do bloco são espelhos de uma nova arquitetura financeira internacional alternativa ao domínio imperialista”, lembrou Carmona, que destacou o crescimento da economia chinesa em relação aos Estados Unidos.“Este pensamento contra-hegemônico foi a raiz da situação que levou ao golpe no Brasil e a desestabilização dos países da América Latina e Caribe”, alertou o palestrante.
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 Neste sentido, o presidente da CTB, Adilson Araújo, que participou junto ao secretário de Relações Internacionais da central, Divanilton Pereira, e da coordenadora do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES), Gilda Almeida, na mesa de encerramento da atividade frisou: “O Brasil caminha para o atraso e retrocesso com a imposição de uma agenda ultraneoliberal”, exclamou. 

Araújo recordou ainda que os 10 anos da CTB coincidem com o centenário da primeira grande greve geral no Brasil liderada por operárias e destacou a necessidade da solidariedade internacional com países como a Venezuela, Palestina e Cuba.

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Os participantes nacionais e internacionais que falaram no plenário denunciaram a ofensiva conservadora e os ataques do capitalismo internacional aos direitos da classe trabalhadora mundial e a necessidade de unidade na luta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas.

Em sua fala final, Divanilton Pereira agradeceu a presença da delegação nacional e dos 71 delegados internacionais que representaram 43 entidades sindicais dos quatro continentes e afirmou. "Saimos mais fortalecidos deste encontro para construir uma plataforma unitária de luta", disse. 
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O seminário terminou com a execução da Internacional, cantada por todos os presentes em vários idiomas, e com a troca de presentes entre as delegações estrangeiras e a CTB.

Érika Ceconi - Portal CTB 
Fotos:Manoel Porto  

Liberdade de pensar é essencial para uma educação de qualidade, diz dirigente da CTB


A professora Marilene Betros, dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), afirma ao Portal CTB que o 4º Congresso Nacional da CTB debaterá os efeitos dos cortes orçamentários na educação e como salvar esse setor essencial para o desenvolvimento do país.
Ela explica que a CTB realiza seu Congresso em uma conjuntura adversa, "com essa ofensiva do capital sobre o trabalho". Neste momento, "a educação pública está ameaçada. O presidente ilegítimo retira investimentos e diz que está cortando gastos, como se investir em educação não fosse essencial para a nação", diz. Por isso, "o movimento educacional se organiza para mostrar que educação deve ser prioridade absoluta".
E como o Ministério da Educação (MEC) cancelou a Conferência Nacional de Educação, os profissionais na área, criaram a Conferência Nacional Popular de Educação (Conape) e o Fórum Nacional Popular de Educação para "barrar os retrocessos e colocar a educação no centro do debate da política nacional".
A professora, que também é dirigente da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado Bahia e da CTB-BA, ataca o proejto Escola Sem Partido. "Esse projeto tenta tirar a essência da educação, que dever ser um processo aberto. A educação deve dar liberdade de pensar". conclui.
Assista o depoimento de Marilene Betros