ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

terça-feira, 10 de maio de 2016

BRASIL: Governo decide ir ao Supremo para barrar golpe


STF
 
 

De acordo com a assessoria, o argumento vai se fundamentar no fato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) - atualmente afastado do cargo por decisão do STF -, cometeu desvio de finalidade ao acolher o pedido de impeachment da presidenta Dilma.

Como o ministro José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, já havia informado, a ação se fundamenta na decisão do próprio STF que afastou Cunha, atendendo a um pedido da PGR, que alega que o presidente afastado da Câmara utilizou o cargo para se beneficiar.

Cardozo também reforçou que Cunha aceitou pedido de impeachment por "vingança", depois que a bancada do PT se recusou a apoiá-lo no Conselho de Ética da Câmara.

O ministro também cogitou a possibilidade de recorrer até a Corte Interamericana de Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário. 


Do Portal Vermelho, com informações de agências

domingo, 8 de maio de 2016

CTB lança campanha de mobilização para o Dia Nacional de Luta

Com o objetivo de fortalecer a mobilização para o dia 10 de maio, Dia Nacional de Luta Em Defesa dos Direitos e da Democracia, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), lança uma campanha de divulgação e disponibiliza os materiais da central. 
Atividades ocorrerão em todo o país com paralisações em defesa da democracia. Clique aqui para baixar as artes para as redes sociais e site.
Acompanhe a cobertura completa desta mobilização no Portal CTB e também pelo facebook,twitter e instagram. Outras informações no site ou entre em contato com a imprensa através do telefone: 3106. 0700 ou email: imprensa@portalctb.org.br
Fonte: Portal da CTB NACIONAL

BRASIL: Brasileiros são ignorantes sobre a sua própria realidade


México e Índia foram os paises com população mais imprecisas em suas percepções, enquanto os sul-coreanos os mais precisos, seguidos pelos Irlandeses. Nova Zelândia é o menos preciso dos países desenvolvidos (entre os cinco primeiros mais ignorantes), enquanto que a China está "no top 5" mais preciso.

A pesquisa foi realizada após pesquisadores enviaram questionários para milhares de participantes em 33 nações (28 delas foram rankeadas). Nestes países, um grupo diversificado de mil pessoas foram pesquisadas. Elas deveriam responder questionamentos como “qual porcentagem da população você acredita ter acesso à internet no país?”

Os brasileiros se saíram particularmente mal em questões como “qual a porcentagem de pessoas com menos de 14 anos no país?” -- na média, a resposta foi 39%, quando o número real é 24% -- e “qual a idade média dos habitantes?” -- o palpite mais comum foi 56 anos, quando o dado correto é 31 anos. Nestes dois itens, fomos os piores rankeados.

Outros países

Os indianos, por exemplo, acham que são menos religiosos do que de fato são. Na pergunta “qual a porcentagem de pessoas não têm religião alguma”, eles apostaram em 33%, quando, na verdade, apenas 0,1% seria a resposta certa. Os mexicanos também erraram feio na mesma questão: disseram 35% (o correto seria 5%).

Na outra ponta, os sul-coreanos mostraram grande conhecimento de sua realidade, seguidos pelo irlandeses e pelos poloneses.

Os questionários foram respondidos, além dos países citados, na Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, China, Colômbia, França, Alemanha, Hungria, Israel, Itália, Japão, Montenegro, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Rússia, Arábia Saudita, Sérvia, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Reino Unido, Turquia e Estados Unidos.

A Pesquisa de Percepção realizou 25.556 entrevistas entre 1º de outubro a 16 de outubro de 2015.



Do Portal Vermelho, com informações da Gazeta do Povo

sábado, 7 de maio de 2016

MÍDIA; A mídia golpista e o financiamento do governo


Divulgação
A mídia hegemônica e a construção do golpe
A mídia hegemônica e a construção do golpe

Com isso, a participação do meio digital nos investimentos totais alcançou 12,54% – o que representa um percentual muito inferior à média internacional. Nos Estados Unidos, por exemplo, o meio digital abocanha 31,6% dos investimentos totais e já se aproxima da televisão.

No Brasil, a grande distorção ainda é a televisão, que recebe 65% dos investimentos, enquanto, nos Estados Unidos, a participação é de 37,9%. Meios impressos, lá como aqui, vêm perdendo participação no bolo total, em razão da migração dos leitores para plataformas digitais – sobretudo, os smartphones.

A mídia como parte do golpe

Em manifestações recentes sobre a crise brasileira, o jornalista Glenn Greenwald descreveu a mídia brasileira como parte integrante do golpe contra a presidente Dilma Rousseff. "A mídia corporativa brasileira age como os verdadeiros organizadores dos protestos e como relações-públicas dos partidos de oposição. Os perfis no Twitter de alguns dos repórteres mais influentes (e ricos) da Rede Globo contém incessantes agitações anti-PT. Quando uma gravação de escuta telefônica de uma conversa entre Dilma e Lula vazou, um dos programas jornalístico mais influente da Globo, o Jornal Nacional, fez seus âncoras relerem teatralmente o diálogo, de forma tão melodramática e em tom de fofoca, que se parecia literalmente com uma novela distante de um jornal, causando ridicularização generalizada nas redes. Durante meses, as quatro principais revistas jornalísticas do Brasil dedicaram capa após a capa a ataques inflamados contra Dilma e Lula, geralmente mostrando fotos dramáticas de um ou de outro, sempre com uma narrativa impactantemente unificada", disse ele.

Também recentemente, o presidente da Abril, Walter Longo, enviou um comunicado interno, apontando que, num governo de Michel Temer, a situação financeira da empresa deve melhorar.  


Fonte: Brasil 247

MÍDIA: Corre, golpe, corre: Aprovação de Dilma dispara


Arquivo
Às vésperas da aprovação do impeachment, a aprovação de Dilma é a maior do último ano
Às vésperas da aprovação do impeachment, a aprovação de Dilma é a maior do último ano

Esta é a razão, provavelmente, pela qual os institutos de pesquisa do golpe pararam de fazer sondagens sobre a aprovação do governo e da presidenta.

A aprovação de Dilma, segundo apuração feita pelo instituto Paraná Pesquisas, está chegando perto de 20%, o maior nível em mais de um ano. E isso apenas na cidade de São Paulo. O eleitorado de Dilma sempre foi maior em cidades pequenas e no Nordeste.

Por isso, a Câmara de Deputados liderada por Eduardo Cunha correu tanto para aprovar logo o impeachment, sob o batuque histérico da imprensa golpista. Mais um pouco de tempo e o número de pessoas conscientes das tramoias golpistas por trás do impeachment poderia crescer ao ponto de inviabilizá-lo.

Corre, golpe, corre!

O portal Terra anunciou nesta sexta-feira (6) a seguinte notícia: Perto da votação, popularidade de Dilma é a maior em um ano. 

Leia na íntegra: 

A poucos dias votação da admissão do pedido de impeachment pelo Senado, o governo da presidenta Dilma Rousseff é aprovado por 18,2%, segundo pesquisa da Paraná Pesquisas feita com exclusividade para O Financista . A enquete foi realizada entre 30 de abril e 04 de maio, com 1.204 eleitores com 16 anos ou mais na cidade de São Paulo. O trabalho mostra, ainda que a desaprovação ao governo Dilma é de 77,6%. Outros 4,2% não souberam ou não opinaram.

O que chama a atenção é que a aprovação de Dilma é maior que a das duas pesquisas anteriores. Em junho de 2015, 10,4% dos participantes aprovavam a gestão petista; em agosto de 2015, a taxa havia caído para 8,3%. Já desaprovavam a presidente 87,6% em junho e 89,1% em agosto.

Quando se considera o gênero, as mulheres são as que mais aprovam Dilma, com 19%, ante os 17,3% de homens. Já 75,8% das mulheres e 79,6% dos homens reprovam o governo. Por idade, os entrevistados com 60 anos ou mais são os maiores apoiadores da presidente, com 21,8% de aprovação e 73,9% de desaprovação. Os mais jovens, com idade entre 16 e 24 anos, são os que mais a reprovam: 80,1%.

Ainda segundo a Paraná Pesquisas, em relação ao grau de instrução, as pessoas com ensino fundamental são as que mais aprovam Dilma, com 21,9%. Já o grupo com maior reprovação é o que cursou ensino superior: 81,7%.

Com renda ou sem renda?

Um dado interessante é a divisão entre quem está ou não no mercado de trabalho. Entre os que integram a População Economicamente Ativa (PEA), 17% aprovam e 79% desaprovam o governo Dilma. A PEA é definida pelo IBGE como a população que está ocupada (empregados com carteira assinada ou não; autônomos e empresários), ou que está ativamente engajada em encontrar uma fonte de renda (desempregados em busca de recolocação e jovens procurando seu primeiro emprego). Em agosto do ano passado, por exemplo, a PEA do Brasil somava mais de 24 milhões de pessoas.

Já entre quem integra a População Não Economicamente Ativa (PNEA), 20,6% aprovam Dilma e 74,6% reprovam. A PNEA é composta por aqueles que não possuem fonte própria de renda, nem estão engajados em encontrá-la, como estudantes, donas e donos de casa. Em agosto de 2015, a PNEA era estimada pelo IBGE em pouco mais de 19 milhões de pessoas (aquelas com 15 ou mais anos, segundo a PNAD). 


Fonte: O Cafezinho

BRASIL: A morte do torturador de Dilma Rousseff


Agência AL
Homero foi um dos responsáveis pelas torturas contra a agora presidenta, Dilma RousseffHomero foi um dos responsáveis pelas torturas contra a agora presidenta, Dilma Rousseff
Ele foi acusado por Dilma Rousseff, juntamente com o capitão Maurício Lopes de Lima e o major Benoni de Arruda Albernaz, pelas torturas que sofreu quando foi presa naquele ano.

As acusações contra Homero Machado são muitas, relatadas no relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), onde é acusado de “tortura até a morte e ocultação de cadáver” durante a ditadura militar (1964-1984). Ele foi o comandante das equipes de tortura que agiram contra os presos políticos Roberto Macarini e Heleny Ferreira Telles, da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR); Virgílio Gomes da Silva, da Ação Libertadora Nacional (ALN); e Frei Tito (1945-1974), que se suicidou anos mais tarde. Em 2010 foi movida contra ele uma ação civil pública requerendo a responsabilização do militar por chefiar equipes de tortura que atuaram em órgãos da repressão em São Paulo. 

Quando depôs na Comissão Nacional da Verdade (CNV), Homero (que tinha 75 anos ao morrer) de certa forma reconheceu os crimes que cometeu e, como os nazistas em Nuremberg (Alemanha), jogou a culpa nos superiores. Ele se disse submetido a um massacre e afirmou ao advogado José Carlos 
Dias, integrante da CNV: “Eu pediria ao senhor que ‘gestionasse’ junto ao Comando do Exército, para que ele pedisse desculpas, como instituição. Porque nós éramos agentes do Exército, nós não levantamos o braço e: ‘Vamos lá, pegar comunistas’. Os senhores deveriam ‘gestionar’ então para que as Forças Armadas pedissem desculpa à Nação”. Desculpas que ele próprio não pediu. 


Do Portal Vermelho, com agências

Confira como votou cada senador em relação à admissibilidade do impeachment

O parecer favorável do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) ao prosseguimento do processo de impeachment contra a presidenta Dilma foi aprovado por 15 votos a 5. Questão agora segue para o plenário
Por Redação
A maioria dos senadores da Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovou, nesta sexta-feira (6), o parecer favorável à admissibilidade do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.
Com a aprovação, por 15 votos a 5, do parecer elaborado pelo relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), o processo segue, na semana que vem, para a votação no plenário da casa. A votação deve ocorrer na quarta-feira (11).
Confira como votou cada senador da comissão.
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Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
C/ Revista Fórum