ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

domingo, 3 de abril de 2016

MUNDO: Época revela como governo Obama subsidia a Lava Jato

Uma reportagem da revista Época, do grupo Globo, revela, de forma inadvertida, as digitais da administração Barack Obama na produção de provas da Operação Lava Jato.


Reprodução
  

A revelação está na reportagem "PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht" e aponta que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuperou dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, que foram entregues à força-tarefa brasileira:

A caixa de e-mails de Alexandrino havia sido apagada, mas foi recuperada graças a uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, motivada pela Lava Jato. Os dados foram enviados à PF no início de março. “O e-mail supra aponta indícios de que Luiz Inácio Lula da Silva era incentivado a atender compromissos de interesse do Grupo Odebrecht ainda quando ocupava a cadeira de presidente”, diz o relatório da polícia enviado aojuiz Sergio Moro e obtido por ÉPOCA. O texto curto constitui um novo elemento na investigação sobre a suspeita de que Lula fez tráfico de influência para a Odebrecht – não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.

O que Época retrata como uma ação corriqueira pode ser algo muito maior, inserido numa ação geopolítica dos Estados Unidos, para enfraquecer a economia brasileira.

Desde o início da Operação Lava Jato, o setor de engenharia brasileiro praticamente quebrou. A Odebrecht, sozinha, demitiu 70 mil funcionários e pode reestruturar dívidas de R$ 100 bilhões.

Além disso, foram paralisados projetos estratégicos como a construção dos submarinos nucleares, a cargo da Odebrecht e do grupo francês DCNS, que visam patrulhar a fronteira marítima do Brasil, onde estão as reservas do pré-sal. Outra possível consequência da operação é abertura do pré-sal à exploração de grupos estrangeiros.

De 1964 a 2016

Na recente viagem que fez à Argentina, o presidente Barack Obama ensaiou um discurso pró-democracia. Ao lado do presidente argentino Mauricio Macri, disse que os Estados Unidos devem perdão aos argentinos por terem apoiado a ditadura sanguinária no país vizinho. Ao comentar a crise no Brasil, Obama se esquivou de condenar o golpe em curso e disse que o "Brasil possui instituições fortes" – a senha que traduz seu apoio à deposição da presidente Dilma Rousseff, que sua própria administração grampeou ilegalmente por meio da NSA. Depois disso, Macri, que vinha condenando o golpe no Brasil, decidiu se calar.

Dias atrás, o jornal russo Pravda apontou as digitais do governo americano na tentativa de derrubada do governo da presidente Dilma (leia mais aqui). Recentemente, uma reportagem da revista Foreign Affairs também destacou como o Brasil vinha se transformando em player global, graças à ação do ex-presidente Lula e das construtoras brasileiras – especialmente na África e na América Latina (leia aqui).

Assim como apoiaram o golpe militar de 1964, ao lado de grupos de comunicação como a Globo, os Estados Unidos também parecem estar envolvidos no golpe de 2016, para que o Brasil volte a ser quintal do império.



Fonte: Brasil 247
C/ Portal vermelho

sábado, 2 de abril de 2016

BRASIL: 83% não querem Temer presidente, revela pesquisa

Pesquisa divulgada pelo portal Último Segundo, neste sábado (2), mostra que 56% dos leitores do site são contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Além disso, o levantamento feito pelo instituto de pesquisa Digzoo revela que 83% dos internautas não querem que o vice-presidente, Michel Temer, assuma a cadeira de Dilma.

“Apesar da polarização entre grupos politicamente antagônicos e dos números negativos sobre a aprovação do governo federal em amostras recentes, levantamento do instituto de pesquisa Digzoo feito entre os leitores do portal iG mostra que o impeachment da presidente Dilma Rousseff não é uma medida vista de forma tão positiva pela população brasileira”, diz a matéria.

A pesquisa ainda ponta que 75% dos entrevistados disseram não confiar que Temer conseguiria fazer a economia brasileira melhorar em curto prazo. A grande maioria dos internautas (80%) questionados não acreditam que a corrupção diminuiria em um eventual governo do PMDB.

De acordo com o portal, a pesquisa foi realizada entre os dias 30 e 31 de março e contou com a participação de 3.985 internautas.
 
Com informações de agências

Fonte: Portal Vermelho

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PCDOB E UJS DE NOVA CRUZ PRESENTES A CAMINHADA EM NATAL PRÓ-DILMA..NÃO AO GOLPE!

 Eduardo Vasconcelos com membros da UJS - União da Juventude Socialista

Inicio da caminhada PRÓ DILMA em Natal (31/03/2016)

Ontem (31) em Natal representantes do PCDOB e UJS de Nova Cruz participaram da Caminhada PRÓ DILMA - NÃO AO GOLPE!  Promovida pela sociedade civil, estudantes, entidades sindicais e a população em geral.

Nova Cruz participou com representantes dos Sindicatos do Trabalhadores/as Rurais e da Educação, além da juventude. (cerca de 60 pessoas).

O ato foi pacífico, saindo de fronte a Faculdade de Odontologia (Salgado Filho) indo sentido Viaduto de Ponta Negra pela faixa da esquerda.  

A segurança foi reforçada com as presenças da Polícia Federal, Civil, Militar e Polícia Rodoviária Federal, garantindo assim segurança aos participantes, que trafegavam cantando e falando palavras de ordem: NÃO VAI TER GOLPE!

quinta-feira, 31 de março de 2016

DIRETÓRIO DO PCDOB DE NOVA CRUZ SE REUNIU VISANDO AS ELEIÇÕES DE 2016

 Reunião bastante proveitosa



Ontem (30), o Partido Comunista Brasileiro - PCdoB de Nova Cruz se reuniu para discutir as Eleições 2016.

Foram discutidos as candidaturas de pré candidato a Vereador e futura futuras coligações, tanto na Majoritária, como na Proporcional.  Foi aprovado para o mês de abril um Curso de Capacitação para os filiados e a criação da UJS - União da Juventude Socialista para agregar vários jovens na luta pelo SOCIALISMO e para o fortalecimento do Movimento Estudantil, Cultural e Político no Município.

Um tema importante discutido também foi as normas eleitorais (afastamento), o Partido irá nesta quinta-feira consultar especialistas na áreas de Direitos Eleitorais e já na sexta-feira (01) orientará seu pré candidatos.

A cada dia o PCdoB vem adquirindo vários seguidores que sintonizam com o Programa e o Manifesto do Partido.

Foi tirado uma comissão dos presentes a reunião para irem nessa quinta-feira (31) para Natal, onde participarão da Marcha Contra o Golpe!

Participaram da reunião os membros do Diretório: Damião  - Presidente; Roberto - Vice Presidente; Eduardo - Secretário de Organização; José Aldo - Secretário de Finanças; Heloiza Victória - Secretária de Formação e "Zé do Tempero" - Secretário de Comunicação, bem como os Pré Candidatos: Severino de Heleno e  Agnaldo Cabeleiro; Rama, membros do Grupo de Capoeira: Junio, Priscila, Welligton, Regina e  Grazielly.

Obs. Justificaram suas ausências: Edmilson (Negão) , Andressa (Trabalhando) e Daniele (doente).

terça-feira, 29 de março de 2016

Solidários ao Brasil, países latino-americanos farão atos nesta quinta

Diversos países latino-americanos realizarão atividades, nesta quinta-feira (31), em apoio aos atos que acontecem em todo o Brasil para denunciar as tentativas de golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. 

Preocupados com a interrupção da democracia brasileira, os movimentos sociais da América Latina estão se organizando para promover uma ação continental em defesa do Estado democrático de direito. 

“Diante da agressiva campanha dos meios de comunicação de massa contra o governo e a politização do sistema judiciário brasileiro, que tenta a todo o custo derrubá-lo, cidadãs e cidadãos brasileiros e mexicanos convocamos um ato em defesa da continuação do Estado de Direito, do governo legitimamente eleito pelo povo brasileiro e das conquistas sociais alcançadas nos últimos treze anos no país”, diz a convocatória para o evento que será realizado na capital mexicana. 

Argentina, Chile e Uruguai também já confirmaram atos para esta quinta.
Portal CTB 

Com anúncios enormes, a grande imprensa joga fora os últimos resquícios de honestidade

À beira de um novo golpe de Estado, a imprensa finalmente passou o recibo por seu papel na jogada ensaiada com setores da justiça. Uma campanha publicitária enorme e caríssima patrocinada pela Fiesp nesta terça-feira (29), com anúncios de página inteira em defesa do impeachment, recheou sites e impressos do Correio Braziliense, d’O Estado de S. Paulo, da Folha de S. Paulo e d’O Globo.
É algo que faria qualquer aluno de primeiro ano de jornalismo sentir vergonha, em meio à pior crise institucional de que se tem notícia. Enquanto o público se afoga em interpretações divididas, desesperado por alguma isenção, esses veículos dividem a cobertura política com peças panfletárias pelas quais recebem dinheiro vivo. É a definitiva pá de cal sobre quaisquer pretensões jornalísticas que ainda alegavam ter.
A subserviência não é uma novidade para quem estuda o comportamento da imprensa no Brasil: sabe-se há muito que a hiperconcentração dos meios de comunicação e as relações promíscuas que esses se permitem com lideranças políticas cria uma espécie de coronelismo midiático em que cada região tem seu manda-chuva. Mas é um fato novo que, para além das ficções e recortes convenientes que ganham ares de realidade, a imprensa se sinta confortável para esfregar sua desonestidade na cara do leitor. É como se já não se importassem mais.
O anúncio aparece apenas 24 horas depois de o Supremo Tribunal Federal se isentar de qualquer interferência sobre a discussão de mérito do impeachment, efetivamente jogando a presidenta Dilma aos leões. No mínimo, o caso sugere um alinhamento tácito entre a oposição, o Judiciário e a imprensa: diante das mentiras e manipulação aberta da opinião pública, silêncio; diante dos inúmeros abusos judiciais cometidos por juízes e investigadores, inércia; diante das articulações entre bandidos para a deposição de uma presidente sem crimes, inação.
Há uma anedota fazendo as voltas pela Internet que conta de um episódio peculiar do cotidiano do Jornal Nacional. Trata-se de uma reunião de pauta em que William Bonner, editor do noticiário, saca o telefone e liga para Gilmar Mendes, ministro do STF, a procura de assuntos. “Vai decidir alguma coisa de importante hoje?”, pergunta o global. “Depende, se você mandar o repórter, eu decido alguma coisa importante”, responde Gilmar. O ocorrido está descrito no livro “Devaneios sobre a atualidade do Capital”, do professor da USP, Clóvis de Barros Filho.
O trecho registra a demonstração mais clara de jogada casada entre imprensa e Judiciário de que se tem notícia. Demonstra, também, a subserviência de alguns juízes quanto aos clamores da opinião pública, muito mais comum do que gostariam de admitir.
Não há quem se sustente diante de uma farsa dessa magnitude. Embora os anúncios sejam só o último episódio de uma tendência crescente de parcialidade da imprensa, eles dividem espaço com um comportamento similar da Operação Lava Jato. O padrão pôde ser constatado no recente vazamento da lista de financiamentos políticos da construtora Odebrecht, objeto da 26ª fase da operação. Dias antes, a imprensa havia propagado à exaustão os áudios ilegalmente obtidos do ex-presidente Lula com seus familiares, expondo-o a situações ridículas e teorias de conspiração. A lista, por outro lado, jogava luz sobre práticas condenáveis de políticos alinhados com o empresariado. Desnecessário dizer que ela desapareceu do noticiário em questão de horas, apesar dos mais de 200 nomes. Foi em seguida colocada em segredo de justiça, em decisão tomada espontaneamente pelo juiz Sergio Moro. O mesmo Moro que liberara os áudios por “interesse público” dias antes.
Esses anúncios inauguram uma nova fase desse teatro, em que as aparências não são mais necessárias. Ao ultrapassarem o barreira do prática jornalística fraudulenta para o espaço da publicidade, fez-se de forma oficial aquilo que já era o padrão da forma velada. Em meio a orçamentos minguantes e dificuldades financeiras, a grande imprensa partiu para o tudo ou nada contra Dilma.
Imagine as recompensas que terão, se Temer prevalecer.
Por Renato Bazan - Portal CTB

Movimentos sociais convocam para jornada nacional em defesa da democracia na quinta (31)

As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem dezenas de entidades do movimento social brasileiro, decidiram promover conjuntamente o Dia Nacional de Mobilização no próximo 31 de março, com uma Marcha a Brasília, além de manifestações em várias cidades brasileiras.
Os eixos da mobilização unitária são os seguintes:
- Em defesa da Democracia: Golpe Nunca Mais
- Contra o ajuste fiscal: por outra política econômica
- Em defesa dos direitos: Contra a Reforma da Previdência
Confirme sua participação no evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1765127953718082/
Frente Povo Sem Medo
Frente Brasil Popular

Portal CTB