ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

BRASIL: Roberto Amaral: Por que o Brasil não deslancha?

Na economia globalizada, sob o império do capitalismo monopolizado e o reino do sistema financeiro, condicionada por acordos tarifários e comerciais e o protecionismo imposto pelos grandes mercados consumidores, além da guerra entre blocos, a indústria nacional precisa de estratégia, desenvolvimento de produto, logística e gestão da produção –além de tecnologia de fabricação.

Por Roberto Amaral*, em seu blog


É a conditio sine qua non para um mínimo de competitividade, mesmo no mercado interno. Mas, no Brasil, o desenvolvimento cientifico e tecnológico é relegado a segundo plano pelas chamadas elites, especialmente as empresariais, com impacto nas políticas governamentais, descontínuas, à mingua de estratégia.


Assim, quando o desafio da economia do desenvolvimento é dominar a tecnologia de ponta nos setores industriais, quando os insumos principais deixam de ser bens físicos e cedem lugar ao trabalho intelectual, ao conhecimento, quando a mão-de-obra barata e farta deixa de ser fator decisivo na composição do preço, a produtividade, de que decorrem os ganhos de mercado, torna-se o resultado da equação tecnologia-mão de obra qualificada (leia-se conhecimento).

É bastante conhecer as transformações que se operam, por exemplo, na produção industrial da China e da Índia. A polaridade subdesenvolvimento versus desenvolvimento cede espaço à disjuntiva dominante versus dominado, a saber, mundo produtor de tecnologia versus mundo dependente de tecnologia (os novos subdesenvolvidos).

A economia e a política hegemônicas são a economia e a política ditadas pelos países altamente industrializados, distinguidos pelo conteúdo tecnológico de seus produtos, e a tecnologia cada vez mais se torna estratégica e decisiva tanto para a economia quanto para as políticas de poder que determinam a geopolítica e as estratégias de blocos e guerras, imperialismo, dominação e tudo o mais.

É assustador que o Brasil, um dos maiores territórios do mundo com população de 200 milhões de habitantes, participe com apenas 1,4% da produção mundial científica em engenharia. A Coreia do Sul, devastada pela guerra nos anos 50 e hoje com população que é um quarto da nossa, responde por 4,5% desse mesmo total; nas áreas de engenharia elétrica e eletrônica e em engenharia mecânica, a produção coreana é quatro vezes maior que a do Brasil.

Não há milagres, nem o atraso é determinismo. Simplesmente não há desenvolvimento sem aumento da produtividade, que, hoje mais do que nunca, depende da produção e aplicação do conhecimento. Nessa sociedade a inovação é sistêmica, contínua, correndo mesmo à frente das demandas de mercado, o que requer estoque de conhecimento e capital. Quanto mais o mundo se globaliza, mais se tornam importantes os mercados consumidor e produtor nacionais como demonstram os exemplos contemporâneos dos EUA e da China.

O Brasil dispõe de quase tudo o que requer o desenvolvimento econômico e a soberania – território, mercado consumidor em expansão, recursos naturais, população, e estabilidade institucional. Por que a coisa não funciona? A industrialização cobra de seus agentes alta tecnologia/inovação que, por seu turno, depende de uso intensivo de capital e de recursos humanos qualificados. E investimentos em pesquisa, de que o empresariado nacional se afasta como o diabo da cruz.

Aqui, contrariando a trajetória dos países que deram certo, nosso desenvolvimento científico e tecnológico está restrito às universidades públicas e nelas aos cursos de pós-graduação, que produzem milhares de dissertações e teses, mas tem pouquíssimas patentes depositadas no exterior. Entre as 20 maiores instituições depositárias de patentes, cinco são universidades públicas.

Os pesquisadores que atuam em pesquisa e desenvolvimento estão nas universidades. Por quê?

Porque a empresa brasileira não os absorve, porque não investe nem em pesquisa científica nem em inovação, em contraste com o mundo desenvolvido, onde cabe ao setor produtivo privado a fixação de pesquisadores no setor industrial. Essa, a primeira distorção. A segunda, dela derivada, é o fato de a pesquisa, no Brasil, desviada para a vida acadêmica, descolar-se de qualquer projeto de desenvolvimento nacional estratégico.

Enquanto exportamos minério de ferro para importar trilhos da China, chegamos, em 2006, a publicar 35 mil dissertações e 10 mil teses, mas sem qualquer correspondência no registro de patentes. Nosso investimento em CTI em relação ao PIB é de três a cinco vezes menor do o de qualquer país à nossa frente. Há estreita relação entre os investimentos empresariais e o volume de patentes registradas, e esse fato não temos como superar.

A comunidade universitária desenvolve suas pesquisas com ênfase na produção acadêmica, quase sempre dirigida pela linha das revistas científicas internacionais. A Academia produz a partir de seu foco, pois não conhece as prioridades nacionais. E as temos? São poucos os cientistas e pesquisadores brasileiros trabalhando em empresas.

Nos EUA, 80% dos pesquisadores estão em empresas e só 15% em instituições de ensino. Na Coréia e no Japão, 75% estão no setor privado. Na Alemanha, 75% dos cientistas trabalham nas indústrias, 18% nas universidades e 10% no governo. No Brasil, o percentual de cientistas e engenheiros trabalhando diretamente nas indústrias é de apenas 10%.

A universidade, assim, se vê na contingência de formar o cientista e ter de recebê-lo de volta, para a atividade docente, porque o mercado privado não o absorve. Essa distorção teria evidente correspondência na formação de nossos profissionais. O caso das engenharias é exemplarmente lamentável. O Japão possui 17 engenheiros para cada 100 mil habitantes, os EUA 9,5 e a China 13,8.

18% das exportações brasileiras são produtos de média e alta intensidade tecnológica, contra 46% da China / Crédito: Wikimedia
18% das exportações brasileiras são produtos de média e alta intensidade tecnológica, contra 46% da China / Crédito: Wikimedia
Temos apenas 2,8 engenheiros para cada 100 mil brasileiros. Em 2011 formamos 45 mil engenheiros, a Coréia, 80 mil, com seus 49 milhões de habitantes. No mesmo período, 60% dos engenheiros americanos com doutorado trabalhavam em empresas; aqui, 2%.
O Brasil possui somente 60 mil cientistas, um para cada três mil habitantes, 20% do que carece. Já os EUA apresentam um milhão de cientistas, um para cada 300 habitantes, ocupando o 42% lugar no ranking de uso de tecnologias.

Talvez tudo isso explique o fato de 40% das exportações brasileiras serem commodities primárias de baixo ou nenhum valor agregado, e só 18% produtos de média e alta intensidade tecnológica, contra 46% da China. Nosso quadro é o inverso dos desenvolvidos.

Não pode ser grande a expectativa de reversão do quadro, pois a crise econômica estimula o antipioneirismo e o rentismo de nossos empresários, que preferem pagar royalties a investir em pesquisa. De outra parte a clamorosa e crônica crise do ensino, em todos os graus, e a destruição da escola pública de segundo grau: temos escolas do século XIX, professores do século XX e alunos do século XXI, espantados.

O PISA mensura o desempenho em leitura, matemática e ciências de estudantes de 15 anos em todo o mundo; em 2009, o Brasil ficou em 57º lugar!

O país avançou na democratização da universidade e abriu o acesso a milhões de jovens. Não obstante o crescimento das matrículas das escolas públicas nos dois governos Lula, o fato é que apenas 15% do alunado superior estuda, hoje, em universidades públicas. Na Grande São Paulo, o ensino privado chega a absorver 93% do alunado universitário, 56% dos quais são cotistas. Ocorre, e eis a tragédia, que o ensino universitário privado é, no geral, de baixa qualidade, pouco investe em cursos técnicos e não investe em pesquisa.

A universidade brasileira, como um todo, não conhece a cultura da inovação. Se conhecimento gera conhecimento, a ignorância nada gera; se tecnologia gera tecnologia, sua ausência é o atraso. 


*Roberto Amaral é cientista político e ex-ministro da Ciência e Tecnologia entre 2003 e 2004
Fonte: vermelho.org.br

Maior parte da população mundial repudia o capitalismo

Uma nova pesquista internacional realizada pelo Instituto Legatum e a empresa YouGov revelou que a maior parte da população mundial, tanto nos países desenvolvidos como nos países "emergentes", se expressam de maneira negativa sobre o sistema capitalista.


Reprodução
Ilustração de como funciona o capitalismoIlustração de como funciona o capitalismo

Com a finalidade de investigar a atitude do público ante o sistema capitalista, os especialistas entrevistaram habitantes de três países desenvolvidos (Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido) e quatro "emergentes": Brasil, Tailândia, Indonésia e Índia.

Em cada um desses países, a maioria das pessoas entrevistadas concordou com a ideia de que nas sociedades capitalistas os pobres se tornam mais pobres e os ricos, mais ricos. Por exemplo, nos Estados Unidos, 55% responderam desta forma. 

Ao mesmo tempo, a população do Reino Unido, Brasil, Alemanha e Estados Unidos não espera que seus filhos tenham uma situação econômica melhor, mais segurança e mais saúde.

Por outro lado, existe uma crença quase universal de que as maiores empresas do mundo não conseguiram crescer de maneira "honesta".


Fonte: Russia Today
Com vermelho.org.br

INTERNAUTAS RACISTAS PODEM PEGAR OITO ANOS DE PRISÃO - ATAQUES A TAÍS ARAÚJO


Após depoimento de atriz, 30 pessoas terão sigilo quebrado por ofensas a Thaís Araújo

Atriz que foi alvo de comentários racistas prestou depoimento nesta quarta-feira


Indignação contra atos racistas na INTERNET, e prisão dos autores de comentários dessa natureza, precisa ser um constante. Não é possível só agir quando artistas da GLOBO são atacados.

Após o depoimento da atriz Taís Araújo, nesta quarta-feira (4), na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, a Polícia Civil do Rio decidiu quebrar o sigilo de cerca de 30 perfis de usuários de redes sociais suspeito de terem direcionados comentários racistas em uma imagem publicada pela atriz.

De acordo com os investigadores, os perfis pertencem a pessoas que residem nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, Renato Oliveira, determinou a investigação do caso após tomar conhecimento dos comentários.

"O crime é de injúria racial, feito por representação, e com aumento de pena por ser veiculado na internet. Ela veio para cá para autorizar o início das investigações", afirmou o delegado Alessandro Thiers, delegado da DRCI.


A pena para quem comete o crime de injúria racial pela internet pode chegar a quatro anos de detenção. Caso haja comprovação de uma formação de quadrilha, a pena dos envolvidos pode chegar a oito anos.

Fonte: 007ConeXãoBlogs

terça-feira, 10 de novembro de 2015

PCdoB-Natal realiza sua Conferência neste sábado

george conferencia
Vereador licenciado e secretário de esportes e Lazer do RN, George Câmara, é pré-candidato à Prefeitura de Natal.

PCdoB-Natal realiza sua Conferência neste sábado

Militantes, filiados, pré-candidatos, direção, amigos e simpatizantes do PCdoB-Natal participam neste sábado (14) da Conferência Municipal do Partido na capital.
A etapa, que antecede a Conferência Estadual, é realizada pelo Comitê Municipal e acontece às 9 horas na Assembleia Legislativa do RN. A mesa de abertura contará com uma palestra sobre conjuntura nacional, mídia e democracia com o jornalista e membro do Comitê Central do PCdoB, Altamiro Borges.

A expectativa é que a Conferência reúna cerca de 250 filiados de diversos segmentos para debater o papel do PCdoB na tarefa de fazer de Natal uma cidade mais humana. Homens e mulheres oriundos de diversos segmentos como juventude, LGBT, Unegro, Movimento Sindical e Comunitário participam do evento.

A ideia é que sejam discutidas as conjunturas nacional e local, bem como, os rumos que o Partido irá tomar em seu projeto eleitoral 2016. Os comunistas natalenses sentem a necessidade da sigla lançar um nome oriundo do próprio PCdoB para concorrer a Prefeitura de Natal. Para a militância, o nome do vereador licenciado e secretário de esportes e Lazer do RN, George Câmara, é o mais indicado para a disputa.

SERVIÇO:
O QUÊ? Conferência Municipal do PCdoB-Natal.

QUANDO? Sábado, 14 de novembro de 2015, às 9 horas.

ONDE? Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte - Rua Ulisses Caldas, s/n - Cidade Alta, Natal.

Fonte: PCdoB/RN

ELEIÇÕES 2016: Plenário do TSE aprova Calendário Eleitoral das Eleições de 2016

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na sessão administrativa desta terça-feira (10), o Calendário Eleitoral das Eleições Municipais de 2016. A eleição ocorrerá no dia 2 de outubro, em primeiro turno, e no dia 30 de outubro, nos casos de segundo turno. O calendário contém as datas do processo eleitoral a serem respeitadas por partidos políticos, candidatos, eleitores e pela própria Justiça Eleitoral. Os eleitores vão eleger em 2016 os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos municípios brasileiros.
Ao apresentar relatório e voto sobre a resolução do calendário, o ministro Gilmar Mendes informou que, em 19 de março de 2015, oficiou a todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) para que enviassem ideias e sugestões a serem apreciadas na oportunidade da elaboração das instruções sobre as regras das eleições do ano que vem. O ministro acrescentou que a minuta de resolução encaminhada aos gabinetes dos demais ministros considerou as sugestões das Cortes Regionais e dos grupos de trabalho e unidades técnicas do TSE. Ele agradeceu a valorosa contribuição do ministro Henrique Neves que, juntamente com as áreas técnicas, assessorias do Tribunal e equipe do gabinete do relator, “realizou em exíguo prazo estudos visando ao aperfeiçoamento do texto da minuta de resolução do calendário eleitoral”. O ministro salientou, ainda, a participação dos TREs com as suas propostas.
Gilmar Mendes ressaltou que, diferente de outras eleições, em que a minuta do calendário eleitoral foi aprovada no primeiro semestre do ano que antecede o pleito, esta foi submetida à apreciação do Plenário apenas agora em razão da perspectiva de reforma política pelo Congresso Nacional, que culminou com a sanção da Lei nº 13.165, de 29 de setembro de 2015.
“A expectativa de alteração de várias datas relevantes do processo eleitoral foi confirmada, como se sabe. O texto ora proposto contempla as alterações promovidas pela referida Lei na legislação eleitoral, a qual reduziu substancialmente o tempo de duração do processo eleitoral ao modificar o período das convenções partidárias, a data limite para o registro dos candidatos, o período para a realização das propagandas eleitorais, dentre outros marcos”, acrescentou o relator.
O presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, disse que, realmente, a reforma eleitoral promovida neste ano “alterou de maneira significativa e profunda o calendário das eleições, inclusive com a redução do tempo de campanha”.
Dentre as principais mudanças no Calendário, estão:
Filiação partidária
Quem quiser concorrer no próximo ano, deve se filiar a um partido político até o dia 2 de abril de 2016, ou seja, seis meses antes da data das eleições. Pela regra anterior, para disputar uma eleição, o cidadão precisava estar filiado a um partido político um ano antes do pleito.
Convenções partidárias
As convenções para a escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações devem ocorrer de 20 de julho a 5 de agosto de 2016. O prazo antigo estipulava que as convenções partidárias deveriam acontecer de 10 a 30 de junho do ano da eleição.
Registro de candidatos
Os pedidos de registro de candidatos devem ser apresentados pelos partidos políticos e coligações ao respectivo cartório eleitoral até as 19h do dia 15 de agosto de 2016. Pela regra passada, esse prazo terminava às 19h do dia 5 de julho.
Propaganda eleitoral

A resolução do calendário das eleições de 2016 incorpora, ainda, outras alterações produzidas pela reforma eleitoral, como a redução da campanha eleitoral de 90 para 45 dias, começando em 16 de agosto. O período de propaganda dos candidatos no rádio e na TV também foi diminuído de 45 para 35 dias, tendo início em 26 de agosto, em primeiro turno.
Confira aqui a íntegra do Calendário Eleitoral das Eleições de 2016.
EM, BB/JP

Congresso vai analisar vetos na próxima semana para limpar pauta



O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou nesta segunda-feira (9) a realização de sessão do Congresso Nacional na terça-feira (17) para análise dos vetos da Presidenta da República. Renan destacou que é preciso limpar a pauta para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária de 2016.  

 “Eu falei com a presidente da Comissão Mista de Orçamento (senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), para que a comissão agilizasse os projetos, porque nós precisamos votá-los até o final do ano, senão não haverá recesso. É importante a agilização dessas propostas da CMO para que nós possamos, depois da sessão do dia 17, apreciar todas essas matérias que são urgentíssimas. O País espera que elas sejam apreciadas”, declarou.

Renan lembrou que a Lei Orçamentária deste ano foi votada em março. “Foi uma estratégia para que o Congresso Nacional verdadeiramente colaborasse com o ajuste das contas públicas com um Orçamento menor, num prazo menor. No ano passado, nós votamos a redução da meta em dezembro, foi uma batalha. Nós esperamos que a batalha legislativa seja diferente neste ano”, afirmou.

Atualmente constam na pauta de votação do Congresso 13 vetos da presidenta Dilma Rousseff— seis destaques pendentes da última sessão e sete vetos incluídos nas últimas semanas. Entre os vetos presidenciais, está dois considerados polêmicos porque representam aumento de custos para a máquina administrativa do governo.

São o veto total ao projeto de reajuste de até 78,56% para servidores do Poder Judiciário e o veto ao dispositivo que assegura aumento para aposentados pelo mesmo índice de correção do salário mínimo. 
De Brasília, com agências 
Com vermelho.org.br


3ª Conferência Estadual da Juventude do RN, 14 E 15/11/2015

As Conferências - Nacional e Estadual - de Juventude visam dar voz e vez as diferentes juventudes representadas por diversas entidades juvenis. Neste ano de 2015 a III Conferência Nacional de Juventude constrói-se em torno “das diferentes formas de mudar o Brasil” desafiando a juventude a participar ativamente dos rumos do país.
Seu objetivo é ampliar os mecanismos de escuta da juventude brasileira, reconfigurar a intervenção de políticas públicas para juventude e garantir aos jovens um lugar central nas disputas políticas atuais. Etapa imprescindível para sua realização, as conferências estaduais articulam as entidades locais e definem em conjunto com a sociedade civil e os poderes públicos as demandas especificas de cada estado.
A Conferência Estadual do Rio Grande do Norte acontecerá nos dias 14 e 15 de novembro. E dentro da Conferência se faz necessário a discussão das propostas, que farão parte dos Planos - Nacional e Estadual - de Juventude, conforme os 11 (onze) eixos de direitos estabelecidos no Estatuto da Juventude:
I - Direito à Cidadania, à Participação Social e Política e à Representação Juvenil; 
II - Direito à Educação; 
III - Direito à Profissionalização, ao Trabalho e à Renda;
IV - Direito à Diversidade e à Igualdade; 
V - Direito à Saúde; 
VI - Direito à Cultura; 
VII - Direito à Comunicação e à Liberdade de Expressão; 
VIII - Direito ao Desporto e ao Lazer; 
IX - Direito à Sustentabilidade e ao Meio Ambiente
X - Direito ao Território e à Mobilidade; 
XI - Direito à Segurança Pública e ao Acesso à Justiça.


A Participação Democrática é uma das marcas da 3º Conferência Estadual! Convidamos a todas e a todos que desejarem ser facilitadores de um dos eixos da Conferência a ser realizada nos dias 14 e 15 de novembro, para que se cadastrem e participem do processo.
A Secretaria Extraordinária de Juventude do RN - SEJURN e a Comissão Organizadora Estadual - COE irão escolher, conforme o critério de envio, paridade de gênero e prioridade de ser jovem e ter experiência na temática, os candidatos a serem facilitadores. Quem for selecionado receberá Horas de Extensão, com Certificado, por participação do processo nos dois dias.

Inscrições até o dia 10/11 (terça-feira)!
Inscrições no link: http://goo.gl/forms/QGYfCu2AzE
http://www.sejurn.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=95565&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA#sthash.KITLW2VI.dpuf