ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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domingo, 23 de abril de 2023

EDUCAÇÃO - Mais de 70% das cidades não cumprem lei do ensino afro-brasileiro - por Carolina Pimentel/Agência Brasil

 

. Foto: Reprodução do kit 'A Cor da Cultura'

Segundo pesquisa, 53% fazem atividades pontuais e 18% não adotam ações

Sete em cada dez secretarias municipais de educação não realizaram nenhuma ação ou poucas ações para implementação do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas, conforme pesquisa divulgada nesta terça-feira (18), em Brasília, pelo Instituto Alana e Geledés Instituto da Mulher Negra.  

O estudo ouviu, em 2022, gestores de 1.187 secretarias municipais de educação, o que corresponde a 21% das redes de ensino dos municípios, sobre o cumprimento da Lei 10.639/03, que tornou obrigatório o ensino para o combate ao racismo nas escolas há 20 anos.

Os municípios são os principais responsáveis pela educação básica. Do total, constatou-se que 29% das secretarias têm ações consistentes e perenes de atendimento à legislação; 53% fazem atividades esporádicas, projetos isolados ou em datas comemorativas, como no Dia da Consciência Negra (20 de novembro); e 18% não realizam nenhum tipo de ação. As secretarias que não adotam nenhuma ou poucas ações, juntas, somam 71%. 

“Os municípios alegam como principais desafios para implementação da lei a ausência de apoio de outros entes governamentais e a falta de conhecimento de como aplicar a legislação. Há indicação do baixo engajamento ou a resistência de profissionais a esse tema. Temos algumas frentes que a gente pode incidir para implementação da lei”, explica a analista de políticas públicas do Instituto Alana, Beatriz Benedito.  

Para os institutos, os dados mostram a necessidade de compromisso político para a norma ser efetivada, como ocorre nos municípios com ações estruturadas, em que há, por exemplo, regulamentos locais, recursos no orçamento, presença de equipe técnica dedicada ao tema e planejamento anual das atividades.  

“[O resultado da pesquisa] mostra que não se leva a sério uma legislação, uma política pública. É compreensível que enfrentamos período longo sem investimento na área, o que não pode ser visto como justificativa. Não dá para ter uma educação de qualidade se não pensar em um ensino antirracista, uma sociedade mais justa, se não tiver uma educação antirracista”, argumenta a sócia e consultora em Educação de Geledés, Tânia Portella. 

Temáticas  

Segundo a pesquisa Lei 10.639/03: a atuação das Secretarias Municipais de Educação no ensino de história e cultura africana e afro-brasileira, 42% dos órgãos responderam que os profissionais têm dificuldade em aplicar o ensino nos currículos e nos projetos e 33% disseram não ter informações suficientes a respeito da temática. Quanto à periodicidade das atividades, 69% declararam realizar a maior parte dos eventos em novembro, mês do Dia da Consciência Negra. 

A maioria dos gestores considera a diversidade cultural, literatura e alimentação como os temas mais importantes a serem tratados no ensino da história afro-brasileira. 

Na avaliação de Tânia Portella, os temas (música, danças, culinária) são interessantes para aguçar a curiosidade dos estudantes, mas as atividades curriculares não devem ser limitadas a esse enfoque.  

“As participações ficam somente nessa linha de abordagem. A população negra contribuiu muito mais, na tecnologia, na escrita. Isso diz muito sobre hierarquização de saber e relações de poder”, explica. “É preciso lidar com entendimento de porque temos uma sociedade racista, a juventude negra é morta, mulheres negras morrem mais no parto que brancas. Tudo está vinculado a fazer uma abordagem na escola, precisa ser problematizado também nas escolas”, acrescenta.  

Para a consultora Beatriz Benedito, são temas que despertam o diálogo e contribuem para formação de autoestima de crianças e adolescentes negros, “que muitas vezes nas escolas só se veem na disciplina de história, quando se fala da escravização. Mas a gente também reforça a importância de se discutir relações de poder, constituição de privilégios, reforçar em seus processos de ensinamento e práticas escolares noções que permitam que a reflexão avance”, afirma. 

O que diz a Lei 10.639/03 

A lei alterou as diretrizes e bases da educação nacional para a inclusão obrigatória do ensino da história e cultura afro-brasileira na rede pública e particular de ensino fundamental e médio.  

Conforme o texto, o conteúdo deve abordar o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra e a participação do negro na formação da sociedade brasileira, nas áreas social, econômica e política

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Homenagem aos 59 anos da nomeação de Dom Hélder como Arcebispo de Olinda e Recife - "VALE A PENA LER NOVAMENTE!" - EDUARDO VASCONCELOS - PRESIDENTE DO PCdoB de NOVA CRUZ - RN E DO CPC (Centro Potiguar de Cultura)

Foto: divulgação

No último dia 12 de abril (quarta-feira), às 18h, a Câmara Municipal do Recife, por iniciativa do mandato da vereadora Cida Pedrosa (PCdoB), vai realizar uma sessão solene em homenagem aos 59 anos da nomeação de Dom Hélder Câmara como arcebispo de Olinda e Recife. O evento acontecerá no Plenário da Casa José Mariano e marca o início das comemorações do sexagésimo aniversário do “Dom” à frente da igreja católica em Pernambuco.

A solenidade contará com depoimentos de personalidades como Chico Buarque de Holanda, Padre Júlio Lancellotti, Frei Beto e Leonardo Boff. Estarão presentes representantes do Instituto Dom Hélder Câmara (IDHEC), Centro Dom Hélder Câmara de Estudos e Ação Social (CENDHEC), Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP), Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire), Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), além dos guardiões dos Conventos de São Francisco, Santo Antônio e dos Capuchinhos do Pina e da Penha.

Quem foi Dom Hélder Camara?

Dom Hélder Pessoa Câmara nasceu em 1909, em Fortaleza, no Ceará, onde entrou no Seminário da Prainha de São José, com 14 anos. Aos 22 anos, foi ordenado sacerdote e em 1952 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde viveu por 28 anos. Foi também no início dos anos 1950 que Dom Helder fundou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em 12 de março de 1964, foi nomeado o 6º Arcebispo de Recife e Olinda, pouco antes do Golpe Militar, tornando-se também um símbolo da resistência à ditadura e ao autoritarismo.

Durante toda sua vida, Dom Hélder se dedicou de forma irmanada à sua fé e aos direitos humanos, sobretudo às pessoas mais carentes, silenciadas e excluídas. No seu período enquanto Arcebispo de Recife e Olinda também fundou diversos grupos de direitos humanos como a “Comissão de Justiça e Paz”, o “Movimento Encontro de Irmãos” e o “Banco da Providência”, além de atuar junto a diversos outros grupos, movimentos estudantis, operários e ligas comunitárias. Após escrever um manifesto de apoio à ação católica operária, foi acusado de comunista, sendo proibido de se manifestar publicamente.

O reconhecimento do trabalho de Dom Hélder vai além do Brasil. Durante a ditadura, foi à Paris denunciar as práticas de tortura e a situação dos presos políticos no Brasil. Ele também recebeu diversos prêmios internacionais, entre eles o Prêmio Martin Luther King. Foi indicado 4 vezes ao Prêmio Nobel da Paz, tornando-se o brasileiro mais vezes indicado. Aos 90 anos, faleceu no Recife o “Dom da Paz”, no dia 27 de agosto de 1999. Em 2014, Dom Fernando Saburido, então Arcebispo de Recife e Olinda, solicitou ao Vaticano a abertura do processo de beatificação e canonização de Dom Hélder Câmara.

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Fonte: Ascom Cida Pedrosa
Edição: Bárbara Luz

Adaptado pelo PCdoB de NOVA CRUZ-RN, 17/04/2023

Delegação do PCdoB visita casa onde foi fundado o Partido Comunista Chinês - Por BÁRBARA LUZ - "VALE A PENA LER DE NOVO!!!" - EDUARDO VASCONCELOS - PRESIDENTE DO PCdoB - NOVA CRUZ-RN


A delegação do PCdoB, que integra a comitiva do presidente Lula em viagem à China, aproveitou a agenda em Xangai na quinta-feira (13) para visitar a casa onde foi fundado o Partido Comunista Chinês (PCC).

Na ocasião, os deputados federais Daniel Almeida, Jandira Feghali e Renildo Calheiros tiveram a oportunidade de conhecer a história local e aprender mais sobre a fundação do partido que governa a China desde outubro de 1949.

É “socialismo com características chinesas”, escreveu o deputado federal Renildo Calheiros nas redes sociais.

Na mesma publicação, Renildo falou brevemente sobre segundo maior partido político do mundo (atrás apenas do Partido do Povo do Indiano – Bharatiya Janata Party – BJP, da Índia). “Nessa casa em Xangai, em julho de 1921, foi fundado o Partido Comunista Chinês. Nesse congresso Chen Dixiu, Professor da Universidade de Pequin, foi eleito como o primeiro secretário-geral do PCC. O Congresso tinha 12 delegados e o PCC tinha apenas 50 membros. O PCC tem atualmente 91,59 milhões de membros, é o segundo maior partido político do mundo.”, continuou.

“País mais populoso do planeta, com 1,4 bilhão de habitantes, sob o comando do PCC, 850 milhões de chineses deixaram a linha de pobreza, o maior processo de ascensão social da história da humanidade. 653 milhões – o triplo da população do Brasil – emigraram para as cidades, o país tornou-se a segunda economia do Planeta e é fortíssima candidata à maior potência do mundo”, finalizou.

O deputado Daniel Almeida, que também é presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-China, disse que a construção da sede que do PCC “é baseada em uma discussão democrática e aberta sobre a política em busca da manutenção das políticas acordadas.”

A comitiva que acompanha o presidente Lula na China conta com cerca de 73 integrantes do governo, entre governadores, ministros, congressistas e líderes sindicais.


Fonte: https://pcdob.org.br

Adaptado em 17/04/2023

Governo Lula entregará proposta de arcabouço fiscal nesta terça-feira - por Iram Alfaia

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregará nesta terça-feira (18) ao presidente da Câmara dos Deputados, Arhur Lira (PP-AL), a proposta de arcabouço fiscal que vai substituir o teto de gastos.  

O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, que ficará condicionado à aprovação da nova regra fiscal, foi entregue na sexta-feira (14).

O líder do governo na Câmara, José Guimarães, diz que como a LDO foi entregue na sexta, quando Lula e Haddad estavam em agenda no exterior, adiou-se a entrega do projeto desta segunda-feira (17) para amanhã.

“A comitiva chegou de madrugada e ainda tem a agenda com o ministro da Rússia [Sergei Lavrov, Relações Exteriores]. Então não tem problema nenhum deixar o texto principal ser entregue amanhã”, disse o líder em entrevista à GloboNews.

Leia mais: Qual é a diferença entre arcabouço fiscal e teto de gastos?

José Guimarães diz que há um clima político para votar a matéria em no máximo 20 dias. “O novo arcabouço fiscal trará avanços importantes ao país. Um texto muito bem debatido por todos nós”, afirmou.

Sobre a votação, o líder prevê que a matéria será aprovada com tranquilidade. “Nós aprovamos a PEC da transição em dezembro com boa margem. É certo que o Congresso era outro, mas os líderes eram os mesmos. De lá para cá, os partidos dialogam conosco para formar uma boa base para aprovar matérias importantes ao país”, assegurou.

Juros

Apesar de toda essa movimentação para equilibrar as contas e abrir caminho para os investimentos, o líder criticou a política de juros do Banco Central que está na direção contrária das medidas que estão sendo tomadas.

“O país está numa encruzilhada histórica, de um lado todo o país lutando pelo crescimento econômico e de outro o Banco Central com essa taxa de juros abusiva. Precisa mudar urgente!”, cobrou.

De acordo com ele, não há cenário e nem riscos para uma taxa de juros tão alta. “O governo faz um esforço para aprovar a nova regra fiscal, melhorando o cenário econômico. O BC tem que abaixar os juros abusivos. Precisamos garantir previsibilidade, credibilidade e estabilidade”, disse.

Fim do teto

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse que já enviou a proposta da nova regra fiscal para a Casa Civil com os ajustes necessários.

“Acabei de assinar e já encaminhamos para a Casa Civil o arcabouço. Diante do fato inusitado de termos entregado a LDO com um teto de gastos inexequível (…) O teto já praticamente não existe mais. Por isso, fizemos alguns ajustes jurídicos”, afirmou.

“Hoje, temos um teto de gastos que, se continuasse, não permitiria que pudéssemos cumprir despesas”, disse Tebet, para quem a nova regra traz realismo orçamentário e transparência. “Foi uma determinação da equipe econômica que a LDO tenha esse realismo e transparência”, afirmou.

Fonte: Portal VERMELHO

domingo, 16 de abril de 2023

PCDOB DE NOVA CRUZ - RN LANÇARÁ BREVEMENTE CAMPANHA DE FILIAÇÕES RUMO ÁS ELEIÇÕES DE 2024 E 2026

 

O presidente do PCdoB de NOVA CRUZ-RN, Eduardo Vasconcelos lançará BREVEMENTE a Campanha de FILIAÇÕES, visando o fortalecimento do partido, bem como ás eleições de 2024.

É importante que a população de NOVA CRUZ perceba a importância da POLÍICA , principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento da cidade, bem como a CONSCIENTIZAÇÃO POLÍTICA que todos nós temos fazer e participar!

Para, Eduardo Vasconcelos é preciso que a população participe, chegando junto das autoridades políticas cobrando as ações prometidas e nada melhor do que se filiar a um partido para cobrar dos gestores e quem sabe participar das lutas em busca de dias melhores para nossa querida cidade de NOVA CRUZ-RN! 

Por isso a importância de se filiar ao um partido, a começar por um partido que luta e DEFENDE o homem do campo, a educação, a cultura, buscando mais leis que favoreçam a população como um todo. 

Junte-se a nós nesta luta!

EDUARDO VASCONCELOS
Presidente


Pré-venda do livro “Cem anos de amor e coragem pelo Brasil – Imagens” - Bárbara Luz


Capa e contracapa do Livro que será impresso

O livro Cem anos de amor e coragem pelo Brasil – Imagens da centenária história de lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) é um conjunto iconográfico que retrata cem anos de lutas e conquistas dos comunistas brasileiros. Apresentado na versão online em novembro de 2022, após mais de uma década de preparação e edição, o objetivo agora é garantir sua versão impressa. Para isso, é preciso fazer a solicitação até o dia 20 de abril através do presidencia@grabois.org.br ou pelo WhatsApp (11) 96927-5026 da Fundação Maurício Grabois.

Composto por 600 páginas, a obra conta com uma variedade de elementos visuais, como fotos, cartazes, capas de jornais, livros e revistas, pinturas, desenhos, charges e mapas que sintetizam a trajetória dos comunistas brasileiros entrelaçados com a história do Brasil.

Cem anos de amor e coragem pelo Brasil é um projeto do Centro de Documentação e Memória (CDM) da Fundação Maurício Grabois (FMG) e tem como objetivo dialogar com o futuro. O livro retrata tanto as vitórias e acertos quanto as derrotas e erros dos comunistas brasileiros, derivados de sua teoria, o marxismo-leninismo, que tem a capacidade de se renovar sempre a partir do verde da vida. Por isso, o livro é centenário e contemporâneo, longevo e jovem. As imagens publicadas na obra foram originárias do CDM e de diversas outras fontes, desde grandes acervos até álbuns familiares.

O maior investimento feito no livro foi o de pesquisa e edição, que já está “pago”. Agora, a última etapa é a sua impressão e, para viabiliza-la, é necessário que sejam vendidos antecipadamente 350 exemplares. Cada exemplar custa R$ 199,00, valor que cobre o custo unitário da impressão e o frete. É importante ressaltar que a impressão desse tipo de livro é muito cara e só é possível em tiragens superiores a 300 exemplares, portanto, não haverá novas reimpressões.

Ao aderir à obra, o leitor estará levando para casa não apenas um livro, mas uma peça robusta histórica e de grande qualidade gráfica, impressa em capa dura, com páginas coloridas e formato de livro de arte. É um livro para ler, folhear, consultar, mostrar aos amigos e que, certamente, ocupará um lugar de destaque na biblioteca ou na sala de visitas.

“Cem anos de amor e coragem pelo Brasil – Imagens da centenária história de lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022)” é uma oportunidade de homenagear um século de lutas do partido mais longevo do país e celebrar a história dos comunistas no Brasil.

Serviço

Pré-venda do livro Cem anos de amor e coragem pelo Brasil – Imagens da centenária história de lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022)
Solicitações até o dia 20 de abril de 2023 atráves do email presidencia@grabois.org.br ou pelo WhatsApp (11) 96927-5026 da Fundação Maurício Grabois.
Preço: R$ 199,90 (valor cobre o custo unitário da impressão e o frete)

Fonte: https://pcdob.org.br

Brasil e China vão fabricar e lançar satélite para monitorar a Amazônia - por Iram Alfaia


Os governos do Brasil e a China assinaram nesta sexta-feira (14) 15 acordos de cooperação entre os quais o que vai possibilitar o desenvolvimento, fabricação, lançamento e operação de um satélite para aperfeiçoar o monitoramento da Amazônia.

Trata-se do Satélite Sino Brasileiro de Recursos Terrestres – CBERS-6, que possui uma nova tecnologia: o Radar de Abertura Sintética (SAR). O maior benefício da tecnologia SAR é a geração de dados em qualquer condição climática e através de nuvens.

De acordo com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, que assinou o protocolo pelo governo brasileiro, o novo equipamento vai aperfeiçoar o monitoramento da Amazônia.

Leia mais: Imagens de satélites podem ser usadas para punir desmatadores na Amazônia

O satélite vai complementar os dados fornecidos pelos satélites de sensoriamento remoto em operação (CBERS-4, CBERS-4A e Amazonia-1).

“É um desenvolvimento comum de tecnologia. Com os chineses, desenvolveremos uma nova tecnologia de sensoriamento remoto, para além dos sensores óticos, com imagens mais precisas das situações climáticas, sobretudo na Amazônia, que permitirá ver através das nuvens”, explicou a ministra.

“Essa nova tecnologia tem impacto não apenas em questões climáticas, mas também em áreas como o desenvolvimento urbano e produção agrícola”, completou.

A estimativa é que o CBERS-6 seja construído e entre em órbita no prazo de 42 meses após a assinatura do acordo, que depende de ratificação pelo Congresso Nacional.

O custo do desenvolvimento, fabricação e lançamento do novo satélite é de US$ 51 milhões para cada parte. Os recursos são do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Luciana Santos avaliou que a visita da comitiva do presidente Lula estabelece outro patamar das relações entre Brasil e China, com a disposição de fazer uma política de cooperação cada vez mais acentuada.

“O Brasil está se reinserindo no cenário mundial de oportunidades, com cultura de paz e com uma agenda que defende os interesses nacionais”, afirmou a ministra.

Com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Fonte: Portal VERMELHO