ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

EDUCAÇÃO Camilo no MEC deve seguir passos positivos da alfabetização do Ceará - por Eliz Brandão

Camilo é ex-governador do Ceará e Izolda a atual. Foto: Divulgação

Responsáveis pela melhoria na qualidade de ensino e aprendizagem do Ceará, Camilo e Izolda vão chefiar o Ministério da Educação do futuro governo Lula.

Convidado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para assumir a chefia do Ministério da Educação (MEC), o ex-governador do Ceará, Camilo Santana (PT), é um dos responsáveis por alavancar o Estado ao posto de melhor alfabetizador do país.

A qualidade da educação cearense, mesmo sem incentivo do governo federal nos últimos anos, é comprovada por dados oficiais do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados em setembro deste ano. O levantamento assinala que 87 das 100 melhores escolas públicas nos anos iniciais (1° ao 5°) do ensino fundamental no Brasil são do Ceará.

Mas nem sempre foi assim, em 2007, a projeção para o Ideb nos anos iniciais do Ensino Fundamental no Ceará era de 3,2. O índice alcançado pelo Estado foi de 3,8. Mais recentemente, em 2019, o Ceará registrou 6,4. Apenas na 8ª série do ensino público – correspondente ao 9º ano – o Ceará aparece na liderança, empatado com São Paulo, com 5.2 pontos.

Reportagem do jornal O Globo aponta que as estratégias utilizadas pelo ex-governador na área como implementação de políticas públicas estratégias contribuíram fortemente para esta conquista.

Governador do Ceará entre 2015 e abril de 2022, Camilo Santana buscou estratégias para melhorar a qualidade na educação básica. Ao lado da atual governadora e futura secretária de Educação Básica do Brasil, Izolda Cela.

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“Colaboração, aprimoramento de professores e escolha de diretores por critérios técnicos e não políticos ajudaram estado a melhorar índices de aprendizagem”, destaca a reportagem.

No começo desse ano, o então governador anunciou um programa para universalizar o ensino médio integral (mais de sete horas de aula por dia) até 2026. No fim de 2022, Izolda expandiu a colaboração com os municípios da alfabetização para o segundo segmento do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) com uma lei que apoia a universalização do tempo integral para Ensino Fundamental nas escolas da prefeitura.

Começo em Sobral

A guinada começou em Sobral, em 2001, no segundo mandato de Cid Gomes (2001-2004), irmão do ex-governador Ciro Gomes. Izolda foi escolhida secretária adjunta de Educação e tornou-se fundamental para criar um programa que fez com que o índice de alunos plenamente alfabetizados passasse de 52% em 2000 para 92,2% em 2004.

Foram definidos três eixos de ação: demissão de todos os diretores por indicação política seguido de processo seletivo técnico para os novos escolhidos; formação de professores em serviço; criação de rotinas pedagógicas em sala de aula e aprimoramento dos materiais de ensino e valorização do magistério.

Foi a base do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), implementada no estado a partir de 2007, quando Cid tornou-se governador. Em 2012, no governo Dilma Rousseff, o programa virou nacional e durou até 2018.

No ano passado, um estudo do Inep que avaliava o programa foi censurado pela presidência do instituto, sob o comando de Jair Bolsonaro. O trabalho foi liberado após decisão do TCU neste ano.

A avaliação dos pesquisadores é de que o programa atingiu o objetivo de acelerar a aprendizagem de matemática e linguagens nos primeiros anos do ensino fundamental e mostrou um efeito positivo do investimento, que na época foi de R$ 2,6 bilhões.

Com informações O Globo

Fonte: Portal VERMELHO


2022, o Ano da Virada do Movimento Sindical - por Nivaldo Santana

O ano de 2022 foi muito duro para os trabalhadores. A vitória histórica nas eleições, no entanto, abre perspectivas promissoras para iniciar um novo ciclo político.

Para o sindicalismo, o ano de 2022 entra para a história como o ano de resistência a quatro flagelos simultâneos: o governo Bolsonaro, a pandemia da Covid, a crise econômico - social e a precarização do trabalho.

Esta tempestade perfeita contra os trabalhadores e trabalhadoras tem uma causa maior, que é o governo Bolsonaro. Seu mandato de desconstrução nacional atingiu profundamente o trabalho no Brasil.

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Era uma tragédia anunciada. O programa de Bolsonaro tinha apenas dois itens ligados ao trabalho: a carteira de trabalho verde-amarela, uma modalidade de trabalho com baixos salários e sem direitos trabalhistas, e o fim da unicidade sindical.
Para escancarar seu verdadeiro objetivo, a primeira medida do governo, publicada logo depois da posse, foi acabar com o Ministério do Trabalho. Para acomodar seus apaniguados políticos, porém, recriou o Ministério totalmente desestruturado. Outro ponto desastroso do governo foi a criminosa omissão no enfrentamento da pandemia. Atraso na vacinação, negação de medidas preventivas e outras irresponsabilidades custaram a vida de quase 700 mil brasileiros.

Tudo isso ocorreu em meio à continuidade da grave retração econômica do país. Com isso, agravou-se o desemprego, a miséria e, para piorar ainda mais a situação, o Brasil voltou ao dramático mapa da fome, uma chaga que envergonha nosso país.

Por último, mas não menos importante, estes últimos quatro anos foram o período de intensos ataques ao trabalho, consequência das contrarreformas trabalhista, previdenciária e a terceirização irrestrita.

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As tais reformas ditas modernizadoras pelo conservadorismo neoliberal não geraram os empregos prometidos, retiraram direitos, enfraqueceram os sindicatos e, na prática, legalizaram a precarização do trabalho no Brasil.

Para enfrentar este verdadeiro tsunami contra os trabalhadores, o movimento sindical brasileiro avançou bastante em sua unidade, que tem na consolidação do Fórum das Centrais Sindicais o seu exemplo maior. O Fórum das Centrais Sindicais, com maior organicidade e funcionamento regular, teve importante atuação no amplo movimento de oposição ao governo Bolsonaro. Participou de importantes mobilizações e ajudou a desmascarar o governo.

O maior exemplo foi a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), realizada em abril. Organizada por dez centrais sindicais, a Conclat aprovou uma Agenda que é uma verdadeira bússola para orientar a ação sindical na atualidade.

Os pontos centrais da Agenda da Classe Trabalhadora defendem a democracia, a soberania nacional e um projeto de desenvolvimento que coloque no topo a luta pela valorização do trabalho como pilar essencial da retomada do crescimento econômico.

Essa Agenda enfatiza o desenvolvimento com protagonismo do estado, a reindustrialização, a geração de empregos de qualidade, política de valorização salarial e resgate dos direitos surrupiados pelas contrarreformas.

Esse documento foi entregue em um representativo ato político, ainda em abril deste ano, para Lula e Alckmin, então pré-candidatos, que se comprometeram a debater com as centrais sindicais a pauta do sindicalismo brasileiro.

Outro ponto de destaque no primeiro semestre foi a realização dos atos de Primeiro de Maio Unitário, organizado pelo Fórum das Centrais. Em todos os Estados, massivas mobilizações ajudaram a divulgar a agenda aprovada na Conclat.

Foi um ano de intensas mobilizações. Dentre elas, vale lembrar as ações do movimento Fora Bolsonaro, do Dia das Mulheres, do Grito dos Excluídos, do Dia da Consciência Negra e outras que serviram para acumular forças e isolar o governo.

A mãe de todas as batalhas, todavia, foram as eleições gerais de outubro. Armados com a agenda aprovada na Conclat, a campanha unitária dirigida pelas lideranças sindicais foi decisiva para eleger Lula presidente.

Com esse acúmulo de unidade, amplitude e mobilização, o movimento sindical quer, agora, participa com protagonismo da imensa obra de reconstrução nacional. E avançar para políticas de defesa do trabalho e de fortalecimento dos sindicatos.

Para tanto, o país precisa revogar as medidas regressivas que precarizam o trabalho, retomar o crescimento, gerar empregos de qualidade, voltar com as políticas de valorização salarial e restabelecer plenamente o papel dos sindicatos.

O ano de 2022 foi muito duro para os trabalhadores. A vitória histórica nas eleições, no entanto, abre perspectivas promissoras para restaurar a democracia e iniciar um novo ciclo político que coloque o trabalho no centro da agenda do país.

Fonte: https://vermelho.org.br

As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal Vermelho

sábado, 24 de dezembro de 2022

Pesquisa Datafolha mostra ampla rejeição popular aos atos golpistas - por Murilo da Silva - Fonte vermelho.org.br

 

https://vermelho.org.br

A maioria da população brasileira se mostrou contrária aos movimentos golpistas que estão nas ruas, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira (21). Entre os principais resultados estão:

  • 75% são contrários aos atos antidemocráticos contra os resultados das eleições;
  • 56% consideram que os golpistas que pedem intervenção militar devem ser punidos;

A pesquisa Datafolha foi divulgada pelo jornal Folha de São Paulo. O estudo ouviu 2.026 pessoas entre segunda-feira (19) e terça-feira (20) e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.

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Os entrevistados ao serem questionados sobre “os protestos em frente de quartéis e de bloqueio de rodovias por intervenção militar contra o resultado da eleição” se mostraram:

  • 75% contra;
  • 21% a favor;
  • 3% indiferente;
  • 1% não sabe.    

Punição

Os entrevistados ao serem questionados sobre se “as pessoas que estão pedindo um golpe militar nos protestos devem ser punidas”, 56% entendem que os golpistas devem sofrer alguma punição.

Por outro lado, 40% entendem que descumprir a Constituição, como fazem os golpistas, não é motivo para alguma sanção.

Eleitores

No recorte que considerou os eleitores que votaram em Bolsonaro no segundo turno das eleições, 50% se posicionam contra os atos. Entre os eleitores do ex-capitão, 29% são a favor de punição para quem está nas ruas e 67% contra.

Já entre os eleitores de Lula 96% são contrários aos atos, com 81% que indicam que deve haver punição aos golpistas.

Outros recortes

Por região, o Nordeste é o que tem menor percentual de favoráveis aos protestos golpistas, apenas 14% apoiam contra 83% que são que repudiam os acampamentos ilegais.

Do Centro-Oeste e Norte vem o maior apoio: 29% a favor e 65% contrários.

Considerando renda, entre os pesquisados que recebem até dois salários-mínimos (R$ 2.424) 81% são contra o golpismo que está nas ruas, o que mostra que a grande. parcela popular rechaça o bolsonarismo. Na faixa até 10 salários-mínimos (R$12.120), somente 51% reprovam os atos golpistas.

Política de armas e sigilo de 100 anos: Transição sugere revogação de normas de Bolsonaro

 

Segundo relatório, lista de sugestões de revogações e revisões de atos normativos demonstra o tamanho dos desafios do novo governo eleito.

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de entrega do relatório final da transição de governo e anúncio de novos ministros. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

CLIQUE AQUI para ler, na íntegra (da Agência Brasil, via Sul21).

Fonte: https://jcsgarcia.blogspot.com 


Um brinde a você que acreditou que LULA chegaria - FELIZ NATAL - Gifs - Fonte: http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com

Um brinde a você que sobreviveu à longa noite fascista que se instalou no Brasil, desde 2016;

Um brinde a você que foi chamado de petralha, comunista, apenas por ter demonstrado apreço à democracia e à liberdade;

Um brinde a você que inúmeras vezes foi ameaçado e ironizado nas redes sociais;

Um brinde a você que não desistiu de lutar, mesmo quando toda a massa ignara e a grande imprensa insistia no seu discurso neo-fascista;

Um brinde a você que, pra se preservar, cortou laços com tantas pessoas com quem tinha, antes da grande noite, um convívio sadio;

Um brinde a você que tentou explicar e abrir mentes embaçadas pela manipulação coordenada;

Um brinde a você que não bebeu da fonte do ódio que se espalhou pela Nação, disfarçada de justiça;

Um brinde a você que descartou o rótulo de “cidadão de bem”, enquanto milhões perdiam os direitos previdenciários e trabalhistas;

Um brinde a você, que mesmo sem precisar para si de políticas públicas, sempre foi solidário com a parcela mais frágil da sociedade;

Um brinde a você que se indignou diante das tragédias ambientais;

Um brinde a você que se entristeceu diante da verdadeira chacina que foi a pandemia de Covid;

Um brinde a você que sempre acreditou na Ciência, na vacina e não na cloroquina;

Um brinde a você que não se curvou aos falsos profetas, disfarçados de Messias;

Um brinde a você que nunca abriu os dedos das mãos pra fazer gesto de “arminha", nunca emprestou seu apoio a quem faz apologia a morte de seus semelhantes, por pensar diferente;

Um brinde a você que resistiu, mesmo, quando milhões acreditavam no falso mito;

O percurso será longo e duro para reconstruir tudo o que destruíram, mas chegamos aqui e vamos seguir na luta sempre, um brinde a você que acreditou que a primavera chegaria. 

Vileide Alves de Castro.


sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

CIÊNCIA E TECNOLOGIA: Luciana Santos: Não há país soberano sem uma política para a ciência - por Priscila Lobregatte

Foto: Diego Galba

Desde que seu nome foi anunciado, (ontem) - quinta-feira (22), como futura ministra de Ciência, Tecnologia e Inovações do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, a vice-governadora de Pernambuco e presidenta do PCdoB, Luciana Santos, concedeu uma série de entrevistas. 

Nelas, ela falou sobre os desafios colocados para a área, dado o desmonte promovido pelo governo de Jair Bolsonaro, e algumas das medidas iniciais que pretende implantar para começar o processo de reconstrução do setor. 

Ao UOL, Luciana salientou: “Esta é uma pasta muito estratégica. Não há nenhum país autônomo, soberano, que não tenha uma pujante política da economia do conhecimento”. Ela defendeu que a área é fundamental “para que a gente diminua a nossa dependência de produtos, de insumos, de processos, da cadeia global”. 

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Como exemplo mais recente dos reflexos da atual dependência, Luciana lembrou algumas das dificuldades enfrentadas durante a pandemia. “Basta ver o sufoco que várias nações tiveram, não foi só um problema brasileiro, mas no mundo todo, para ilustrar para as pessoas a questão da Covid. Tivemos uma dificuldade enorme para ter respiradores e houve uma verdadeira saga para a compra. Na época, no Consórcio do Nordeste, acompanhei de perto essa situação. E olhe que respirador é mecânico, não é um equipamento de alta tecnologia, mas isso revela o alto grau de dependência que muitas nações têm”. 

O grande desafio, disse, “é garantir que a gente seja um país mais autônomo, afinal, a grande disputa da geopolítica no mundo é pelo domínio tecnológico. E o mais chocante é que o diagnóstico que o próprio grupo de transição fez é o de que tivemos um verdadeiro apagão nesses quatro anos de governo Bolsonaro, um período em que o negacionismo prevaleceu. Agora, queremos que a ciência volte a ser prioridade em nosso país”. 

À Globo News, Luciana destacou, entre outros pontos que “o desafio de colocar a inovação, a ciência e a tecnologia num patamar elevado para retomar o crescimento e para retomar a industrialização brasileira é estratégico”. 

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Ela salientou que “não pode continuar acontecendo o que aconteceu nos últimos tempos. O Brasil reduziu (os recursos), somente no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, de R$ 5,5 bilhões em 2010 para R$ 0,5 bi em 2021, que é o que continua até hoje. Para completar, como se não bastasse, o governo Bolsonaro mandou a Medida Provisória 1136, agora em 2022, contingenciando recursos do Fundo” para “poder resolver o problema do superávit primário. Isso não cabe a um projeto nacional de soberania”. 

A nova ministra apontou que o foco agora, conforme inclusive indicado pelo grupo de transição da área, são dois. “Primeiro, pedir a revogação dessa MP no Congresso e segundo, negociar. Na medida em que nós retiramos o Bolsa Família do teto de gastos, foram liberadas janelas no orçamento. Então, uma primeira tarefa da transição, e em particular, agora, minha, na medida em que fui anunciada, é negociar, fazer articulação no Congresso Nacional para recompor as bolsas do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior)— a Capes não é da alçada direta do Ministério de C&T, é da Educação, mas ainda assim diz respeito à formação do que a gente chama de capital humano”. 

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Nesse sentido, Luciana defendeu, em entrevista ao O Globo, o reajuste no valor das bolsas de mestrado e doutorado da Capes e do CNPq.  “O percentual a ser aplicado será discutido entre as áreas envolvidas, mas deve ser equivalente à inflação do período em que os recursos pagos aos estudantes estão congelados, ou seja, desde 2013”, informou o jornal. De acordo com técnicos que se dedicaram ao assunto na transição, a correção precisaria ser de, ao menos, 40%. 

Luciana também apresentou como medida a reativação da Ceitec, única empresa de semicondutores da América Latina que foi colocada em liquidação pelo governo Bolsonaro.

Confirma abaixo algumas das principais entrevistas concedidas por Luciana Santos, após sua indicação para o ministério. 

UOL

Globo News

O Globo

CBN

Futura ministra da Saúde, Nísia Trindade, é respaldada pelo Conass - por Iram Alfaia

Futura ministra da Saúde, Nísia Trindade, ao lado de Lula (Foto: Reprodução)

Os secretários estaduais de saúde destacaram o importante papel desempenhado pela socióloga e presidente da Fiocruz no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) parabenizou a futura ministra da Saúde, Nísia Trindade, por assumir o cargo e ainda destacou o fato dela ser a primeira mulher na pasta. Eles ainda lembraram do importante papel desempenhado pela socióloga e presidente da Fiocruz no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

“Esse Conselho, ao tomar conhecimento da confirmação de seu nome para desempenhar as elevadas funções de ministra de Estado da Saúde, a primeira mulher a ocupar o cargo, deseja manifestar a Vossa Senhoria seus cumprimentos e votos mais sinceros de pleno êxito em sua nova missão”, diz a nota assinada pelo presidente da entidade, Nésio Trindade.

De acordo com os secretários, há um sentimento deles e do resto da sociedade pela certeza de que haverá superação dos tempos difíceis com os quais eles têm enfrentado nos dias atuais.

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“Esteja certa de que poderá contar com este colegiado, bem como com a gestão estadual do SUS como um todo para que, em articulação permanente, possamos trabalhar de modo tripartite, com diálogo franco e respeito à Ciência e aos ditames constitucionais e infraconstitucionais que asseguram o direito à saúde e dispõem sobre a relação cooperativa e sinérgica que devem nortear a gestão do Sistema Único de Saúde, em benefício de todos”, dizem os secretários.

“Seu destacado papel no enfrentamento da pandemia da Covid19, aliado à sua trajetória de pesquisadora, de trabalhadora atuante da saúde pública brasileira e de gestora pública são as credenciais mais que suficientes para o sucesso de seu trabalho”, finalizaram.

Fonte: https://vermelho.org.br