Odisseia de um general do povo brasileiro e de sua geração intelectual. Esse livro a ser em breve lançado tem o prefácio de Sérgio Caldieri do qual destacamos os seguintes trechos.
“Prolongando as comemorações do centenário do General Nelson Werneck Sodré, ocorrido em 2011, sua filha e escritora Olga Sodré nos brinda com uma preciosidade: um testemunho sobre seu pai, do qual nós dois temos muito orgulho. Ela relata a história da vida e obra do intelectual de cunho libertário, humanista e sempre cordial com os seus opositores…
Suas obras foram referências para os pesquisadores e estudiosos de história, política, sociologia e do nacionalismo. Considerado um mestre em comunicação, literatura e cultura popular…
O mérito deste testemunho de Olga Sodré foi resgatar a formação histórica de Nelson Werneck Sodré e de sua geração que geraram para os intelectuais brasileiros a sua brilhante carreira literária. Werneck Sodré escreveu cerca de 60 livros e publicou mais de três mil textos para diversos jornais no Brasil.
Olga lembra a eterna luta do seu pai sempre elucidando os mecanismos da comunicação de massa, formação e manipulação da consciência…Werneck Sodré foi o precursor da reflexão sobre a comunicação no Brasil em grande escala como jornais, revistas, livros, TV, cinema e internet…
O escritor dissecou a sua relação com as redações dos jornais, sempre na luta da liberdade da imprensa e pela democracia para se conseguir um sistema de comunicação social livre e autônomo…
Nelson e Olga tiveram uma convivência fraternal com Dias Gomes, Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Oduvaldo Viana Filho, o Vianinha, José Wilker, Nelson Xavier e outros…
A preocupação de Werneck Sodré sempre foi a preservação, enfrentando e denunciando a descaracterização da cultura brasileira, principalmente suas raízes populares…
Werneck Sodré conviveu com as correntes mais progressistas do exército brasileiro.
Olga citou o seu pai e o consagrado escritor Euclides da Cunha, que sempre tiveram grandes preocupações com a dura condição de sobrevivência do povo brasileiro, despertando em ambos as melhores reservas de humanidade, a favor dos oprimidos, pela luta contra a opressão e pela dignidade humana…”
A obra principal de Marx, O Capital, é tema do primeiro curso a distância da fundação Maurício Grabois.
Pela primeira vez na história, a Fundação Maurício Grabois oferece cursos a distância tanto para os militantes do PCdoB quanto para outros interessados. A ideia é ampliar ferramentas que deem sentido à luta política.
O curso sobre O Capital, de Karl Marx, será ministrado pelos professores Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp), Jorge Grespan (História/USP), João Quartim de Moraes (filosofia/Unicamp), Renildo de Souza (Economia/UFBA) e Aloísio Barroso (doutor em economia Unicamp) e tem 8 horas de duração.
Já o curso sobre Gramsci terá como professores Gianni Fresu (UFU), Marcos Del Roio (Unesp) e Fábio Palácio (UFMA).
As inscrições podem ser feitas pela internet e no mesmo link estão disponíveis mais informações e todo o detalhamento do curso. Os participantes receberão certificado da fundação.
Cada matrícula custa R$ 78. É possível parcelar o valor em até 10 vezes. Todo o recurso arrecadado será usado para promover outros cursos. A intenção da fundação é que em breve estejam à disposição aulas sobre outros temas.
O fornecimento de energia elétrica foi interrompido no final da plenária do 3º Conselho Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) realizada neste sábado (14), em Brasília, resultado de um temporal que caiu sobre a cidade na véspera, mas a votação do Plano de Ação, Resistência e Luta da entidade para 2020 seguiu firme: com espírito de união revigorado depois de dois dias de Conselho, os participantes acenderam as lanternas dos celulares e garantiram a iluminação de modo coletivo.
Por Lívia Duarte
Entre os principais itens aprovados pelos 172 delegados e delegadas, de 17 estados do país, está o processo de integração da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) na CTB, a ser concluída no 5º Congresso Nacional da CTB, a realizar-se em 2021. O processo será conduzido pelo conselho político desta Central. Representantes da CGTB, como Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira, presidente da entidade, participaram do Conselho. Bira elogiou o encontro por ter permitido a discussão política da conjuntura e por ter demonstrado grande coesão entre os delegados.
Plenária com luzes das lanternas dos celulares
“Um dos aspectos centrais foi a defesa de unir o povo numa ampla frente política ampla para derrotar o fascismo e a ditadura que Bolsonaro quer impor”, avaliou o dirigente, que também comentou o indicativo de união entre as centrais: “Não se trata apenas de somatórias de sindicato. São somatórias de histórias de luta anti-imperialista, luta pela democracia, luta em defesa do legado de Getúlio Vargas, a CLT, os direitos trabalhistas, as estatais estratégicas. Então, a união vai coroar esse processo e vai ser uma força de atração do movimento sindical. E conseguindo isso acho que vamos ajudar muito a classe operária, o povo brasileiro, e derrotar a política neoliberal que destrói a vida das pessoas e prejudica a nação”, concluiu
Presidente da CTB, Adílson Araújo
Para o presidente nacional da CTB, Adílson Araújo, “a indicação da fusão é uma celebração que vai ser evidentemente construída no local de trabalho, no chão da fábrica, porque nós queremos chegar ao nosso 5º Congresso, em 2021, celebrando essa unidade”.
O dirigente afirmou confiar, inclusive, na possibilidade de ir além: “A gente acredita que pode ser até além da fusão CGT-CGTB, porque também temos grande disposição de convidar as outras centrais sindicais e fazer frente ao desafio de levar a nossa contribuição. O Brasil reclama um novo projeto nacional de desenvolvimento. Esse é o grande desafio do sindicalismo do século 21″, destacou. Além de celebrar a união entre as centrais, Adílson ressaltou que o momento é de comemorar os 12 anos de atividade da CTB.
Ação
O Plano de Ação, Resistência e Luta aprovado por unanimidade foi construído pelos trabalhadores num momento “hostil aos interesses do povo”, como define o documento, que lembra o desmonte da legislação trabalhista com a reforma aprovada ainda no governo golpista de Temer e de mudanças que vem sendo encaminhadas por Bolsonaro, bem como pela fragilização da Justiça do Trabalho e dos sindicatos.
Para fazer frente a este momento histórico, foram definidos 26 pontos que incluem desde a defesa da democracia e da soberania nacional e do Artigo 8º da Constituição, que trata da unicidade sindical, até o apoio a políticas de valorização do trabalho e geração de novos postos de emprego.
As propostas passam também pelo fortalecimento dos sindicatos e da CTB a partir de medidas para conscientização e politização dos trabalhadores, melhorias na gestão financeira e administrativa das entidades e fomento da comunicação, entre outras. O plano prevê, ainda, a participação nas eleições municipais de 2020, apoiando candidatos progressistas, “como oportunidade preciosa para o debate e conscientização social, bem como para acumular forças e potencializar as lutas em defesa de um novo projeto nacional de desenvolvimento, fundado na democracia, na soberania e na valorização da classe trabalhadora”.
“Não podemos assistir de forma apática ao retrocesso civilizatório [que é a agenda que se impõe desde o golpe contra Dilma]. Nosso conselho sinaliza no sentido de aprovar um plano de ação. Qual plano de ação? O que nos permite nos aproximar mais do chão da fábrica, dos locais de trabalho”, defendeu Adílson Araújo.
Para ele, está entre os desafios para o sindicalismo do século 21 incluir até mesmo os trabalhadores desempregados e com emprego precarizado, além dos jovens. Neste sentido, foi aprovada a criação da CTB Jovem, que buscará incorporar a juventude na luta sindical classista.
Crescimento das mulheres
A secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, Celina Arêas, sublinhou a ampliação da participação feminina no 3º Conselho Nacional da CTB. Segundo ela, em oportunidades anteriores, a participação não passava de 30% e hoje, “apesar das dificuldades que estamos vivendo, financeira, de participação política”, 40% eram delegadas mulheres.
Celina Arêas
“Nesse momento, quando o governo federal quer acabar com o movimento sindical, acho que esse conselho deu uma resposta à altura dos desafios. Demos resposta unânime na aprovação das propostas, tiramos um plano de trabalho e aprovamos um documento em que apontamos a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras rumo a uma sociedade justa, humana, com paridade entre homens e mulheres”, resumiu, destacando a expectativa de chegar a 50% de delegadas no Congresso que a CTB deve organizar em 2021.
Educação
Já Marilene Betros, Secretária de Políticas Nacionais da CTB Nacional, elogiou as definições do coletivo de educação da Central, apontadas em Plenária realizada no dia 12 de outubro e aprovadas pelo Conselho. Ela lembrou que a defesa de educação pública, laica, de qualidade e socialmente referenciada é um dos princípios fundantes da CTB e denunciou os prejuízos que os ataques à educação por parte do governo Bolsonaro causam à classe trabalhadora. “São forma de destruir o processo de desenvolvimento do povo”, afirmou.
Dirigente da CTB, Marilene
Segundo Marilene, a plenária dos trabalhadores da educação definiu a luta contra a financeirização do setor, especialmente na educação Superior, e contra a militarização das escolas. Ainda, defendeu os recursos para o pleno funcionamento das universidades e para a educação básica, especialmente por meio da mobilização pela permanência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que tem como prazo de validade o final de 2020.
“Sem educação básica será um caos. Queremos que o Fundeb se torne permanente e a CTB irá implementar uma campanha nacional em defesa do Fundeb permanente e para que seu percentual [de recursos repassados pela União] seja ampliado gradativamente”, explicou.
Contra privatização da água
Os delegados e delegadas acataram por unanimidade a moção de repúdio contra a aprovação pela Câmara Federal, na ultima quarta-feira (11), do texto-base do projeto de Lei do Saneamento Básico (PL 4162/19, do Poder Executivo), que facilita a privatização de estatais. Para os delegados, a modificação prejudica a população e vai na contramão do mundo, visto que vários países que tentaram privatizar o setor tem promovido a reestatização.
O Conselho Nacional da CTB ocorreu em Brasília entre sexta-feira (13) e sábado (14), reunindo delegados e delegadas representantes de todas as regiões do país nas dependências da Contag, em Brasília-DF.
Pedalada? Filho 02 de Bolsonaro inflama tese no Twitter de que Congresso conspira para que presidente gaste além do esperado.
Em mais uma mensagem com tom enigmático publicada nas redes sociais, Carlos Bolsonaro, o filho 02 do presidente da República, compartilhou um vídeo nesta quarta-feira 15 que denuncia uma articulação “já engatilhada” para fazer com que Bolsonaro cometesse o crime das pedaladas fiscais. “O que está por vir pode derrubar o capitão eleito”, disse.
Com base no vídeo do youtuber Daniel Lopez – mais um dos seguidores de Olavo de Carvalho que inflamam as redes sociais -, Carlos corrobora com a visão de que a não aprovação da Medida Provisória 870, que altera a estrutura ministerial de Bolsonaro, poderia obrigar o presidente a gastar mais do que o previsto. “O que querem é claro!”, escreveu, ao trabalhar com a hipótese de um impeachment do pai.
Onde estão os caras feias, os identificadores de problemas, os escritores de cartas para aliados “desbocados”? O silêncio não tem nada a ver com a descoberta de seus devidos lugares. O que está por vir, pode derrubar o Capitão eleito. O que querem é claro! https://t.co/9gARtuC63K
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) May 15, 2019
Carlos também compartilhou uma postagem de uma apoiadora na mesma linha. De acordo com ela, a esquerda “quer que o presidente pedale para que peçam o impeachment”.
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) May 15, 2019
As pedaladas fiscais consistem em uma manobra feita pelo Poder Executivo para aparentar equilíbrio nas contas públicas, mas que, justamente por mascararem a situação real, podem ser julgadas como crime de responsabilidade fiscal.
Para a aprovação dos projetos – das quais se destacam a reforma da Previdência e a aprovação da MP 870 -, Bolsonaro precisa de articulação política dentro do Congresso, o que não parece ser capaz de realizar. Escândalos envolvendo a ala ideológica e militar do governo, assim como resultados não esperados para a economia nessa altura do ano, desmoralizaram o governo.
Em parceria com o site The Intercept Brasil, Veja revela novos diálogos entre o ex-juiz e procuradores do MPF.
Em parceria com o site The Intercept Brasil, a revista Veja publicou, nesta sexta-feira 5, a primeira reportagem sobre os desdobramentos das conversas vazadas da Lava Jato e traz diálogos inéditos entre o então juiz da operação, Sérgio Moro, e o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol.
Segundo a revista, a sua equipe jornalística “mergulhou” no conteúdo e analisou 649.551 mensagens e comprovou a veracidade das informações, que tornam o caso ainda mais grave.
A revista Veja sempre apoiou Sérgio Moro, o qual ganhou diversas capas em sinal de aprovação ao trabalho do magistrado frente à Operação Lava Jato. Em editorial, postado junto com os novos vazamentos, a revista diz que “continua ao lado da operação, mas que não pode fechar os olhos para os abusos cometidos por Moro na condução dos processos”.
O conteúdo vazado pela revista, em parceria com o site The Intercept Brasil, é grave e mostra que Moro era o condutor das denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal. Além disso, diálogos mostram que decisões foram tomadas antes mesmo de serem apresentadas, o que revela uma relação promíscua entre acusadores e o julgador.
Ainda para a revista Veja, o conteúdo dos diálogos vazados é suficiente para a suspeição de Sérgio Moro e a anulação de todos os seus atos no processo.
Confira os pontos revelados pela revista Veja:
Em 2016, Dallagnol diz para Moro que a denúncia de Lula seria protocolada em breve. O ex-juiz responde com um emoticon de felicidade , ao lado da frase: “um bom dia afinal”.
Moro alertou Dallagnol sobre falta de informação em uma das denúncias. O juiz estava ajudando os procuradores a fortalecer a peça de acusação. Atitude ilegal perante à Constituição.
Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de MPF: “Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso”.
Moro cobra manifestação do MPF sobre pedido de revogação de prisão e Dallagnol envia para o magistrado outras decisões para Moro justificar suas prisões. Uma clara relação de cumplicidade entre MPF e o juiz.
Em diálogo com Dallagnol, Moro se mostra contrário à delação de Eduardo Cunha. Um juiz não pode opinar em negociações com delatores, função exclusiva do Ministério Público.
A pedido de Moro, delegada da Polícia Federal esconde prova encontrada em busca e apreensão na casa de um dos executivos da Andrade Gutierrez. Um juiz não pode pedir pressa ou guardar algo que foi apreendido pela polícia.
Moro cobra Dallagnol posição do MPF sobre pedido de habeas corpus impretado pela Odebrecht. O procurador avisa o juiz que precisa de mais um dia para escrever e envia para Moro a versão ainda não finalizada para o juiz ir escrevendo sua decisão. Uma atitude ilegal, que fere a lei.
Moro pede para que procuradores do MPF esperem até novembro de 2015 para apresentarem uma denúncia contra José Carlos Bumlai, amigo de Lula. Moro aceitou a denúncia no dia seguinte à apresentação, o que mostra que a decisão já tinha sido tomada antes mesmo de ser apresentada. Uma atitude que fere a imparcialidade de um juiz.
Moro sugeriu ao MPF as datas da operação que prendeu o professor Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear. O diálogo mostra que Moro era o chefe do MPF e decidia as movimentações da acusação. Algo extremamente grave para um juiz.
Moro comenta com Dallagnol que havia sido procurado pelo apresentador Fausto Silva. Segundo o juiz, o apresentador o cumprimentou pelo trabalho na Lava Jato, mas deu um conselho: “Ele disse que vcs nas entrevistas ou nas coletivas precisam usar uma linguagem mais simples. Para todo mundo entender. Para o povão. O apresentador confirmou o conteúdo das conversas.
Dino e representantes de povos indígenas da Amazônia Legal
Foto: divulgação
O agradecimento foi feito em encontro com membros da Comissão Estadual de Articulação de Políticas Públicas Para os Povos Indígenas do Maranhão (COEPI/MA) e Comunidades Locais da Amazônia Brasileira (GCF) no Palácio dos Leões, sede do governo do estado.
Os números decrescentes no Maranhão contrastam com o aumento de áreas desmatadas em mais de 9 mil km² de toda a região da Amazônia Legal, que engloba nove estados brasileiros. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (20).
O levantamento baseado em imagens de satélite mostra que o Maranhão teve uma das menores participações no aumento da área desmatada. Enquanto o estado do Pará contribuiu 39,56% no desmatamento estimado de 9.762 km² da Amazônia Legal Brasileira, o Maranhão aparece com apenas de 2,2% do total.
Na opinião de Dino, os números são resultantes também da política de ampliação da assistência técnica na agricultura maranhense.
R$5 mi para bioeconomia
O governador Flávio Dino também recebeu membros de comunidades indígenas maranhenses e de outros estados nesta quinta-feira (21), para debater questões da preservação das florestas, principalmente da Amazônica, e apoio para criação de um comitê indígena, no âmbito da Amazônia Legal.
Os grupos indígenas agradeceram ao governador pelas políticas já em andamento que beneficiam estes povos, a exemplo da criação da Força-Tarefa de Proteção à Vida Indígena (FT-Vida), que orienta e capacita os povos indígenas para que, sem o uso de armas de fogo, façam ações preventivas de vigilância em terras tradicionalmente ocupadas por eles.
“Faremos o máximo que pudermos. É uma longa caminhada e tenho essa dedicação e respeito pelas comunidades indígenas. Estou aqui para me solidarizar, trabalhar para atender às demandas dos povos para que possamos avançar na temática”, pontou o governador Flávio Dino.
Dino anunciou a criação de fundo no valor de R$ 5 milhões, para apoiar projetos de produção dentro dos 17 territórios indígenas do Maranhão, incentivando a bioeconomia.
A representante da Comissão Estadual de Articulação de Políticas Públicas para os Povos Indígenas do Maranhão (Coepi-MA), Marcilene Guajajara, comentou o encontro:
“O governo Flávio Dino sempre abriu as portas ao diálogo com os povos indígenas, o que não ocorria antes. Ele tem atendido nossas reivindicações e considero muito importante esse encontro para firmar a aliança entre os povos indígenas e o Governo do Maranhão”, disse.
Os representantes dos povos indígenas sugeriram a criação do comitê indígena, no âmbito da Força Tarefa de Governadores para o Clima e Florestas (GCF), nos moldes do COEPI do Maranhão. O órgão deve ser espaço para o diálogo com as lideranças do GCF, que reúne 38 representantes governamentais de 10 países, e para debates dos povos indígenas.
A coordenadora de educação escolar indígena do município de Amarante do Maranhão,
Fabiana Guajajara, agradeceu ao governador pela sensibilidade e atenção aos povos indígenas maranhenses. “Constatamos, ao longo dos anos, como o diálogo era distante e hoje somos ouvidos e temos mais espaço para apresentar nossas propostas”, destacou a indígena.
Participaram ainda da reunião o secretário de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Francisco Gonçalves; o secretário de Estado de Segurança Pública (SSP), Jefferson Portela; e de tribos do Acre, Amapá, Pará, Amazonas, Rondônia, Roraima e parte do Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, estados que compõem a Amazônia Legal.
Do Portal do PCdoB, com informações da ascom do governo do Maranhão
Da esquerda p/ direita: Dirigente Estadual do PV/RN........, Dirigente Estadual do PT/RN..... Olga/PCdoB/RN, Divanilton Pereira, Petrônio e
DIVANILTON PEREIRA E ANTENOR ROBERTO, respectivamente presidente eleito do PCdoB/RN e Governador em exercício.
Foto 01: Antenor Roberto - Foto 02 Gutemberg presidente da MESA
Foto 1 - Jana Sá - Foto: 2 - Fernando Siqueira - Vice Prefeito do Recife
Foto: Pedro - Presidente da UBES e foto 2: Albérico *licenciado
Wellington Duarte (presidente e Jana Sá (comunicação), ambos da ADURN
Sindicalista, Moacir Soares entre Jana Sá, filha do nosso saudoso Glênio Sá e Carla Tatitane
Moacir Soares - militante do PCdoB, sindicalista (ex presidente da CTB/RN e SINTECT;RN
Em sua 17ª Conferência Estadual do PCDOB/RN, a unanimidade das delegadas e delegados representando mais de 40 municípios do Rio Grande do Norte, foi eleito Presidente Estadual do PCdoB, DIVANILTON PEREIRA. Ref orçar o protagonismo político, social e eleitoral nas eleições de 2020 do Partido em terras potiguares é uma tarefa desafiadora, mas possível de ser alcançada em terras potiguares. Divanilton presidirá um colegiado de 51 membros efetivos dirigentes. Amplitude, sagacidade e ousadia para vencer. Natal/RN, 22 e 23 de novembro de 2019.
Att, Canindé de França-Comitê Estadual. #PCdoB65.
PCDOB DE NOVA CRUZ/RN
Por Eduardo Vasconcelos. * Vice Presidente do PCDOB de Nova Cruz/RN.
Eduardo Vasconcelos, vice presidente do PCdoB de Nova Cruz/RN participou da 17ª Conferência Estadual do PCdoB/RN como delegado, Damião Gomes também delegado, mas em virtude de se encontrar indisposto não pode comparecer.
Na visão do Eduardo Vasconcelos a 17ª Conferência foi muito importante para a militância, uma conferência rica em debates, proporcionando assim a participação de todos, focando assunto de extrema que a conjuntura requer, como por exemplo o quadro político da América Latina e o Brasil.
Os temas abordados foram: DEMOCRACIA, DESENVOLVIMENTO E TRABALHO, temas essenciais para a atualidade.
Na abertura ocorrida na última sexta-feira (22) tivemos a honra de termos como palestrante o camarada, Vice Prefeito do Recife, LUCIANO SIQUEIRA,membro do Comitê Central do PCDOB, cujo tema foi ""O quadro Nacional e o PCDOB, uma palestra digna de aplausos!
No segundo dia (23) com a presença do Governador em exercício, ANTENOR ROBERTO o debate fortaleceu ainda mais, juntando-se aos grandes oradores/debatedores convidados.
Na fala de Antenor Roberto refletiu´se a necessidade da união das forças de esquerda para combater os demando de um governo desequilibrado, que tenta a todo instante tirar DIREITOS adquiridos com muita lutas, suor e lagrimas, como por exemplo aposentadoria, trabalhistas, entre outros, uma espécie de fascismo imposto por um presidente completamente fora do contexto atual de conquistas obtidas no da luta e da democracia garantida na Constituição Federal.
No segundo dia teve a apresentado o quadro político estadual e projeto político eleitoral do PCDOB/RN e apresentação do balanço do Comitê Estadual Cessante, como também a nominata para o novo Comitê Estadual e Consulta aos Delegados, Aprovação da Resolução Política da 17ª Conferência Estadual do PCdoB e por último Eleição do Eleição do Novo Comitê Estadual. Sob a coordenação de Albérico, Divanilton Pereira e outros.
Os delegados por maioria de votos reconduziu o camarada, DIVANILTON PEREIRA a presidência do PCdoB/RN.