ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

sábado, 1 de setembro de 2018

LALO LEAL Debate deve servir para educação política, não como programa de auditório

REDE TV / DIVULGAÇÃO / FOTOS PÚBLICAS
Debate Eleições

por Lalo Leal, para Revista do Brasi


Com esse tipo de debate altamente controlado, candidatos folclóricos ganham mais destaque do que aqueles com algo de sério a dizer. O debate, nesses casos, produz um desserviço à democracia.
Debate entre presidenciáveis na Rede TV. Em vez de informar e ajudar a formar opinião, apenas entretenimento, sem aprofundar análise de planos de governo
Começou a safra de debates políticos na televisão. Serão 12 ao todo, seis entre os presidenciáveis e outros seis entre os candidatos aos governos estaduais. Para o jogo democrático saudável, é pouco ou muito? Depende de como se olha a questão.
Para o bem da democracia quanto mais debates melhor. Pena que eles só ocorram às vésperas das eleições. Deveriam estar na telas todos os dias, sem muitas regras e amarras, dando voz às diferentes visões de mundo. Assim se cultiva a formação política da sociedade dando aos seus integrantes a possibilidade de decidir por conta própria.
Como esse tipo de debate altamente controlado só ocorre a cada quatro anos, o resultado é tímido. Na maioria dos casos, candidatos folclóricos ganham mais destaque do que aqueles com algo de sério a dizer. O debate, nesses casos, produz um desserviço à democracia. 
O resultado são piadas disseminadas através das redes sociais ou, o que é pior, vídeos criando situações falsas de perguntas e repostas para prejudicar um ou outro candidato. Ao que se soma a criminalização da política, prática habitual da mídia. A consequência é o descrédito com as eleições revelado pelos altos índices de abstenções e de votos brancos e nulos. Para não falar nos votos em Cacareco ou Tiririca.
Neste ano, a situação piorou. Sem a presença de Lula, líder em todas as pesquisas de opinião, exclui-se do público a possibilidade de entrar em contato com a defesa de experiências concretas, vividas por ele em oito anos de mandato. E também das criticas que forçosamente viriam dos seus adversários. Ai o jogo se tornaria um pouco mais emocionante.
Em eleições mais remotas, sem tantas regras, viam-se debates acalorados, com o público podendo avaliar também as condições emocionais dos candidatos quando colocados em situações difíceis. Ficou famoso o bate-boca entre Franco Montoro e Reynaldo de Barros, candidatos ao governo de São Paulo em 1982.
E a indignação de Leonel Brizola aos ataques de Paulo Maluf, interrompendo-o repetidamente com a expressão “filhote da ditadura”, na disputa presidencial de 1989. Naquela época, os microfones ficavam abertos para todos os candidatos o tempo todo, os ânimos se exaltavam e o debate esquentava.
Ao mediador ou mediadora só restava pedir calma.
Claro que as discussões acaloradas tiravam o foco do conteúdo das falas. Algum tipo de contenção era necessária. Mas o engessamento atual também não ajuda. Cada candidato fala o que quer no tempo reduzido que tem. A maioria faz perguntas aos adversários apenas para na réplica ou na tréplica dizer o lhe interessa.
Os debates hoje servem mais para fornecer pautas aos jornais dos dias seguintes, estimular provocações nas redes sociais e fornecer material para ser usado nos horários de propaganda eleitoral no rádio e na TV. Candidatos exibirão trechos que considerem bons nos debates e mostrarão gafes ou incoerências dos seus adversários.
Uma reforma política de verdade incluiria a questão dos debates, com uma reformulação geral do modelo atual. A começar pelos contratos de concessão dos canais de TV, dos quais deveria constar a realização frequente de programas de debates políticos, fora do período eleitoral.
Aos partidos caberia enviar seus representantes para apresentar criticas e propostas. Seria um serviço pedagógico de fortalecimento da cidadania. 
Os debates deveriam ser pensados como fatores de educação política e não como programas televisivos em busca de audiência. Para isso uma primeira providência seria a mudança de horário.
Um debate que começa no fim da noite e entra pela madrugada exclui parcela considerável da população necessitada de acordar cedo no dia seguinte. Política é coisa séria, merece o chamado horário nobre.
Desde 2014 insisto que os debates não podem continuar sendo filtrados pelos interesses da mídia comercial. Deveriam ser produzidos e realizados por emissoras públicas, a partir do momento em que elas voltassem a existir no Brasil.
E realizados em espaços públicos, num campus universitário por exemplo, como ocorre nos Estados Unidos. Ou em um grande ginásio de esportes, com a presença de público, como foi o caso do debate sobre a saída ou não do Reino Unido da União Européia promovido pela BBC em Wembley, há dois anos.
São medidas necessárias para que os debates deixem de ser meros programas televisivos, assemelhados aos de variedades, e se tornem  serviços públicos eficientes. Infelizmente ainda estamos longe disso.

Brizola e Maluf batem boca durante debate de 1989 

GUERRA JURÍDICA TSE rejeita registro da candidatura de Lula

Rosa Weber
“Se dependesse de mim faria o julgamento na terça ou na quinta”, disse presidenta do TSE, Rosa Weber
Votação do Tribunal Superior Eleitoral contra candidatura de ex-presidente da República rejeita decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU e ignora artigo da Lei Eleitoral
por Redação RBA
São Paulo – Por maioria de 6 a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é inelegível. Votaram pela inelegibilidade do petista os ministros Luís Roberto Barroso (relator), Jorge Mussi, Tarcisio Vieira de Carvalho, Og Fernandes, Admar Gonzaga e Rosa Weber, presidenta do TSE. Pela decisão, a coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/Pros) precisa indicar um novo candidato a presidente.

Ministro relator, Barroso rejeitou o argumento da defesa de que a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU a favor de Lula deve ser aplicada. O comitê é um “órgão administrativo”, disse. “Suas recomendações, quando definitivas, não têm efeito vinculante.” Votou para que a decisão do TSE seja aplicada de imediato e Lula não possa praticar atos de campanha, como participar do horário eleitoral. Deu prazo de 10 dias para a coligação de Lula apresentar um substituto.

No voto, Barroso defendeu que a Justiça Eleitoral não está obrigada a se submeter a orientações do comitê das Nações Unidas. “Não há vinculação, mas há dever de se levar a sério os argumentos do órgão administrativo, e não jurisdicional, do comitê”, enfatizou. Para ele, não foram esgotados os recursos internos e o “governo” brasileiro não foi ouvido pelo órgão da ONU, condições para o reconhecimento da determinação.
“Ao governo brasileiro não foi apresentada oportunidade de ser ouvido”, reforçou o relator. “A medida cautelar (da ONU) conflita frontalmente com a Lei da Ficha Limpa.” Ele disse que o país não está "sob uma ditadura e Estado de exceção, as instituições estão funcionando e o Judiciário é independente”.
O ex-chanceler Celso Amorim foi um dos primeiros a dizer que o tratado com a ONU não é assinado por um “governo”. “Foi assinado pelo Estado brasileiro, não pelo governo", disse, no dia em que a decisão do comitê foi anunciado.
Edson Fachin, o segundo a votar, empatou o placar em 1 a 1. Para ele, a decisão da ONU é soberana. "Entendo que o candidato, inelegível por força da Lei da Ficha Limpa, diante da consequência que entendo e que extraio da medida provisória do Comitê de Direitos Humanos, obtém o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de sua candidatura".
Antes do voto de Edson Fachin, a presidenta do tribunal, Rosa Weber, colocou em votação a proposta de adiar a decisão. “Se dependesse de mim faria o julgamento na terça ou na quinta”, disse. Apesar de sua preocupação “com a segurança jurídica, os ritos e as formas”, afirmou que se submeteria à decisão do colegiado, que rejeitou o adiamento. Rosa foi voto vencido.
Fachin divergiu de Barroso quanto à manifestação do comitê da ONU. Para ele, não há interpretação possível da Constituição e das leis senão a de que o Brasil tem o dever de cumprir a determinação “provisória” do órgão, e portanto Lula tem direito a ser candidato.
O ministro Jorge Mussi votou contra a candidatura de Lula e desempatou. A seguir, Og Fernandes apoiou "integralmente" o voto do relator Barroso para fazer 3 a 1. Admar Gonzaga definiu a maioria ao dar o quarto voto.
O artigo 16A da Lei Eleitoral, que estabelece o direito político de um cidadão processado enquanto seu direito defesa puder ser exercido, também foi ignorado.
Fonte: redebrasilatual.com.br

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Brasil Ciro: Bolsonaro interpreta "o que há de mais selvagem na população"

 

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, afirmou em entrevista a uma rádio de Belo Horizonte, que o também presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem "o que há de mais selvagem na população brasileira" e interpreta um personagem baseado nisso.

Reprodução Facebook


"Se alguém está procurando autoridade, chega pra cá. Se está procurando decência, chega pra cá", afirmou Ciro ao ser questionado sobre a possibilidade de disputar um eventual segundo turno com Bolsonaro. 

Ele disse conhecer bem Bolsonaro, por ter convivido com ele na Câmara dos Deputados, e que ele se apresenta como novidade, mas é um "carreirista" na política. "Faz questão de fazer apologia à ignorância e não se sente responsável por arbitrar problemas dos brasileiros. (…) Respeito o povo brasileiro, mas tenho obrigação de lutar para evitar essa tragédia", disse.

Durante caminhada de campanha nesta quinta-feira (30), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ciro criticou a forma pela qual Michel Temer anunciou o reajuste para juízes federais e servidores públicos da União. Ele disse que a medida, em meio à crise fiscal, é uma “vergonha” e “bofetada no rosto do povo brasileiro”.

"Isso é uma vergonha. Francamente, falta compostura na elite brasileira. Não é que o salário seja grande. Eu acho que juiz tem que receber salários decentes, os maiores possíveis e, acho, francamente, uma 'impostura' ficar falando mal de salário. Eu estou falando agora é da ocasião", afirmou.

Além do reajuste para os servidores, Temer fechou um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF), concedendo reajuste de 16,38% para o Judiciário federal. Em troca, Temer combinou com a Suprema Corte o fim do auxílio-moradia para a magistratura, no valor de R$ 4,7 mil.

“[São] 13,7 milhões de brasileiros desempregados, 32 milhões de brasileiros vivendo de bico, na informalidade, correndo da repressão. 60 mil mulheres foram estupradas no Brasil nos últimos 12 meses sem nenhuma punição, o Brasil teve 63.880 homicídios sem nenhuma capacidade de investigação. Que pelo menos se dê justiça à essa tragédia e os senhores de Brasília fazerem esse tipo de notícia para a sociedade... isso é uma bofetada no rosto do povo brasileiro“, declarou.

Venezuela

Ciro também comentou sobre a situação na fronteira do Brasil com a Venezuela e defendeu que o país faça tudo o que estiver ao seu alcance para acolher os imigrantes.

“Nesse momento, nós temos que fazer tudo que esteja ao nosso alcance", disse ele, defendendo o amparo aos imigrantes.

Ciro visitou também um laboratório de genômica do Instituto de Biologia da Unicamp. Ele criticou os cortes feitos pelo governo Temer na ciência e no desenvolvimento de pesquisas no país.

Na avaliação dele, o orçamento nacional destinado para a área de ciência e tecnologia é insuficiente para empreender e estimular o setor. 


Do Portal Vermelho

Brasil Com Temer, miséria cresceu 33% e antige 23 milhões de brasileiros

 

Desde o golpe, a política de desmonte do Estado empurrou 23,3 milhões de pessoas para viver abaixo da linha da pobreza. Os dados são da FGV Social, órgão de pesquisa ligado à FGV (Fundação Getúlio Vargas) e mostram que 11,2% da população brasileira voltou a viver com menos de R$ 203 por mês.

Rafaela Felicciano/Metrópoles


Esse número representa mais do que a população do Chile , representando uma elevação do número de miseráveis de 33% nos últimos 4 anos. Foram 6,3 milhões de novos pobres, segundo pesquisa.

A campanha do golpe em 2015, insuflada pela mídia conservadora, era de que afastar Dilma Rousseff colocaria o Brasil de volta nos trilhos. Passados três anos, o país retrocedeu em diversas áreas e o governo ilegítimo trouxe de volta ao país uma política que privilegia o mercado financeiro em detrimento da geração de emprego e de renda.

Nos governos Lula e Dilma e mobilidade social era ascendente. Entre 2002 e 2015, o rendimento cresceu para todos as classes sociais: a renda dos 20% mais ricos aumentou 23% nesse período, enquanto a dos 20% mais pobres superou os 80% de incremento. 

Agora, no governo do golpe a população viu a sua renda cair. Entre 2016 e 2017, um milhão e quinhentas mil pessoas voltaram à camada mais pobre da população. Em 2017, a classe E aumentou 9%, ou seja, 1,5 milhão de pessoas deixaram classes sociais superiores e retornaram à base da pirâmide. Também entre os mais ricos houve retrocessos. Oitocentos mil pessoas saíram das classes A e B. A retração foi de 2,7% e 0,7% nessas classes, respectivamente.

Os dados são parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE. 


Do Portal Vermelho, com informações 

Brasil DataPoder360: Haddad "apoiado por Lula" tem 34% da intenções

Ricardo Stuckert

Em levantamento divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto DataPoder360, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança da intenções de voto com 30%, sendo que o segundo colocado, o deputado Jair Bolsonaro (PSL), tem 11 pontos percentuais a menos, registrando 21%..

Em seguida estão Ciro, Alckmin e Marina que pontuam 7%, 7% e 6%, respectivamente – e estão empatados na margem de erro do levantamento. Alvaro está com 3%.

O candidato do governo Michel Temer, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB), e Cabo Daciolo (Patriota) estão empatados: cada 2% das intenções de voto. Na pesquisa, os demais candidatos registram 1%,.

No cenário sem Lula e com Fernando Haddad, atual vice e porta-voz, como candidato, o cenário continua favorável ao ex-presidente. Segundo a pesquisa, 34% dos eleitores votariam em Haddad para presidente da República quando ele é apresentado como “apoiado por Lula”.

Isso representa que mais de 1/3 do eleitorado está disposto a votar no nome apontado por Lula se o ex-presidente ter o seu direito de se candidatar barrado pelo Judiciário. 


Ainda de acordo com o instituto, foi perguntando ao eleitor se elem “votaria com certeza”, “poderia votar” ou “não votaria de jeito nenhum”. No caso de Haddad, a soma do “voto com certeza” e “poderia votar” é que resulta em 34%.

"A taxa de “voto com certeza” em Haddad é de 8% e esse é o voto mais consolidado do petista. Nessa categoria de voto ele está empatado na margem de erro com todos os demais principais candidatos a presidente neste momento, véspera do início da propaganda eleitoral na TV e no rádio. O PT e o PSDB terão os maiores tempos disponíveis para fazer esses comerciais por 35 dias", enfatiza o Poder 360.

Feita por telefone, o DataPoder 360 realizou 5.500 entrevistas de 24 a 27 de agosto. Foram atingidas 329 cidades em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Dado o número de entrevistas e a metodologia aplicada, a estratificação por regiões do país tem grande precisão. O registro do estudo no TSE é BR-04538/2018. 

Do Portal Vermelho

terça-feira, 28 de agosto de 2018

PT E LULA RENOVADOS E A DIREITA NA SEPULTURA

Com a chapa mais inovadora e jovem de todos os tempos, o Partido dos Trabalhadores (PT), avança com o eleitorado, com Lula, para ganhar as eleições com uma proposta de geração de lideranças. Enquanto isso, a direita conservadora e arcaica, fascista, permanece grudada nos mesmos caciques que herdaram o latifúndio familiar.

O programa de governo em nada sofrerá prejuízo, caso a necessidade obrigue o nosso presidente Lula a ter de ficar na retaguarda, Haddad e Manuela podem dar conta do recado, devolvendo ao povo a soberania e a democracia com desenvolvimento social.

O certo mesmo, é que todos gostaram da chapa tríplice do PT, com Lula/Haddad/Manuela. Eles não empolgaram apenas por serem belos e terem discursos coerentes e bem articulados, eles representam a mudança de perfil da nossa política. Possuem a força da renovação, são lideranças que sabem conduzir o país na direção do desenvolvimento, impedindo que as carroças de burros, voltem para s ruas.


No lado inverso, na direita conservadora, os candidatos, todos eles, representam o que há de mais antiquado e retrogrado para a política moderna. Não são apenas velhos e isso não seria problema, e sim, pensarem de maneira velha. Para os golpistas, farsantes e mentirosos, o Brasil deve voltar e continuar sendo iluminado por luz de velas e lamparinas, fifós.

Fonte: fariasjuniorfj.blogspot.com

Brasil: Lula tem a preferência de 54 milhões de eleitores já no primeiro turno

Ricardo Stuckert

Segundo o Ibope e o Datafolha de Minas, se as eleições fossem hoje Lula teria por volta de 54 milhões de votos, o que seria a maior votação já registrada em primeiro turno para presidente da República desde a redemocratização do país.


Não é apenas o Nordeste que garante a liderança folgada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto para as eleições deste ano. O detalhamento da primeira rodada do Ibope pelo país mostra que Lula vence seus oponentes em todas as regiões e em 23 dos 27 estados, sendo quatro deles em situação de empate técnico com o segundo colocado. Para Minas Gerais, o levantamento usou os números do Datafolha, já que o Ibope ainda não divulgou pesquisa para o estado.

A eleição que mais se aproxima desse número é a de 2010, quando Dilma Rousseff (PT) obteve 47 milhões de votos no primeiro turno. Depois vem o próprio Lula, concorrendo à reeleição em 2006, com 46 milhões. Em 2002, Lula teve 39 milhões. Em 1994 e 1998, FHC obteve 34 e 35 milhões respectivamente. E em 1989, Fernando Collor terminou o primeiro turno na liderança com 20 milhões de votos.

Por regiões, os números também impressionam. No Nordeste, segundo o Ibope, Lula vence em todos os estados e teria hoje 22 milhões de votos – o equivalente a quase 58% dos votos totais da região. No Sudeste, Lula vence nos quatro estados, alcançando hoje 19 milhões de votos.

No Sul, são mais 5,5 milhões, com Lula vencendo em dois dos três estados (Rio Grande do Sul e Paraná). No Norte, outros 5 milhões, com liderança em quatro dos sete estados (Pará, Amazonas, Tocantins e Amapá). E no Centro-Oeste Lula teria hoje 3 milhões de votos, com vitória em três das quatro unidades (Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul).

Veja abaixo os números de Lula por estado:

NORDESTE
PI – 65% – 1,5 MILHÃO
MA – 63% – 2,8 MILHÕES
PE – 62% – 3,8 MILHÕES
PB – 57% – 1,6 MILHÃO
CE – 56% – 3,5 MILHÕES
SE – 56% – 900 MIL
BA – 55% – 5,6 MILHÕES
RN – 53% – 1,2 MILHÃO
AL – 53% – 1 MILHÃO

SUDESTE
MG (Datafolha) – 41% – 6,4 MILHÕES
ES – 32% – 860 MIL
RJ – 29% – 3,6 MILHÕES
SP – 26% – 8,5 MILHÕES

SUL
RS – 32% – 2.6 MILHÕES
PR – 24% – 1,9 MILHÃO
SC – 20% – 1 MILHÃO

NORTE
TO – 47% – 500 MIL
PA – 42% – 2,3 MILHÕES
AM – 41% – 1 MILHÃO
AP – 35% – 200 MIL
RO – 29% – 300 MIL
AC – 25% – 136 MIL
RR – 21% – 60 MIL

CENTRO-OESTE
MT – 40% – 900 MIL
MS – 31% – 500 MIL
GO – 29% – 1,2 MILHÃO
DF – 21% – 400 MIL


Fonte: Lula.com.br