ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65
CAMPANHA MOVIMENTO 65

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Brasil Com Temer, miséria cresceu 33% e antige 23 milhões de brasileiros

 

Desde o golpe, a política de desmonte do Estado empurrou 23,3 milhões de pessoas para viver abaixo da linha da pobreza. Os dados são da FGV Social, órgão de pesquisa ligado à FGV (Fundação Getúlio Vargas) e mostram que 11,2% da população brasileira voltou a viver com menos de R$ 203 por mês.

Rafaela Felicciano/Metrópoles


Esse número representa mais do que a população do Chile , representando uma elevação do número de miseráveis de 33% nos últimos 4 anos. Foram 6,3 milhões de novos pobres, segundo pesquisa.

A campanha do golpe em 2015, insuflada pela mídia conservadora, era de que afastar Dilma Rousseff colocaria o Brasil de volta nos trilhos. Passados três anos, o país retrocedeu em diversas áreas e o governo ilegítimo trouxe de volta ao país uma política que privilegia o mercado financeiro em detrimento da geração de emprego e de renda.

Nos governos Lula e Dilma e mobilidade social era ascendente. Entre 2002 e 2015, o rendimento cresceu para todos as classes sociais: a renda dos 20% mais ricos aumentou 23% nesse período, enquanto a dos 20% mais pobres superou os 80% de incremento. 

Agora, no governo do golpe a população viu a sua renda cair. Entre 2016 e 2017, um milhão e quinhentas mil pessoas voltaram à camada mais pobre da população. Em 2017, a classe E aumentou 9%, ou seja, 1,5 milhão de pessoas deixaram classes sociais superiores e retornaram à base da pirâmide. Também entre os mais ricos houve retrocessos. Oitocentos mil pessoas saíram das classes A e B. A retração foi de 2,7% e 0,7% nessas classes, respectivamente.

Os dados são parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE. 


Do Portal Vermelho, com informações 

Brasil DataPoder360: Haddad "apoiado por Lula" tem 34% da intenções

Ricardo Stuckert

Em levantamento divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto DataPoder360, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança da intenções de voto com 30%, sendo que o segundo colocado, o deputado Jair Bolsonaro (PSL), tem 11 pontos percentuais a menos, registrando 21%..

Em seguida estão Ciro, Alckmin e Marina que pontuam 7%, 7% e 6%, respectivamente – e estão empatados na margem de erro do levantamento. Alvaro está com 3%.

O candidato do governo Michel Temer, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB), e Cabo Daciolo (Patriota) estão empatados: cada 2% das intenções de voto. Na pesquisa, os demais candidatos registram 1%,.

No cenário sem Lula e com Fernando Haddad, atual vice e porta-voz, como candidato, o cenário continua favorável ao ex-presidente. Segundo a pesquisa, 34% dos eleitores votariam em Haddad para presidente da República quando ele é apresentado como “apoiado por Lula”.

Isso representa que mais de 1/3 do eleitorado está disposto a votar no nome apontado por Lula se o ex-presidente ter o seu direito de se candidatar barrado pelo Judiciário. 


Ainda de acordo com o instituto, foi perguntando ao eleitor se elem “votaria com certeza”, “poderia votar” ou “não votaria de jeito nenhum”. No caso de Haddad, a soma do “voto com certeza” e “poderia votar” é que resulta em 34%.

"A taxa de “voto com certeza” em Haddad é de 8% e esse é o voto mais consolidado do petista. Nessa categoria de voto ele está empatado na margem de erro com todos os demais principais candidatos a presidente neste momento, véspera do início da propaganda eleitoral na TV e no rádio. O PT e o PSDB terão os maiores tempos disponíveis para fazer esses comerciais por 35 dias", enfatiza o Poder 360.

Feita por telefone, o DataPoder 360 realizou 5.500 entrevistas de 24 a 27 de agosto. Foram atingidas 329 cidades em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Dado o número de entrevistas e a metodologia aplicada, a estratificação por regiões do país tem grande precisão. O registro do estudo no TSE é BR-04538/2018. 

Do Portal Vermelho

terça-feira, 28 de agosto de 2018

PT E LULA RENOVADOS E A DIREITA NA SEPULTURA

Com a chapa mais inovadora e jovem de todos os tempos, o Partido dos Trabalhadores (PT), avança com o eleitorado, com Lula, para ganhar as eleições com uma proposta de geração de lideranças. Enquanto isso, a direita conservadora e arcaica, fascista, permanece grudada nos mesmos caciques que herdaram o latifúndio familiar.

O programa de governo em nada sofrerá prejuízo, caso a necessidade obrigue o nosso presidente Lula a ter de ficar na retaguarda, Haddad e Manuela podem dar conta do recado, devolvendo ao povo a soberania e a democracia com desenvolvimento social.

O certo mesmo, é que todos gostaram da chapa tríplice do PT, com Lula/Haddad/Manuela. Eles não empolgaram apenas por serem belos e terem discursos coerentes e bem articulados, eles representam a mudança de perfil da nossa política. Possuem a força da renovação, são lideranças que sabem conduzir o país na direção do desenvolvimento, impedindo que as carroças de burros, voltem para s ruas.


No lado inverso, na direita conservadora, os candidatos, todos eles, representam o que há de mais antiquado e retrogrado para a política moderna. Não são apenas velhos e isso não seria problema, e sim, pensarem de maneira velha. Para os golpistas, farsantes e mentirosos, o Brasil deve voltar e continuar sendo iluminado por luz de velas e lamparinas, fifós.

Fonte: fariasjuniorfj.blogspot.com

Brasil: Lula tem a preferência de 54 milhões de eleitores já no primeiro turno

Ricardo Stuckert

Segundo o Ibope e o Datafolha de Minas, se as eleições fossem hoje Lula teria por volta de 54 milhões de votos, o que seria a maior votação já registrada em primeiro turno para presidente da República desde a redemocratização do país.


Não é apenas o Nordeste que garante a liderança folgada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto para as eleições deste ano. O detalhamento da primeira rodada do Ibope pelo país mostra que Lula vence seus oponentes em todas as regiões e em 23 dos 27 estados, sendo quatro deles em situação de empate técnico com o segundo colocado. Para Minas Gerais, o levantamento usou os números do Datafolha, já que o Ibope ainda não divulgou pesquisa para o estado.

A eleição que mais se aproxima desse número é a de 2010, quando Dilma Rousseff (PT) obteve 47 milhões de votos no primeiro turno. Depois vem o próprio Lula, concorrendo à reeleição em 2006, com 46 milhões. Em 2002, Lula teve 39 milhões. Em 1994 e 1998, FHC obteve 34 e 35 milhões respectivamente. E em 1989, Fernando Collor terminou o primeiro turno na liderança com 20 milhões de votos.

Por regiões, os números também impressionam. No Nordeste, segundo o Ibope, Lula vence em todos os estados e teria hoje 22 milhões de votos – o equivalente a quase 58% dos votos totais da região. No Sudeste, Lula vence nos quatro estados, alcançando hoje 19 milhões de votos.

No Sul, são mais 5,5 milhões, com Lula vencendo em dois dos três estados (Rio Grande do Sul e Paraná). No Norte, outros 5 milhões, com liderança em quatro dos sete estados (Pará, Amazonas, Tocantins e Amapá). E no Centro-Oeste Lula teria hoje 3 milhões de votos, com vitória em três das quatro unidades (Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul).

Veja abaixo os números de Lula por estado:

NORDESTE
PI – 65% – 1,5 MILHÃO
MA – 63% – 2,8 MILHÕES
PE – 62% – 3,8 MILHÕES
PB – 57% – 1,6 MILHÃO
CE – 56% – 3,5 MILHÕES
SE – 56% – 900 MIL
BA – 55% – 5,6 MILHÕES
RN – 53% – 1,2 MILHÃO
AL – 53% – 1 MILHÃO

SUDESTE
MG (Datafolha) – 41% – 6,4 MILHÕES
ES – 32% – 860 MIL
RJ – 29% – 3,6 MILHÕES
SP – 26% – 8,5 MILHÕES

SUL
RS – 32% – 2.6 MILHÕES
PR – 24% – 1,9 MILHÃO
SC – 20% – 1 MILHÃO

NORTE
TO – 47% – 500 MIL
PA – 42% – 2,3 MILHÕES
AM – 41% – 1 MILHÃO
AP – 35% – 200 MIL
RO – 29% – 300 MIL
AC – 25% – 136 MIL
RR – 21% – 60 MIL

CENTRO-OESTE
MT – 40% – 900 MIL
MS – 31% – 500 MIL
GO – 29% – 1,2 MILHÃO
DF – 21% – 400 MIL


Fonte: Lula.com.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

ESTADO DE EXCEÇÃO - Ex-ministro diz que STF está sem liderança e deixou de defender interesse nacional

nelson jobim3.jpg
Foto: VALTER CAMPANATO / ABR
A falta de fraternidade leva ao conflito e à implosão do sistema', afirmou Jobim em debate
Nelson Jobim fez críticas à atuação da Corte ao participar de colóquio na Associação dos Advogados de São Paulo. Já para o ex-ministro Cezar Peluso, magistratura 'está acuada'.
São Paulo – Para o ex-ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim, a Corte Suprema está "sem liderança, sem diálogo, sem comando, e lhe falta fraternidade". Em palestra na tarde desta segunda-feira (27) na Associação dos Advogados de São Paulo, ele disse esperar que o próximo presidente do STF, Dias Toffoli, "tenha condições" de retomar uma gestão com esses atributos. Toffoli assume em 13 de setembro.
No painel sobre as relações do STF com os outros poderes, Jobim disse que a intenção do ministro Marco Aurélio, ao propor a criação da TV Justiça, era dar destaque à transparência, mas se transformou em "instrumento de visibilidade". "Alguns ministros precisam do STF para construir suas biografias", afirmou. Segundo ele, a maneira mais "infantil" de fazer isso é o ministro se voltar contra o presidente que o indicou. A segunda maneira,  mais sofisticada, é romper antiga jurisprudência para ficar com a "paternidade" de uma nova.
"E renuncia-se à pauta para deixar de votar aquilo que tem que ser votado para resolver o interesse nacional", acrescentou, sem citar nomes. "A falta de fraternidade leva ao conflito e à implosão do sistema, porque causa espanto e o que não causa espanto não é noticia", acrescentou Jobim.
O também ex-ministro do STF Cezar Peluso afirmou que tinha, no debate, a difícil tarefa de substituir o ex-ministro Sepúlveda Pertence, que não compareceu ao evento. "Alguns juízes transmitem a impressão de que sua missão não é julgar, mas condenar", declarou, após avisar que falaria sobre o que o STF "não deve fazer".
Ele afirmou ainda que tem "ouvido dizer" que a magistratura está "acuada, pois nenhum juiz quer aparecer como inimigo da recuperação da moralidade". Algumas decisões,  acrescentou Peluso, pressupõem que alguns juízes atuam como "justiceiros".
Fonte: REDE BRASIL ATUAL

Brasil - A natureza da campanha desumana contra o candidato Lula

 

Nos ataques ao candidato presidencial Luiz Inácio Lula da Silva, não existe nada que possa ser caracterizado como dado da realidade. Qualquer coisa que a direita julga ser importante para atingi-lo, pouco importa se o dito tem ou não tem nexo, é repetido incessantemente.

Por Osvaldo Bertolino


Tudo na mais perfeita ordem. Assim os advogados de defesa têm se pronunciado em relação à legalidade da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se não bastassem a Constituição e outros códigos do ordenamento jurídico do Estado Democrático de Direito para lhe garantir direitos individuais e políticos, há as cartas internacionais e a interpretação do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) atestando que princípios sagrados da cidadania e da civilização estão sendo violados.

Cumprir a lei é um regra essencial para quem tem a responsabilidade de decidir os destinos de uma pessoa ou de um processo político ou social. A prisão de Lula pelos métodos da Operação Lava Jato, que estendeu seu raio de ação para esferas como setores das instâncias superiores do Poder Judiciário e a mídia, configura uma flagrante violação dessa regra e uma ameaça a qualquer brasileiro, independente da sua conduta. Basta alguém desse espectro lavajatista decidir que esse brasileiro tem de ser preso que ele será preso.

Nunca é demais repetir que Lula é vítima de atropelos dignos de serem inscritos nos anais da história como práticas das mais bárbaras e violentas ações contra um cidadão. Violou-se o mandamento sagrado à presunção de inocência. Negou-se o direito à defesa, como se viu nos julgamentos midiáticos que ignoraram, sem subterfúgios, o mérito da defesa, ao passo que o acusador não apresentou as mais elementares provas para justificar o pedido de condenação. Feitas as contas, o que há, na vida real, é um desses casos em que poderosos agrediram a lógica para proteger os que verdadeiramente embolsam o dinheiro do povo.

Fazem isso porque contam com as costas largas, protegidos pela certeza da impunidade, garantida aos que se prestam a sustentar a estrutura social do parasitismo de muitos por poucos. Utilizam argumentos produzidos por interpretações desengonçadas da Constituição e de outros códigos, exatamente para gerar debates e proselitismos na mídia à margem da letra e do espírito da legalidade democrática. E assim constroem esses falsos heróis da justiça, um processo discricionário produzido tão-somente para garantir o poder político nas mãos dos que sempre fazem mal ao Brasil e aos brasileiros, construindo muralhas em torno de um histórico clube privado regido por privilégios imorais.

Cumplicidade da mentira

O que há de real e de fundo nessa questão é nada mais do que o legado de um ex-presidente que, assim como Getúlio Vargas, promoveu significativas mudanças positivas na vida brasileira. Fica constatado, com esses dados, que sem as indecorosas manobras da direita resta somente uma luta política que se move contra o programa de governo do ex-presidente e em favor de benefícios inaceitáveis para uma ínfima parcela da sociedade. Trata-se, em suma, de mais um episódio da guerra dos ricos contra os pobres, tão comum em nossa história.

O abuso do poder, em qualquer época da história da humanidade, teve sempre ao seu lado a cumplicidade da mentira. No Brasil de hoje, essa receita advém de um esquema monetarista, tecnocrático, contrário aos interesses da nação, uma ideologia contrária aos que buscam o fortalecimento das instituições democráticas para dar ao país independência econômica e soberania política. Ao atacar Lula, a direita apresenta como propostas às urnas nomes que, como produtos mal-acabados, vão sendo testados e alimentados com o oxigênio midiático.

Além de uma proposta de governo que representa um desastre para o país – o neoliberalismo –, esses nomes só conseguem demonstrar condições de existir como candidatos com algumas minguadas intenções de votos pela desonestidade da condenação e da prisão de Lula. Diante da salada de falsas questões, ideias sem nexo e fatos incompreensíveis que é servida diariamente no noticiário político, o que se tem, na maior parte do tempo, é desinformação.

Figuras subqualificadas

À falta de melhor cobertura para a farsa sobre o “combate à corrupção”, esses espectro recorre a velhas receitas, sacadas dos porões da história, como fez FHC ao lembrar da “cruzada moralista” de Carlos Lacerda dos anos 1950 e 1960 (segundo ele, faz falta um Lacerda na atual conjuntura). E foi além: “Onde andavam os petistas enquanto o mundo e o Brasil mudavam a todo vapor entre a queda do muro de Berlim e as duas torres gêmeas de Nova York? Lula, rodando o país em campanha eleitoral permanente. Os sindicalistas, protestando e sofrendo o desgaste dos processos de reforma do Estado e reestruturação industrial (sic). A intelectualidade de esquerda, remoendo seu mal-estar com o colapso do socialismo real, o avanço da globalização capitalista e o marasmo da universidade.”

Em outra ocasião, a direita tentou levantar a bandeira do “hegemonismo petista”, falsificando vulgarmente as ideias do comunista italiano Antônio Gramsci, que seria uma forma de governar contrariando o “ideal republicano”. Com o fracasso dessa tática, surgiu a reedição do “mar de lama”, com o qual a reação tentou afogar o governo do presidente Getúlio Vargas, em 1954. O gesto do então presidente, dando um tiro no peito e deixando a famosa carta denunciando o golpe de Estado pró-Estados Unidos em andamento, adiou a instauração da ditadura militar por dez anos.

O fato central de toda a questão, e que até agora não apareceu na argumentação da mídia – e nem de ninguém –, é que não há um dado sequer que qualifique a ação do tribunal de exceção que condenou e prendeu Lula como um processo dentro da lei. As má-criações de figuras subqualificadas – como FHC, Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro e palpiteiros da mídia – têm o mérito de escancarar à nação os reais interesses que estão por trás dessa infâmia.


 Do Portal Vermelho

Brasil: XP/Ipespe: Lula vence em todos os cenários e Haddad vai para 2º turno

Haddad em campanha pelas ruas do Maranhão com o governador e candidato à reeleição Flávio Dino (PCdoB)

Haddad em campanha pelas ruas do Maranhão com o governador e candidato à reeleição Flávio Dino (PCdoB)

A estratégia da grande mídia de sabotar a campanha do ex-presidente Lula – primeiro dizendo que ele é inelegível, depois que Haddad não capta os votos de Lula, diante da suposta inelegibilidade – parece que está caindo por terra com a campanha de Lula indo para as ruas.


Lula continua liderando em todas as pesquisas já realizadas. De acordo com levantamento feito pelo XP/Ipespe, Lula aparece com 32%, Bolsonaro fica em segundo com 20%, ou seja, 12 pontos atrás de Lula. Brancos e nulos somam 15% e Marina, Ciro e Alckmin caem para 7%.

Álvaro desce para 4%, junto com os que não sabem dizer em quem vão votar com 3%, Amoêdo com 2%, Daciolo e Meirelles com 1%. Eymael, Boulos, Vera e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram.

A novidade está na pequisa em que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), vice e porta-voz de Lula, é apontando como o candidato no lugar do ex-presidente, num eventual tapetão em que ele não possa sair candidato.

Segundo o levantamento, com o apoio do ex-presidente, Haddad sobe para 13%. Na pesquisa anterior Haddad aparecia com 5%. Sem Lula, Bolsonaro se mantém estacionado com 20% e brancos e nulos sobem para 26%.

Como a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, Haddad estaria empatado no segundo lugar com Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 9%, 8% e 8%, respectivamente.

Álvaro Dias (Podemos) empata com quem ainda não sabe opinar, com 5%. João Amoêdo (Novo), Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles (MDB) marcam 2%, 1%, 1% e 1%. E Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU), não pontuaram.

A XP também avaliou os possíveis segundos turnos. Lula ganha o embate com Bolsonaro, de 45% a 33%. E, além de perder para Lula, Bolsonaro empata com Ciro, Alckmin, Marina e Haddad (32% a 32%, 34% a 33%, 37% a 33% e 38% a 32%).

Foram entrevistadas 1000 pessoas no Brasil, por telefone, entre os dias 20 e 22 de agosto.


Do Portal Vermelho, com informações de agências