ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Desemprego bate recorde e aponta cenário desanimador para trabalhador

César Itiberê/ Fotos Públicas
 
 


De acordo com a metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desempregado é aquele que não tem trabalho e esteve à procura de alguma ocupação nos 30 dias antes de a pesquisa ser aplicada naquela localidade. O levantamento atual é resultado de pesquisa em 211.344 casas de 3.500 municípios brasileiros.

De acordo com o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, em três anos foram perdidos 3,3 milhões de postos de trabalho com carteira. De acordo com a PNAD, atualmente são 560 mil trabalhadores a mais sem carteira assinada, o que representa um crescimento de 5,5% da informalidade no mercado de trabalho comparado ao ano passado.

Insegurança para o trabalhador

Em entrevista à Rádio Brasil Atual nesta segunda-feira (29), o diretor técnico do Departamento Intersindical de estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese), Clemente Ganz, comentou o saldo negativo nos índices de emprego apresentado pelo Cadastro Nacional de Emprego e Desemprego (Caged). Na ocasião, confirmou que o cenário é desanimador para o trabalhador desempregado que, caso encontre emprego, a tendência é que seja precário . Segundo o IBGE, o Brasil soma atualmente 13,2 milhões de pessoas sem emprego.

Sancionada em novembro do ano passado, a reforma trabalhista legitimou formas de contratação precárias, lembrou Clemente. “O trabalho intermitente, o trabalho com prazo determinado, o trabalho parcial e autônomo: Em todos esses casos as condições de trabalho são muito inferiores do ponto de vista da proteção contratual, da jornada de trabalho se comparados aos postos que foram fechados”. Nas projeções dele “teremos um mercado que poderá se recuperar com postos de trabalho precário, salários menores e aumento da insegurança do trabalhador”.

Segundo a PNAD, os setores que mais perderam postos de trabalho são a agricultura (perda de 10,4%), a indústria (11,5%) e na construção civil (12,3%). A criação de vagas aconteceu nos setores do comércio e alimentação. “Você pode ficar sem comprar, sem viajar, sem reformar a casa, mas sempre terá que se alimentar. Por isso, quando as pessoas ficam sem emprego, migram para esse setor, pois é nele que se abrem oportunidades", observou Cimar. De outro lado, esses dois segmentos são marcados pela informalidade.

Demissões no comércio: Preocupante

O número de demissões observado no comércio atacadista em São Paulo supera o otimismo do presidente do Sindicato dos Comerciários do Estado, Ricardo Patah, ao avaliar o aumento de empregos no setor. “É sempre uma boa notícia o aumento de empregos com Carteira assinada, mas o número de demissões segue muito alto. Isso indica que a situação do emprego continua preocupante”, declarou o dirigente à Agência Sindical.

Na opinião dele, as 12.874 demissões ocorridas em novembro, dois meses após o reajuste salarial da categoria, ocorrido em setembro, não deixa espaço para comemorações. “Isso porque essas demissões tiveram por objetivo reduzir o impacto do reajuste salarial e as novas contratações significam a reposição do quadro só que com salário inferior”, alertou Patah.



Do Portal Vermelho com informações do UOL

Interessado na reforma previdenciária, mercado pressiona deputados


A previsão é de que a reforma seja votada em 20 de fevereiro, na Câmara. Mas, desde o ano passado, entidades empresarias fazem “corpo a corpo” nos gabinetes de Brasília, pressionando parlamentares a votarem a favor das mudanças na aposentadoria, que deverão dificultar o acesso ao benefício para milhares de trabalhadores. 

Em ano eleitoral, os deputados estão ainda mais reticentes sobre o apoio à medida. Se a cobrança do eleitor contrariado pode pesar contra o projeto do governo, os donos do dinheiro agora querem ser o fiel da balança.

Nesta terça-feira (30)), a Reuters noticiou que o “Planalto repassou uma lista com nomes de deputados indecisos para que agentes do mercado e empresários auxiliem no convencimento a favor da reforma”. Em um país em que as disputas eleitorais ainda sofrem muita interferência do poder econômico, a capacidade de “convencimento” do mercado não é pequena.

Em busca de ampliar sua rentabilidade, empresários e rentistas talvez sejam a parte mais interessada na aprovação do projeto que altera as regras para concessão de aposentadorias e pensões. Primeiro, porque são detentores da dívida pública e, nesse sentido, quanto menos verbas o governo destinar à Previdência e a demais gastos sociais, maiores são as garantias de que receberão seu enorme quinhão do Orçamento público. 

Em segundo lugar, porque, quanto mais limitado for o acesso da população ao benefício da previdência pública, maior é o espaço aberto para as aposentadorias privadas, uma fonte de lucro para o tal mercado. 

Fundos de Previdência Complementar

Para o economista Guilherme Delgado, o objetivo principal da reforma é obrigar a criação dos Fundos de Previdência Complementar Privada em todos os entes federados, o que beneficiará bancos e empresários.

De acordo com ele, o discurso de acabar com privilégios, equiparando os sistemas de aposentadoria do setor público e privado, não passa de um subterfúgio: “A ideia é passar recursos públicos, compulsoriamente, para os fundos de previdência complementar privados”, disse, ao Portal Vermelho.

Pelo estabelecido na proposta de Temer, os servidores públicos vinculados a regimes próprios de previdência, para ter acesso a um benefício maior que o teto do regime geral do INSS R$ 5.531,31, terão que contribuir para um Fundo Complementar.

“Ninguém diz, mas a Previdência Complementar privada tem o condão de agravar a crise fiscal de Estados e Municípios. O Estado é então obrigado a depositar os pagamentos acima do teto do INSS (R$ 5.531,31) dos funcionários públicos, num fundo de previdência complementar privado, ao qual os trabalhadores do setor público vão aderir se quiserem receber aquele repasse dos empregados. Portanto, essa verba que hoje é usada para pagar aposentados e pensionistas deixa de participar do fundo público, mas ao mesmo tempo esses Estados têm que continuar pagando os aposentados e pensionistas já incluídos no benefício”, ressaltou Delgado.

Ele sublinha que, durante 30, 35 anos – tempo mínimo para a aposentadoria –, esses fundos serão capitalizados pelos novos servidores e, só ao final desse período, é que os beneficiários têm direito ao que for financeiramente acumulado. “Então, na prática, a contribuição é definida, o valor do benefício da aposentadoria complementar, não”, resumiu. 

Ovos de ouro

De acordo com o economista, caso a reforma seja aprovada, tais fundos serão “a galinha dos ovos de ouro” do mercado financeiro. 

“O mercado financeiro vai ganhar uma bolada de dinheiro. Você vai receber durante 35 anos aportes mensais compulsórios de empregados e empregadores da classe média e alta do setor público. Na verdade, você está extraindo recursos públicos para um projeto de engenharia financeira que pode dar certo ou errado, mas, do ponto de vista do sistema financeiro, estarão garantidas as suas comissões, porque você cobra um percentual sobre os aportes para gerir esse fundo”, disse.

Segundo Delgado, a exemplo do que aconteceu no Chile, os trabalhadores não estão protegidos de problemas futuros com os fundos nesse modelo de previdência complementar. “Se vier uma crise, o fundo for para brejo, a aposentadoria complementar vai para o brejo. O fundo não tem seguro. É o que o mercado pagar. Mas os agentes financeiros terão suas comissões fixas garantidas”, colocou.

“Essa é razão a intransigência e insistência de se aprovar essa reforma. A coisa é maquiavélica”, criticou. Na sua avaliação empresários também estão de olho nos fundos, uma vez que têm a expectativa de que os recursos neles depositados possam ser revertidos para uma linha de financiamento de longo prazo. 

Com o encolhimento dos aportes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que deixou de cumprir o papel de financiador de longo prazo, haveria a expectativa de que os bancos privados ocupem esse espaço, especialmente no que diz respeito aos investimentos para infraestrutura. “Mas isso depende da gestão, não teria nada garantido”.

Os interesses do setor financeiro e empresarial na agenda do governo, portanto, não é à toa. Na outra ponta, uma pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi, em novembro de 2017, constatou que 85% dos brasileiros são contra a reforma da Previdência. Na disputa pelo voto dos deputados, está em curso a peleja do mercado contra o povo.


 Por Joana Rozowykwiat, do Portal Vermelho

sábado, 20 de janeiro de 2018

Liberou geral: Temer dará R$ 30 bilhões pela aprovação da Reforma da Previdência


Por  JOANNE MOTA
Sem sucesso em sua campanha, o Palácio do Planalto libera geral e abre as torneiras em troca dos votos para aprovar a reforma da Previdência. Ou seja, temer liberará R$ 30 bilhões em emendas parlamentares para a sua base em troca dos 308 votos necessários para acabar com o maior programa de distribuição de renda do país, a Previdência Social pública.
De acordo com interlocutores do governo, Temer avalia ter um "arsenal" maior do que o usado em votações importantes do ano passado para convencer o Congresso a votar a matéria e aglutinar a base.
Os picos de liberação de emendas ocorreram depois de vir à tona o conteúdo da delação premiada do empresário Joesley Batista, do Grupo J&F, dono da JBS, que gravou uma conversa com Temer no Palácio do Jaburu, em 7 de março.
Toma lá, dá cá...
Contrariando todo o discurso dos caciques do governo Temer, a liberação de emendas parlamentares atingiu o maior valor liberado dos últimos quatro anos. Ao todo, foram R$ 10,7 bilhões, um crescimento de 48% em relação ao ano anterior. 

Portal CTB - Com informações da Época Negócios

Como o salário mínimo abaixo da inflação impacta na economia?


Pelo segundo ano consecutivo o governo reajustou o salário mínimo abaixo da inflação. Em 2018 ele subiu de 937 reais para 954 reais, aumento de 1,81%. Pela lei, o salário mínimo deve ser reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo IBGE, que marcou 2,07% no ano passado. Foi o menor aumento do mínimo em 24 anos.
Em 2017, a correção do salário mínimo já havia ficado abaixo da inflação. O valor foi reajustado em 6,48%, mas o INPC do ano foi de 6,58%, representando uma perda de 0,1% e o primeiro aumento abaixo da inflação desde 2003. Agora, a perda acumulada em dois anos é de 0,34% e o mínimo retornou ao patamar de 2015, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
"O valor que de fato deixa de entrar na economia não é tão expressivo, mas o reajuste abaixo da inflação é uma sinalização importante de que o governo está aproveitando a inflação baixa para cortar no osso e perder a oportunidade de dar um ganho real ao trabalhador", avalia Ilmar Ferreira Silva, economista do Dieese.
Conta cara para os mais pobres
Em relação ao IPCA, índice que o governo considera para seu sistema de metas, a defasagem é ainda maior, já que por ele a inflação foi de 2,95% em 2017. O número é baixo, mas foi puxado essencialmente pela queda do preço dos alimentos, que compõe 25% dos gastos das famílias brasileiras. Outros importantes itens não tiveram o mesmo comportamento, como os combustíveis e o gás de cozinha. 
"Uma parcela muito expressiva da população recebe um ou dois salários mínimos. Se temos um botijão de gás custando 90 reais é quase 10% do salário mínimo", compara Ilmar. É um importante contingente de famílias que teria, sim, um alívio de orçamento se houvesse um ganho real do mínimo, já que 20 ou 30 reais fazem diferença.
Cerca de 48 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo. Nesse sentido, avalia o economista do Dieese, há um impacto no crescimento econômico, pois qualquer recurso extra vai para o consumo, o que poderia estimular um crescimento mais sustentável da economia. "É preciso compreender que esse salário impõe a uma grande massa de trabalhadores a não recomposição do poder aquisitivo", avalia o professor de economia do Ibmec-SP, Walter Franco.
Com 954 é possível comprar 2,24 cestas básicas, já que o custo estimado para cada uma delas em janeiro deste ano é de 425. Em toda a série histórica do Dieese, iniciada em 1995, nunca se pode comprar tantas cestas básicas, reflexo direto da queda do preço dos alimentos captada pelo IPCA.
Mas as famílias não consomem apenas alimentos. O Dieese calcula mensalmente o valor do que seria o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas. O último valor calculado, divulgado em dezembro, é 3.585,05 reais. 
Walter Franco reforça um ponto crucial: a massa de rendimento da população, que é a soma de todo o dinheiro que vem do trabalho, está em 192 bilhões de reais, apenas 9,7% a mais que os 175 bilhões de 2012. "É um crescimento de menos de 2% ao ano, abaixo até mesmo da inflação de 2017", afirma o economista. 
O aumento inexpressivo da massa de rendimento está ligado ao achatamento do mínimo, já que o número de ocupados que recebem esse valor é importante nesta conta, mas também reflete o aumento do desemprego neste período. Apesar de um certo alívio em 2017, o país ainda tem 12,6 milhões de trabalhadores em busca de uma ocupação. "A pauta é uma só, a geração de emprego", defende Franco.
O Ministério do Planejamento promete compensar em 2019 o valor que faltou no reajuste deste ano. Isso quer dizer que, além da correção que já será feita e que vai levar em consideração o INPC de 20158, o salário mínimo do ano que vem vai somar os 1,78 real que faltou neste ano. 
A atual fórmula de correção do mínimo leva em consideração a variação do INPC e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. No caso de 2018, portanto, foi somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017.
Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo é feito apenas pela variação do INPC. Ao anunciar o reajuste de 1,81% no final do ano, o governo usou apenas uma estimativa de variação do índice, cujo percentual exato só foi divulgado na última semana e ficou acima do previsto.
O reajuste do salário mínimo abaixo da inflação gerou uma distorção também em um dos benefícios atrelados a ele, o seguro-desemprego. O Ministério do Trabalho anunciou que a partir do dia 11 de janeiro a maior parcela paga passa a ser de 1.677,74 reais, 34,02 a mais do que o valor pago até dezembro de 2017, ou um reajuste de 2,07%, exatamente o INPC.
No entanto, o benefício mais baixo não terá um reajuste na mesma proporção: o piso o seguro-desemprego é justamente os 954 reais. 
 Fonte: CartaCapital

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Temer vai à TV para convencer população da reforma da Previdência

 
Reprodução da Internet

Não só de emendas a reforma da Previdência passará no Congresso, os parlamentares da base do governo temem não se reeleger se colaborarem na aprovação das mudanças no INSS. Portanto, além de calcular R$ 30 bilhões que serão liberados em emendas parlamentares para convencer os políticos da base a votar em favor da reforma, Temer saiu em campo para dar entrevistas de televisão e rádio voltados ao público das classes C, D e E para defender as mudanças na Previdência. 

Segundo apuração dos jornais Valor e Folha, o presidente já gravou duas entrevistas no SBT - uma para o dono da emissora, Silvio Santos, e outra no Programa do Ratinho - além de entrevista ao apresentador Amaury Júnior, que estreará na TV Bandeirantes. Ele também agendou outra entrada no rádio para José Paulo de Andrade e Salomão Esper na BandNews FM.

O governo precisa de 308 votos na Câmara dos Deputados para aprovar a reforma na casa, mas admite que tem menos do que isso, cerca de 250 votos. 

A estratégia de Temer é a mesma de outros políticos na história recente, funcionando muito bem para um deles. Em 1990, a então ministra da Economia Zélia Cardoso de Mello, de Fernando Collor, participou do "Show de Calouros", apresentado por Silvo Santos para justificar as políticas contra a inflação. Já em 1994, Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda, foi ao programa "Topa Tudo por Dinheiro" , também liderado por Sílvio Santos para explicar o URV (Unidade Real de Valor), aplicado antes do lançamento do Real. 

Auxiliares de Temer disseram ao Valor que Sílvio Santos é "o maior comunicador do país" capaz como nenhum outro de influenciar a classe C. Já o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB) afirmou que o governo está tentando corrigir um erro de comunicação, porque deveria ter transmitido há muito tempo à população a tese de que a reforma resultará no fim de privilégios. "O governo perdeu a guerra de comunicação e está correndo atrás". 

Leia também: Novas regras eleitorais são centrais na estratégia de Temer

As entrevistas já gravadas de Temer com Amaury Jr, Sílvio Santos e Ratinho, vão ao ar nos final de janeiro, dias 27, 28 e 29, nessa ordem. 


 Fonte: GGN

Empresário que defende Estado mínimo recebe benesses estatais há anos

 
 


“É preciso tirar o Estado das costas da sociedade, do cidadão, dos empreendedores, que estão sufocados e não aguentam mais seu peso”, escreveu o empresário em sua carta. Nela, Rocha também critica a concessão de créditos subsidiados e o que chama de “intermediação nefasta da burocracia estatal”.

Apesar do discurso, entre 2009 e 2016, as lojas Riachuelo e a Guararapes Confecções, controladora da rede varejista presidida por Rocha, receberam financiamentos de cerca de R$ 1,4 bilhão junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ou seja, os negócios privados do empresário há anos se beneficiam das baixas taxas de juros praticadas pelo banco público.

Curiosamente, esse tipo de financiamento também foi alvo de seus ataques: “A apropriação privada dos ganhos provenientes de empréstimos de pai para filho dos bancos públicos infelizmente comprou corações e mentes nos últimos anos”, declarou. 

De acordo com o site do BNDES, as Lojas Riachuelo S/A firmaram, por exemplo, seis contratos de operações diretas e indiretas não automáticas com o banco público, que totalizam financiamentos de cerca de R$ 1,27 bilhão. As verbas serviram para reforma e modernização de lojas, abertura de novas unidades, ampliação da frota de caminhões, implantação de um novo call center, realização de projeto social, expansão de unidades industriais e centros de distribuição.

Já a Guararapes Confecções se beneficiou de operações de crédito definidas em quatro contratos com o BNDES, que somam algo em torno de R$ 60 milhões. Os recursos foram utilizados para expansão de fábrica, implantação de nova unidade de produção, construção de galpão industrial, entre outros.

De acordo com a agência Saiba Mais, do Rio Grande do Norte, a Guararapes tem utilizado, desde a década de 1950, os benefícios da política de isenção fiscal deste Estado. “Somente nos últimos 10 anos, de 2007 a 2017, a empresa acumulou R$ 542.578.180,41 em isenção de ICMS, o equivalente a até 75% do imposto que deveria ser recolhido. A isenção se deve à inclusão da Guararapes no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proadi), que existe desde 1985, sempre com a participação do grupo Guararapes Confecções”, diz a reportagem.

É como bem disse a economista Tânia Bacelar, em uma entrevista recente: “O discurso das nossas elites é muito interessante. Todos são liberais, mas todos dependem do Estado”. No livre mercado de Rocha, o Estado só deve ser mínimo para o outro - no caso, o trabalhador. 



Do Portal Vermelho

Crescem manifestações a favor de Lula pelo mundo

Foto: Ricardo Stuckert
 
 


A iniciativa é dos coletivos participantes da Frente Internacional Brasileiros no Mundo contra o Golpe. 

20/01/18 – Frankfurt:*Die Vorverurteilung des Ex. Präsidenten Lula /Em defesa de Lula – 

20/01/18 – Zurique:*EM DEFESA DE LULA, PELA DEMOCRACIA. – 14:00 às 17:00, Hirschenplatz Zürich. Manifesto Brasil Social.

21/01/18 – New York: BRADO: Manifesto em defesa do Estado de Direito – https://www.facebook.com/events/164568204274526/

21/01/18 – Barcelona: Persecución a Lula: otro Golpe al Estado de Derecho – https://www.facebook.com/events/1654243547971159/

21/01/18 – Estocolmo: Ato Público em apoio à Lula e em defesa da Democracia. Mynttorget, Gamla Stan, das 14h às 16h. – https://www.facebook.com/events/535665463467253/

21/01/18 – Berlim: Ato Público em frente ao portão do Brandenburgo, das 13:30 às 14:30.

21/01/2018 Madrid: Acto Cultural en Defensa de la Democracia en Brasil. 19hs. Local: Maloka c/ Salitre, 36 – Lavapiés.

21/01/18 – Cidade do México: Acto en Defensa de la Democracia y Apoyo a Lula – México. https://www.facebook.com/events/328478360893064/

21/01/18 - Paris « Flashmob » em apoio à defesa mundial ao direito de Lula ser candidato no domingo 21/01 às 16h no Parvis des Droits de l’Homme.

23/01/18 – New York: Defend Democracy in Brazil: Ato Público na Union Square, Manhattan às 19h.

*24/01/18 – Munique:*Die Vorverurteilung des Ex. Präsidenten Lula /Em defesa de Lula – https://www.facebook.com/events/137090663630134/

24/01/18 – Colônia: Colônia por Lula e Pela Democracia Brasileira – https://www.facebook.com/events/189282245142831/

24/01/18 - Paris - Acontecerá às 19h na Bourse de Travail uma roda de Debate sobre o resultado do julgamento e qual estratégia para o prosseguimento da luta contra o golpe.


Do Portal Vermelho