ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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CAMPANHA MOVIMENTO 65

terça-feira, 21 de junho de 2016

Jandira Feghali lança pré-candidatura a prefeita do Rio, com apoio de Lula

Lula, Beth Carvalho e Jandira Feghali durante lançamento da pré-candidata do PT à prefeitura, nesta segunda-feira (20), na Fundição Progresso (Foto: Daniel Silveira/G1)
Lula, Beth Carvalho e Jandira Feghali durante lançamento da pré-candidata do PCdoB à prefeitura, nesta segunda-feira (20), na Fundição Progresso (Foto: Daniel Silveira/G1)

Ato na Fundição contou com presença do ex-presidente e diversos artistas. 
Em seu discurso, Lula disse que o país tem uma dívida com o Rio.

Militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) se uniram nesta segunda-feira (20) no evento de lançamento da pré-candidatura da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) na disputa pela prefeitura do Rio. O ato, que lotou a Fundição Progresso, na Lapa, contou com a participação de vários artistas e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Antes de falar para a militância, Jandira, que entrou no palco de braços dados a Lula, tocou bateria para o público, sendo acompanhada pelos músicos que estiveram presentes. Em seguida, abriu o discurso se dirigindo ao ex-presidente, afirmando que "essa é a candidatura que não tem medo de defender o seu legado e o legado da presidente Dilma".
"Somos uma esquerda que sonha, que imagina, uma esquerda que discursa, mas uma esquerda que também faz", disse Jandira.
Jandira ressaltou que a campanha eleitoral será permeada por grandes dificuldades. "É uma eleição municipal que vai cruzar permanentemente contra o golpe e em defesa da democracia no Brasil", disse, afirmando que se manterá engajada na luta contra o impeachment de Dilma Rousseff.
A deputada mencionou as declarações de Sergio Machado, que em sua delação afirmou que a parlamentar obteve doações não declaradas. "A melhor resposta que nós demos foi isso aqui que fizemos hoje. Depois de tudo o que disseram, vocês estão aqui hoje", disse.
Ela afirmou que seus adversários "podem vasculhar", mas que não encontrarão nada que manche sua imagem. 
Lula disse que a votação deste ano representa um momento histórico, "porque é a primeira eleição que a gente vai fazer sem financiamento empresarial", disse.
Pelo palco, que contou com cenografia, arquibancada para convidados e grande banda – o que deu ao ato pompa de showmício – discursaram representantes de entidades sindicais e de movimentos sociais, como os dos trabalhadores, dos estudantes, dos negros, do público LGBT, entre outros.
Os discursos foram marcados por críticas ao governo federal em exercício, tendo o grito "Fora Temer" presente em todas as falas. 
Entre as celebridades que participaram do ato, Beth Carvalho foi a responsável por convidar o ex-presidente Lula ao palco. Antes, a sambista destacou que sua militância a favor de Jandira se deve por conhecê-la como mulher e como parlamentar. "Eu sempre participei da luta política no Brasil porque antes de tudo eu sou cidadã", enfatizou a cantora.
Também participaram o ator Benvindo Sequeira, os músicos Tico Santa Cruz e Flávio Renegado, e lideranças políticas do PT e do PCdoB.
País tem 'dívida' com RJ, diz Lula
Em seu discurso, Lula disse que o país tem uma dívida com o Rio de Janeiro que, segundo ele, "perdeu muito com a transferência da capital para o Distrito Federal". Ele falou da necessidade de se devolver ao carioca o orgulho em ser "da gema", e afirmou ter se empenhado, enquanto ocupou a presidência, em sanar parte dessa dívida.

"Eu tenho orgulho de dizer pra vocês que eu duvido que, nos últimos 50 anos, eu estou chutando, aconteceu um governo que transferiu tanto dinheiro do governo federal para o Rio de Janeiro como nos fizemos", afirmou Lula, destacando que o feito não foi por "compromisso partidário", mas pela necessidade de reparação.
Fonte: G1 - Daniel Silveira

domingo, 19 de junho de 2016

Pesquisa: 79% afirmam ser contra reforma na Previdência

Levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas aponta rejeição da população às principais propostas anunciadas até o momento pelo governo interino de Michel Temer. Foram feitas perguntas sobre três medidas específicas aos 2.004 eleitores entrevistados em 162 municípios do País entre 11 e 14 de junho: a abertura do pré-sal, a proposta que coloca um teto para os gastos públicos e a reforma da Previdência.
De acordo com a amostra, 59,5% dos brasileiros são contra mudar a regra de exploração do pré-sal para que empresas estrangeiras também possam participar do negócio, e não só a Petrobras. A favor da medida estão 28,5%.
Quanto à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) enviada essa semana ao Congresso que propõe o limite de gastos públicos, incluindo saúde e educação, 56,1% se dizem contra, ante 38,5% que responderam ser favoráveis.
Já sobre a reforma da Previdência, expressivos 79% afirmam ser contra a ideia de se aposentar mais tarde. Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que uma proposta da reforma previdenciária deve sair em até dois meses.
Fonte: Robson Pires

Caso PC Faria: Mistério até hoje e sem culpado

Dois tiros sem nenhum autor. Dois mortos numa casa vigiada por quatro seguranças sem nenhum culpado.

O assassinato de Paulo César Cavalcante Farias e de Suzana Marcolino da Silva completa duas décadas na próxima quinta-feira (23) com a mesma pergunta sem resposta: “Quem matou PC Farias?”.
Faz 20 anos que se busca uma solução para um crime que abalou a política brasileira nos anos 90 e que, desde o júri em 2013, foi reconhecido como duplo homicídio.
Até hoje, porém, não se sabe quem atirou no tesoureiro de campanha do ex-presidente Fernando Collor (1990-92). Nem se houve mandante para o assassinato da peça central do esquema de corrupção que levou ao primeiro impeachment do país, em 1992.
PC foi encontrado morto na manhã de 23 de junho de 1996 pelos seguranças. Vestindo pijama, estava na cama, ao lado da namorada, numa casa de praia em Guaxuma, litoral norte de Maceió. Cada um levara um tiro no peito. A matéria também é destaque na Folha de São Paulo.

Fonte: ROBSON PIRES

sábado, 18 de junho de 2016

Dilma: Que programa seria eleito defendendo corte em Saúde e Educação?


Dilma denunciou cortes nos programas sociais: “É gravíssima a situação quando sabemos que hoje eles não pagaram o reajuste do Bolsa Família.Tínhamos deixado os recursos e aprovado todas as condições. Vejam o preço do reajuste. Custa menos de R$ 1 bilhão. Ao mesmo tempo, eles concederam aumento para quem interessava. Deram aumento para servidores, algo que impactou em R$ 56 bilhões. Então, para os pobres, R$ 1 bilhão é muito e, para os ricos, R$ 56 bilhões é pouco. Isso mostra os objetivos do governo ilegítimo”.

De acordo com a presidenta, um dos objetivos centrais do golpe ganhou força na última quinta quando o Executivo encaminhou ao Congresso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 247/2016), que prevê um limite de gastos do poder público. “Eles querem reduzir os gastos com a Saúde, Educação e programas sociais. Eles querem que por 20 anos, os gastos com estas áreas cresçam apenas a inflação. Isso significa que, a cada ano que passar, menos dinheiro vai sobrar para cada brasileiro e brasileira que pretende ingressar em todas as esferas educacionais”, afirmou.

A senadora Vanessa Grazziottin (PCdoB-AM) também teceu críticas à "PEC da maldade", em suas palavras. Em vídeo divulgado via redes sociais, a senadora argumentou que as sanções previstas para os estados e municípios que descumprirem o limite de gastos trará prejuízos à população. “Quem não seguir o teto será punido com a proibição de reajustes salariais para servidores públicos e também será impedido de realizar novos concursos para contratações. Está virando realidade o que dizíamos. O golpe tem dois objetivos: parar a Lava Jato e tirar direitos.”

Para Dilma, está claro o porquê da necessidade de um golpe para implementar tal programa de governo. “O que eles planejaram, o programa deles, não passa pelo critério das urnas, não passa pelo voto de cada um de nós. Eles estão tentando encurtar o caminho do poder passando por cima do povo. Que programa seria eleito defendendo cortes na Saúde e na Educação?”, disse.

A presidenta ainda provocou setores da mídia em seu discurso: “Tem gente da imprensa que diz que esse governo provisório é de salvação nacional. Não é! É de salvação da pele deles”, afirmou, seguida de gritos do público: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo!”.

Veja abaixo, em ato com Dilma na UFPE, na tarde desta sexta (17), todos cantam a tradiconal música pernambucana de resistência: "Nós somos madeira de lei que o cupim não rói".



Mais tarde, à noite, Dilma discursa no Pátio do Carmo, centro do Recife:



 Fonte: Rede Brasil Atual

PCdoB lança pré-candidatura de Alice à prefeitura de Salvador

A candidatura de Alice, que atualmente é deputada federal, apresentada pelo partido, se coloca em contraposição ao atual prefeito, ACM Neto. "Atravessamos 2015 debatendo a cidade de Salvador e foi unânime a decisão do nome. Desde o início era Alice. Muitos duvidaram que iríamos seguir com essa pré-candidatura. Mas, há um clamor antigo nas fileiras do partido, que agora vai ser atendido", disse Olívia.


O presidente estadual, Daniel Almeida, líder do PCdoB na Câmara, reforçou a necessidade do apoio das forças de esquerda na capital a este projeto do partido. "Na disputa de 2016, é certo que forças da esquerda se unam para enfrentar o autoritarismo do carlismo. E Alice é o nome que reúne todas as características para conduzir o projeto de transformação de Salvador". Para o parlamentar, Alice é mulher guerreira, de fibra e que sempre defendeu os interesses do povo e será por meio dela que o PCdoB concretizará a vontade de colocar candidatura própria, que vem desde o fim da ditadura militar, na década de 80.

Segundo Luciana Santos, o PCdoB sempre esteve ao lado de forças políticas do campo de esquerda, para fazer avançar a política de desenvolvimento, pois os comunistas têm a convicção de que não é possível um projeto avançado, transformador, se não partir de uma aliança de frente ampla. "Não há outro caminho, se não a unidade", disse a presidente nacional, ressaltando a importância da união da esquerda no combate ao conservadorismo.

E a deputada federal pelo PCdoB de Amapá, professora Marcivância, complementou: "o que está em jogo é a apresentação de projetos políticos diferentes. E a nossa Alice representa o projeto de inclusão de uma Salvador melhor, com foco nos humildes, nos negros e nas mulheres", pontuou.

Falaram também representantes da juventude, Onã Rudá, presidente municipal da UJS, e do movimento negro, Sirlene Assis, presidente estadual da Unegro Bahia, e dos trabalhadores, Aurino Pedreira, presidente estadual da CTB Bahia, além do Reitor da UFBA, professor João Carlos Sales. Todos destacaram a atuação da deputada na defesa desses grupos, principalmente, em relação à educação e dos direitos dos servidores.

Também estiveram presentes os presidentes municipais do PSB, Valdemar Oliveira, do Psol, Fábio Nogueira, e do PT, a ex-vereadora Marta Rodrigues, além do deputado estadual Marcelino Galo, a deputada federal Moema Gramacho e a vereadora Vânia Galvão, do Partido dos Trabalhadores. Todos disseram que ainda não está definido o apoio em seus partidos, mas que Alice é um expressivo nome para fazer frente ao prefeito no debate de ideias e na construção de um projeto adequado para a cidade.

Pela confiança depositada nela, Alice Portugal agradeceu ao PCdoB e, especialmente, a Olívia e Daniel, que estão ajudando a construir sua pré-candidatura. "Estamos fazendo o possível para transformar em uma candidatura ampla, forte, com alianças importantes". Para ela, o ato foi muito representativo, pela presença de integrantes de outros partidos das forças de esquerda da Bahia. "Podemos estar em candidaturas diferentes, mas não nos dividiremos. Vamos caminhar alinhados no combate ao que há de mais ortodoxo. Porque o que vamos enfrentar é o velho carlismo com roupinha mais apertada", disse referindo-se às conversas de apoio com o PT e o PSB.

"A nossa expectativa é da construção dessas alianças, porque ninguém caminha só. A solidão política nos deixará fadados a sermos derrotados por 'golpinho'. Precisamos derrotar as forças do atraso agora. A nossa eleição não é local, é estadual, para impedir o retorno do carlismo, e é nacional, para ampliar as nossas conquistas", alertou a deputada. Alice falou ainda de sua origem humilde, afirmando acreditar que isso a conduziu automaticamente ao PCdoB, onde fez sua trajetória política, começando pelo movimento estudantil.



Fonte: PCdoB da Bahia

O BRASIL E O BRAZIL...



NÃO PERCEBE...