ELEIÇÕES 2022: MOVIMENTO 65

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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A violência sexual precisa ser contextualizada

Por Jarid Arraes

Na última terça-feira, fui convidada para uma exibição gratuita do documentário India’s Daughter organizada pela Plan International do Brasil, com a presença de outras blogueiras, ativistas, jornalistas e pessoas ligadas a organizações não governamentais. India’s Daughter é um documentário muito pesado; não é fácil conhecer os piores detalhes de um estupro coletivo e ouvir estupradores e advogados de defesa o tempo inteiro afirmando a inferioridade feminina. O documentário foi muito bem dirigido e conseguiu impactar de forma profunda a audiência.

Algo similar aconteceu com a publicação do novo vídeo da Lady Gaga, que marca o lançamento de “Til It Happens To You” – música feita para o documentário “The Hunting Ground“, que fala de estupros em universidades. O vídeo foi classificado por muitas pessoas como forte, pesado e difícil de assistir. TantoIndia’s Daughter quanto Til It Happens To You cumprem um importante papel social: expor a realidade de milhares de mulheres em todos os países do mundo. Na Índia, nos Estados Unidos ou no Brasil, estupros coletivos, estupros de vulneráveis e outros tipos de violência sexual acontecem diariamente, mas ainda é muito difícil despertar empatia ou revolta em massa.

Em muitos casos de violência sexual que são noticiados, a causa da violência sexual não é nomeada e explicada para as pessoas. Na maioria das vezes, estupros são tratados como crimes individuais, atitudes desviantes de indivíduos isolados e que ainda são retratados como psicopatas ou pessoas de má índole.

India’s Daughter e Til It Happens To You vão na contra mão da regra porque contextualizam os estupros. Em ambos os casos, a violência sexual é apresentada como um problema coletivo que é experienciado pelas mulheres como um todo. No caso do vídeo da Lady Gaga, pode haver ainda a sugestão de que a violência sexual também seja um problema extremamente doloroso para homens trans – seria interessante se isso estivesse mais claro devido à tremenda importância do tema, mas a interpretação aberta sobre o personagem e o local onde se encontra no vídeo pode ter sido intencional.

As causas da violência sexual já foram nomeadas por diversas instituições e pesquisas; elas estão intimamente relacionadas com a cultura machista perpetuada pelo mundo. O machismo não é um caso isolado e não está restrito ao estuprador desconhecido que aborda a vítima em um beco escuro. Pelo contrário, segundo dados apresentados pela Plan Brasil na recente campanha “Quanto Custa a Violência Sexual Contra Meninas?“, a maior parte dos estupros são praticados por pessoas próximas as vítimas: seus pais, irmãos, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e até seus parceiros. São homens tipicamente comuns, que ninguém catalogaria como psicopatas, que convivem em sociedade, têm amigos e família, trabalham, estudam e podem até possuir boas atitudes em outras esferas.

Isso acontece porque o corpo feminino ainda é relacionado a valores inferiores e muitas vezes é apresentado como uma propriedade masculina, como um objeto do qual os homens podem usufruir, mesmo que não haja consentimento. Por isso, é preciso que a mídia entenda a sua responsabilidade social e que as causas do estupro sejam evidenciadas. Há um padrão por trás da violência sexual e ele precisa se tornar conhecimento comum. Precisamos falar sobre consentimento e sobre machismo, ainda que o tema encontre muita resistência.

É importante que documentários, vídeos e pesquisas sejam feitas sempre com um pano de fundo que contextualize a realidade da violência sexual. Muito mais do que o choque que às vezes é causado às pessoas nos casos que ganham mais destaque na mídia, geralmente por serem extremamente bárbaros ou por vitimarem pessoas que conquistam mais empatia que outras, o cotidiano da violência sexual precisa se tornar centro de nossas discussões.

Assim como Leslee Udwin disse em diversas entrevistas e na pré-estreia do documentário no Brasil, os homens que cometeram aquele estupro coletivo na Índia são como os familiares e amigos das vítimas brasileiras: são os homens comuns, nossos filhos, irmãos e colegas de trabalho. Precisamos falar sobre isso para que consigamos avançar e combater a violência sexual de maneira efetiva.

Foto de capa: Reprodução / Facebook

Fonte: REVSITA FÓRUM

ARTIGO: Batida à porta - "Um pouco da história para não cair no esquecimento." - Eduardo Vasconcelos

Vez ou outra, a História bate à nossa porta. Podemos atender e nos lembrar de experiências passadas bastante úteis como alertas ou podemos ignorar e arcar com as consequências. A década de 60 ainda assovia lá fora, entre editoriais pitorescos e ameaçadores dos jornais brasileiros de 2015. Já com 30 anos de democracia em vigor, nosso país ainda presencia atropelos da Grande Mídia, das forças opositoras, estrangeiras e do capital financeiro. Com uma enorme diferença: Dilma resistirá e não passará o que vivenciou Jango.
O editorial da Folha de São Paulo no último domingo (13) é um remake desastrado do golpismo que assombrou o ex-presidente João Goulart há 50 anos. Foi época de forte crise econômica e oposição midiática, em que os barões da imprensa, como o Correio da Manhã, gesticulavam diariamente com bravatas contra o governo legitimamente empossado. E pior, atuando despudoradamente a favor de uma intervenção militar e demonizando a Esquerda.
Vale recordar a Campanha da Legalidade, forte cadeia de rádio criada pelo então governador do Rio Grande do Sul, Brizola, e que contou com apoio de militantes comunistas, como o ex-deputado federal e na época presidente da UNE, Aldo Arantes. Essa iniciativa, que democratizou a comunicação naquele período, combateu as mentiras delirantes dos grandes meios de comunicação e, com grande mobilização dos movimentos sociais, conseguiu empossar o presidente mineiro. A eloquência de Brizola, aliás, faz muita falta nos dias de hoje.
Embora o Brasil tenha superado esse tipo de golpismo, vislumbramos a criação de um cenário inédito, onde tentam criar em plena democracia o paradigma do “Estado de exceção”, onde dificuldades econômicas e divergências político-ideológicas determinam o respeito ou não ao resultado das urnas, onde a oposição foi derrotada quatro vezes seguidas.
O julgamento em andamento no TCU e no TSE não validam nenhum tipo de movimentação a favor de intervenção do mandato de Dilma. Se prosperasse, seria uma espécie de golpe branco, como ocorrido no Paraguai recentemente.
Dentro do Congresso Nacional, não haverá espaço para este tipo de manobra que visa o impeachment. Por um motivo: não há qualquer amparo legal para tanto. Empurrar essa pauta no Parlamento, como a oportunista oposição faz, é tentar, a fórceps, criar um clima de instabilidade e ameaçar todas as políticas públicas e o desenvolvimento em curso no Brasil.
Para combater esta marcha de insanos, presidentes de partidos políticos e líderes partidários da base aliada do Governo Federal assinaram juntamente carta-aberta e, em uníssono, rejeitam da crise política que tentam insuflar nos bastidores. Ainda que a mídia se vista de Carlos Lacerda (“Se assumir, não poderá governar…”) e as forças retrógradas tentem avançar, não abriremos a porta para o Golpe. A porta deve ser aberta sim, mas para a História e os ensinamentos que traz consigo.
Artigo publicado originalmente nos portais Brasil 247, Brasil Post, Vermelho, Jornal do Brasil, Revista Fórum, El Comunista  
Fonte> SITE da Jandira Feghali

domingo, 20 de setembro de 2015

Tucanos pressionam PMDB para liderar o impeachment. "´ÉTICA NA POLÍTICA" - Eduardo Vasconcelos.

A cúpula do PSDB mandou um recado direto ao vice-presidente Michel Temer (PMDB) na semana passada, às vésperas de sua viagem à Rússia. Disse que o impeachment da presidente Dilma Rousseff só ocorrerá se o PMDB, principal beneficiário do afastamento precoce de Dilma, assumir a liderança do processo.

Segundo a Folha apurou, a mensagem foi repassada ao vice-presidente por três líderes do PSDB: o senador Aécio Neves (MG), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador José Serra (SP).
Aécio falou com Temer no último dia 11, antes de o vice viajar para o exterior. Procurados pela Folha, tanto o senador mineiro como a assessoria de Temer disseram que os dois falaram pelo telefone e que o assunto foi um projeto de lei que permite trocas de partido antes das eleições municipais do próximo ano.

No mesmo dia, à tarde, Temer recebeu Serra em sua residência, em São Paulo. Segundo o senador, eles conversaram sobre a situação econômica e a crise política apenas “genericamente”. Serra e o vice-presidente são amigos.

Aliados de Aécio, FHC e Serra dizem que os três concordam com a ideia de que o PSDB não pode ser o condutor do processo de impeachment e que a sigla só deve assumir posição de protagonismo se for chamado a debater publicamente a situação política e os rumos do país.

Fonte: http://sindspumc.blogspot.com.br/ (Gilvan Viana)

" Isso demostra o tamanho do descompromisso com a Democracia e com a maioria dos Brasileiros que elegeram Dilma Rousseff a Presidência da República, eles ainda não admitiram que foram derrotados.. Até o presente nonento não se tem prova nenhuma contra a presidenta. Na verdade todos são machistas, não aceitam serem governados por uma mulher, essa é a pura verdade.  Acredito no Brasil, pois em um passado bem próximo .o Brasil passou por crises bem piores do que a atual e conseguiu sair, graças ao nosso POVO, que com a sua sabedoria acreditou em políticos socialistas. Vamos aguardar pra vê a onde isso vai dá.  Mas o POVO tá de olho! GOLPE NUNCA MAIS! " - Eduardo Vasconcelos

sábado, 19 de setembro de 2015

A histeria golpista de Aécio tem duas velhas causas: Alckmin e Serra

O que importa é a beleza interior
A histeria permanente de Aécio Neves — seu estado de alerta lembra o de um dobermann ouvindo barulho no portão — é sobretudo uma questão de timing, mais do qualquer outra coisa. Aécio é um homem apressado e acossado.

Ele abusou novamente de sua cantilena sublacerdista numa sessão de palestras de economistas ligados ao PSDB.

“Fomos acusados de pessimistas no passado. Agora mudam o termo e essas pessoas são chamadas de golpistas”, disse. “Golpe é usar dinheiro do crime para obter votos”.

“Hoje vimos uma presidente da República obcecada com o próprio fim do seu governo”, afirmou. O cenário, segundo ele, é “tenebroso”.

É tenebroso para Aécio porque ele precisa de novas eleições agora. Cada pesquisa de um instituto paraná da vida o enche de esperança, enquanto um relógio interno na moleira faz tique taque tique taque.

Num caso de impeachment de Dilma, e se Temer ficar, existe uma corrente que defende que o partido lhe dê sustentação política. E uma velha figura surge das trevas.

José Serra assinalou, num Roda Viva, que estaria pronto para servir a pátria com Michel Temer. “Como foi com o Itamar”, falou. Serra estaria investindo num posto de ministro. Dali, em 2018, lançaria sua candidatura a presidente — pelo PSDB ou mesmo o PMDB.

Para complicar ainda mais o meio de campo de Aécio, há Geraldo Alckmin, montado em São Paulo, locomotiva de seja lá o que Deus quiser. Alckmin já deixou claro que a crise é “governista” — portanto, Serra e os tucanos deveriam ficar de fora.

Num seminário em seu instituto, Fernando Henrique Cardoso resumiu o drama: “Um quer que a Dilma saia hoje. Outro, que tenha nova eleição. Outro, que ela fique até 2018. Até entendo que todo político tenha seus interesses pessoais, mas tem hora em que temos que entender que há algo maior em jogo, o país”.

É uma ironia que FHC, que vem fazendo de tudo para fomentar a instabilidade, incluindo sugerir a renúncia, declare que há algo maior em jogo. A não ser que ele esteja se referindo a pegar uma tela com Fernando Haddad.

O país, que nunca importou de fato, não passaria a importar agora.

Kiko Nogueira
No DCM

Autor da denúncia do impeachment de Collor: Contra Dilma, não há nada

Autor da denúncia que levou ao impeachment de Fernando Collor, em 1992, o advogado Marcelo Lavenère, afirmou, em entrevista ao jornalista Paulo Moreira Leite, no Brasil 247, que tem sido procurado com frequência por jornalistas: “Quando eu falo que não há a menor razão para se falar em impeachment da Dilma, eles perdem o interesse e desistem da entrevista”, revela.
“Vários jornalistas que cobrem as denúncias contra Dilma já me ligaram para pedir que eu fale sobre o impeachment do Collor. Mas quando eu digo que são situações muito diferentes e que eu acho que não há a menor razão para se falar em impeachment da Dilma, eles perdem o interesse e desistem da entrevista”.
Então eu vou fazer a pergunta ao senhor, que assinou a denúncia em 1992, ao lado do jornalista Barbosa Lima Sobrinho (morto em 2000). Por que não se pode comparar os dois casos?
A denúncia contra o Fernando Collor teve como base uma apuração detalhada sobre o envolvimento do presidente. Sob presidência do então senador Amir Lando, uma CPI mista produziu um relatório denso e detalhado, mostrando seu envolvimento de forma clara. As conclusões contra Collor eram indiscutíveis, a tal ponto que o relatório foi aprovado por unanimidade. Quem ler o relatório, ainda hoje, ficará impressionado com sua consistência.
Ninguém tinha dúvidas sobre a responsabilidade do Collor, portanto…
Não. Vou contar uma coisa. Eu só apresentei a denúncia porque recebi um pedido dos principais partidos do Congresso. Foi o próprio Fernando Henrique Cardoso, em nome do PSDB, quem me procurou dizendo que eu tinha de assinar o pedido. O Senador Pedro Simon falou pelo PMDB. O Aldo Rebelo, pelo PC do B e o Vivaldo Barbosa pelo PDT. Eram os grandes partidos brasileiros, falando por suas lideranças mais respeitadas. O PT, partido do Lula, derrotado por Collor em 1989, não assinou o pedido.
Já é uma mudança. Em 2015, o PSDB de Aécio Neves, que foi derrotado no ano passado, lidera a pressão pelo impeachment, abertamente. Quais são as outras diferenças?
Do ponto de vista jurídico, falar em impeachment contra a Dilma é uma brincadeira. Não existe — e é até difícil falar daquilo que não existe.
O senhor poderia explicar melhor?
Contra Collor, haviam fatos. Contra a Dilma, não há nada. Há um movimento político, que vinha desde a campanha. É aquela velha visão autoritária, que dizia: ela não pode se eleger; se for eleita, não tomará posse; se tomar posse, não poderá governar. Depois que Dilma passou pelas etapas anteriores, nós chegamos a este estágio. Sem prova nenhuma, sem fato algum, em que se tenta impedir de qualquer maneira uma presidente eleita de governar. Os fatos não importam aqui. A prioridade é política: precisam encontram fatos capazes de impedir seu governo. É uma decisão política, que querem cumprir de qulaquer maneira.
Mas tem a acusação das pedaladas…
Nem vou discutir o mérito das pedaladas, se podem ser consideradas um crime ou não. A discussão é anterior. Estão desrespeitando um ponto fundamental, definido pela Constituição de 1988. As pedaladas não podem servir para acusar uma presidente.
Por que?
Durante a Constituinte, o Celso Mello, que esteve na Casa Civil do José Sarney e depois se tornou ministro do Supremo, deu uma contribuição importante à redação do capítulo do impeachment. Ele ajudou a deixar claro aquele ponto que diz que um presidente só pode ser julgado por fatos ocorridos durante o seu mandato. Para falar claramente: se descobrirem que a Dilma matou 50 crianças antes de 2015, isso não pode ser usado contra ela antes do mandato. Ela vai responder por seus atos, mas depois. Isso está bem claro na Constituição. É só ler o que os constituintes escreveram.
O senhor não pode ser acusado de tentar defender a presidente de qualquer maneira?
Não. Se aparecer uma prova contra ela, vou defender que seja processada. Vou lamentar, porque não espero isso nem acredito que isso vá acontecer. Mas se ocorrer, não há alternativa. Mas não é a situação agora. O que temos, hoje, é a vontade política de impedir a Dilma de governar e só isso.
Fonte: Portal Vermelho

PCdoB DE NOVA CRUZ/RN ELEGE NOVO DIRETÓRIO!

 Membros da Executiva Estadual do PCdoB e Municipal ao lado do Grupo de Capoeira BOA VONTADE - CBV - Nova Cruz/RN

 Abertura da Conferência Municipal do PCdoB de Nova Cruz...Composição da mesa
 Presidente da Comissão Provisória do PCdoB de Nova Cruz, Damião Gomes é reconduzido a Presidência do PCdoB
 Albérico, Secretário Estadual de Organização do PCdoB
 José Antônio, Secretário Estadual de Finanças do PCdoB


 Roberto Oliveira (Betinho - Ex PV)as, hoje filiado ao PCdoB

 Moacir Soares, Presidente da CTB/RN e Secretário Estadual de Organização Sindical

 Fotos que ficarão nas nossas memórias

Hoje, (19) o PCdoB de Nova Cruz/RN realizou sua Conferência Municipal no Plenário da Câmara Municipal de Nova Cruz e após as palavras das lideranças estaduais e locais, os transmites legais, como leitura do Edital de Convocação da Conferência (publicada em blogs , Diário Oficial da Prefeitura de Nova Cruz e expostos em locais populares), resumo do Programa do Partido e resumo da história do partido no Estado, abriram as inscrições para composição do seu diretório e eleição dos Delegados para a Conferência Estadual.

Uma chapa de consenso foi apresentada: Presidente: DAMIÃO GOMES DA SILVA; Vice Presidente: ROBERTO MARCONI GUEDES DE OLIVEIRA; Secretário de Organização: EDUARDO VASCONCELOS; Secretário de Finanças: JOSÉ ALDO DO NASCIMENTO; Secretária de Formação; HELOIZA VICTÓRIA BARBOSA DE VASCONCELOS; Secretário de Movimentos Sociais: EDMILSON GOMES DA SILVA; Secretário de Comunicação: JOSÉ GOMES DA SILVA e Secretária das Mulheres: ANDRESA BEZERRA DE OLIVEIRA (em substituição), colocada em votação, eleita por aclamação.

Logo após abriu-se as inscrições para eleição dos Delegados á Conferência Estadual do PCdoB, os eleitos foram: DAMIÃO GOMES DA SILVAROBERTO MARCONI GUEDES DE OLIVEIRA e EDUARDO VASCONCELOS

Damião Gomes e toda a Comissão eleita do PCdoB agradeceu a confiança de todos e os conclamo-os a se engajarem nas próximas lutas e ações que serão desenvolvidas ainda esse ano e o próximo.  Lembrando, que partido está de portas para os jovens, mulheres, trabalhadores em geral para se filiarem ao partido e dessa forma contribuir par a concretização de sociedade mais justa, igualitária e fraterna.



NOVA CRUZ/RN: DR. CYRUS BENAVIDES ELEITO PRESIDENTE DO DIRETÓRIO DO PSD

O ex – Procurador do Município de Nova Cruz, advogado Cyrus Alberto de Araújo Benavides, e atualmente assumindo a Presidência do Instituto de Pesos e Medidas do RN, é o novo Presidente do partido do PSD em Nova Cruz. A nova Comissão foi formada desde o dia 24 de agosto de 2015.
 
Veja a composição da Comissão Provisória:

PRESIDENTE:CYRUS ALBERTO DE ARAUJO BENAVIDES
VICE­ – PRESIDENTE: FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES BEZERRA
VOGAL: MÁRCIA VALÉRIA VELOSO ALVES DE MORAIS ROCHA
SECRETARIO­ GERAL:  WESLEY RAMON DA SILVA PINHEIRO
1º ­ TESOUREIRO: VALÉRIA MARIA VIEIRA ARRUDA CÂMARA
2º ­ TESOUREIRO: RODOLFO DA SILVA AMARAL

PS.:
Com isso, o atual gestor de Nova Cruz, Cid Arruda fortalece ainda mais sua posição política no município,  o que lhe dá  mais uma base cada vez mais sólida caso queira ir para uma reeleição.