
Na
manhã desta terça-feira (9) o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA)
voltou a denunciar a ação de um “partido dos robôs” coordenados pelo chamado
“gabinete do ódio”, que conforme declarações dadas à CPI das Fake News
funcionaria no Palácio do Planalto sob comando da previdência da República.
Partido dos robôs, mais conhecido como “gabinete do ódio”, espalhando ataque ao Supremo, governadores e prefeitos. Dizem que o presidente da República não tem nenhuma responsabilidade sobre o coronavírus. Sem confusão essa gente não consegue viver com sua própria infelicidade
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O
governador chamou atenção para os insistentes ataques realizados por máquinas
contra o Supremo Tribunal Federal, governadores e prefeitos que tem seguido às
orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e preconizado o isolamento
social para preservar a vida dos brasileiros diante da pandemia do novo
coronavírus.
“Dizem
que o presidente da República não tem nenhuma responsabilidade sobre o
coronavírus. Sem confusão essa gente não consegue viver com sua própria
infelicidade”, escreveu o governador no Twitter.
Nesta
terça-feira, robôs passaram a compartilhar uma mensagem de que Bolsonaro teria
razão com relação a atitudes e omissões relativas ao novo coronavírus. A
mensagem se apoia em leitura manipulada de mensagem da Organização Mundial de
Saúde. A OMS afirmou que a transmissão por pacientes assintomáticos “pode ser
rara”. A tag #bolsonarotemrazão chegou a ser usada mais de 51,8 mil vezes no
Twitter, sendo um dos assuntos mais comentados antes das 12h.
O compartilhamento de tags como esta por meio de robôs infla a
opinião pública. E, mais uma vez, de maneira equivocada: entre as razões para a
indução de erro, temos que o informe da OMS fala apenas de uma possibilidade e
não é conclusivo. Além disso, segundo a OMS, pessoas pré-sintomáticas
transmitem a doença sem saber. Portanto, não há motivo para desconfiar do
isolamento como fundamental para preservar a saúde e a vida das pessoas. E
mesmo se os cientistas tivessem, agora, chegado a novas conclusões, elas não
conflitariam com a postura recomendada, que é propor isolamento tendo por base
o princípio da precaução.
Fonte: https://pcdob.org.br/
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